Quimera

7 Capítulo 6


Notas iniciais
Yo! *-*
É eu estou atrasada, mas não vou me desculpar, pq fiquei até de madrugada escrevendo isso daqui u-u
E a miniminisan me acompanhou pra betar *-*
OBRIGADA LINDA ♥ sem vc esse capitulo não teria chegado tão...cedo-q
Boa leitura

– Como está querido?- a voz serena que há muito não ouvia ecoou por sua mente, causando tontura.

– Estou bem, papai continua bravo?- um breve silencio sucedeu do outro lado da linha, seguido de um suspiro.

– Aquele homem é teimoso, não cede, mas compra tudo que sai da banda. Uma hora ele deixa o orgulho idiota de lado e volta a falar com você- riu amargamente.

– Ele anda te vigiando? Não costuma ligar tão cedo- tragou o cigarro, apoiando o ombro na parede, gostava tanto daquela mulher, daquela família, pena que lhe trazia recordações dolorosas.

– Bem..é impossível falar calmamente com ele por perto- o loiro sorriu, conhecendo seu velho, provavelmente não devia deixar a esposa em paz.

O Sr e SrªMatsumoto não eram seus progenitores, havia sido adotado por eles quando sua mãe se suicidou e seu pai fugiu com uma estranha, eles eram primos de terceiro grau de uma tia distante do seu pai, pela árvore genealógica era possível que não tivessem o mesmo sangue, porém considerava-os seus verdadeiros pais, já que as pessoas que lhe deram a vida nunca agiram como tal.

A conversa prosseguiu por pouco tempo, havia acontecido um imprevisto e a srªMatsumoto teve que desligar, mas não antes de deixar suas recomendações de mãe, lhe pedindo para se cuidar e desejando sucesso, após isso colocou o aparelho no gancho, respirando mais pesadamente do que o habitual.

As poucas lembranças que tinha daquela pessoa eram tão nítidas, boas e más, fazia com que seu coração apertasse e tudo viesse à tona, o sangue, o desespero a culpa, o contrato. Cambaleou até o móvel da televisão, alguns porta-retratos nas prateleiras mais baixas, pegou um do seu período escolar, retirando com as mãos trêmulas uma fotografia escondida atrás da sua, nela estava a pessoa que julgava amar e que queria tanto de volta.

– Tenshi-senpai...

“ Foi jogado contra a parede, sentindo uma dor aguda em seu crânio ao batê-lo na estrutura sólida, escorregou até o chão, atordoado.

– Sua puta! – uma mão puxou seu colarinho, suspendendo-o e sufocando-o, segurou seu braço a fim de afastá-lo, mas não o fez, não conseguiria.

– Minha puta..- o aperto foi diminuindo até se tornar nulo, um corpo caiu sobre o seu violentamente, imprensando-o no chão, resmungou de dor, mas não alto o suficiente para que o outro ouvisse, seu cabelo foi puxado por mãos brutas, sendo obrigado a olhar para aquele em cima de si.

– Você é meu Takanori. ”


Levantou o rosto, alarmado pelo barulho de passos vindos do quarto, Reita saia deste bocejando e coçando os olhos meio sonolento, precisou virar a cabeça para vê-lo, notando então que não estava mais em pé perto das prateleiras e sim sentando no sofá.

– Ah!- exclamou, surpreso ao encontrar o vocalista ali- Bom dia Ruki-san, é raro acordar tão cedo.

– Hum..- passou a mão na face se sentindo enjoado, também não segurava o porta retrato, por quanto tempo ficara em transe?

– Você está bem?- se agauchou a sua frente, preocupado, ergueu sua franja para ver seu rosto- Parece pálido, quer que eu faça um chá?.

– Estou bem, se for possível eu agradeceria- se apoiou em seu ombro para levantar, ignorando sua notória confusão e foi para o banheiro.


