Quando o Amor Acontece
73 Capítulo 73 - A Causa de Todos os Seus Medos
Notas iniciais
Gostosuras ou travessuras?! hahahah Happy Halloween :) pessoal.
Aproveitem o capítulo, boa leitura :)
Algum tempo depois...
Emmett e Rosalie estavam vestidos e com os cabelos completamente secos. Rosalie secou os fios de seus longos cabelos dourados, depois insistiu para secar os de Emmett, embora não fosse necessário, apenas insistiu para cuidar um pouco mais dele. Emmett, claro, sorriu revelando suas covinhas encantadoras, aceitando o pedido de seu anjo. O fato é que Rosalie estava amando a sensação de poder cuidar do homem que ama. Algo pelo qual ela esperou a vida inteira e que por vezes achou que nunca fosse acontecer.
Na sacada da cobertura, o casal ficara deitado juntinho em uma das espreguiçadeiras que ali se encontravam, enquanto esperavam pela entrega da pizza que haviam pedido assim que saíram do banheiro.
No momento não desejavam a presença de mais ninguém, a não ser um do outro. Quando a pizza chegou, jantaram ali mesmo, sob a luz da lua. Algo que os fez lembrar a promessa adolescente que fizeram no passado. A promessa de observarem a mesma sempre que ela estivesse cheia, como uma forma de se manterem juntos mesmo estando longe.
Com o tempo McCarty aprendera, sem dúvida, amar a cidade dos anjos. A cidade que lhe deu glórias, experiências, amizade e até mesmo amor.
Sobre a pequena mesinha que ficava localizada entre duas espreguiçadeiras, estava à caixa da pizza. Dentro dela havia dois pedaços intocados. Ao lado estavam dois copos com coca-cola, quase vazio.
Emmett fazia carinho nos longos cabelos dourados de seu anjo, enquanto observavam a lua. Vez ou outra a jovem Rosalie suspirava apreciando o momento.
- Emm... – sussurrou ela, com a cabeça apoiada sobre o peito dele.
- Sim, anjo? –murmurou ele, sem interromper o carinho que lhe fazia.
- Você lembra a promessa que fizemos, de observar a lua sempre que ela estivesse cheia? – Rosalie transformou suas memórias em pergunta.
- Como poderia me esquecer, anjo. É tudo parte de nossa história. Estava agora mesmo pensando nisso, mas você foi mais rápida que eu em perguntar.
Rosalie se mexeu, virando em uma posição que desse para olhá-lo diretamente nos olhos.
- Nossa história... – ela repetiu um tanto sonhadora a frase pronunciada por Emmett. – É tão bom ouvi-lo dizer isso – concluiu seguido de um selinho nos lábios dele. Emmett se encarregou de fazer com que o simples selinho se tornasse um beijo apaixonado, deixando Rosalie sem ar.
- O que eu farei quando você voltar para Chicago, anjo?! – questionou apertando Rosalie contra seu corpo em um esmagador abraço de urso.
- Ursinho... – murmurou. – Você está me sufocando.
- Não quero te deixar ir... – ele resmungou antes de afrouxar o abraço.
- Também não quero ir, mas por enquanto ainda é preciso... – Rosalie respondeu sem entusiasmo, indicando que realmente não gostaria de se afastar de seu urso.
O momento de aconchego entre os dois fora interrompido pelo toque do telefone fixo ecoando de dentro do apartamento.
Emmett bufou irritado por ter que levantar. Resmungando, feito criança, ele ficou de pé. Rosalie aproveitou para provocá-lo.
- Vai logo atender ao telefone sem manha, urso danado – e deu um tampa no bumbum de Emmett tão logo ele lhe virou as costas.
Sorrindo, Emmett disse. – Você vai vê só quando eu voltar, sua atrevida.
- Eu te amo! – disse Rosalie assim que Emmett entrou no apartamento. Golpe baixo, pois Emmett olhou para trás feito um bobo apaixonado.
Rosalie sorriu convencida.
