Reencontro.
36 Novos rumos.
Liria apareceu dentro da nave e olhou para Rind que estava sua frente e disse:
- Vou continuar trabalhando com a Bulma – Ela estava feliz e animada.
- Isso é ótimo Liria. – O holograma ficou muito feliz por ela.
- Pronto para ser encapsulado – Ela o olhou e ele sabia que ela ia fazer com a nave, guardar por muito tempo, mas resolveu olhá-la e dizer o que queria:
- Liria... – Começou ele dando paços para perto dela. – Teria como você me transformar em um androide, como aqueles que vocês lutaram? – Perguntou ele fazendo a garota o olhar fazendo caretas para ele.
- Olha Rind eu não sei – ela ergueu a sobrancelha e o encarou sem entender. — Por que quer se tornar um androide? – Ela perguntou querendo saber o motivo.
- Bom... Você vai ficar na Terra, não vai mais viajar comigo e eu vou ficar guardado, daí pensei que talvez eu pudesse ao menos ser mais humano... – Ele falou abaixou a cabeça, envergonhado.
Liria pensou e o olhou, depois olhou o painel de controle e disse:
- Ainda tem os projetos dos androides com você?
- Sim... –Ele jogou na tela e Liria olhou com muita atenção.
Depois abriu o compartimento onde tinha uma luz brilhante que piscava como um coração. Entrou nela e olhou por dentro. Conhecia muito bem aquela nave, sabia de cor e salteado.
Voltou-se ao painel e olhou novamente os projetos dos androides que tinha colocado no sistema da nave antes deles atacarem novamente.
- Rind é possível, mas tem um risco muito grande de não dar certo – Liria ponderou mais um pouco. – Quer tentar assim mesmo?
- Sim Liria, eu não quero mais ser a nave... – Ele a olhou penetrantemente.
- Está bem, mas sabe que pode demorar.
- Sim eu sei...
- O que pode demorar? – Bardock chega todo sujo, com sangue seco na testa, no canto da boca, nos braços, nas pernas, a armadura meio trincada e suado.
- Nada... – Liria caminhou até ele. – Goku deve estar um pouco melhor que você.
- Não muito – Ele passou a mão no rosto dela.
- Vem, eu vou te curar – Liria o puxou e o beijou ternamente curando ele. – Agora vá tomar um banho, você está todo suado e sujo...
- Liria... – Ele queria dizer algo, mas desistiu- virou-se e começou a caminhar para fora da nave.
- Vou curar o Goku volto em breve... – Ela o viu continuar caminhando. Liria virou para o holograma. – Vai saber esperar Rind.
- Sim, majestade – Ele sorriu a ela.
Liria o deixou ali e se teleportou para a casa de Goku chegando lá ela viu Chichi com um algodão na mão colocando algo em um dos ferimentos do marido.
- Au Chichi! – protestou ele. – Isso dói.
- Bem feito, fica se esfolando todo – ela riu para ele.
- Eu cuido disso Chichi – Liria olhou a mulher que olhou para trás.
- Liria está aprendendo com o Goku a aparecer sem mais nem menos – riu ela se afastando.
- Acho que sim – Liria aproximou e estendeu a mão em direção a Goku. – Isso será bem menos doloroso Goku – Liria concentrou a energia e o curou.
- Isso nem dói – riu ele em tom de brincadeira. – Ainda bem que tem você para me curar, ou ia sofrer nas mãos da Chichi – brincou ele, mas viu a mulher fazer uma cara bem enfezada.
- Chichi não ligue para o Goku – Ela brincou animada, eles que começaram a rir. – E vê se não se machuca tanto quando “treinar” com o Bardock. – Ela fez aspas com o dedo. – Agora eu preciso ir, estou cansada. – Ela se teleportou para sua casa descansar.
No dia seguinte Liria chega ao laboratório da Corporação Cápsula e não havia ninguém. Ela entrou no laboratório e viu que estava escuro; as luzes apagadas, tudo no silêncio total, sentou-se a cadeira, puxou para próximo à mesa, ascendeu à luz da escrivaninha, pegou os projetos e começou a trabalhar.
