Quando o Amor Acontece
74 Capítulo 74 - Abismo de Emoções
Notas iniciais
Boa leitura meninas :)
O jogo chegara ao fim com vitória esmagadora dos Lakers em cima dos Blazers. O ginásio Staples Center ia á loucura, ecoando o som da vitória do time da casa.
No camarote vip, Alice assoviava ensandecida. Uma verdadeira irmã coruja, movida pelo orgulho e calor da vitória.
Isabella e Edward não ficavam para trás, porém, comemoravam a seu modo. Um modo menos espalhafatoso.
Quanto a Rosalie. Bem, me atrevo a dizer que estava em êxtase pelo jogo feito em quadra por Emmett McCarty. Sem dúvida que sua presença o fazia se sentir mais confiante e jogar com toda garra possível.
Rosalie era só orgulho. Seus olhos continham um brilho inigualável, seu corpo ansiava por um abraço de urso. Sentir aqueles músculos prensar seu corpo de forma que só McCarty sabia como. Ah, e como sabia...
De onde estava Rosalie o via sorrir, comemorando ao lado dos companheiros de time. Batidas amigáveis no ombro e aperto de mãos eram sucessivos entre um e outro.
Sendo abraçado por alguns da equipe Lakers, ele acenou para Rosalie, revelando aquele sorriso de covinhas encantadoras que fazia o coração da jovem de cabelos dourados tremer na base, gelar seus instintos, aflorar seus sentimentos. Rosalie beijou a palma de sua mão direita soprando um beijo ilusório no ar o qual Emmett recebeu sem desfazer o sorriso de covinhas. Então o técnico dos Lakers se aproximou dando um abraço orgulhoso em McCarty – o garoto de ouro –, que só dava alegrias ao time que defendia.
Em meio à comemoração Emmett fora arrastado para o vestiário.
No camarote Alice gritava.
- Aê, não tem para ninguém. Meu irmão urso arrasa... – tudo isso em meio a uma dancinha da vitória. – Vai Lakers! – gritou imitando uma líder de torcida.
Isabella ria da empolgação da irmã mais nova, quase chegava a lhe faltar o ar. Edward estava, agora, distraído conversando com um conhecido a respeito do grande jogo que os Lakers fizera.
As arquibancadas ficavam vazias aos poucos, ao som de músicas animadas da torcida vitoriosa.
Enquanto isso Rosalie, Alice, Isabella e Edward tomavam coquetel no camarote vip, a espera de Emmett.
Alguns minutos depois, relativamente demorados, Emmett aparecera com os cabelos molhados, usando outra roupa. Seu perfume alcançara o olfato de Rosalie lhe arrancando um sorriso genuíno antes mesmo de virar e encontrá-lo cumprimentando alguns conhecidos que ali estavam.
Ainda falando com um dos conhecidos, Emmett olhara em direção a Rosalie e a encontrou com um sorriso vindo inteiramente da alma. Seus olhos castanhos intensos brilhavam como o mais raro cristal. Um verdadeiro espelho d’água.
Após saudar aquele conhecido, Emmett estendera o braço em direção a Rosalie convidando-a. Essa, por sua vez, não pensou duas vezes antes de aceitar o convite. Aproximou-se enlaçando seu braço esquerdo a cintura de Emmett, que lhe beijou levemente os lábios para logo depois cumprimentar outro conhecido que se aproximava.
Após ter cumprimentado a todos, Emmett tomou Rosalie em um beijo sôfrego, deixando-a na pontinha dos pés. Afastaram-se ao som de um clic de foto. E lá estava Alice com seu celular registrando o momento.
Todos sorriram. Alice fez cara de criança sapeca pega no flagra, e logo em seguida fora pega em um abraço de urso.
- Irmão urso... Está me sufocando – murmurou.
Emmett a liberou. Aproveitou o momento para estender um convite a sua irmã Isabella e seu cunhado Edward.
- Vamos sair para comer alguma coisa. Hoje é por minha conta – disse ele.
Alice não demorara a se intrometer.
- Posso escolher o restaurante? Posso, posso? – seus olhos brilhavam em expectativa.