Enquanto Emmett falava ao telefone com o técnico dos Lakers, Rosalie recolheu a caixa de pizza e os copos levando-os para a cozinha. A caixa de pizza ela jogou na lixeira da área de serviço, por ser maior que a da cozinha.
Emmett continuava falando ao telefone na sala de estar. Então Rosalie decidiu lavar os copos que usaram. No exato momento em que terminou de lavar o segundo copo seu celular tocou. Olhou em volta ainda com as mãos molhadas e não o viu. O aparelho continuava tocando insistentemente. Rosalie secou as mãos, pois não iria ligar a maquina de lavar louça para lavar apenas dois copos, então foi manual mesmo.
Procurou sobre os muitos armários da cozinha, mas o encontrou mesmo fora em cima do balcão embaixo de alguns papeis de supermercado.
Na sala, Emmett estava se despedindo do técnico. Na cozinha, Rosalie atendia seu celular quase que ao mesmo tempo.
- Alô! – disse Rosalie ao pôr o celular no ouvido. Mesmo sendo uma chama restrita ela atendera. Essa era a segunda vez, em um curto espaço de tempo, que alguém ligava usando número restrito.
Rosalie podia ouvir a respiração ruidosa da pessoa do outro lado da linha, no entanto, seja quem for não mencionara uma única palavra.
- Alô! – Rosalie insistiu.
- Princesa do gelo... – soou o timbre de voz que deixava Rosalie em choque sempre que o reconhecia. Rosalie poderia jurar que todo seu corpo entrara em estado catatônico naquele momento. Seus olhos quase que instantaneamente encheram-se de lágrimas. Sua pulsação sanguínea latejava em seus próprios ouvidos.
- Estou com saudades... – avisou o dono da voz que a atormentava sem igual. – Mal posso esperar para vê-la outra vez... – em choque, Rosalie deixou que o celular caísse de suas mãos, quicando no piso indo parar embaixo da mesa.
De onde estava Emmett pode ouvir o som do impacto do objeto contra o piso, porém não sabia distinguir qual. Rapidamente foi a procura de seu anjo. Assim que chegara a cozinha se deparou com uma Rosalie catatônica. Olhar distante e lágrimas percorrendo sua face que agora estava pálida.
Segurando-a pelos ombros, Emmett tentou uma resposta.
- O que houve anjo?
Rosalie continuou no mesmo estado fora como se não visse Emmett a sua frente, apenas o pânico a dominava. Emmett a abraçou apertando-a contra seu peito.
- Anjo... Anjo... Fala comigo, amor – pedia Emmett, com a cabeça encostada nos cabelos dourados de Rosalie.
O timbre da voz de Emmett aos poucos fora trazendo de volta a realidade. Com isso os soluços, porém, de um choro de alivio se fizeram constantes. Emmett a ninava mantendo-a sob o calor de seus braços, como se fosse uma criança assustada por conta de um pesadelo horrível.
- Anjo, por favor, me diz o que está acontecendo?! – pediu sentindo-se impotente diante do choro de seu anjo, e ele não tinha a menor ideia do motivo.
Rosalie continuava chorando com o rosto escondido no peito de Emmett. Esse, por sua vez, sentia o corpo inteiro dela tremer em seus braços.
- Amor olha pra mim. Diz o que te fez ficar desse jeito?! – pediu, deslizando as mãos nas costas de Rosalie em movimentos circulares para acalmá-la.
Em meio aos soluços, Rosalie tentara lhe dizer algo.
- Foi... Ele... – tentou sem muito sucesso. – Ele... Ligou...
Sem entender ao que ela se referia Emmett a pegou no colo levando-a para a grande suíte. Enquanto ele a levava, Rosalie esteve com o rosto escondido em seu peito forte. Emmett empurrou com um dos pés a porta que estava entreaberta, facilitando sua entrara com Rosalie no colo.
Cuidadosamente, ele a colocou sobre a grande cama de casal, ajeitou os travesseiros sob suas costas. Sentou ao de Rosalie, na beirada da cama, secando as lágrimas dela com suas próprias mãos.
- Me explica amor, o que aconteceu. Estou ficando preocupado sem entender o motivo de você estar assim...
