Quando o Amor Acontece
78 Capítulo 78 - Obsessão
Notas iniciais
Boa leitura pessoal :)
Rosalie fora arrastada mansão adentro com uso de violência desnecessária. Inúmeros corredores vazios confundiam sua mente fazendo-a ter a impressão de que estava em um labirinto. Ali ela teve certeza de que seria extremamente difícil encontrar a saída, caso conseguisse fugir. Certamente era uma bela casa, porém, ainda em fase de decoração. Se realmente pertencia a Royce, ou não, isso ela não saberia dizer. Todavia jamais fora de seu conhecimento tal informação.
Após voltas e voltas ambos pararam em frente a uma porta dentre tantas outras próximo dali. Rosalie xingou-se mentalmente ao se dar conta de que sua bolsa, contendo o celular, havia caído em algum lugar em meio aquela ampla sala de estar vazia. Precisava encontrá-la, precisava manter o celular por perto. Muito provavelmente Royce King lhe torturaria se a encontrasse com o aparelho telefônico em mãos.
Enquanto sua mente trabalhava, tentando encontrar uma possibilidade de usar o celular, Rosalie só se dera conta de que fora atirada de encontro ao chão daquele quarto, quando seu corpo já dolorido colidiu na superfície dura lhe causando maior desconforto.
- Rose... – murmurou Vera, um tanto assustada, não acreditando que sua amiga teve mesmo a coragem e a ousadia de ir ao encontro de Royce King. Em um nanosegundo Vera estava ajoelhada no chão ao lado de Rosalie.
Completamente atrapalhada com a ansiedade do momento, Rosalie envolveu seus braços em volta do pescoço da amiga, que retribuiu o gesto, igualmente atrapalhada.
- Rose porque diabos você veio? Ficou louca? – Vera tocou levemente o rosto de Rosalie. – Você está machucada – constatou com apreensão.
- Você está bem mais machucada que eu – disse Rosalie, angustiada. – Me desculpa por isso. Você só está aqui por minha causa – afirmou. – Você, meio que entrou de gaiato no navio.
- Gaiato porcaria nenhuma. Eu sou sua amiga, Rose. Para mim você é a irmã que nunca tive, e eu vou te ajudar a se livrar desse louco. Pode apostar que sim...
Rosalie a interrompeu.
- Você vai me prometer que sairá daqui na primeira oportunidade que tiver.
Indignada Vera se afastou de Rosalie.
- Ah, mas não vou mesmo – contestou. – Rose ele tem planos horríveis. Só Deus sabe como pretende por todos eles em prática, e você é o alvo principal da jogada. A peça chave do tabuleiro. Eu aqui sou um mero peão.
- Vera, por favor, eu não vou conseguir viver com a culpa se algo acontecer a você. Tem ideia de como me senti quando ele ameaçou sua vida de forma tão banal? Eu não posso lidar com isso. Por Deus, quero que saia daqui sem olhar para trás na primeira oportunidade que tiver. E eu não vou mais negociar isso – foi categórica.
- Não, Rose. Definitivamente não. Desculpa, mas não posso fazer isso. Me repugna só de pensar. Eu só saio daqui com você. Estou com ódio mortal daquele infeliz. Deus eu jamais pensei que sentiria isso por alguém em toda minha vida – esbravejou ao ficar de pé. – Os tapas que levei doeram muito, mas isso passa. Só que ele me queimou com a ponta de um cigarro. Doeu pra caralho. Sem mencionar que ficarei com a marca para o resto de minha vida. Eu não sei lidar com isso. Ele me marcou como se eu fosse sua puta – esbravejou com escarnio. Rosalie abaixou a cabeça entristecida, então, Vera apressou-se a esclarecer. – Ai meu Deus Rose, não foi isso que eu quis dizer. Eu sei que ele deixou marcas em seu corpo, mas você foi vitima tanto quanto eu.
Rosalie se aproximou da amiga.
- Me desculpa Vera...
- Não tem porque se desculpar, Rose. Não é sua culpa que ele seja um louco.
