Depois de algumas horas, Dezoito chegou novamente à nave com um pedaço de lona em forma de um plástico, formava um saco, fazia bastante barulho de metal, entrou na nave e fez Liria olhar:

— Trouxe algumas coisas que eu consegui encontrar no laboratório – colocou o saco no chão, fez barulho todo o metal que estava dentro.

Liria se levantou e aproximou-se dela, abriu o saco e olhou dentro.

- Uau Dezoito! – ela olhava dentro do saco a carcaça quase pronta de um androide, um corpo quase perfeito, faltava apenas algumas coisas.

Tirou peça por peça de dentro do saco preto, olhou uma por uma com os olhos brilhantes e cheios de alegria.

- Muito obrigada mesmo – agradeceu ela mostrando a imensa felicidade, pois aquelas peças iam dar uma adiantada boa no androide que ela estava construindo.

A mulher loira deu um sorriso se despediu e saiu da nave, tinha compromisso com o seu baixinho favorito.

Liria sorriu e correu para por o trabalho a toda velocidade, pois ainda tinha muito pela frente.

Bem longe dali estava Bardock sentado sobre uma relva fresca, orvalhada e rodeada de árvores com algumas flores, o céu já ficando avermelhado pelo começo de por do sol, o vento batendo em seus cabelos, seus olhos fitando um ponto qualquer.

Ele ainda estava confuso, queria um filho, poderia ele criar outro, dar o que ele não deu a Kakarotto? Mas não sabia ao certo.

Sentiu um ki aparecer atrás dele e senta-se ao seu lado:

- Está com problemas pai? – perguntou ele fitando o mesmo ponto.

- Eu tive uma visão... – falou de repente.

- Vai acontecer algo ruim novamente? – ergueu a sobrancelha e virou o rosto para o seu pai.

- Não sei ao certo...

- Diga-me pai, o que viu? – Goku colou a mão no ombro dele dando segurança.

- Liria... Com uma criança no colo... – estava mais sério que o de costume, sua testa com duas rugas no meio, suas sobrancelhas quase unidas.

- É o senhor não quer ter um filho com ela? – Goku ficou sério, tentando entender o que seu pai tinha.

- Talvez... – ele soou inseguro.

- Acha que eu vou me importar, só por que você me enviou para Terra, por ser fraco.

Bardock engoliu seco, virou o rosto para o seu filho e depois desviou o olhar, sem dizer uma palavra.

- Sabe pai... — começou ele. – Talvez o senhor se sinta culpado por ter me enviado para cá. Eu entendo perfeitamente os seus motivos. – Ele se aproximou mais do seu pai. – Talvez seja hora de jogar essa culpa para fora criando uma criança. – Goku sorriu animado. – Até por que ele vai nascer bem mais forte, porque a Liria tem um poder incrível. – Bardock olhou para ele e deu meio sorriso, passou a mão no pescoço do filho.

- Talvez você tenha razão Kakarotto – Ele sabia que mudou, não somente por causa da lioniana, mas também pelo jeito da família que ele encontrou na Terra.

Goku sorriu ao pai e disse:

- Vamos lá para casa e eu te mostro como é bom ter um bebê nos braços – Goku passava confiança para o pai.

Bardock apenas o olhou e foi para a casa do seu filho junto com ele.

Goku apareceu na sala e escuta o bebê chorando, caminha até a cozinha e vê Chichi balançando o bebê de um lado para o outro.

Ela o viu e aproximou-se dele e entregou-lhe o bebê com certo cuidado:

- Onde esteve? – ela estava meio impaciente. – Você tem que cuidar do seu filho sabia? – pois uma das mãos em punho na cintura e apontou um dedo a ele com a outra. – Eu preciso fazer a janta sabia? E cadê o Goku? Sumiu por ai, sabe Kami-sama onde. Depois vem dizer: “Chichi eu estou morrendo de fome” – ela ainda balançava o dedo enquanto Goku se inclinava um pouco para traz tentando acalmar o Goten.

Bardock não resistiu e começou a rir.

- Realmente esse ai é um morto de fome.

- Chichi estranhou o fato, nunca havia visto o sayajin mais velho ri daquele jeito.

- Não só ele, mas todos os sayajins – e riu também.

Goku fez cara de tonto como sempre e Chichi foi mexer nas suas panelas.

Goten já estava mais calmo no colo de Goku.

