Notas iniciais
Agora sim...
É com muita dor no coração que eu me despeço dessa fic, essa é a minha primogênita, e eu sentirei muita falta de estar aqui com vocês acompanhando passo a passo a trajetória desse casal que tanto lutou para ficarem juntos....
"No fim tudo dá certo, se não deu é porque ainda não chegou ao fim"

Eu estava comemorando quatro anos de matrimonio.

Há quatro anos eu me uni de corpo e alma presente na fé ao homem que eu amo.

Edward e eu vivíamos um casamento perfeito, tínhamos nossos desentendimentos como qualquer casal, porém sempre nos acertávamos na cama. Esse era um dos segredos para nosso convívio feliz.

Thomas estava com 13 anos e Sophie estava com 11, no começo eles não se desgrudavam, corriam e brincavam pela casa, faziam tudo juntos, mas de uns dias para cá, notei os dois se afastarem gradativamente. Edward diz que é porque os dois agora são adolescentes e que os interesses não batem.

Assim eu espero.

Eu trabalho agora em uma editora de livros, acho que finalmente encontrei algo que eu realmente me identifique, Edward por sua vez, continua atendendo no hospital, porem agora ele tem seu próprio consultório.

(...)

-Bom dia amor – Edward disse puxando-me de encontro ao seu peito.

Estávamos deitados, ainda eram 6h00m de uma manhã de domingo, e depois da noite tórrida que tivemos juntos, imaginei que ele me deixaria dormir um pouco até mais tarde.

-Bom dia – eu disse espreguiçando meus braços e notando o quanto eles estavam rígidos, até parecia que eu tinha ido a uma sessão de condicionamento físico, o que de toda forma não era mentira.

-Amor, me deixa dormir mais um pouco – pedi encostando minha cabeça em seu peito.

-Nem pensar dorminhoca, temos um compromisso hoje, esqueceu? – ele perguntou docemente, a voz ainda rouca e se eu não lembrasse nitidamente o nosso compromisso iria deleitar-me mais um pouco daquela voz.

-Está pronto para isso? – perguntei me levantando e vestindo meu robe que estava jogado aos pés da cama.

-Sempre estive meu amor – ele disse pondo-se de pé também e vindo ao meu encontro beijando minha nuca.

(...)

Há três anos Edward me pediu mais um bebê, era um desejo mutuo e nossos filhos adoraram a idéia, fomos nós dois ao médico. Fizemos todos os exames necessários, e após uma minuciosa rotina médica, nós dois estávamos aptos para sermos pais novamente.

Ficamos ansiosos aguardando a tão esperada noticia, porem se passaram 6 meses e nada de eu engravidar.

Optamos então por tratamentos alternativos, como indução de ovulação, esse poderia ser tanto um tratamento em longo prazo como á curto também.

Fiz esse tratamento por um ano, e como todo bom hormônio, fiquei estressada, nervosa, chorona e após mais uma frustrada tentativa, eu abandonei esse tratamento.

Todos diziam a mesma ladainha de sempre. Calma, não tenham pressa, Deus sabe à hora certa.

Sempre confiei muito em Deus, e por esse motivo não me abalei mais.

Eu sabia que não era nossa hora, nem o nosso momento, e talvez nos nossos planos espirituais não houvesse mais espaço para um bebê, pois nós já temos os nossos próprios filhos.

O tempo foi passando e eu fui me acalmando com esse assunto. Já Edward as vezes nem dormia pensando nisso. Ele tinha medo disso estar acontecendo por ele já estar se aproximando dos 40 anos, porem nosso médico disse que isso não impedia em nada e que perante a medicina ele estava mais do que apto para suas funções como parceiro, nesse caso eu não tinha nenhuma objeção, o homem era insaciável.

Dias atrás minha mãe apareceu com um folder muito chamativo. Ela estendeu para Edward e naquele momento, vi um brilho maravilhoso passar em seu olhar. Aproximei-me dele e vi o motivo, era um folder de um orfanato que ficava em Londres.

