Redenção
21 Capítulo 20
Notas iniciais
Obrigado também á Patricia Silva e a Monica Rosa pelas indicações.....meninas, podem acreditar, eu chorei como um bebê quando as li.....
Então esse capítulo é dedicado para vocês....
Edward corria o mais rápido que suas pernas permitiam para tentar se explicar para aquela que era o amor da sua vida. E quando estava á um braço de alcançá-la.
–BELLA, NÃO...... – gritou fazendo com que a jovem olhasse para trás, mas tarde demais.
Um estrondo horrível fora ouvido.
Um choro doído e audível saia da boca de um homem louco, apaixonado e inconformado...
CONTINUAÇÃO DO FLASHBACK
Minha cabeça pesava e com uma força sobre-humana forcei meus olhos se abrirem. Pisquei algumas vezes tentando focalizar onde estava e para meu completo espanto, eu estava num leito de hospital.
Mais eu havia saído daqui. Sim eu me lembro, eu havia tido alta, tinha ido para casa, estava me preparando para contar ao Edward sobre nosso bebê.
Nosso bebê.
Flashes inundaram minha mente e aos poucos minha memória foi recobrando.
Eu estava ansiosa quando cheguei á mansão, nervosa pela reação que Edward teria, ouvi uma discussão, Carlisle e Edward estavam alterados, e então.....
Tânia estava grávida de Edward também e não suportando aquele baque, eu fugi...
Corri o mais rápido que pude, mas ainda ouvia gritos ensandecidos dele, até que...
“BELLA, NÂO....”
Lembro-me de ter olhado para traz e encontrado os olhos que eu tanto amava, só que não havia aquele brilho, e nem aquela emoção... Havia medo e pavor.
Então eu senti algo forte.
Algo que fez com eu girasse no ar e caísse com um forte impacto ao chão...
O meu Deus!
Meu bebê...
–NÃOOOOOOO – gritei arracando a agulha que penetrava em meu braço.
–Srta Swan, a Srta precisa se deitar novamente – disse uma senhora vestida de branco.
–Eu não vou me deitar – tentei lutar contra a força que ela exercia sobre meus braços, mais minha fraqueza havia vencido.
–Como está meu bebê? –perguntei não obtendo resposta.
–COMO ESTÁ MEU BEBÊ? – gritei segurando-a por seus ombros.
–Bom dia Isabella, sou a Dra. Mc Dermotth – ela disse estendendo sua mão em minha direção. Eu não aceitei.
–Quero saber como está meu bebê – repeti.
–Bom Isabella, o acidente sofrido não houve muitas conseqüências físicas para você, uma escoriação ou outra, mas nada muito sério – não era isso que eu queria saber, e como se adivinhasse meus pensamentos, ela prosseguiu...
–Já o seu bebê Isabella, eu sinto muito, nós fizemos de tudo o que podíamos, mas... – eu não queria ouvir, eu não podia...
–Quando você deu entrada na emergência, você estava com uma forte hemorragia, fizemos de tudo para contê la, mais infelizmente não fora o suficiente para prosseguir sua gestação... – ela terminou e em seus olhos eu via compaixão.
Eu não queria esse olhar...
Meu bebê não sobreviveu... Eu não fui forte o bastante por ele... Eu fui irresponsável em ter saído daquele jeito...
A culpa foi minha...
Eu perdi meu bebê e a culpa foi toda minha...
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–Como se sente Bella? – minha mãe havia passado a noite inteira ao meu lado no hospital e ela tinha esperança que hoje á tarde eu já teria alta.
–Estou bem mamãe – menti.... mais dessa vez eu menti bem, eu não era digna do olhar de pena das pessoas que conheciam minha situação, eu jamais receberia aquele olhar de novo. Nunca mais.
–Bella você não precisa ser forte filha, você tem o direito de estar sofrendo... – eu a interrompi.
–Chega mãe – eu disse erguendo a palma da minha mão em direção á ela – Eu não quero ouvir mais nada sobre isso... Essa é a minha dor e eu quero sofre-la sozinha ok – não esperei por resposta, mas mesmo assim ela assentiu.
–Como estão todos? – eu queria saber como minha família haviam reagido às recentes surpresas.
–Bem, Rosie chorou muito, mais agora disse que estará focada em te apoiar, Angie e Jazz ficaram surpresos com as duas noticias e seu pai... – ela olhou-me especulativa.
–Meu pai... – arqueei minha sobrancelha em sinal para que ela prosseguisse.
–Seu pai quase enfartou filha, ele não conseguia acreditar que a menininha dele estava gráv... – ela pausou e me olhou com desculpas... apenas dei de ombros – Ele ficou pior ainda quando soube da perda, e de certa forma, a vontade dele era matar o... – novamente ela lançou aquele olhar que me deixava irritada.
