Reencontro.
33 Inicio de um romance e nascimento.
Alguns dias se passaram desde que Kuririn tinha tido um encontro por acaso com a Dezoito. Ele nunca mais viu a loira depois daquele dia.
Agora ele estava sentando a beira do mar, sentindo a areia fina debaixo de si, as ondas do mar indo e voltando, o sol se pondo no horizonte, os raios avermelhados contrastando com o azul do mar.
Kuririn catou uma pedrinha e jogou a longe, ela saiu quicando pela água salgada até afundar. Ele encolheu as pernas, abraçou os joelhos e encostou o queixo nos mesmos, ainda fitando aquela imensidão azul sem fim.
Não sentiu, mas alguém pousou próximo dele e o viu contemplando as maravilhas naturais que dava para ver da ilha, só ouviu passos quando ela estava bem próxima dele, virou o rosto para olhar e viu a loira, agora com uma roupa limpa, cabelos penteados, um perfume gostoso entrava nas narinas dele, o vento balançava o cabelo dela.
Ela sentou-se ao seu lado e fitou o mesmo horizonte.
- Por que você me ofereceu aquele lanche? — Ela perguntou olhando o mesmo ponto. – Por que me perguntou o que eu faria sem o meu irmão?
Kuririn olhou para ela meio rubro deu um sorriso, começou a bater os dedos indicadores um no outro.
- Eu estava preocupado com você – Ele voltou os olhos para o mar.
- Por que se preocupa comigo? – Ela perguntou, pois ninguém tinha ajudado ela antes, não se lembrava de nada antes de ser uma androide, o único que se importava um pouco era o irmão, mesmo assim nem tanto.
Ela tinha dado um ou outro beijo no rosto do baixinho, achava ele atraente, agora além de achá-lo atraente, achava ele simpático e prestativo.
- Por que eu... — abaixou a cabeça, abraçou os joelhos novamente, tomou coragem, há olhou um pouco rubro. – Eu gosto de você – Ele falou arrastando seu quadril pela areia lentamente se aproximou um pouco mais dela.
Dezoito pendeu a cabeça para o lado, o encarou com aqueles olhos grandes e azuis, ergueu a sobrancelha e perguntou:
- O que quer dizer com isso?
- Quero dizer que eu gosto de você, do seu jeito... Tipo, quando um homem gosta de uma mulher... – Ele estava mais rubro agora a olhando de frente e mais perto dela.
- Você quer um relacionamento mesmo eu sendo uma androide... Mesmo não sabendo quem eu sou... – Ela fez uma pausa baixou um pouco a cabeça, mexeu a areia com o dedo. – Nem eu mesma sei quem eu sou... – Ela puxou os joelhos e os abraçou, sentiu uma mão tímida tocar o ombro.
- Eu... Não me... Importo... – Ele falou já de pé com a mão no ombro dela, apesar de estar um pouco vermelho. – Eu gosto de você desde o dia que me deu aquele primeiro beijo no rosto, apesar de estar um pouco assustado.
Dezoito ergueu a cabeça para olhar o baixinho ao seu lado, com a mão em seu ombro, o calor da pele da mão passando pela sua camiseta, a forma simpática e delicada dele falar, o jeito dele meio envergonhado falando que gosta dela mesmo não se importando com quem ela é ou deixa de ser.
- Se você quiser podemos ir nos conhecendo e dar uns passeios juntos até você se sentir mais segura. – Ele abaixou e estendeu a mão a ela, mas se assustou quando ela deu um beijo tímido nos lábios, pois não esperava por aquilo.
Kuririn fechou os olhos, correspondeu delicadamente, se afastou a olhando completamente rubro.
Dezoito continuou olhando o horizonte a primeira estrela já surgia no céu, enquanto eles continuaram ali conversando.
Os dias continuavam passando rapidamente como se fosse o vento sobrando às folhas, um mês exatamente que se passou.
Kuririn já namorava a Dezoito, sempre se encontravam em cinema, praça, etc.