As horas se passavam rapidamente e Bulma entrou no laboratório quase na hora do almoço e viu Liria intertida mexendo em um projeto.
- Ai Liria ainda bem que você adiantou esses projetos – Bulma se jogou na cadeira.
- Bom dia Bulma – Liria olhou para ela a viu como ela estava. – Pelo visto a festa foi boa – riu apertando um parafuso.
- Hum... – Bulma, pois a mão na cabeça. – A festa era mais para divulgar nossos projetos, mais comercial mesmo; o problema é depois ter que compensar um sayajin marrento... – Bulma olha para um dos projetos, meio desanimada – Sorte a minha que você adiantou muita coisa.
- A esses sayajins são mesmo uns esfomeados em todos os sentidos – Liria ri alto.
Bulma ri junto.
- Tem toda a razão – continuou rindo enquanto olhava um projeto.
- Bulma! – chamou Liria fazendo a mulher olhar para ela. – Gostaria que você me ajudasse em um projeto – Liria olhava a mulher com certa intensidade.
- E qual seria? – Perguntou ela erguendo a sobrancelha e ainda olhando para ela.
- Eu sei que você conhece o mecanismo da Rind.
- Sim, eu que o transformei em um holograma.
- Foi sim. – Liria mexia em uns fios ligando eles a outra parte de uma peça. – Agora ele me pediu para transformá-lo em um androide.
- O que? – Bulma perguntou espantada. – Por que ele quer isso?
- Disse que não quer ser mais nave.
- A não deve ser fácil viver ali sem poder sair para lado nenhum. – a mulher já pegava uma chave inglesa.
- Então... Você me ajuda?
- Claro que sim, mas vamos ter muito trabalho.
- Verdade, sem falar que é um pouco arriscado – Liria comentou já usando a chave de fenda.
- Mas ele quer correr esse risco? – Bulma já sabia.
- Sim ele quer – Liria ainda testava o novo robô.
- Eu vou te ajudar no que puder – Bulma estava num desanimo só de mexer naquele projeto.
- Vai descansar, eu adianto as coisas aqui – Liria estava sem olhar enquanto já tinha passado para outro projeto.
- Acho que eu vou fazer isso mesmo – Comentou ela se levantando da cadeira. – Vestir um belo biquine e ficar largada em uma cadeira a beira da piscina. – Ela passou a mão no rosto e deu um suspiro.
- É á noite com o príncipe foi boa mesmo – riu ela.
- Você nem imagina – ela falou um pouco vermelha.
- E bem a cara deles – Liria começou a sorrir e Bulma riu também quando um sayajin com uma cara de poucos amigos e meio rubro entrou no laboratório.
- Que conversa mais vulgar – falou bufando. – Onde estão meus novos robôs. – Foi direto ao assunto.
- A esses robôs eram para você? – Liria mostrou uns robôs montado ao seu lado.
- Sim – respondeu ríspido e a olhou penetrantemente. – Mas tenho uma ideia melhor. – Apontou a ela. – Você será minha adversária – Deu um sorriso de canto.
- De jeito nenhum Vegeta; a Liria está me ajudando e eu vou descansar um pouco.
- Grsss, mulher não se meta – Ele falou nervoso virando para a mulher de cabelos azuis.
- Claro que eu me meto. Afinal a Liria trabalha para mim e ela está ocupada agora, não esta vendo? – Falou ela no mesmo tom bravo para ele apoiando os punhos na cintura.
- Assim que eu terminar te dou uma pequena surra príncipe, enquanto isso; posso dar esses robôs com um presente para treinar – Liria riu ao sayajin que já olhava para ela.
Liria estendeu a mão sobre os robôs e colocou um pouco de sua energia neles.
- Boa sorte príncipe, eles não vão dar moleza – Riu ela vendo sair pisando alto.
- O que fez? – perguntou Bulma preocupada.