- Então pai, vai pegá-lo? – Goku ajeitou o Goten em seu colo e viu o seu pai o olhar meio inseguro.

- Mas ele... É tão... – Bardock deu uns passos atrás.

- Vem pai, eu ensino como pegar ele – Goku aproximou-se do pai, estendeu os braços com o Goten, com muito cuidado.

Bardock olhava meio nervoso, seus olhos tremiam, seu corpo tremia.

- Eu... Não vou... Machucá-lo – sua voz saiu com dificuldade, um nó formava em sua garganta, a lembrança de seu filho no berçário, no planeta Vegeta ainda estava em sua mente. Ele via o garotinho se mexendo e chorando pelo vidro que dividia o berçário do corredor.

- Pai, é só diminuir a força, e usar o cuidado mais nada — Goku viu o seu pai estender os braços, ainda meio inseguro com aquela ideia dele.

Goku foi explicando como se diminuía a força, como pegava o garotinho tendo cuidado com a cabeçinha e o corpinho.

Assim que Bardock conseguiu, Goku soltou devagarzinho e foi se afastando lentamente para que seu pai acostumasse com o neto.

Bardock ajeitou Goten nos braços, ficou o olhando o garotinho que mexia os bracinhos e às vezes balbuciava gritinhos sem nexo.

Bardock sentiu seu coração aquecer de uma forma estranha e o calor da pele da criança penetrava na sua, o cheirinho do bebê o deixava relaxado e tranquilo. Seus olhos fixos na fotocopia do seu filho, sentiu como se tivesse pegado Kakarotto pela primeira vez e imaginou-se com ele no colo.

Goku sentiu que seu pai estava mais calmo, mas anos atrás não tivera a oportunidade de fazer o mesmo com os seus dois filhos.

- Então pai, foi difícil? – perguntou olhando e tirou os olhos do bebê para levar até o seu filho à sua frente.

- Eu... Peguei Raditz quando era um bebê, só não... Peguei você... Mesmo assim eu acho que tinha desacostumado... – Ele ainda sentia a culpa no coração.

- Então qual o problema em relação a ter um filho com a Liria? – Ele perguntou ergueu a sobrancelha e o fitou.

Bardock ficou sério e achou melhor não responder, ainda restava vestígio de seu orgulho, não iria relatar mais que aquilo.

Chichi olhava de rabo de olho e viu que o sayajin mais velho fitava o bebê, como se fosse Goku em seus braços.

Goku ficou conversando com o seu pai enquanto ele ficou com o neto nos braços, estava gostando do calor da pele macia e cheirosa do neto, lhe acalmava, lhe trazia algumas recordações, lhe fazia sentir algo que ele não se lembrava de ter sentido, mas gostava da sensação.

“Queria ter cuidado de Kakarotto, como ele cuida dos filhos dele”. Pensa Bardock enquanto a criança já dormia em seus braços.

Goku sentia-se vitorioso em ter finalmente conseguido fazer com que seu pai sentisse a paternidade dentro de si.

As horas se passaram rapidamente, a noite já pintava o céu em negro, as estrelas brilhavam cintilantes deixando o céu mais claro e viçoso.

Bardock saiu da casa de seu filho e foi para sua, mas assim que se aproximou, viu a casa toda escura, depois olhou a nave e viu que as luzes ainda estavam acesas. Entrou na nave e viu Rind.

- Onde esteve Bardock? – perguntou o holograma o olhando feio.

- Com Kakarotto – ele cerrou os punhos e o olhou sério. – Por que quer saber? – perguntou meio irônico e grosso.

- Por que a Liria estava triste e com certeza foi algo você fez, que eu sei – Rind andou em circulo em volta dele.

- Eu não fiz nada – queria dar um soco naquela coisa, estava começando a ficar nervoso. – Onde ela está? – estava impaciente o olhando com as sobrancelhas quase unidas em meio à testa.

- Dormindo no laboratório – ele se afastou um pouco. – pegou no sono lá, não quis acordá-la.

- Hum – Bardock desviou o olhar e caminhou até o laboratório e achou Liria dormindo debruçada sobre a maca, a carcaça de metal já tomava certa forma.

Bardock a pegou no colo com cuidado. Liria se aninhou aos seus braços e encaixou ao seu tórax sorrindo satisfeita e escorou a cabeça em seu ombro. Bardock saiu com ela no colo e foi para a sua casa. Assim que entrou no quarto a colocou com cuidado na cama.