Naquela noite Goku estava jogado no sofá assistindo um programa de comédia, onde o apresentador tirava sarro da cara do outro e dava para dar boas gargalhadas; Gohan estava estudando no seu quarto e Chichi saiu da cozinha e sentou-se ao lado do sayajin que estava apenas de bermuda. Encostou a cabeça no ombro dele enquanto olhava a televisão. Goku envolveu a sua mão na cintura de sua amada.
- Por onde será que o meu pai anda? – Perguntou ele escutando a gargalhada do publico na televisão.
- Pelo universo a fora. – Ela olhou para ele – Sei que sente falta dele, mas ele tem a vida dele.
- Eu sei. – Suspirou ele quando viu Chichi se encolher e segurar o enorme barrigão.
- O que foi? – Perguntou ele preocupado.
- Senti uma pontada muito forte – Ela ainda segurava a barriga. – Aiiii. – Ela gritou agora já ficando ofegante.
- Não vai me dizer que...
- Acho que sim... – Ela sentiu a umidade escorrer. – A Goku a bolsa estourou. – Ela ofegava.
Goku arregalou os olhos, mas se lembrou de como deveria agir, deitou ela com cuidado, usou a sua velocidade se vestiu, pegou a maleta que já estava pronta, avisou o filho que foi ajudar e logo em seguida saiu para o hospital.
Vegeta treinava dentro da nave gravitacional, mas seu pensamento em seu pai, não admitia, mas sentia falta do rei dos sayajins.
“Por que penso nesse verme mesmo depois que ele voltou para o inferno.” Pensava ele e parou de treinar, caminhou até uma toalha e secou o rosto de suor, olhou toda a nave, suspirou fundo. No fundo o seu pai fazia falta.
Na nave Rind estava sozinho na sala de comando olhando a imensidão do universo negro, pintado de estrelas amarelas cintilantes, alguns cometas cruzavam um pouco distante da nave, suas lembranças vagam distante, sim, aqueles gritos ainda refletiam em sua mente, todos eles, todas as broncas, os momentos que viajaram juntos ainda estavam vivos. Ele podia ser uma inteligência artificial, mas sentia falta da sua dona, da princesa, da marrenta e doce Liria. Sorri levemente e o rei vê:
- Esta virando um bobo alegre? – Perguntou ele de braços cruzado e imponente.
- Não... Eu só estava me lembrando de umas coisas.
- Humpf... – Resmungou ele. – Ainda falta muito para chegarmos ao maldito planeta.
- Vamos pousar em breve daqui mais ou menos umas duas horas.
- Você realmente é uma nave muito lerda – Saiu pisando alto deixando o holograma sozinho novamente.
Bardock olhava a corrente em sua mão, era em ouro branco, com um pingente de uma fadinha pequena toda em brilhante no verso do pingente escrito em letras bordadas e gravadas: “Estarei sempre contigo, meu amor, nunca se esqueça de mim”.
Bardock nunca tinha interessado em saber sobre aquele artefato, mas agora ele apenas passava o dedo contornando às letras miúdas e gravadas no pingente.
- Liria... – Sussurrou ele ainda olhando a gargantilha.
Goku estava ao lado da esposa segurando a sua mão com uma roupa branca e uma boqueira, sempre olhava de rabo de olho para as agulhas e ferramentas que os médicos usavam. Já tinha uma hora e meia que Chichi já tinha entrado em trabalho de parto e tentava trazer o seu filho ao mundo, mais meia hora e ela escutou o choro do seu bebê.
- Parabéns mamãe é um lindo menino – O médico cortou o cordão umbilical deu a enfermeira que limpou e entregou a ela.
- Olha Goku, ele é a sua cara – Ela falou ajeitando ele e deu-lhe o peito para ele mamar.
Goku olhava babando, então se lembrou.
- Vou ver como esta o Gohan na recepção – Ele deu um beijo em sua testa e viu seu filho dormindo no banco, acariciou os cabelos e o levou para a casa de Bulma com o seu tele transporte.
Chichi sorriu sabia que ele queria sair dali logo por medo daquelas agulhas, ela sabia que seu marido não gostava muito de hospital, estava ali por causa dela e do filho.
Rind já pousava no planeta Emi, a poeira já se levantava pelas laterais, as turbinas iam parando lentamente e a nave finalmente encosta no chão.