- Só dei um pouco da minha energia aos robôs, não vão ficar fortes, mas darão muito trabalho ao príncipe e ele não te perturbará tão cedo. – Riu ela.
- Isso é ótimo, vou lá descansar – saiu a deixando no laboratório adiantando os projetos para ela.
Algumas horas haviam se passado e Bardock chegou a Corporação Cápsula.
Vegeta sentiu o seu ki, mas achou que ele estaria ali por causa da lioniana, porém Vegeta sentiu o ki do sayajin mais velho aproximar da sua nave cápsula, parou o seu treino, desligou a gravidade e quando abriu à porta da nave o sayajin já estava ali e já ia bater.
- O que quer verme? – perguntou em tom imponente o encarado.
Bardock o reverenciou, pois estava acostumado, pois Vegeta era o príncipe da sua raça, porém devia lhe respeito quando voltou o sayajin mais jovem estava sorrindo de canto.
- Devia ensinar esses modos ao Kakarotto – Ele o fitava.
- Acho meio complicado majestade, sabe que ele não o vê como príncipe – o encarou sério.
- Diga logo o que quer? – perguntou ansioso.
- Vim lhe entregar isso – Ele estendeu as mãos com um scouter quebrado e um pedaço de papel.
- O que é isso? – ergueu a sobrancelha e olhou para mãos dele.
- Seu... Irmão... Pediu-me para entregar – custou a dizer, não gostava daquela situação.
— Humpf. – Vegeta pegou o papel e virou-e de costa a ele.
Bardock se virou também e já ia descendo a rampa quando ouviu:
- Espere... Você fica – Ele falou em tom de ordem.
Bardock se virou e cruzou os braços e aguardou, pois ele sabia que o príncipe queria treinar com ele.
Vegeta já estava com o papel aberto de costa para a Bardock e começou a ler:
“Estimado irmão, fiquei muito feliz de saber que você está vivo e que tem uma família.
Papai me contou tudo, desde o dia que ele me exilou do planeta Vegeta, como ele foi salvo, como ele conheceu a garota que o levou até você.
Queria muito ir ai conhecer a minha cunhada, o meu sobrinho e você, mas eu não sei quando irei.
Eu estou no planeta Emi, também tenho uma esposa e mandei uma foto dela junto com esse humilde pedaço de papel e algumas entrelinhas.
Sei que deve me achar um fraco, já que o pai disse que você consegue se transformar em super sayajin dois, mas quero que saiba que eu sempre gostei muito de você.
Estou treinando com o nosso pai, ele tem me ensinado muito e também quero me transformar em super sayajins como vocês.
Espero um dia nos encontramos e eu possa dar um abraço no meu lindo sobrinho.
Mandei o meu rastreador de lembrança a você, quero que saiba que eu estou muito bem viu.
Fica bem, um abraço de seu irmão Tarble.”
Vegeta tirou a foto que estava junto ao papel e olhou o casal junto.
- Mas que diabo é isso? – Perguntou olhando franzindo o cenho; virou a foto e estava escrito: “Eu e minha esposa Gure”.
“Isso é uma mulher?” Se perguntou Vegeta em pensamento olhando a garota da foto tentando entender por que o seu irmão se casou com aquilo. “Isso é nome? Eu que sempre achei o nome da Bulma estranho”. Ergueu a sobrancelha.
Bardock viu as caras e bocas de Vegeta, mas ficou calado, viu o sayajin dobrar o papel com cuidado e guardar.
- Entre de uma vez verme e vamos começar – Riu de lado e olhou fixamente para ele.
- Claro príncipe – Ele viu o guerreiro fechar a porta.
- Se prepare, pois eu uso gravidade aqui.
Bardock apenas o olhou serio e viu o sayajin ligar a maquina, então Bardock se transforma em super sayajin e Vegeta faz o mesmo.
Vegeta encaixa os punhos cerrados rentes ao seu corpo e parte para cima de Bardock, o mesmo fica aguardando o golpe, mas bloqueia com um pouco de dificuldades. Sentiu que o príncipe era mais forte que ele, mas não ia deixar barato.