–Diga mãe, sem rodeios, por favor – pedi enraivecida.
–Ele queria matar o Edward – ela completou num rompante e depois exasperou um longo suspiro.
Edward...
Minha vontade era eu mesma matá lo... Com meus próprios punhos...
Mais eu não era tão forte assim... Meu coração não permitiria isso, ele era traiçoeiro...
–Como ele está? – perguntei focando meus olhos na janela.
–Ele quem filha? – como se ela não soubesse.
–Diga mãe, como ele está? – perguntei novamente voltando meus olhos para os dela que desviou rapidamente.
–Eu o vi hoje pela manhã – ela respondeu sussurrando tão baixo, que eu mal entendia.
–Como? Ele veio até aqui? Ele teve a petulância de vir até aqui? – minha voz subiu algumas oitavas.
–Não Bella... – ela suspirou e seus olhos encontram os meus, ali eu vi tristeza, um mar de agonia refletido no oceano de seus olhos – Ele também está internado aqui.
–O QUE? – minha mente não estava processando muito bem, será que ele havia sido atropelado também? Não, eu teria lembrado isso. Ele estava do outro lado, em frente ao portão da mansão, eu lembro muito do olhar que ele me deu.
–Mãe...- supliquei
–Filha, tudo isso pode ser muito traumatizante pra você – ela disse se aproximando do meu leito e sentando-se próxima á mim.
–Eu quero saber.... a verdade – minha voz saia abafada.
–Bom dia Bella – Carlisle entrou em meu quarto, trazendo aquele maldito semblante de pena.
Mas havia algo mais importante acontecendo, e eu exigia saber.
–Carlisle, onde Edward está? – perguntei diretamente á ele, ignorando o aperto que minha mãe deu em minha mão.
–Bella merece saber a verdade Renée – ele disse lançando um olhar de aviso para minha mãe, para logo depois me encarar – Edward está sedado Bella – ele disse encarando-me seriamente.
–Sedado? Como assim? O que aconteceu? O acidente foi comigo... – eles se entreolharam com as minhas perguntas, e Carlisle suspirou pesadamente.
–Bella, quando Edward ficou á par de toda a situação ele literalmente surtou. Ele gritou feito um louco, foi muito difícil contê lo, e quando conseguimos, ele teve uma neurose – Carlisle relatava tudo atentando ás minhas reações.
–Ele simplesmente entrou em histeria, seu corpo não reagia mais á reflexos, ele não ouvia nada e nem ninguém, não respondia á nada, seu corpo ficou inerte... – ele suspirou e vi em seus olhos pequenas lágrimas – Fora uma noite muito difícil Bella, por isso resolvemos sedá-lo.
–Não estou entendendo Carlisle – sussurrei.
–Bella, ele sentiu-se um lixo ao saber da sua gravidez, ele queria ter apoiado-a, ele havia me dito que cuidaria de vocês, que ele assumiria o filho com Tânia, mais seria com voc....- ele fora interrompido por minha mãe.
–Chega Carl, essa conversa pode fazer mal ao estado dela – minha o repreendeu.
–Mãe, chega a sra., eu quero saber o que aconteceu, e quero saber agora – conclui e encarei Carlisle para que ele prosseguisse.
–Ele disse que casaria com você Bella, que você iria embora com ele para Londres e que juntos iriam criar o filho de vocês... Ele te ama Bella – sussurrou sem mais conter as lágrimas.
–E quando a Dra. Mc Dermotth nos deu a noticia, ele simplesmente pirou Bella – ele levantou se e passou as mãos nervosamente no cabelo.
–Eu nunca vi o meu filho naquele estado, eu fiquei de mãos atadas, eu ...- então aquele grande homem se pôs a chorar na minha frente.
E sem que eu sequer percebesse, eu também estava chorando.
Edward também estava sofrendo e por incrível que pareça, eu estava sendo mais forte que ele.
Ele precisava entender que ele não tinha culpa pelo nosso filho. Eu era á única culpada nisso tudo.
Eu o faria entender, e depois....
Cada um seguiria seu caminho.
–Quero vê-lo Carlisle – informei assim que conti minhas lágrimas. Ele rapidamente levantou seu rosto e enxugou o mesmo com a palma da mão.
–Você não irá ver ninguém Isabella minha mãe disse com uma autoridade que hoje, era desconhecida para mim.
–Não pedi permissão á ninguém mãe, sinto muito, mas a decisão é minha, e eu quero vê-lo agora – ela nem ousou a discutir comigo novamente.
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Carlisle levava-me em uma cadeira de rodas ao encontro de Edward, pedi que minha mãe me esperasse no quarto, pois assim que eu voltasse iríamos embora para casa.
–Quero fazer isso sozinha Carlisle – pedi quando ele parou em frente á uma porta.