O planeta era meio árido a vegetação lembrava um pouco a da Terra. O planeta tinha alguns lagos meio roxo, com estradas em paralelepípedos fazendo um caminho.
- Chegamos majestade – Rind abria a escotilha. – Agora é com você.
- Grsss. – O rei resmungou nervoso e desceu a escotilha olhando amplamente todo o planeta.
Rei Vegeta vê que o solo do planeta é meio amarelado, com algumas plantas rasteiras, alguns lagos roxos. Ele olha em torno e vê umas criaturas, algumas grandes, com as cabeças brancas e redondas, olhos negros, uma roupa amarela claro e com o poder de luta bem parecido com os terráqueos. Os altos eram os homens e mais adiante tinhas umas criaturinhas baixinhas com a cabeça branca e os olhos negros o poder de luta um pouco mais baixo que os terráqueos.
- Bando de fracos... – Resmungou e começou a caminhar lentamente pelo solo amarelado.
Na nave Rind olha a porta do quarto de Bardock fechada, ele prefere não o perturbar, já que sabia que ele estava meio para baixo. Sorriu triste e ficou esperando pela aventura do rei.
O rei olhava os lagos roxos, o céu meio amarelo claro, o solo árido, as casas um pouco distante. Ele olhava curiosamente aquele planeta quando viu um jovem parando próximo a ele, o ki bem mais alto.
- Quem é você e o que quer aqui? – Perguntou jovenzinho de cabelos negros, espetados, uma armadura muito parecida com a que o Vegeta usava, só que com ombreiras e uma espécie de proteção que descia pelas coxas nas laterais e uma cauda.
Rei Vegeta olhou o seu filho mais novo, encarou ele com certa relutância.
- Vamos... Diga o que quer no meu planeta? – Ele apontou o dedo para o sayajin mais velho a sua frente.
O rei tirou a sua cauda da cintura e começou a balançar ela de um lado para o outro, de braços cruzados, carrancudo viu o seu filho olhar para a cauda e tirou a sua também.
- Não pode ser... Você também é um sayajin? – Perguntou com os olhos arregalados olhando o ser imponente.
- Sou – Ele o encarou. – Não se lembra de mim Tarble? – Disse o nome dele ríspido e com um ar sínico. – Pelo visto continua um fraco.
Os olhos de Tarble se arregalaram, aquela voz realmente era conhecida, apertou o scouter em sua orelha, deu um de energia, olhou novamente com um misto de raiva, mágoa e alegria.
- Pai... Mas como você sobreviveu? – Perguntou ele surpreso, reconhecendo a voz imponente dele. – Você também é um fraco – Disse ele com certo desdém.
- Não devia confiar nesse aparelhinho... – Começou a acumular energia, o vento soprava; os raios iam se cruzando em torno do rei, sua aura começou a ficar amarelada, enquanto que os numero aumentavam rapidamente até que o scouter do Tarble explodiu e o rei estava loiro.
— Que poder... Incrível... E por que você mudou de aparência?
- Sou um super sayajin... – Olhou o seu filho caçula e viu que ele estava bem, apesar de ser fraco era gentil, um pouco diferente do seu filho mais velho.
- Como sobreviveu? – Perguntou com um misto de alegria e tristeza ao mesmo tempo na voz.
- È uma longa história, mas posso contar-lhe tudo – Deu um sorriso de canto e colocou a mão no ombro dele e desfez a transformação.
- Quer... Caminhar pelo meu planeta – O sayajin batia um dedo no outro meio tímido.
- Humpf – foi à resposta dele e começaram a caminhar juntos enquanto o rei contava como sobreviveu.
Goku já havia voltado ao hospital, sua esposa dormia tranquilamente e seu filho caçula estava no berçário. Goku olhava pelo vidro o pequeno garotinho de cabelos espetados para o lado e para cima, uma cauda que em breve seria arrancada para não ter risco.
Voltou ao quarto, sentou-se ao lado da cama e pegou a mão de Chichi delicadamente, deu um sorriso e ficou ali a olhando com muito carinho e atenção.