Conversamos sobre o assunto por semanas, Sophie e Tom estavam super ansiosos e então decidimos que teríamos sim nosso bebê.

Chegamos ao local indicado e nossos filhos praticamente pularam do carro, eles que até esses dias estavam tão distantes, hoje um assunto em comum os uniram de novo, mas eles já não andavam mais de mãos dadas por aí e o máximo que eu flagrava era uma troca de olhares estranha, como se eles fosse cúmplices de algo que eu estava deixando passar.

Edward e eu nos dirigimos à sala da diretora do orfanato enquanto as crianças foram explorar o lugar.

Conversamos por quase uma hora e ela perguntou sobre nossas exigências. Isso era fácil, e não eram muitas, queríamos uma criança independente do sexo com até 5 anos de idade e que se possível puxasse alguns traços de Thomas ou de Sophie, nós não tínhamos preconceitos algum, porem nós queríamos olhar para nosso futuro filho ou filha e procurar nele ou nela feições parecidas com á dos nosso biológicos. Queríamos passear pelas ruas e ouvir as pessoas comentando o quanto ele ou ela era a cara do pai. (ou vice e versa).

Edward saiu da sala indo procurar por nossos filhos e eu ainda fiquem um bom tempo conversando com a Sra. Thompsom, uma senhora muito bem afeiçoada e que falava daquelas crianças com adoração.

(...)

-Vamos conhecer as crianças Sra. Cullen? – ela perguntou se levantando, gesto seguido por mim.

-Estou ansiosa – saímos em direção ao pátio onde varias crianças de todas as idades corriam e brincavam. Tentei encontrar meus filhos, sim meus filhos, pois Thomas de certa forma era meu também, mas eu não consegui nem um vislumbre da cabeleira deles.

-Olha o Sr. Cullen ali – a diretora apontou o dedo e eu firmei meus olhos até achá-lo.

Ele estava longe, próximo á um jardim, estava de costas para nós e ao seu lado Sophie e Tom se entretiam com alguma coisa que ele estivesse fazendo.

Fui me aproximando devagar para entender o porquê dos olhos dos nossos filhos estarem cheios de lagrimas.

-Olha a mamãe – Sophie me apontou e rapidamente Edward se virou, seus lindos olhos verdes agora estavam vermelhos por lágrimas grossas que escorriam em sua face. Porem não foi isso que prendeu minha atenção.

Em seu colo estava um pequeno anjo, uma linda menina loirinha que deveria ter no máximo 1 aninho, seu cabelo ralinho caia em sua bochecha, ela estava alegre no colo do meu marido.

Ele se aproximou de mim com ela ainda no seu colo, e como se um imã nos atraísse, os olhos dela encontraram os meus e eu me perdi naquelas safiras, os olhos dela lembravam nitidamente os olhos da minha mãe, ela esticou seus bracinhos exigindo meu colo, e quando em senti seu diminuto corpo em meus braços eu percebi que faria qualquer coisa para ver um sorriso naqueles pequenos lábios outra vez.

-Ela nos escolheu amor – Edward sussurrou passando seus braços em minha cintura, senti as mãos pequenas acariciar minhas bochechas, era como se ela estivesse fazendo um reconhecimento.

-Vejo que conheceram a pequena Abby – disse a diretora se aproximando.

-Abby – eu sussurrei e ela estalou seus dois olhinhos para mim e depois de um sorriso gostoso apontando seus poucos dentinhos.

-Ela está com dez meses, é uma menina muito esperta, fora abandonada assim que nasceu, ela já engatinha e já ensaia alguns passinhos, porem ela não balbucia palavrinhas como as outras crianças, chegamos ate levar ela em médicos especialistas e eles nos garantiram que ela não tem nada, e que na hora certa ela irá falar.