–Tem certeza Bella? – apenas assenti.
–Saiba que nem você e nem ele poderão se alterar, e por esse motivo esperarei aqui fora – levantei-me da cadeira, sentindo uma leve cólica em meu baixo ventre, mas procurei não me concentrar no porque da dor.
Entrei no quarto e ele ressonava tranqüilo.
Aproximei-me da cama e toquei sua mão, ele abriu os olhos, que hoje estavam opacos, sem nenhum vestígio de brilho.
–Bella – sussurrou.
Seu rosto estava pálido e grandes manchas circundavam seus olhos.
–Olá Edward – sussurrei também.
–Me perdoe Bella – ele chorava, eu jamais imaginei o dia em que veria Edward Cullen chorar – Eu sou um idiota meu amor, eu perdi você Bella, eu perdi nosso ... – calei seus lábios com minha mão.
Eu não podia ouvir aquilo novamente. Não dá boca dele.
–Nós nos perdemos Edward, a culpa não foi sua – ele tentou argumentar, mas eu apertei minha mão ainda mais sobre seus lábios –Você sempre me alertou, e mesmo assim eu quis correr os riscos, eu topei aquela aventura com você Edward, e o nosso bebê... Não era para ser – eu disse com uma dolorosa lágrima correndo pelo meu rosto.
Soltei minha mão da sua boca e seu rosto estava encharcado pelas lágrimas derramadas.
–Você agora tem uma missão maior ainda Edward – sussurrei e ele encarou-me confuso.
Eu não acreditaria que aquelas palavras sairiam da minha boca.
Mas elas precisavam ser ditas.
E tinha que ser por mim.
–Assumir seu filho com Tânia, assuma aquela criança Edward – pedi.
–Eu irei assumir Bella, mais jamais irei me casar com ela Bella – ele disse segurando minhas mãos entre as suas – É você que eu amo, você é minha mulher – Deus, como aquela palavras me doíam. Porque teve que ser assim, por que ele não pode me amar o suficiente para estar somente comigo?
–Não Edward – eu precisava acabar com aquela tortura, mais Deus era testemunha o quanto aquilo me corroia.
Soltei minhas mãos dele e me afastei.
–Não sou sua mulher Edward, não existe mais nós, existe você, existe Tânia e existe um ser mais inocente do que tudo nessa história, e é por ele que isso – gesticulei apontando para nós dois – Se encerra aqui – suspirei pausadamente e beijei sua testa. Prendi meus lábios ali e inalei pela última vez o cheiro que eu tanto amava, apertei meus olhos com força tentando fixar pelo menos os bons momentos que vivemos juntos e então me afastei.
–Bella, não faça isso conosco, por favor – ele sussurrou chorando novamente.
Eu o encarei e ali eu fiz um juramento.
–Você não irá me ver mais Edward, siga sua vida que eu seguirei á minha, nosso relacionamento só nos trouxe dores e tristezas, então....-suspirei – Siga em frente pois... Será como se eu nunca tivesse existido, eu prometo.
Virei-me e fui até a porta, girei a maçaneta...
–Não faz isso Bella – ele pediu em tom suplicante.
–Eu já fiz – e essas seriam as últimas palavras dita á Edward Cullen.
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Hoje eu finalmente daria um novo rumo para minha vida.
Eu havia decidido deixar tudo... mais tudo de uma vez para traz.
Pedi um tempo á minha família, o que não foi muito bem concedido no começo, mas eu estava em um período arredia demais, e fui firme em minha decisão.
Eu estava indo embora de Cardiff.
Estava deixando minha vida aqui para traz.
E isso era por tempo indeterminado.
Meus pais só concordaram com minha mudança, porque eu estava indo morar meus tios. Sim, eu iria morar com tio Billy e tia Sue em uma pequena ilha localizada na península da Cornualha. Jacob e Rachel já estavam lá morando com a irmã da tia Sue, e eles estavam animados com minha chegada.
Eu sabia que era uma decisão radical. Mais eu precisava seguir em frente.
Era isso que eu faria.
A despedida da minha família foi difícil, muitas lágrimas foram derramadas e muitas promessas foram feitas.
O que me surpreendeu foi a visita que recebi naquele mesmo dia da minha partida.
A família Cullen, exceto um, estavam se despedindo de mim.
Abracei e agradeci á todos, afinal dentre tantos contratempos eles foram mais que uma família para mim também.
E um intrigante fato atingia cada terminação nervosa do meu corpo.
Alice havia me entregado uma caixa de tamanho média preta toda lacrada.
Ela pediu que eu á levasse, que “ele” havia pedido, e que eu só abrisse quando estivesse realmente pronta.
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Aqui estava eu, curtindo a praia gelada das Ilhas Scilly.
Fazia oito meses que essa era minha nova moradia.