Rei Vegeta e Tarble sentavam em uma pedra ao lado de um rio meio roxeado e tinha terminado de contar como sobreviveu e como foi salvo.
- E por que me exilou do planeta? – Perguntou ele jogando uma pedrinha fazendo a água roxa se mexer, a voz embargada num misto de magoa e tristeza.
- Bem... – Começou o rei com o seu porte imponente olhando um ponto qualquer a sua frente ergueu um dos joelhos e o segurou. – No nosso planeta, os bebês que nasciam com baixo poder de luta eram mandados a outro planeta para poder se fortalecer e depois destruir o planeta para vender. – Desceu o joelho, união às mãos cruzando os dedos, abaixou um pouco a cabeça. – Apesar de você ter nascido com poder de luta baixo, sua mãe pediu para que você ficasse no planeta e então eu aceitei, mas que você não saísse do castelo, mas sua mãe morreu, depois veio o Freeza e com o seu poder de luta fraco, não tive outra opção a não ser mandá-lo para um planeta fraco. – Suspirou fundo passou a mão no rosto olhando para frente.
Tarble se levantou tocou o ombro do pai, mesmo sentindo um misto de tristeza, raiva e dor, estava feliz de seu pai estar ali e sobrevivido e se abrindo a ele.
Rei Vegeta o olhou e viu um sorriso gentil nos lábios de seu filho caçula.
- Obrigada pai, por ter vindo me procurar. – o abraçou, mas rei Vegeta não aceitou, mas também não repeliu. – Vem conhecer a minha casa. – Ele puxou pela mão, animado.
Rei Vegeta apenas sorriu de canto e o seguiu.
- Tarble – Chamou o rei o acompanhando com o seu jeito imponente.
- Oi pai. – Ele respondeu caminhando ao lado do seu pai.
- Tem outros de nossa raça vivos. – Custou a falar.
- Sério! – Exclamou ele caminhando de fasto e olhando nos olhos negros de seu pai. — Quem são eles?
- Kakarotto, Vegeta e Bardock que veio comigo, são sayajins puros que estão na Terra e mais dois mestiços, Trunks e Gohan;
- Vegeta? – O rapazinho ergueu a sobrancelha o encarando. – Esse era o nome do meu irmão... – abaixou a cabeça triste.
- Sim Tarble, Vegeta está na Terra e você tem um sobrinho, o Trunks.
Os olhos do sayajin brilharam como duas estrelas.
- Quero conhecê-los. – ele sorriu animado e os dois chegaram a uma casa.
- Quem sabe um dia... – o rei sussurrou pensando na possibilidade de ficar ali.
Table entrou e falou com a menina em uma língua diferente.
- Pai essa é a minha esposa – mostrou a menina de cabeça arredondada sem um fio de cabelo na cabeça, olhinhos redondos e negros, baixinha, vestia um vestido rosa com mangas listradas em preto, com luvas nas mãos e um par botam nos pés, com meias cor de rosa e listrada em preto.
Rei Vegeta arregalou os olhos para a pequena figura estranha a sua frente, fez algumas caretas e se abaixou em gesto de cumprimento.
A menina o olhava e o rei Vegeta, pensa: “Eu achando a terráquea estranha”.
E resolveu implicar com o filho.
- Esposa... Isso ta mais para um feijão, isso sim. – Falou olhando a garota.
- Pai. – Repreendeu Tarble, mas o rei deu um sorriso de canto com o seu porte imponente perguntou:
- Onde será o meu quarto?
- E por aqui – Ele o levou e eles foram conversando.
Na Terra o dia já era alto Bulma via Gohan segurar o Trunks e brincar com ele.
- Mais tarde vamos visitar a sua mãe e o seu maninho Gohan – Bulma falou parafusando uma engenhoca que ainda estava montando.
- A eu quero ver ele logo – Gohan estava animado brincando com Trunks.
- Está gostando de ter um irmão? – perguntou Bulma olhando o objeto, parecia à carcaça de um novo robô.
- Sim – Ele respondeu ainda brincando com o Trunks.
- Mulher, já terminou esses robôs – Vegeta já foi entrado meio estressado no laboratório.