- Foi mal baixinha, mas a Rose é quem vai escolher – informou Emmett.
Rosalie ficara um tanto quanto sem jeito diante a afirmação do namorado.
- Para mim tudo bem, Emm, se ela escolher.
Alice abriu um sorriso estupidamente gigantesco, algo semelhante ao gato de Cheshire.
Emmett olhou para a irmã com um olhar reprovador, como se dissesse “Minha namorada é quem escolhe”, o sorriso da baixinha se desfez aos poucos.
- Emm... – Rosalie iria protestar, mas Emmett a silenciou com um beijo.
Notando que a irmã havia ficado quieta, Isabella tentou puxar papo.
- Alice?! – disse Isabella.
Alice a olhou com um meio sorriso.
- Está tudo bem Bellita. Eu sei que a Rose tem bom gosto e que não vai me decepcionar.
Isabella lhe sorriu.
- E então amor, onde você quer jantar? – Emmett insistiu, mantendo uma das mãos espalmada nas costas de Rosalie, um pouco acima da cintura.
- Hummm... – murmurou enquanto pensava. Olhou para Alice e a viu em expectativa. – Vamos ao Haven Gastro Lounge –1237 Lincoln Road Miami Beach, entre West Ave. e Alton Road –, aquele novo restaurante com visual baladinha. Soube que os drinks de lá são caprichados. O momento pede – olhou sugestivamente para Emmett.
Alice comemorou, feito criança, trazendo de volta o sorriso do gato de Cheshire ao saber que iria aonde desejava. Emmett tocou em sua cabeça de forma brincalhona.
- Ah irmão urso, não bagunça os meus cabelos – resmungou disfarçando um sorriso.
Todos sorriram do seu jeito garota sapeca de ser.
O camarote estava, agora, praticamente vazio. Os amigos saíram indo em direção ao estacionamento. Emmett, Rosalie e Alice seguiram para o estacionamento reservado aos jogadores, onde seu veículo se encontrava. Edward e Isabella seguiram para o estacionamento aberto.
Edward esperou por eles com seu carro parado no acostamento em frente ao Staples Center. Não demorou muito o carro de Emmett pegou a avenida, Edward então fora seguindo de perto.
Sentada no banco de trás do carro do irmão, Alice falava consigo mesma.
- Ai que saudade do meu Jazz. Estou cansada de segurar vela...
Emmett esticou o braço para trás, dando um peteleco na testa da irmã mais nova.
- Ai, seu chato – resmungou ela, passando a mão na testa.
- Para de pensar naquele louro assanhado – avisou Emmett, colocando a mão novamente no volante.
- Hei, não fale assim do Jazz. Ele não é um assanhado. Ele é meu lindinho – avisou.
- Estou de olho em vocês – avisou Emmett com um sorriso travesso.
- Vocês parecem duas crianças – disse Rosalie sorrindo.
Emmett segurou a mão de Rosalie – acariciando levemente os dedos –, levando a altura de seus lábios depositando um beijo no dorso de pele clara e macia.
[...]
Horas depois...
Após a pequena comemoração acompanhada de uma comida de boa qualidade, Alice retornou com a irmã Isabella e o cunhado Edward, deixando o novo casal novamente a sós.
Emmett e Rosalie voltaram para o apartamento. Enquanto o elevador subia ambos trocaram beijos e sorrisos cumplices, típico de um casal apaixonado.
Logo que entraram no apartamento, Emmett deixou as chaves na mesinha do hall, e Rosalie jogou sua bolsa no sofá da sala estar ao passar.
O relógio marcava vinte e três horas e trinta e cinco minutos.
- Amor, eu vou tomar um banho – informou Rosalie indo em direção à suíte.
- Vai lá amor, mas não demore, hein?! – disse Emmett indo em direção à cozinha. Abriu a geladeira e se serviu de um copo d’água, em seguida deixou o copo vazio sobre o balcão.
Ao entrar na suíte o aroma do sabonete liquido que Rosalie usava invadiu seu olfato. Emmett retirou suas roupas, ficando apenas de cueca boxer preta. Sentou na cama onde permaneceu mexendo no tablet.
