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Rayon

Prólogo

Havia um distante planeta na galáxia dos três sois. Seu nome era Rayon. Foi um dos primeiros planetas a manifestarem vida no jovem universo. Em Rayon cresceram cidades, reinos, clãs e até mesmo religiões. Existiam diversas raças, e as diferenças entre elas trouxeram conflitos. Sendo assim, uma guerra ocorreu entre três raças distintas. Os imortais, os mortais humanos e os monstros híbridos, conhecidos como yokais. Após milhares de mortes, o conflito chegou ao fim através de um acordo entre as raças. Uma nova instituição foi criada para garantir a paz entre todos. A qual ficou conhecida como cúpula mundial, um novo governo centralizador que detinha o controle de todas as nações. A cúpula era composta pelos ministros, que eram os representantes de várias partes do mundo, e o Chanceller, a autoridade máxima dentro da assembleia planetária. Porém, nem todos pensavam na cúpula como um instrumento de paz. Para Atlas era um falho disfarce de dominação. Responsável pelo mais poderoso movimento religioso de Rayon. No qual o próprio era considerado um deus. Esse era Atlas. Seu complexo e grandioso poder atraia as pessoas. Elas o seguiam, o veneravam, de corpo e alma seguiam essa crença. E fundaram junto com ele a religião Atlaniana. Os seguidores eram ensinados a odiar a cúpula, e a desejar sua destruição. E a morte dos seres impuros que ela manipulava. Consideravam Atlas como o único ser acima de todos. O único realmente digno de governar. Seus seguidores eram numerosos, mas ainda faltava-lhe poder. Expurgar os impuros exigiria muito mais. Atlas então inicia uma viagem solitária pelo universo. Em busca de um poder ainda maior, pois seus planos não se limitavam somente a destruição de um sistema politico-planetário. Deixou aos seus seguidores a promessa de retornar a Rayon um dia e lhes trazer verdadeira salvação.

Mas o tempo passou...

Exatos 10 anos...

Notas finais
Apenas um começo simples que originara algo com certeza muito mais complexo,essa e a minha deixa no prólogo de Rayon