- Ei, eu sou rápida, mas não tenho velocidade sobre humana com vocês sayajins. – ela falou brava;
- Ande logo com isso.
- Olha Vegeta, eu sei que esta sentindo saudade do seu pai, mas da para ser mais paciente.
- Eu não estou sentindo falta de ninguém. – Falou cerrando o punho a ela com uma veia saltando da testa.
- Aqui. – Ela entregou o robô a ele tinha terminado o ultimo ajuste. – Tá ai senhor apressadinho. – Ela se levantou da cadeira, virou-se para ele. – Agora treine e não me amole, vou ver o Goku e a Chichi; ela deu a luz ontem à noite.
- Grsss – Resmungou Vegeta. – Não quero saber de vermezinho, filho de um verme terceira classe – Saiu pisando alto e forte.
Vegeta entrou na sala e foi treinar com o novo robô que Bulma havia feito, enquanto que a mulher de madeixas azuis saiu com o Gohan para o hospital para ver o novo membro da família Son.
Bulma chegou ao hospital e acompanhada de Gohan entrou pela porta grande e de vidro e encontrou Goku na lanchonete que ficava bem ao lado da porta.
- Oi Goku.
- Oi Bulma. –falou ele de boca cheia.
- Como está a Chichi e o bebê?
- Estão ótimos. – ele respondeu e levou o copo de suco a boca. – Vai lá vê-la – Goku estava animado.
- Oi pai.
- Dormiu bem filho? – Perguntou acariciando o cabelo espetado.
- Dormi sim.
- Acompanhe a Bulma e vai ver o seu irmãozinho.
- Tá. – Ele saiu junto com a Bulma para o quarto.
Bulma abriu a porta do quarto e viu Chichi amamentando o garoto.
- Oi Bulma, que bom te ver – Ela se mexeu na cama procurando um jeito melhor para se sentar.
- Oi Chichi.
- Mamãe. – Gohan olhou os braços de sua mãe.
- Fala oi para o seu irmãozinho Gohan.
- Já deu um nome a ele? – Bulma perguntou se curvando para ver melhor o rostinho do menino embrulhadinho e mamando.
- Sim, vai se chamar Goten.
- Ele é a cara do Goku! — Bulma exclamou.
Gohan sentou se a cama e colocou a mão nele.
- Bem vindo à família Goten – Gohan repousou um beijo no rotinho dele enquanto ele ainda mamava.
- Goku deve estar muito babão – Bulma olhava a avidez que o bebê mamava.
- Aquele ali é uma criança em forma de adulto – elas riram e logo Goku se juntou a conversa e ficaram ali descontraídos.
Bardock saiu do quarto e viu a escotilha aberta e Rind permanecia parado, encostado no painel de controle.
- Achei que não ia sair mais daquele quarto, Bardock – a voz robótica soou e o holograma desencostou do painel de controle. – Sei que sente falta dela, mas temos que esperar.
- Eu sei Rind... – Ele falou olhando para fora vendo o solo árido e amarelado do planeta. – E aqui que o filho do rei está?
- Sim e eles já se encontraram – Rind sabia que eles estava junto há algum tempo. – Agora é questão de tempo mesmo.
- Verdade... – ele concordou. — Vou treinar um pouco na sala.
“Como será que está o Kakarotto?” Pensou ele já entrando na sala de treino. “E o Gohan? O meu outro neto já deve ter nascido, ou neta.”
Bardock deu um leve sorriso afinal tinha mudado, tinha visto como eram os sentimentos dos terráqueos, mas sua prioridade agora era Liria, por mais que sentisse falta de sua família na Terra; ele já se considerava assim da família Son, pois sua nora, seu neto e seu filho mostraram que o orgulho sayajin não interfere em nada no amor, na cooperação e na compreensão.
O rei tomava café da manhã com o seu filho caçula e com a sua nova nora, ele já achava há Bulma um pouco estranha, mas a esposa do Tarble ganhava, mas ele não podia falar nada, pois seu filho estava feliz era o que importava. Mesmo com a carranca no rosto ele também aprendeu muito na Terra. Seu filho, o filho de Bardock, com sua nora e muito mais, mas claro que ele não ia deixar o seu orgulho de lado.
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