- Rose... – ele a chamou com o timbre de voz calmo. – Anjo, vem logo – porém, Rosalie não ouviu devido o barulho do chuveiro. Emmett deixou o tablet sobre a mesinha de cabeceira indo em direção ao banheiro.
A porta estava entreaberta o que facilitou sua entrada sem barulho algum. Ficou ali a observando terminar o banho. Tão linda, tão única, tão feminina.
Seu corpo, seus instintos masculino logo dera sinal que precisava tocá-la. Entretanto ficará apenas observando-a.
Rosalie lhe sorriu tão logo notara sua presença. Desligou o chuveiro sem desviar os olhos de Emmett. Ao abrir o box foi envolvida em uma grande toalha branca felpuda.
Emmett roçou seus lábios aos dela pedindo passagem a um beijo.
Rosalie cedeu ao pedido, entreabriu os lábios deixando-se envolver. Desceu suas mãos até a boxer que Emmett usava – a qual já o denunciava, revelando certo volume ali –, passando seus dedos delicados por entre o elástico da cintura.
Emmett a pegou no colo levando-a para a grande cama de casal, projetada sob medida. Devagar colocou Rosalie no centro da cama sobre os lençóis perfumados. Retirou o prendedor que ela usava para manter os lindos e longos cabelos dourados presos em um coque frouxo. Permitiu que os cabelos dourados se espalhassem sobre o travesseiro lhe dando a imagem perfeita e exata de quando fizeram amor pela primeira vez.
Aproximou-se cautelosamente tomando-a em um beijo sôfrego. Rosalie deslizou suas mãos delicadas sobre as costas largas de Emmett, enquanto seu coração aumentava o ritmo consideravelmente.
Emmett deslizou sua mão direita sobre a pele macia do pescoço de Rosalie, passando pelo ombro até alcançar a ponta onde a toalha estava presa.
Olhando no fundo daqueles olhos castanhos, ele notou o quanto ela também o desejava naquele instante.
- Quero amá-la mais uma vez – sussurrou com o timbre de voz rouco, extremamente afetado, próximo ao ouvido de Rosalie. Sua mão se mantinha sobre a ponta da toalha na altura dos seios.
- Me ame... – ela sussurrou. – Faça-me sua mais uma vez. Faça-me sentir todas as sensações que só você é capaz de despertá-las. Faça-me perder o chão, flutuar em uma nuvem de desejo. Faça-me sentir seus desejos se confundindo com os meus. Faça-me sentir seu corpo me preenchendo por completo. Faça-me sua mulher agora e sempre...
Emmett não conseguia desviar os olhos dos lábios rosados e atraentes de Rosalie enquanto ela sussurrava todas aquelas palavras de confirmação ao desejo reciproco. Ele a silenciou com um beijo carregado de desejo, enquanto uma de suas mãos abria a toalha, revelando o corpo curvilíneo da mulher que ama. A mulher que o faz tremer na base.
O membro de Emmett pulsava dentro da boxer que ele usava, exigindo sua liberdade. Rosalie passou uma das mãos sobre o volume que aquela peça mantinha refém, não se conteve a segurar uma arfada de desejo.
Emmett ergueu os braços de Rosalie a altura dos travesseiros dando inicio a uma seção de beijos, passando pela clavícula, pescoço, ombros, colo até alcançar os seios de mamilos rosados e enrijecidos.
Rosalie mergulhou seus dedos delicados nos fios curtos dos cabelos de Emmett. Vez ou outra raspando suas unhas na pele da nuca dele, lhe causando uma ebulição de desejos.
Emmett continuou trilhando um caminho de beijos até alcançar o umbigo de Rosalie onde depositou um beijo molhado e concentrado, contornando com a ponta de sua língua. Arrancando arfadas da mulher que ama. Nesse mesmo ritmo ele trilhou o curto caminho até alcançar o sexo de Rosalie, que já denunciava todo o seu desejo. Com os beijos genitais Emmett a deixou totalmente mole em seus braços. Entregue, subjugada.
- Emm... – Rosalie murmurou com o timbre de voz afetado. Mordendo o próprio dedo tentando conter os impulsos de gritar. Fato que não passou despercebido por Emmett, deixando-o a beira do abismo de emoções.