Era apenas três horas de Cardiff, mais eu não fazia questão alguma de voltar para lá
Minha família sempre vinha me visitar, e em uma das vezes Rosie e Angie passaram uma semana comigo.
Eu estava concluindo o ensino médio em um curso á distância, eu quase não precisava freqüentar as aulas, o que já era de grande ajuda.
Eu havia completado dezesseis anos e também já estava providenciando minha licença para dirigir.
–Bom dia pequena – Jake disse abraçando-me por traz e dando um beijo em meu pescoço.
–Bom dia grandão – virei-me para ele retribuindo o abraço.
Jacob havia sido minha válvula de escape nesses últimos meses. Era um terreno seguro.
Sua família contribuíram muito para minha recuperação.
No começo fui muito difícil, eu recusava-me a superar a dor da perda do meu bebê.
Eu me recusava a superar a perda dele.
Eu vivi em abstinência por vários meses, Edward era minha droga.
Mas aos poucos eu me recuperei. Não totalmente, pois parte de mim havia se danificado de tal forma que impossibilitaria qualquer tipo de conserto.
–Senti sua falta hoje amor – Jake disse beijando meu pescoço.
Eu não sentia nada com as caricias dele.
Mas eu estava tentando.
Tentando uma nova chance. Uma nova vida.
Sue e Rachel cuidavam da casa, enquanto tio Billy, Jake e eu cuidávamos da oficina.
Tio Billy tinha aberto uma oficina automotiva, e eu passava minhas horas lá.
Cuidava da parte administrativa, enquanto a mão de obra ficava por conta dos garotões.
Fora em um dia desses que Jake pediu-me uma chance.
Por muito tempo eu soube do sentimento dele por mim. Mas eu tentava negar.
Até “ele” já havia sacado os sentimentos de Jacob.
E foi após uma longa conversa com ele que eu pensei, e por que não?
Ser feliz como um dia eu almejei eu sabia que não seria mais.
Pois meu coração era um objeto inanimado.
Então permiti que ele me amasse....
Mas havia deixado bem claro que eu não era um carro, que tem um defeito e por ele poderá ser consertado.
Eu não teria mais conserto.
Pelo menos era isso que eu pensava, até dois meses atrás.
Depois de quatro meses me relacionando com Jacob, eu resolvi dar um passo adiante em nosso relacionamento. Entreguei-me á ele.
Quer dizer, cedi á ele um pouco daquilo que eu guardara á sete chaves.
E novamente por um descuido de adolescente, aqui estava eu.
Grávida.
Grávida de Jacob Black.
Eu não surtei, não pirei, não gritei...
Na verdade tive um misto de sentimentos.
De um lado a tristeza. Tristeza por saber que era para uma hora dessas eu já ter meu bebê me meus braços. Meu filho, aquele que eu jamais esqueci.
Do outro era raiva. Raiva por ainda pensar nele... Sim, porque enquanto Jacob desfrutava meu corpo, meus pensamentos sempre estiveram com “ele”.
E por último e muito mais importante era pura alegria. Eu seria mãe novamente, e mesmo que não tivesse sido planejado, mesmo que o pai não fosse aquele que povoa minha mente e coração, ainda assim era meu bebê. Novamente aquele sentimento me invadiu, pois era meu filho. Meu bebê.
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(7 meses depois)
Hoje veio ao mundo minha princesinha.
Sophie nascera saudável, pesando 3,250 kg, ela era dona de uma voz aguda, e pulmões bem sadios, pois agüentaram um berreiro e tanto. Tinha os cabelos ralos, porém em tom escuro, os olhinhos que mal paravam abertos eram dois oceanos idênticos ao da minha mãe. Tirando isso, ela era á cópia exata do pai.
Sim, um mês antes do seu nascimento eu me tornara oficialmente a sra Black.
Eu não quis nada no religioso, somente assinamos a certidão no cartório, e logo voltamos para casa.
Na verdade isso tudo fora uma exigência dos nossos pais, já que morávamos juntos.
Eu não ligava muito para isso.
Jacob me tratava muito bem, me respeitava e principalmente respeitava meu silêncio.
Quando olhei o rostinho da minha filha pela primeira vez, não pude evitar pensar nele.
Como seria que ele estaria hoje? Como estaria sua vida? Serpa que havia se casado com Tânia? Com outra?
E seu filho? Como seria? Pareceria com o pai?
Eu tinha vontade de me estapear quando meus pensamentos me traíam dessa forma.
Mas não pude evitar pensar que já se passara mais de um ano desde á última vez em que vi aquelas lindas esmeraldas.
Mas hoje minha prioridade e foco era outros.
Notas finais
Acabaram se os Flashes ok...
Agora entraremos na fase atual, e a pergunta é, o que esse futuro incerto da Bella nos reservam? Algum palpite?
Amooooo vcs
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