-É ela – ouvi a voz do meu marido afirmando aquilo que para mim já era obvio. Eu não tinha forças para falar nada agora, por aquele pequeno ser que estava em meu colo puxando, esfregando e acariciando minha bochecha tomava toda minha atenção.

-Ela é linda mãe – Sophie disse acariciando seu joelhinho exposto pelo vestidinho.

-É mesmo tia, eu quero ela como nossa irmãzinha – Thomas disse passando uma mão nos ombros de Sophie e colocando sua outra mão sobre a dela no joelhinho de Abby.

-Então ficamos assim Sr. Cullen, darei a entrada nas papeladas amanhã mesmo, e assim que o juiz determinar ela poderá ir para a casa com vocês – foi aí que eu prestei atenção nas palavras á minha volta.

-Mas ela tem que ir hoje para nossa casa – eu disse apertando Abby em meus braços e encarando duramente a diretora daquele lugar.

-Isso não será possível Sra. Cullen, temos todo um procedimento e eu não posso burlar as leis – ela disse formalmente até demais.

Depois de muita discussão chegamos ao acordo que ela iria apressar nossos papéis e eu visitaria Abby todos os dias pelo máximo de tempo que fosse permitido a mim.

O que acabou sendo a nós, pois nas duas sofridas semanas de espera Edward viera todos os dias ver nossa pequena Abby junto comigo, alguns dias nós trazíamos nossos filhos, mas era mais comum vir nós dois.

Ela já estava bem adaptada a nossa presença e se a hora em que nós fossemos embora ela não estivesse dormindo ela chorava tristemente. Era como se ela pedisse para que nós a levássemos embora.

Nessas duas semanas providenciamos o quarto dela, tudo sobre a supervisão de Sophie, o quarto ficou em tonalidades de branco e amarelo, sim amarelo nos lembrávamos o sol, e era exatamente assim como nós a vimos, nosso sol particular.

Era como se a nossa casa sentia falta daquele pequeno ser, ela nunca esteve lá, porem era como se o nosso lar sempre pertenceu á ela.

“-Sra. Cullen aqui é a Sra. Thompsom, estou ligando para avisar que vocês podem vir buscar a pequena Abby amanhã” – eu fiquei repassando aquela simples fala da diretora em minha cabeça durante todo o dia de sábado, ansiando para que o domingo chegasse logo.

E chegou...

(...)

-Bem aqui estão todos os documentos necessários, exames de rotinas que ela fez, carteira de vacinação e aqui – a Sra. Thompsom apontou em nossa direção uma folha de papel pardo – Está o papel que liga a pequena Abby Swan Cullen aos senhores perante as leis – e nos entregou a certidão de nascimento agora corrigida. Meus olhos encheram de lágrimas e os de Edward não estavam diferentes.

(...)

Era o primeiro aninho de Abby e nós decidimos fazer algo mais particular, somente nossa família estariam presente, todos já conheciam nossa filha e ela agora era o mimo da família.

Principalmente de Sophie e Tom, Abby uniu os dois novamente, pois onde um estava, os outros estavam atrás.

Eu deveria estar cansada, pra falar a verdade, eu deveria estar exausta, pois Abby não parava um segundo quieta, mas eu não poderia me queixar um só segundo, pois meus filhos eram minha maior alegria. Ela tinha aprendido a andar á uns cinco dias atrás e justo o papai bobão que tinha visto. Ele acabou levando todos os créditos e nem levou em conta que eu passei dia após dia ensinando ela dar alguns passinhos.

Era lindo ver o entrosamento de pai e filha, e quem visse de fora duvidava seriamente que ela não fosse nossa filha biológica.

-Vamos cantar os parabéns – Edward gritou por nossa família e em pouco tempo estávamos todos a volta da mesa.

Edward, Abby e eu estávamos no meio, seguidos por Thomas e Sophie, e a nossa frente, nossos pais, irmãos, cunhados e sobrinhos.

-Assopra a velinha Abby – Edward pediu para Abby, eu notei a hesitação dela e me aproximei.