Emmett se afastou o que fez Rosalie resmungar frustrada. Ela o queria de maneira que não podia se conter. Ele retirou a boxer preta que usava, expondo a maior prova de seu desejo. Voltou a se aproximar se posicionando melhor entre as pernas de Rosalie.
Inclinou-se à medida que pudesse alcançar os lábios dela em um beijo sôfrego no momento em que unia seus corpos mais uma vez. Seus primeiros movimentos foram lentos, aumentando à medida que seus corpos intensificavam as próprias emoções. À medida que os olhos de Rosalie imploravam por mais... Muito mais...
Atrevo-me a mencionar que Emmett McCarty poderia afirmar que se o mundo acabasse nesse instante, toda sua vida já teria valido a pena. Entretanto, ele estava disposto a amá-la muitas e muitas vezes mais.
Que o mundo jamais tenha fim...
Rasalie mordiscou o ombro nu de Emmett poucos segundos antes de atingir a ápice do prazer. Sendo seguida por ele míseros segundos depois. Ainda assim Emmett não teve intensão alguma de separar seus corpos de imediato. Deixou-se levar pela sensação de seus corpos unidos enquanto aspirava o aroma do pescoço de Rosalie. Ambos com respiração irregular desfrutando o momento.
O silêncio prevaleceu por alguns instantes dentro daquela suíte. Lá fora as estrelas decoravam o céu. A brisa fria da madrugada soprava as cortinas de seda através da porta da varanda que estava aberta, feito um véu trepidando ao vento.
Emmett sussurrou ao pé do ouvido de Rosalie.
- Amo você mais que tudo nessa vida... – beijou-lhe o lóbulo da orelha antes de separar seus corpos, deslizando lentamente. Rosalie praticamente ronronou ao senti-lo deslizar lhe deixando vazia.
Então ela lhe respondeu.
- Não mais do que eu amo você.
Em meio a confirmações de amor, Emmett a levou para deitar sobre seu peito nu, sentindo os seios de Rosalie contra sua pele quente e suada. Ah, e como Emmett adorava o contato de sua pele contra os seios de pele macia – tanto quanto pétalas de rosas.
E por mais uma vez Emmett a teve em seus braços, sentindo o calor de seu corpo e a textura de sua pele macia. Ocasionalmente sempre ficava observando sua beleza, até mesmo o ritmo de sua respiração tranquila enquanto estava em seus braços fortes até o momento em que o sono o dominava.
[...]
Na manhã seguinte, Rosalie acordou abraçada a Emmett assim como seus desejos de mulher apaixonada ansiavam. A segunda-feira chegara ensolarada na grande Los Angeles. Inegavelmente seria mais um dia em que Rosalie faltaria à faculdade, e com toda certeza do mundo seus pais não estavam satisfeitos com isso. No entanto, Rosalie sempre fora do tipo que contesta a tudo e a todos. Bem... Exceto alguém, denominado Royce King, pois esse mantinha a vida das pessoas que ela mais ama sob ameaças constantes. Limitando-os a linha de fogo.
Infelizmente Rosalie retornaria a Chicago ainda hoje. Que fique claro que seu retorno a Chicago é totalmente contra seus impulsos e seus desejos de permanecer na cidade dos anjos.
Emmett abriu os olhos, relutante, e a encontrou, pensativa olhando para o teto branco com detalhes em gesso fino.
- Em que está pensando, meu anjo? – questionou apertando-a contra seu corpo nu, sentindo toda a maciez daquela pele clara e perfumada.
Rosalie tocou a pontinha do nariz de Emmett ao mencionar o que a fazia pensar tanto.
- Não quero ir para casa. Não quero deixar você. Sei que não irei suportar a saudade – confessou.
- Então não vá. Fique aqui comigo para sempre – Emmett sussurrou ao pé do ouvido de Rosalie.