Liria se mexeu um pouco protestando em ter saído de seus braços, mas não acordou.

Bardock tirou a armadura e deitou-se ao seu lado a abraçando e adormecendo logo em seguida com o cheiro dela entrando em suas narinas.

Na manhã seguinte, Liria abriu os olhos lentamente, sentiu uma cauda enroscada em sua cintura, os braços fortes em volta do seu corpo, um ar quente que saia das narinas dele em seu pescoço. Ele ressonava calmamente.

Liria virou-se para ele lentamente tentando não acorda-lo e deu um sorriso a ele, sem que o mesmo percebesse, se teleportou dali para de frente a cama, pois se ela levantasse iria acordar o seu “marido”.

Liria entrou no banheiro, se olhou no espelho e viu seus cabelos negros e seus olhos esmeraldas. Suspirou fundo, mas não sabia por que Bardock a tirou da nave e a levou para casa, para o seu quarto, para a sua cama. Entrou no chuveiro, tomou um banho e pensou: “Vou ao menos fazer um belo café da manhã para ele”.

Ela sabia que era arriscado, mas iria ficar ali ao lado de seu “marido”.

Foi até a cozinha e começou a preparar o café da manhã.

Na Corporação Cápsula, Vegeta olhava a carta de seu irmão mais uma vez sem que Bulma soubesse é claro. De alguma forma ele queria ver o seu irmão caçula, mas não assumiria para ninguém.

Ele fitava o papel que guardou em uma gaveta a sete chaves na nave gravitacional, pensou varias e varias vezes em ir até o tal planeta, mas seu orgulho não deixaria.

- Humpf... Por que aqueles dois saíram do inferno para me atormentar – jogou o papel onde estava, trancou novamente e começou a treinar na gravidade máxima, pois ainda tinha um objetivo; vencer Goku, pois agora ele já tinha o superado, mas o príncipe queria mais, queria deixá-lo humilhado.

Sorriu de canto já começando a suar, enquanto os robôs o atacavam de todas às formas possíveis. O sayajin começava o seu treinamento matinal, esquecendo de todo o resto.

Bardock espreguiçou-se sobre a cama, enguiçou, abriu os olhos lentamente e viu que estava sozinho na cama. Circunvagou o quarto com os olhos e não viu Liria. Fitou o teto pensando no que tinha passado no dia anterior. Sentiu o cheiro da comida, misturado com aquele cheiro peculiar de feromônio que ele conhecia bem, aquele cheiro o enlouquecia, mas por alguma razão sabia se controlar um pouco. Passou a mão no rosto, empurrou as cobertas para o lado, se levantou apenas de calção caminhou até a cozinha e viu que Liria já colocava a mesa, cantarolando alguma coisa na língua do seu planeta. Bardock parou meio escondido e a ficou olhando para ela.

Nunca tinha imaginado sua vida assim, tudo era tão diferente em Vegeta-sei, agora ele estava ali de uma forma muito diferente. O cheiro da comida faz seu estômago roncar. Também sentiu o cheiro dela junto, fechou os olhos e sentiu outra fome tomar conta de si.

Caminhou lentamente em direção a ela e a abraçou por trás.

- Bom dia Bardock – Ela sentiu o ar quente dos lábios dele em contato com a pele do seu pescoço.

- Bom dia Liria – respondeu de uma forma baixa e rouca.

- Sente-se, vamos tomar o café – ela sentiu ele se soltar com dificuldades e sentou-se à mesa.

Liria viu que ele não tirava os olhos dela enquanto ela o servia, depois ela se sentou e começou a comer.

Bardock começou a comer esquecendo-se um pouco do cheiro dela, mas depois de comer, ele a viu tirar a mesa e colocar as louças dentro da pia.

Caminhou novamente até ela e enroscou a cauda na cintura dela a puxando para si.

- Seu cheiro... Está... Enlouquecendo-me... – virou ela de uma vez e a beijou com avidez.

Liria tentava se livrar mais não conseguia, sentia se puxada para mais próximo dele, as mãos dele percorrendo o seu colam a fez dar um suspiro profundo.

Sentiu-o soltar dos lábios dela procurando ar e a olhá-la, enfiou a boca em seu pescoço de uma forma que Liria se assustou, mas ao mesmo tempo sentiu sua pele arrepiada.