Arrostou-se até o chuveiro, tirando a única camisa que cobria sua nudez e abriu o registro, a água fria chocando-se em sua pele era como um jato milagroso de sanidade, seu mal estar havia sumido quase instantaneamente, assim como as lembranças que tanto lhe perturbavam.


Sempre as mantinha ali em um canto de sua mente, com medo de esquecê-las, porém odiava recordá-las. Talvez uma parte de si tivesse medo de reviver o passado, de refletir se o que fazia valia à pena, porque... se em algum momento vacilasse em seu objetivo, tinha a impressão que iria enlouquecer.


Quando se sentiu normalizado saiu do banheiro, dando uma rápida espiada no celular para ver as horas, eram 9:30 e logo Aoi estaria passando para buscá-lo, se arrumou o mais rápido que sua chapinha permitia, retornando a sala.

– Douzo- Reita sorriu, lhe entregando uma xícara de chá assim que pôs os pés na cozinha, pegou retribuindo o sorriso, havia até esquecido.

– Obrigado- tomou um gole, sentando-se na mesa para se servir do desjejum, muito mais simples do que aquele que o maior havia feito na primeira vez que dormira em sua casa, se tornou um costume tomarem café juntos, até o ajudava a preparar, mas só às vezes.

– Ruki-san.. meu aniversario é um dia antes do lançamento de Cockayne — falava olhando para própria xícara, a voz tristonha — Eu vou comemorar com a minha família em Kanagawa e vou ficar três dias fora, então... eu não vou poder ver a apresentação na radio...

– Tudo bem- tomou mais um gole do líquido amarronzado, comendo uma das torradas.

– Não vai ficar chateado?– olhou-o esperançoso e um pouco... frustrado.

– Por que ficaria?- estranhou a pergunta, não via motivos para tal, deu mais uma mordida na torrada, aquilo estava bom.

– Pensei que queria que eu fosse..- no final quem ficou magoado foi ele.

– Mas você não pode, não há problema nenhum pra mim.

– Não vai.. sentir minha falta nesses dias?- sabia a resposta, mas seu maldito lado masoquista insistia em pensar que podia ser importante pra Ruki de alguma maneira. Ledo engano.

– Por quê? Três dias sem transar não vai me matar- passou manteiga na sua última torrada, terminando de comer.

– “CRUEL!”- abaixou a cabeça, engolindo o choro, teria doido menos se ele enfiasse aquela faca em seu peito, mas era culpa sua, sabia o tipo de relação que tinham, mesmo assim... não conseguia deixar de tentar.

– Bem, vou indo- recolheu a xícara e o prato que usava, levando-os a pia.

– Ruki-san!- se levantou de supetão, fazendo a mesa tremer e parte do chá que tomava cair na toalha, quase esqueceu!

– O que foi?- parou, estranhando sua reação repentina, olhou-o pegar alguma coisa na geladeira, só vendo o que era quando este se virou. Um bento.

– Pra você!- estendeu a caixa amarrada por um lenço, estava vermelho e com uma expressão determinada, nervoso.

– Oh..- se surpreendeu de verdade com aquilo, tanto que nem conseguiu rir de sua ansiedade- Obrigado, mas... não precisava, o Kai sempre faz nossos bentos.

– Ha... então você não quer?- abaixou os braços, a decepção presente em sua voz e uma cara de tristeza tão infantil que o menor podia ver uma lágrima invisível escorrer por sua bochecha.

– Eu quero!- arrancou o objeto de suas mãos, com medo que ele começasse a chorar de verdade. – Você não colocou nada esquisito ou desenhou corações com o ketchup no arroz né?

Negou com a cabeça, sorrindo como se tivesse ganhado na loteria, e para si era até melhor que isso. Ruki bufou, guardando a marmita na bolsa e se dirigiu a saída, calçando os sapatos.

– A chave reserva está na mesinha da sala, tranque a porta ao sair e passe a chave por debaixo dela- o outro assentia a cada palavra sua, ainda sorrindo.

– Né Ruki-san...- se aproximou cauteloso- Eu não recebo um beijo de despedida?