Bardock tenta dar um soco no estomago do príncipe, mas o mesmo segura com a outra mão. Assim os dois começam um duro treinamento.
Os dias iam se passando rapidamente, Kuririn tinha ido até a Liria para que ela tirasse a bomba do corpo da Dezoito.
Liria aproveitou para ver como Dezoito foi construída para ajudar Rind a virar um androide, mas percebeu que a garota só tinha algumas partes robóticas o resto ela era humana, o que tornaria ainda mais difícil, no entanto ela não ia desistir, iria continuar tentado construir um corpo bem parecido com de um humano. Liria retirou a bomba, mas Dezoito sempre ia até ela para conversar um pouco com a Liria.
Liria já tinha começado a estruturar um corpo quando Dezoito entrou na nave a viu olhando o projeto a sua frente e bom alguns metais enrolados em um canto.
- Esta muito difícil Liria? – pergunto a androide entrando no laboratório da nave.
- Um pouco, até por que eu vou ter que reestruturar um corpo novo, deixando o mais próximo de uma pessoa, mas a Bulma tem me ajudado bastante.
- A Bulma é muito inteligente... – Dezoito sentou-se em uma cadeira e a olhou de um modo frio, como sempre olhava todo mundo.
- Dezoito... – Liria estava com receio, mas continuou. – Se me contasse como você virou androide seria mais fácil de ajudar o Rind – Liria viu Dezoito se levantar da cadeira com raiva, aproximou-se dela e a pegou no colarinho. – Liria se assusta quando Dezoito a pega pelo colarinho a erguendo do chão a encarando. Dava para ver as faíscas nos olhos azuis da loira.
Liria sentiu um soco tão rápido em seu rosto a lançando a certa distância fazendo com que ela batesse na parede da nave e Liria olha para ela sem entender o motivo daquele ataque, se levanta sentindo um pouco de dor, passa a mão na boca, onde havia um corte que escorria sangue.
- Mas o que te deu? – Ela olhava a loira que bufava a sua frente.
Dezoito virou-se de costas sem responder nada, começou a caminhar passos fortes, mas Liria lançou uma espécie de ramo que enroscou no pé da loira a derrubando no chão e diz:
- Diga-me que raio deu em você? – Levantou-se com certa dificuldade, caminhou até ela e estendeu a mão para ajudar ela a se levantar.
Dezoito que estava de bruços, virou-se a ela deu a mão a mesma. Liria a puxou e tirou o cipó do pé da loira.
- E que eu... Não gosto de falar do passado... Apenas lembro-me de alguns flashes, ou às vezes as lembranças vêm como sonho. – Eu tive a memória apagada, mas ainda restam vestígios...
- Era só avisar que não queria falar no assunto. Não precisava me atacar desse jeito – Liria sentia as dores principalmente em sua costa.
- Desculpe-me... – pediu a loira com dificuldades. – Mas eu senti meus nervos ferverem...
- Se não quiser falar eu entendo – Liria se curava mentalizando algumas palavras.
Dezoito enfiou os dedos nos cabelos, os empurrando para trás, suspirou fundo, fechou seus olhos azuis por alguns segundos, depois abriu novamente, levou-os até Liria e começou lentamente:
- Às vezes... Eu tenho pequenos flashes de duas crianças com a idade entre cinco e seis anos. Às vezes me vem um cheiro adocicado de alfazema, alguns balões subindo pelo céu azul, as duas crianças sorrindo e brincando na areia, em volta balanços, escorregadores, mas não consigo identificar o lugar e a mulher com cheiro de alfazema, também não reconhecer quem são as duas crianças – Dezoito faz uma pausa, algumas lagrimas cai dos seus olhos, leva as mãos pelas laterais da cabeça, levantando o cabelo com os dedos.
- Dezoito! – Chamou Liria puxando uma das mãos dela e a segurando-a. – Quer se lembrar de tudo? — Perguntou Liria em um tom calmo a carinhoso.