- Era tudo o que eu mais queria... – depositou um beijo no peito nu de Emmett. – Mas eu faltei à faculdade na sexta-feira para vir para cá, e acabei faltando hoje novamente. Papai e mamãe devem estar chateados comigo. A culpa é toda sua – brincou, dedilhando sobre o peito nu de Emmett. – Culpa do nosso amor que me deixa com os pés fora chão.
Emmett não resistiu ao que ela acabara de lhe dizer, apertou o corpo curvilíneo contra o seu corpo másculo enquanto cobria todo o rosto dela de beijos.
- Eu amo você Rosalie Hale – ele praticamente gritou ao vento.
- Seu doido – Rosalie respondeu com um sorriso genuíno.
Sem prévio aviso, Emmett girou deixando Rosalie sob seu corpo másculo. Pega de surpresa com a inversão dos corpos, ela gritou, um grito fino, seguido de uma gargalhada gostosa.
- Eu grito para o mundo que te amo, e você me chama de doido – arqueou uma sobrancelha. – Ok, eu sou doido mesmo. Completamente alucinado por você sua marrenta – enquanto falava ele a mantinha presa sob seu corpo. Rosalie, por sua vez, o olhava com uma expressão sonhadora no rosto.
- Emm... – ela murmurou.
Envolvido pelo timbre daquela voz, Emmett a encarou intensamente no fundo dos olhos, aqueles lindos olhos de um castanho tão vivo.
Seu corpo inteiro reagindo a um pedido mudo. Seu sexo pressionando o dela, em uma provocação não intencional, deixando-a impaciente.
- Me ame mais uma vez, antes que eu volte para Chicago... – ela pediu, em um timbre de voz afetado.
- Assim você me tira do sério, anjo – ele respondeu com o timbre de voz rouco.
Emmett manteve o contato visual por alguns segundos antes de puxar os cobertores que cobria o corpo curvilíneo, deixando-o totalmente exposto aos seus olhos de amante apaixonado. A pegou no colo levando-a para o banheiro da suíte.
Antes mesmo de colocá-la de pé no chão, ele abriu o registro de água, permitindo assim que as gotas de água morna caíssem sobre suas cabeças.
Com cuidado ele a colocou no chão, passando as mãos no rosto de Rosalie, afastando algumas mechas dos longos cabelos dourados que lhe caiam aos olhos. Logo depois segurou o rosto dela entre suas grandes mãos enquanto a beijava com volúpia.
Rosalie deslizava suas mãos sobre as costas largas de Emmett. Esse, por sua vez, deixou uma de suas mãos percorrer toda a extensão do pescoço de Rosalie, alcançando os seios de mamilos rosados e enrijecidos, onde demorou um pouco mais, com toques firmes. Novamente suas mãos nervosas continuaram seguindo caminho, tocando cada parte daquele corpo de curvas exuberantes. Levou uma das pernas de Rosalie a altura de seu quadril unindo seu corpo ao dela em um único ato enquanto a olhava diretamente no fundo dos olhos.
Rosalie agarrou os fios curtos dos cabelos de Emmett enquanto era pressionada contra o mármore frio da parede do box; esse se encontrava envolto em uma nuvem de vapor que deixava tudo embaçado.
Envolvidos pelo desejo, arrebatados pelas carícias devastadoras, movidos sob arfadas e gemidos, chegaram juntos a ápice do prazer minutos depois. Emmett segurava o corpo mole de Rosalie em seus braços fortes enquanto respirava irregular por entre o vão do pescoço dela. A água morna e relaxante ainda caia sobre suas cabeças deixando-os ainda mais fadigados ao pós-sexo.
Concluíram o banho juntos, dedicando-se a cuidar um do outro...
Então foram ao closet onde Emmett a observou vestir cada peça de roupa escolhida, seguindo cada movimento. Sem dúvida McCarty estava aproveitando cada segundo ao lado dela antes que a mesma regressasse a Chicago.
Rosalie lhe sorriu enquanto colocava os brincos.
- Você é tão linda – sussurrou ele antes de começar se vestir.
Rosalie lhe tocou o rosto levemente após ter colocado os brincos. Ele fechou os olhos ao toque.
Após ter vestido uma boxer branca, Emmet lhe perguntou.
- Amor nós não usamos preservativos nenhuma vez. Confesso que me deixei levar... Isso não te preocupa?