Bardock subiu a boca até a orelha e mordiscou fazendo Liria gemer, enquanto ele a prensava ela na pia.

- Bardock... – ela já começava a ofegar, enquanto as mãos do guerreiro já puxavam o colam dela pela alça.

Bardock na impaciência acabou o rasgando de uma vez deixando a amostra os seios brancos; levou as mãos ávidas e apertou com certa força. Liria geme um pouco alto, o que faz o sayajin abrir os olhos e ver a mulher ofegante a sua frente, segurando em seus cabelos. Vai descendo com o seu halito quente pela pele branca ate chegar aos mamilos rosados.

O sayajin usa uma das mãos para acariciar um enquanto leva a boca ao outro sugando com vontade.

Liria dava alguns gemidos alto com o toque. Bardock a empurrou até encostar-se a pia e sem ter para onde ir, tentava deixar os seus corpos unidos.

Bardock afastou um pouco para olhá-la. Ergueu-a e a fez sentar-se na pia tirou o que sobrou do colam e levou uma das mãos até a feminilidade dela enquanto a cauda envolvia a cintura dela.

- Bardock... – Ela passava as mãos pelo tórax nu dele, descendo até a bermuda e a retirando com as pernas e os pés, até ele ficar nu. – É isso mesmo que quer? – Perguntou ela entre um gemido e outro. – Sabe que eu vou engravidar... – a respiração ofegante e as unhas na costa do sayajin mostravam o quanto ela o queria.

Bardock ficou em meio as penas dela e sorriu um sorriso cínico, os olhos brilhando em desejo, o cheiro dela ainda estava melhor.

Roçou o membro dele na linda flor que ele tanto adorava.

Liria tremeu, estava vulnerável de mais, falou o nome do sayajin alto.

- Bardock... Eu quero você... – essas palavras fizeram com que o sayajin a penetrasse de forma selvagem e com ela sobre a pia ele fazia a sua dança diferente, desejo, luxuria, tudo estava evolvido naquele cheiro doce, inebriante que Liria emanava, o deixou completamente sem razão.

Liria cruzava as penas em tono do quadril do sayajin enquanto seus braços se perdiam pela costa dele, às vezes eles trocavam beijos quentes e saudosos enquanto estavam na dança do amor.

Bardock estava mais selvagem em sua dança, sentia-se nas nuvens e o cheiro dela só melhorava e o deixava perdido, às vezes ele usava a boca mordicando o pescoço dela, ou às vezes segurava as pernas dela para poder senti-la melhor.

- Bardock... Assim eu não vou aguentar... –Liria tremeu nos braços dele e gritou alto e forte.

Bardock viu que ela já tinha se integrado completamente, mas ele ainda não. Saiu de dentro dela, desceu ela da pia e a incentivou passando os dedos na sua feminilidade, depois a virou de costa para si e fez apoiar as mãos na pia.

- Eu não mandei você parar antes de mim... – sua voz rouca de desejo em seus ouvidos vez a mulher se arrepiar novamente. Deslizou seu membro pelas suas nádegas até chegar a sua flor novamente, brincou com ele por ali.

- Seu... – Ela não conseguia falar e sentiu ele a penetrar novamente as estocadas fortes e selvagens, fazia a garota sentir as suas pernas bambas.

Liria já estava prestes a desmaiar de tanto cansaço quando finalmente sentiu o liquido quente dentro dela.

Bardock estava suado, ofegante e nas nuvens, sentiu a Liria meio mole em seus braços a ergueu a abraçando carinhosamente. Saiu dela e a virou para frente e a encarou.

Ela deu um pequeno sorriso, estava mais cansada do que o de costume, sentia- se fraca e enrolou seus braços fechando os seus olhos.

Bardock a segurou com cuidado para não cair e a levou até a cama novamente. Cobriu-a e a ficou olhando.

“Agora não tem mais volta”. Pensou enquanto a olhava dormindo novamente.

Bardock vestiu uma roupa mais casual, um bermudão preto, uma camisa gola polo verde musgo, um sapato confortável, enrolou sua cauda por dentro da blusa, entrou no banheiro, fez a sua higiene pessoal e saiu.

Bardock caminhou olhando o vento balançar as folhas das árvores, a calmaria das montanhas, o soar dos pássaros cantando as suas orquestras e deu um sorriso singelo.

Logo chegou a porta daquela casinha ao lado da sua e bateu a porta.