- Eu... Não sei... – Ela encarou a mulher a sua frente e viu Liria a abraçar e usar os seus poderes para acalmá-la.
Dezoito foi se acalmando lentamente e empurrou Liria lentamente para olha-la:
- Acho melhor deixar como está – Ela tremia os olhos, a insegurança tomava conta de si.
- Quando se sentir segura, eu trarei a suas memórias de volta. Claro se você quiser – Liria afastou animada e viu que a mulher estava mais calma.
- Obrigada Liria – Ela ficou animada e deu um sorriso, coisa rara de se ver na androide. – Talvez no laboratório do doutor Maki tenha algo que dá para você usar na Rind – De certa forma ela queria ajudar Liria e a nave.
- Não é uma má ideia Dezoito...
- Você não vai Liria — a voz forte e imponente de Bardock entrou no laboratório.
- E por que não, senhor Bardock?
- Aquilo foi tudo destruído, além do mais pode ter outras coisas lá e...
Liria sorriu e olhou para Dezoito.
- Eu já entendi Bardock, vou ver o que eu faço aqui – Ela deu um beijo no rosto e o deixou meio rubro.
- Eu vou e dou uma olhada, se eu achar algo trago para você – Ela levantou-se e saiu.
Bardock aproximou-se de Liria e a abraçou por trás.
- Seu cheiro já esta mudando – Passou o nariz no pescoço dela. Ela se arrepiou e suspirou fundo.
- Eu percebi Bardock – Tentou manter o controle do seu corpo – Acho que vamos ter que ficar uns dias longe um do outro – Ela tirou as mãos dele da cintura dela.
Bardock envolveu a cauda na cintura dela e a puxou para si de uma forma possessiva; há beijou ferozmente, Liria deixou-se levar pelo beijo, depois sentiu os lábios do sayajin em seu pescoço, o ar quente percorrendo o mesmo. Ela sentiu toda arrepiada, pois o sayajin sabe exatamente a forma que ela gosta. Aquele jeito selvagem e possessivo.
- Então Liria... Acho que não conseguimos ficar longe um do outro – sussurrou dentro do ouvido dela, o ar quente entrando pelas orelhas e uma leve mordida no lóbulo logo em seguida.
Liria sentiu seu corpo estremecer, o ar dos pulmões lhe faltar, um gemido baixo saiu de seus lábios. Ela enfiou a mão nos cabelos espetados do sayajin e deu leves mordidinhas em seu pescoço e sentiu as mãos enormes dele passar por suas coxas.
Liria também sussurrou...
- Quer mesmo continuar... Sabe o que acontece quando começo a ficar perto do meu período fértil. Posso lhe dar um filho... — ele a soltou bruscamente e a encarou de uma forma fria.
Sua culpa voltou à tona, flashes de ver seu filho sendo mandado para outro planeta veio em sua mente, ele ficou meio confuso, afastou-se dela pouco a pouco, para logo em seguida sair o mais rápido dali.
Liria suspirou fundo, logo ficaria uma semana longe dele e sabia que isso significava.
Goku entrou e viu Liria meio triste mexendo no possível androide que seria Rind futuramente.
- O que deu nele? – Perguntou Goku olhando curioso o pedaço de corpo de metal retorcido em cima de uma maca.
- A pânico de um novo filho, ou algo assim – ela suspirou fundo, e apertou um parafuso tentando unir uma peça nova.
- Como assim? – Ele sentiu um cheiro diferente. – E que cheiro é esse?
- A Goku deixa isso de lado e esquece o cheiro também – ela estava envergonhada.
Goku se aproximou dela, coçou a cabeça, ergueu a sobrancelha, tentando entender o porquê, mas preferiu deixar de lado.
Goku ficou a observando por pouco tempo e saiu de fininho, pois não entendia nada daquilo mesmo, só estava curioso, mas nada.
Liria ficou ali fuçando no seu mais novo androide, triste e perdida.
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