– Não exagere, não somos pombinhos apaixonados- ditou friamente sem fita-lo, até um braço tampar a passagem. Reita havia se colocado a sua frente, o rosto tão perto que os narizes por pouco não se tocavam, seu olhar estava sério e penetrante, não parecia querer mais do que hipnotizá-lo, e estava conseguindo. Segurou seu queixo, as bocas chegando mais perto uma da outra, o vocalista já fechava os olhos quando simplesmente o outro se afastou, um sorriso vitorioso nos lábios.

– Iterasshai- Ruki corou, passando reto por ele em passos rápidos, não acreditava que havia caído em uma provocação como aquela.

– “Maldito Reita!”- correu até o elevador, a mão em punho em cima do peito- “Coração idiota pare de bater tão rápido!”- entrou na caixa de metal, respirando fundo repetidas vezes, seus batimentos se acalmando, não havia sido nada, só ficara surpreso, apenas isso.

Respirou o ar fresco da manhã ao alcançar a saída do prédio, vendo o carro do guitarrista se aproximar e seu namorado loiro acenar pela janela. Riu, acenando de volta, entrou no carro e uma conversa animada se iniciou.


Ligou a mente no modo “trabalho” e se desligou de todos os acontecimentos anteriores, afinal aquele era o único momento que podia se dedicar por completo ao que amava incondicionalmente. A banda e a música.


~//~

– Pausa pro almoço- Kai anunciou, fazendo todos saírem das suas devidas posições, largando os instrumentos. Saiu de trás da bateria, buscando as marmitas na mochila que trazia.

– Comida!- Aoi correu até o baterista, cercando-o.

– Toma Aoi, não se engasgue...- nem terminou a frase e o moreno já havia pegado o bento, comendo tão rápido que acabou se engasgando- Era isso que eu estava falando... – suspirou, entregando para o resto.

– Não precisa Kai, eu trousse o meu- rejeitou assim que o viu se aproximar, tirando a caixa da bolsa.

– Hee que raro você trazer seu próprio bento- falou enquanto comia.

– Dessa vez eu tenho que concordar com idiota do Aoi, pensei que fosse preguiçoso demais pra cozinhar- recebeu um olhar ofensivo do namorado, se postando do lado deste.

– Deve ser porque não foi ele que cozinhou- Reiki sugeriu meio distraído, comendo seu bento.

– Uma namorada?- foi a vez de Kai contestar.

– Ta mais pra namorado- o moreno mais velho riu malicioso, conhecia bem o vocalista.

– Querem parar de falar como se eu não estivesse aqui?- finalmente se pronunciou, desembrulhando sua marmita.

– Uruha, por que você nunca fez um bento pra mim?- fez bico, gostava de romantismo, o que definitivamente o loiro não era.

– Você sabe que eu odeio cozinhar, e o Kai já faz isso pela gente- deu de ombros.

– Fazer o que, se não fosse por mim tenho certeza que vocês só comeriam porcaria- todos concordaram, estava perdido naquela banda.

–

“Mas que porra é essa?”- Ruki não acreditava no que via, salsichas em formato de polvo, legumes cortados em estrelas, bata frita de carinhas sorridentes e onigires- “Esse bastardo pensa que eu estou no jardim de infância?!!!”- uma artéria pulsava em sua testa, não ia comer aquilo de jeito nenhum.

– AHAHAHAHAHAHAHAHAH Isso é hilário- a risada de Yuu atrás de si fez com que sua irritação só aumentasse, definitivamente ia matar Reita- O cara deve ser doente, me dá uma salsicha?

– Nem pensar!- desviou o bento dos hachis furtivos do guitarrista, não sabia o motivo, mas não queria que o outro comesse, pensando bem até que estava bonitinho a forma como os estrelinhas e as salsichas foram distribuídas.

– Oh Ruki com ciúmes de algo, isso sim é raro- Uruha debochou, ele podia ser pior que o namorado às vezes.

– Cala a boca!