- Ele... Ligou... – Rosalie tentou mais uma vez.
- Ele quem?
Emmett estava tão preocupado com o estado em que Rosalie se encontrava que não estava ligando o sujeito ao verbo.
- Vou buscar um copo d’água para você – fez menção de sair de perto dela, porém, Rosalie o segurou pela camisa.
- Não me deixe sozinha... – suplicou, com os dedos cravados no tecido da camisa de Emmett com tanta força que o nó de seus dedos estava ficando mais brancos que o normal. Quando Emmett voltou a olhá-la pode notar que seus lindos olhos castanhos exibiam o mesmo medo que ele havia visto antes – dentro do banheiro em uma suíte de hotel em Chicago –, no dia em que Rosalie teve uma crise de pânico semelhante a essa. Foi aí que sua ficha caiu. Royce King.
McCarty sentira seus músculos ficarem tensos, tamanha a raiva que sentira em confirmar que o maldito do King havia ligado para sua namorada, o seu anjo, ameaçadoramente.
“Desgraçado”, xingou mentalmente.
- Era Royce no celular?! – disse Emmett com dificuldade em esconder sua raiva.
Rosalie o olhou sem saber se deveria confirmar. Sua preocupação dizia que não deveria, uma vez que Emmett jurou que acabaria com Royce King caso ele a machucasse mais uma vez. E agora ele poderia estar mais perto do que podia imaginar. Então toda a discussão com Maria voltou a sua mente em um emaranhado de palavras desconexas.
Emmett insistiu. – O que ele te disse, Rose?! Por favor, não esconda nada de mim. É importante para sua segurança.
Afrouxando os dedos na camisa de Emmett, ela assentiu. Emmett passou as mãos no rosto dela, mais uma vez limpando um caminho de lágrimas. Rosalie suspirou pesado antes de começar.
- Ele disse que sente saudade e que não ver a hora de me encontrar... Estou com medo, Emm.
Emmett fechou os olhos em uma tentativa de conter sua raiva diante da ameaça a seu anjo.
Rosalie ajoelhou-se na cama e o abraçou em um pedido de conforto.
- Irei te proteger anjo, com minha própria vida se for preciso – afirmou Emmett, afastando alguns fios dos cabelos dourados de Rosalie do rosto.
- Não diz isso Emm, por favor, não me deixe ainda mais assustada. Não quero você destruindo sua vida...
Emmett beijou-lhe a testa antes de dizer.
- Não fique com medo, anjo. Vamos comunicar essa ameaça a policia para que eles se encarreguem de alguma forma, localizar Royce King. Agora, por favor, não chore mais. Estou aqui com você. Tudo vai ficar bem.
- Ele vai voltar Emm. Vai vir me procurar... – murmurou com a voz trêmula.
- Não pense mais nisso, por hoje já basta, anjo – pediu guiando Rosalie de volta aos travesseiros. –Vai ficar tudo bem – ele tentava tranquilizá-la. No entanto sua mente gritava. “Se machucá-la eu o mato”.
Emmett deitou ao lado de Rosalie em conchinha, fazendo cafuné nos cabelos dourados, sussurrando ao seu ouvido.
- Vai ficar tudo bem. Estou aqui com você. Feche os olhos e tente dormir um pouco. Estarei velando o seu sono.
- Meu urso... – Rosalie sussurrou, fechando os olhos lentamente.
- Meu anjo... Emmett sussurrou em seu ouvido causando a Rosalie uma sensação anestesiante de bem estar. – Dorme tranquila... Estarei bem aqui, ao seu lado.
Rosalie fora caindo na inconsciência lentamente, sentindo a tranquilidade que Emmett lhe causava com seu timbre de voz reconfortante. Com seu toque gentil e seu carinho sem igual.
Cerca de quase uma hora e meia depois Emmett ainda não havia conseguido dormir. A hipótese de que seu anjo poderia estar em perigo o atormentava.
Depois de muito pensar Emmett enfim conseguira pegar no sono.
[...]
Na manhã seguinte, Rosalie acordara por volta das nove e meia da manhã. O quarto estava escuro, as cortinas, dessa vez, estavam bem posicionadas impedindo assim a entrada dos raios de sol através das portas de vidro que davam acesso à varanda da suíte.