Rosalie lhe sorriu.
- Não. Há muito tempo me vi na situação de ter que usar anticoncepcional injetável de uso mensal ou trimestral, para minha tranquilidade. Eu não quero ter que entrar no assunto que envolve isso... E quanto a qualquer outra coisa, quero deixar bem claro que confio totalmente em você.
Emmett lhe sorriu, revelando covinhas encantadoras antes de lhe dar um selinho.
- A propósito as brancas são as minhas favoritas – revelou passando os dedos no elástico da boxer que Emmett acabara de vestir.
- Não me provoque anjo... – ele sussurrou. – Ou do contrario, você perderá o voo...
Rosalie se afastou mantendo um sorriso sapeca no rosto. Observando-a se afastar, Emmett terminou de se vestir.
Depois disso, Rosalie conferiu suas malas, e Emmett as levou para o elevador. Logo depois as colocou no porta-malas de seu carro.
Tomaram café da manhã juntos no restaurante ali mesmo no quarteirão. O restaurante o qual Emmett sempre frequentava quando tinha tempo sobrando. Então após mais uma conferida no horário no visor do celular, Emmett foi levá-la ao aeroporto.
[...]
Aeroporto Internacional de Los Angeles, Lax.
- Amor, promete para mim que vai evitar ao máximo sair de casa sozinha. Que vai ser extremamente cuidadosa – disse Emmett logo após ter feito o check-in.
- Eu prometo – respondeu Rosalie, roçando seus lábios aos dele enquanto suas mãos se encontravam nos bolsos traseiros da calça que Emmett usava.
- Segundo a polícia de Chicago, Royce não deu indícios de que esteve por lá nos últimos dias. Ainda assim eu não confio naquele... – disse Emmett, fazendo carinho no rosto de Rosalie. – A qualquer atitude suspeita, por menor que seja, anjo. Não hesite em me ligar, e avisar a polícia. Promete para mim que vai seguir as instruções, ou do contrário, não deixarei você entrar naquele avião.
Rosalie lhe sorriu, embora o medo salpicasse seus instintos.
- Eu prometo amor. Palavra de escoteira.
- Mas você não é escoteira – ele respondeu.
- Mas eu já fui uma, quando criança. Eu deveria ter uns cinco seis anos – disse parecendo se divertir com a lembrança.
- Aposto que era a escoteira mais linda e corajosa de todas – disse Emmett, apertando a pontinha do nariz de Rosalie. – Tudo bem então, eu vou deixar você entrar naquele avião mesmo contra minha vontade. Eu te amo, anjo.
- Eu também te amo – Rosalie respondeu. – Ah e eu fui uma escoteira muito fofa – sorriu ficando na pontinha dos pés para beijá-lo, enquanto mantinha em uma de suas mãos a passagem para Chicago.
- Te vejo em breve, minha Rose – disse assim que Rosalie seguiu para o corredor de embarque, levando sua bagagem de mão. – Por favor, tenha cuidado – ele pediu mais uma vez.
Rosalie olhou para trás ao dizer.
- Mamãe vai estar me esperando no aeroporto, amor – fez questão de lembrá-lo.
- Te amo – fora o que ele respondera.
Rosalie lhe mandou um beijo antes de virar à esquerda e sair do alcance de sua visão. Emmett a deixara ir contra sua vontade. Contra seu instinto de proteção. Sabia o quanto poderia ser perigoso deixá-la longe de seus olhos, no entanto, não poderia privá-la de retornar a sua rotina. De viver...
Sentindo-se pela metade, Emmett deixou o aeroporto. Era incrível como Rosalie Lilian Hale era essencial a sua vida. Sem ela tudo lhe parecia incompleto. Tudo parecia dividido.
Entretanto, em breve seu anjo estaria de volta aos seus braços fortes e protetores. Somente então se sentiria completo novamente.
Notas finais
o/
Momentos de despedida do casal até um próximo encontro u.u
Rose volta para casa, será que o King Kong anda a espreita?
Vejo vocês nos reviews e quem sabe uma recomendação.
Beijo, beijo
Sill
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