– Consegui- o guitarrista roubou uma das salsichas se aproveitando do seu momento de descuido.

– Ora seu...- ameaçou e logo os dois estavam correndo pela sala, Ruki tentando enfiar os hachis na traquéia do Aoi e este tentando evitar isso a todo custo, com os espectadores rindo a sua volta. Se passou o horário do almoço e eles voltaram para o trabalho.

~//~


Despediu-se dos companheiros, recusando a oferta de carona do Aoi, o verão já havia chegado, todavia o clima nas ruas estava agradável, queria passar no serviço de Reita para irem juntos ao seu apartamento. Observava as vitrines agitadas e as pessoas que transitavam não pensando em nada especial, entrou na loja, procurando o loiro alto de faixa, ele carregava uma caixa cheia de CDs, organizando-os nas prateleiras assim como na primeira vez que o encontrou.

– Reita- chamou-o de longe, acenando discretamente quando ele o notou, se aproximando.

– Ruki-san! Que raro você vir me ver na loja- sorriu, porém seu sorriso não condizia com a felicidade que estava sentindo, muito menos com as batidas descompassadas do seu coração.

– É parece que eu estou fazendo um monte de coisas raras hoje- riu baixo, observando os CDs com as capas mais chamativas- Seu turno está acabando?

– Sim, eu só preciso terminar isso daqui e já podemos ir- continuou a distribuir os CDs em suas devidas seções.

– Sabe, eu pensei que depois daquilo você seria demitido- pegou um álbum com a imagem de uma Geiko* na capa, analisando-o.

– Daquilo?- perguntou confuso, fitou a caixa que segurava, se lembrando então do primeiro encontro direto que tiveram, quando derrubou os CDs e teve uma crise nervosa. Corou, só de lembrar se sentia constrangido.

– Eu também, mas Kamijo-san me agradeceu no dia seguinte, me pergunto o por quê.

– Haha Por que será?- riu nervosamente coçando a nuca, ironicamente ao olhar pro lado encontrou o gerente de costas atendendo um cliente, virou automaticamente, se escondendo atrás de Reita- “Tenho que parar de transar com todo cara que eu acho interessante”

– Ei- estando daquele jeito podia notar o crachá que ele carregava no pescoço, mas seu nome estava errado- Por que está escrito Akira no seu crachá?

Deixou um dos CDs cair na prateleira de baixo, não esperava por aquilo.

– Tem um cara que também se chama Suzuki e acabamos trocando os crachás sem querer- sorriu, tentando passar normalidade.

– E por que não destroca?- arqueou uma sobrancelha, percebendo sua aflição.

– Ele está no hospital.

– Ah- fazia sentido e Suzuki era um sobrenome até que comum. Espreitou o gerente que continuava de costas, mas não por muito tempo- Podemos ir?


– Claro- colocou o último CD na prateleira, deixando a caixa nos fundos da loja.

Caminhavam pela calçada, comentando amenidades do dia de cada um. Reita deu um passo pro lado, se aproximando do menor de forma que precisava se abaixar um pouco para olhá-lo no rosto.

– Então..o bento estava bom?– sorriu daquele jeito genuíno que deixava Ruki desconcertado.

– “Idiota, não chegue tão perto”- se afastou, ainda se lembrava da provocação de mais cedo, sua face esquentou.

– Estava..- era ridículo admitir, mas havia comido o bento apenas para não dá-lo ao Aoi, afinal era seu, Reita havia feito especialmente pra si e não dividiria com ninguém.

– Yokatta- suspirou, havia ganhado o dia apenas com aquela confirmação, mas tinha outra coisa que também o faria bastante feliz.


Voltou a se aproximar, e em um movimento rápido roubou um beijo do vocalista, nada muito profundo, apenas um tocar leve dos lábios, as línguas se encontrando por poucos segundos antes de ser empurrado.

– Ahou!- tampou a boca com o braço, respirando com dificuldade- “Por que merdas estou tão ofegante?”