Ambos acabaram dormindo com a roupa que usavam na noite anterior antes de Rosalie ter a crise de pânico. No entanto, por força do hábito, no meio da noite Emmett retirou a camisa que usava, e a jogou no carpete.
Dedilhando sobre o peito forte de Emmett, Rosalie o chamou.
- Emm...
Emmett pareceu não ter ouvido, pois não movera um só músculo.
Rosalie insistiu. – Ursinho...
Emmett colocou seu braço direito em volta da cintura de Rosalie e a trouxe para mais perto, prendendo-a contra seu corpo.
- Bom dia, anjo – sussurrou com seu timbre de voz um tanto rouco, indicando seu estado sonolento. – Como se sente hoje? – perguntou tão logo as lembranças da noite anterior invadiram sua mente.
- Me sinto bem melhor. Obrigada por ser tão carinhoso comigo, amor.
- Não precisa me agradecer por isso, anjo. Sabe o quanto te amo. Isso é apenas um tiquinho do que meu amor por você é capaz.
- A é? E, tipo, quanto seria a dimensão desse amor? – Rosalie brincou, tocando a pontinha do nariz de Emmett.
- Ao infinito e além – Emmett respondeu entusiasmado, girando o corpo de Rosalie no colchão, ficando sobre ela, mantendo o peso de seu corpo sobre os cotovelos.
Ambos sorriram.
Emmett fez um caminho de beijos da clavícula de Rosalie, descendo pelo pescoço, chegando ao ombro esquerdo.
- Emm... – Rosalie murmurou meio entorpecida.
- Sim, anjo? – questionou em um sussurro, porém, sem parar com os beijos.
- Que horas que vai ser o jogo?
- As onze, mas tenho que estar lá às dez e meia no máximo – sussurrou ele, beijando o queixo de Rosalie.
- Amor, sabe que horas são agora? Nove e trinta e cinco – ela mesma respondeu sua pergunta. – Acho melhor levantarmos agora mesmo, ou do contrário, você vai se atrasar e não pode jogar de estomago vazio. Por tanto nada de chameguinho...
Emmett sentou na cama, ficando ao lado de Rosalie. Parecia pensar em algo.
Notando a expressão dele, Rosalie questionou. – O que você está tramando? – então, ela sentou-se na cama também.
Sem prévio aviso, Emmett a pegou jogando-a em seu ombro. Pega de surpresa, Rosalie gritou. E dessa maneira ele a levou para o banheiro da suíte.
- Não urso. Não se atreva a me pôr embaixo do chuveiro com essa roupa.
- Não seja por isso, amor... – respondeu assim que colocou Rosalie dentro do box – com a chuveiro ainda fechado –, ficou parado apenas observando.
- O que foi? – ela perguntou, com uma sobrancelha levemente erguida.
- Estou esperando você se livrar dessa roupa – respondeu apontando para o vestido de Rosalie.
- Ah seu folgado!
Emmett sorriu travesso.
Rosalie abriu o grande jato de água morna, deixando que os molhasse. Encheu as mãos com sabonete liquido e esfregou no rosto de Emmett, fazendo espumas.
- Sua atrevida, você não disse que não queria molhar a roupa?!
- Ah, tanto faz – deu de ombros. Aproveitou que Emmett estava sem camisa e passou as mãos com espuma do peito forte dele.
Emmett colocou sabonete liquido em suas mãos e passou no rosto de Rosalie assim como ela havia feito nele. Sorrindo, Rosalie jogou água no rosto eliminando assim toda a espuma.
- Isso não vale – ela resmungou.
- Claro que vale. Foi o que você fez em mim – Emmett fez sua defesa, com um sorriso sapeca.
A água morna continuava caindo, deixando o box levemente embaçado por conta do vapor. Emmett chegou mais perto de Rosalie encurralando-a na parede de mármore. Espalmou suas mãos em ambas as coxas dela, subindo pela lateral de seu corpo, levando o tecido do vestido molhado junto. Rosalie ergueu os braços facilitando a retirada do vestido. Emmett atirou a peça de roupa dela para fora do box junto com sua própria roupa.