Chichi abriu e o viu.

- Bom dia Bardock — Ela olhou o sayajin com aquelas roupas e viu o quanto ele se parecia com o seu marido.

- Bom dia Chichi. – Ele a olhou sério e dentro de seus olhos. – Kakarotto está?

- Goku inventou de levar o Gohan para o templo celestial disse que ia passar o dia lá treinando ele, até ele virar um super sayajin.

- Templo celestial? – enfiou as mãos no bolso.

- Sim, mas acho que você não sabe onde fica. Também acho que não vai adiantar muito você ir lá – ela ouviu um choro de bebê. – Entre ai Bardock pegou o pequeno e tirou o seio para ele mamar.

Bardock desviou o olhar, meio sem jeito.

- Sente-se Bardock – Chichi deixava o Goten mamar a vontade.

Ele não disse nada apenas ficou no seu quanto.

- Liria não veio? – Ela perguntou.

- Não, ela esta dormindo. – virou de costa a ela e saiu sem dar thau.

Chichi já conhecia bem o sayajin, só deu um sorriso e continuou amamentando o seu pequeno.

Duas semanas se passaram, Liria havia ficado muitas vezes com o seu “marido” no período fértil. Agora ela havia voltado ao normal estava trabalhando a todo vapor tanto na Corporação Cápsula quanto no androide que seria Rind.

Tudo estava indo bem até chegar o fim de mais uma semana e Liria tinha ido dormir mais cedo, estava cansada, corrida, sem falar que não estava se sentindo muito bem.

Na manhã seguinte, Bardock acordou primeiro que ela e viu seus cabelos rosa bebê, estranhou um pouco aquela mutação, viu Liria dormir pesado, preocupado resolveu acordá-la.

- Liria... – Ele a chamou passando a mão no braço dela, mas ela não acordou, então ele a chamou de novo. – Ei lioniana, hora de acordar, deu uns beijos no pescoço dela fazendo a pele dela se arrepiar e ela virar-se para ele e abrir os olhos negros como a noite. Espreguiçou-se gemendo.

— Bom dia, dormiu bem? – perguntou ela o encarando.

- Dormi sim – falou e sentiu um cheiro diferente vindo dela. – O que esta acontecendo com você? – perguntou a olhando.

- Hãm – ela não havia entendido.

- Seu cabelo, seus olhos e seu cheiro estão muito diferentes. Sem falar que eu sinto algo a mais em você, mas eu não sei o que é.

Liria se levantou e foi até o espelho e se olhou, arregalou os olhos negros e viu Bardock atrás dela. – Então me diz o que está acontecendo.

Liria suspirou fundo, virou-se para ele e o olhou bem nos olhos.

- Simples, eu estou grávida Bardock. – ela olhou bem para ele. – Eu disse que ia acontecer. Nós ficamos no meu período fértil, lembra – ela saiu e foi se vestir.

- Mas... Você não devia ter deixado... – ele desviou o olhar dela, sentiu-se inseguro novamente.

Ela o olhou com raiva e gritou:

- Eu não tenho culpa, você sabia muito bem, falta de avisar não foi. – ela vestiu-se e se teleportou dali para nave, iria continuar o seu projeto.

- Por que eu... Estou agindo assim... – passou a mão no rosto. – Não era isso que eu queria... Por que eu... Sinto-me tão confuso? – se perguntou passando as mãos inquietas nos cabelos negros e espetados.

Sentiu o ki de seu filho atrás dele e viu o quanto o seu pai estava sério e tinha acabado de acordar.

- O que houve pai? – perguntou Goku colocando a mão no ombro dele.

- Liria... Está grávida – sua voz mal saiu.

- Que alegria pai, isso e ótimo – Goku o abraçou alegremente. – Fico muito feliz em saber que vocês me darão um irmão, ou irmã.

- Cale-se Kakarotto – ele estava impaciente e o afastou.

- O que ouve pai? – perguntou meio triste e com aquela carinha de sempre.

Bardock passou a mão no rosto caminhou impaciente, vestiu a armadura e saiu da casa. Goku saiu atrás.

- Pai me diz o que ouve.

- Me deixa sozinho Kakarotto – Saiu voando a toda a velocidade.

Goku sentiu o ki de Liria perto e resolver ir até a nave.

Ele entrou na nave e viu Liria chorando enquanto mexia no projeto do androide.