– Estamos no meio da rua!

– Mas não tem ninguém aqui Ruki-san- o outro olhou em volta, estavam em uma rua deserta- Eu esperei o dia todo pra fazer isso..

– Não importa- virou para frente, seu coração havia pulsado forte, estava.. feliz por aquilo?- Vamos logo- apressou o passo, obrigando-o a fazer o mesmo para acompanhá-lo. Era tesão, queria transar, só isso.

– “É só isso”

~//~

– Ahhhh Rei!- ele investia bruscamente contra suas nádegas, sendo impulsionado pra frente a cada engolfada certeira em sua próstata, enlaçou seu pescoço como sempre fazia, as testas coladas e as respirações misturadas, não conseguiam mais identificar nem que gemido pertencia a quem.

Reita abriu os olhos, tendo aquela que considerava uma das melhores visões de sua vida, as bochechas rosadas, os orbes semi-abertos, os cabelos descoloridos espalhados pelo travesseiro e os lábios inchados que proferiam obscenidades atrás de obscenidades.

– “Eu te amo, eu te amo, eu te amo”- era uma frase que sempre passava por sua mente em um momento como aquele em que estavam conectados, mas ficava entalada em sua garganta, pois se a dissesse, qualquer coisa que tinham, acabaria.

Queria ter a chance de conquistá-lo, de ser alguém essencial em sua vida, era seu maior desejo.

Chegaram ao clímax juntos, os movimentos diminuindo até pararem de vez, ficaram abraçados recuperando a respiração e se olhando em silencio até um sorriso faceiro brotar nos lábios do baixista.

– Cócegas!- atacou sua barriga com os dedos ágeis, fazendo-o se contorcer e socar suas costas para se defender, rolaram pela cama e espalharam cócegas um no outro, rindo alto sem se importar se os vizinhos reclamariam ou não.

– Hahahaha Che-chega Reita- parou em cima do maior, ainda rindo- Baka- bateu em seu peito, rolando para o lado e se sentou, pegando o notebook que estava no criado mudo, precisava ver uma coisa antes de dormir.

Kyo havia lhe mandado a ficha do seu próximo alvo, um viciado que traficava drogas para menores e era tarado por ruivas. Um de seus amigos havia comentado sobre uma planta venenosa que era de seu interesse, já que adorava matar de formas variadas.

– Sobre o que está pesquisando Ruki-san?- deitou de bruços, esticando o pescoço para ver a tela do computador.

– Não te interessa, vai dormir- empurrou seu rosto, sem desviar a atenção. Reita deitou pro lado oposto, um pouco chateado.

– “Tão frio”- o vocalista riu fazendo menção de acarinhar seus cabelos, mas desistiu, concentrando-se na pesquisa.

– “Foco, foco”

“A beladona é uma das plantas mais tóxicas encontradas no hemisfério ocidental. A ingestão de apenas uma folha pode ser fatal a um adulto, embora isto possa variar de um espécie para outra. A raiz da planta geralmente é a parte mais tóxica..

Todas as partes da planta contém alcalóides. As bagas possuem perigo maior devido serem atrativas, negras, brilhantes e terem sabor adocicado. A ingestão de quantidades superiores a cinco bagas pode ser mortal.[...]

Os sintomas de envenenamento de beladona são os mesmos que os da atropina, e incluem pupilas dilatadas, taquicardia, alucinação, visão borrada, garganta seca, constipação e retenção urinária. A pele pode secar completamente e os casos fatais mostram pulsos rápidos[...]”


Abriu um sorriso no mínimo diabólico ao terminar de ler

– Omoshiroi.


~//~


Notas finais
*Geiko é outro terma pra Gueixa, a diferença é que elas são prostitutas e as Gueixas artistas-q
Comentário inutil, enfim
Não sei o que fala, to com sono e-e
Se não quiserem que eu broxe de vez mandem reviews u-u
Ok?
Por favor?
Kyou ira morder vcs de noite.. estou avisando
Reviews!