Rosalie se encarregara de retirar sua própria peça intima. Ambos, agora, tomavam banho, completamente nus, reconhecendo cada curva, cada sinal, seja ele de nascença ou não.
Embora as intenções de Emmett fosse além de um simples banho, ele não poderia demorar mais que o necessário, e Rosalie fez questão de lembrá-lo do jogo.
Ambos saíram do banheiro e foram se vestir no closet. Tomaram um rápido café da manhã e desceram. O relógio marcava dez e quinze da manhã quando Emmett retirou o carro da garagem. Sem enrolação, ele seguiu direto para o Staples Center, onde haveria o jogo.
Alice, Isabella e Edward já se encontravam no ginásio, especificamente em um dos camarotes vip. Emmett entrou no ginásio pela entrada que os jogadores tinham acesso e foi deixar Rosalie no camarote onde suas irmãs estavam.
Ambos chegaram de mãos dadas e logo foram cumprimentados pelos que lá estavam.
- Desculpa não poder conversar direito com vocês, mas é que preciso correr para concentração – avisou brevemente.
- Faça um bom jogo, irmão urso – Alice desejou.
- Obrigado, baixinha. Farei o meu melhor.
- Boa sorte cara – desejou Edward, batendo no ombro do cunhado e amigo.
- Acaba com eles, irmão – disse Isabella, confiante.
Rosalie colocou suas mãos nos ombros de Emmett e lhe deu um selinho.
- Joga pra mim, ursinho – Rosalie fez questão de repetir a mesma frase de quando o viu jogar no United Center em Chicago, no inesquecível dia em que se reencontraram.
Emmett lhe sorriu revelando suas covinhas encantadoras, e a beijou antes de se retirar. Antes que ele sumisse de seu campo de visão, Rosalie mandou um beijo, sussurrando. “Eu te amo”.
Nas arquibancadas as torcidas se agitavam, deixando o ginásio totalmente barulhento. Os Lakers jogariam contra os Blazers, e esse será o penúltimo jogo antes das finais da NBA.
Às onze horas e um minuto todos os jogares tiveram seus nomes anunciados ao entrarem em quadra. O ginásio foi à loucura assim que o nome do jogador McCarty fora anunciado, sem dúvida ele era o favorito.
Antes que o jogo tivesse início, Emmett olhou em direção ao camarote vip onde Rosalie estava. As câmeras que transmitiriam o jogo ao vivo, seguiram seu olhar como em um reality show, buscando quem McCarty procurava.
Rosalie juntou as mãos fazendo um coração, em uma declaração de amor muda da mesma forma como havia feito tantas outras vezes.
Mesmo distante Emmett lhe sorriu. E então o jogo teve início.
No camarote, Alice comemorava eufórica a cada cesta feita pelos Lakers. Isabella era mais contida, no entanto, não deixara de vibrar, a cada ponto marcado pelo time que seu irmão defendia. Edward também vibrava a seu próprio modo.
Quanto a Rosalie? Bem, essa não conseguia permanecer sentada em momento algum durante o jogo. Seus olhos brilhavam como joias preciosas assistindo Emmett em quadra. Seu orgulho era tamanho que não cabia dentro de si.
Rosalie Lilian Hale sempre acreditara que Emmett McCarty, o garoto que veio do subúrbio da Filadélfia, o seu ursinho, seria um fenômeno do basquete. E devo ressaltar que Rosalie Hale jamais esteve enganada quanto a McCarty vir a ser um fenômeno da liga americana de basquete, NBA.
O garoto de família humilde que conseguira vencer, não apenas em quadra, mas na vida.
Hoje fanáticos por basquete clamam seu sobrenome em coro.
McCarty o garoto de ouro da NBA.
Notas finais
Adoro essas partes que fala do basquete e a importância que tudo isso tem na vida de Emmett.
Espero que tenham curtido, vejo vocês nos reviews.
Recomendação é sempre bem vinda :)
Beijo, beijo
Sill
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