-Vem meu amor, a mamãe assopra com você – ela tirou o dedinho da boca e sorriu.

-Mamã sopla – ela disse e apontou para vela.

Mas naquele instante eu paralisei e Edward fez o mesmo.

Nós não estávamos habituados a ouvir a voz de Abby, depois que ela se mudou para a nossa casa ela passou a balbuciar algumas coisas desconexas.

Mas agora ela havia dito MAMÃE.

-Eu ouvi isso direito? – Alice perguntou já chorando.

-Ela disse mamãe? – eu sussurrei encontrando os olhos surpresos de Edward.

-Abby – ele chamou a atenção dela – O que ela é? — ele apontou para mim.

-Mamã – ela repetiu sorrindo e meu peito se inflou de alegria, num impulso tomei seu corpo para mim e comecei a morder sua barriguinha. Ela gargalhava sonoramente.

-Papa – ela gritou e novamente eu petrifiquei.

-Quem você chamou Abby? – eu perguntei colocando-a no chão e me agachando perto dela.

-Papa – ela apontou onde Edward estava e eu encontrei seus olhos lacrimejando.

Fiz sinal para que ele se aproximasse e ele o fez.

E assim passamos aquela noite nos deleitando com as palavrinhas da nossa caçulinha. Era mamã, papa. Sohh, Tô e assim ela foi nos reconhecendo.

(...)

-Amor você está preocupada com a consulta? – Edward perguntou assim que estacionou o carro em frente ao consultório da Dra. Robins.

-Não – menti – Só vamos acabar logo com isso – desci do carro e abri a porta de trás, tirei Abby adormecida da cadeirinha enquanto Edward tirou do porta malas o carrinho de passeio.

Entramos no consultório e novamente aquele nervosismo me atingiu.

Há dois meses eu estava enfrentando uma amenorréia (ausência de menstruação), sentia uma irritação constante e eu estava suando muito também. Após uma longa conversa com Edward e Carlisle eles acharam melhor eu procurar minha ginecologista, afinal à incidência de mulheres ainda jovens entrarem em menopausa precocemente eram altas.

Eu tinha certeza absoluta disso, eu já havia lido muito sobre isso, e esse deveria ser um dos fatores do porque eu não ter engravidado de novo.

-Olá Bella – a Dra disse assim que entrei em sua sala.

-Oi Dra Robins – fui seguida por Edward que empurrava o pequeno carrinho com Abby ainda dormindo.

-Então essa é a pequena Cullen? – ela perguntou se aproximando do carrinho e admirando nossa bebê.

-Essa é a nossa caçulinha – Edward disse com admiração.

-Linda a bebê de vocês, parabéns – ela disse e voltou a se sentar- Então vamos lá, o que está acontecendo Bella? – ela perguntou e eu comecei a relatar os últimos acontecimentos.

-Vamos fazer essa ultra intravaginal para ver como estão seus ovários e depois você terá que fazer todos aqueles exames que eu pedi Bella, isso é fundamental hein – ela disse assim que eu me deitei no leito e fiquei naquela horrível posição, senti ela forçando aquele pequeno aparelho em minha entrada e arfei, a sensação não era boa. Virei meu rosto e encarei meu marido sentado ao meu lado, o carrinho de Abby também estava ao seu lado e eu notei seus olhos tensos.

-Bom Bella – voltei minha atenção á médica – Você realmente terá que fazer todos aqueles exames o mais rápido possível.

-O que há Christine? – Edward perguntou levantando- se e apertando minha mão, sua voz era dura. Ele e a Dra. Robins trabalhavam juntos e ele era amigo do marido dela.

-Está vendo isso aqui Edward? – ela perguntou apontando para a tela, eu não entendia nada então resolvi estudar o rosto de Edward, estava pálido, tenso, e ele abria e fechava a boca tentando em vão emitir algum som.

-Você fala ou eu falo? – ela perguntou se divertindo com a situação dele e eu não estava entendendo nada.

-Eu vou ser pai? – ele balbuciou encarando a médica e eu estaquei.

-Vamos ser pais Bella – ele despertou e me abraçou fortemente – De novo meu amor, nós vamos ser pais – ele estava chorando e eu ainda estava sem entender.

Depois de me arrumar ela nos conduziu de volta a sua sala e nesse meio tempo Abby despertou, coloquei-a em meu colo e dei-lhe seu copinho de suco, laranja com cenoura o preferido dela.

-Sinto dizer Bella, mas Abby não será mais a sua caçulinha – o olhar da Dr.a Robins era divertido.

-Isso é impossível Dra. Robins, eu me sinto normal, nenhuma tontura, ou ânsia ou nada – eu disse apertando Abby em meus braços.

-Isso é perfeitamente normal Bella, nenhuma gravidez é igual á outra, e você passou vários meses focada em engravidar, então quando vocês decidiram adotar Abby, sua atenção foi voltada toda para isso, você desencanou da idéia de engravidar e se focou somente em cuidar da sua pequena, e por isso aconteceu, como você se sente com isso? – ela perguntou e eu ainda estava absorvendo tudo aquilo.

Eu quis tanto uma nova gravidez, mas o espaço deixado por uma gravidez que não ocorreu na época foi totalmente preenchido pela chegada de Abby, eu nem pensaria em uma gravidez agora, mas....

-Eu me sinto maravilhada – eu disse sentindo lágrimas nos olhos.

(...)

A noticia da minha gravidez pegou todos os nossos familiares de surpresa. Ninguém esperava por isso, mas ao mesmo tempo todos ficaram em êxtase.

Eu não tive um enjôo sequer, e Abby ficou ainda mais ligada a mim.

Eu estava sendo tratada feito uma rainha em casa.

Edward não me deixava nem sair da cama direito, e Abby estava se acostumando a assistir seus desenhos em minha cama.

Sophie cuidava de tudo o que precisava em casa sempre me mimando e contando com a ajuda de Rosie, Angie e Alice.

Thomas mais parecia o homem da casa, sempre que Edward estava no hospital ele assumia as rédeas e cuidava de tudo com esmero.

E assim se passou os nove meses e o nosso pequeno Noah Anthony Cullen veio ao mundo,e pela primeira vez eu poderia dizer que eu tinha um filho que era minha cópia exata, sua pele marfim, seu cabelo de um lindo tom de chocolate e somente seus olhos era cópias fiéis de minha mãe, Sophie e agora Abby, duas lindas safiras.

Então hoje eu me orgulhava em dizer que minha família era grande, Edward, eu, Thomas, Sophie, Abby e Noah, mais que a minha própria vida!

Sophie ainda tinha o pequeno Nahuel como irmão da parte de Jacob e Nessie, nós nos tornamos muito amigos, mas Edward ainda tinha suas reservas quanto o meu relacionamento com Jacob, mas ele entendia e aceitava o fato dele ser o pai da minha filha.

Tânia, mãe de Thomas também havia se casado recentemente e tinha também mais um filho, um lindo menino que eu tive o prazer de conhecer em sua última visita a Thomas, o pequeno Arthur Crowley, ela parecia uma mulher feliz agora, até tentou levar Thomas para morar com ela, mas o mesmo abominou a idéia de abandonar Edward e a nós.

Não me importo se vai haver o amanhã. Pois me deram uma vida, não uma eternidade.

Bob Marley

E assim Edward e eu viveríamos, curtindo-nos dia após dia, nos maravilhando com aquele pequeno reino de paz e felicidade que finalmente construímos e o mais importante... JUNTOS!!!

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Notas finais
Então é isso, espero que tenham curtido esse tempo comigo, assim como eu curti com vocês.....aguardo ansiosa por muitos reviews e indicações...
conto com vocês em minha outra fic, Differenze di Amore e em muitas outras que ainda postarei....FUIIIII