- É minha culpa sim... – sussurrou. – Eu o trouxe um dia para minha vida. E agora ele quer devastar a todos, feito um furacão de categoria cinco – o mais devastador segundo a escala de furacões de Saffir-Simpson.
- Para Rose, não quero ficar ouvindo isso. Por favor, pare de se culpar. Você não tem culpa desse infeliz ser quem é. Mas me responde uma coisa. Você viu o Christopher? Me preocupa o fato de que esse louco, queira usá-lo para me atingir. Christopher tem que ficar fora disso. Ele é um garoto totalmente centrado. O orgulho dos pais. Não quero que ele cruze a caminho desse maníaco.
- Não se preocupe Vera, Christopher está bem. Ele ligou para mim hoje mais cedo. Antes de Royce me coagir. Ele só está preocupado com seu sumiço, assim como eu estava. Mas me diz como você veio parar aqui? – Rosalie andou de um lado para o outro dentro daquele quarto vazio.
Vera mexeu os ombros, como se tivesse tido um calafrio.
- Eu saí da facul com o Christopher, almoçamos juntos, depois avisei para ele que iria a sua casa. Estava tão curiosa para saber as boas novas. Sabe, Los Angeles, você, Emmett, sozinhos... – Vera esboçou um sorriso. – Mas aí no meio do trajeto fui interceptada por dois carros com vidro escuro. De dentro do tal carro desceu um filho de uma vaca que esfregou uma porcaria em meu nariz. Puta merda como aquilo era forte. Aí, buh, a Vera aqui teve seu “boa noite cinderela” – Vera gesticulou fazendo aspas. – Quando acordei já estava aqui e amarrada. Ai o infeliz do Royce apareceu e começou a me agredir, falando obscenidades. Há quanto tempo você está aqui, Rose? Eu meio que perdi a noção do tempo trancada nesse lugar. Ele abusou de você outra vez? – perguntou só agora se dando conta de que a roupa que Rosalie usava estava rasgada, deixando a mostra seu sutiã.
- Graças a Deus algo aconteceu, e, eu fui salva pelo gongo. Temo que nossa conversa amena aqui, não perdure. Ele virá a qualquer momento Vera. E o pior, seremos nós duas... – disse Rosalie com grande angustia. – Tem muita gente fazendo trabalho sujo para ele. Vão nos manter presas para que o chefe faça o que bem entender. Estamos à mercê de um psicopata.
Vera fez uma expressão de repulsa.
- Se ele ousar fazer o que prometeu... Eu juro Rose. Apodreço na cadeia, mas acabo com ele na primeira oportunidade. Não vou permitir de jeito nenhum que ele toque em meu corpo, mais do que já tocou. E na minha frente ele não vai abusar de você. A menos que ele me mate porque não facilitarei as coisas para ele.
- Vera este lugar tem muito pau-mandado, nós nunca seremos páreo – disse Rosalie, olhando em direção à porta que se encontrava trancada.
[...]
Mansão Cullen...
- Em algum momento uma das duas vai tentar entrar em contato – disse Emmett com convicção.
Carlisle assentiu, apertando a mão da esposa, transmitindo confiança.
Havia dois policiais junto à família na sala de estar. Um estava de pé ao lado do aparelho telefônico com a escuta. O outro estava de pé no hall de entrada.
Carmen, agora, conversava com Eleazar que chegara da delegacia há poucos minutos.
Impaciente, Emmett caminhou alguns passos em direção ao hall. O policial que ali estava fez um aceno com a cabeça. Rapidamente Esme ficou de pé.
- Para onde você está indo, querido?
Emmett parou, e devagar virou para olhá-la.
- Eu vou encontrar a Rose – afirmou com grande convicção. – Não posso ficar sentado aqui sabendo que ela está precisando de mim...
- Mas não temos ideia para onde ele as levou, Emmett... – com essas palavras, Emmett presenciou o desespero nos olhos daquela mãe.
Com a cabeça levemente inclinada para o lado, Emmett sussurrou.
- Eu vou trazer sua filha de volta para seus braços, Esme. Isso é uma promessa.
- Não vá Emmett. Há muitos policiais fazendo isso, por favor, fique – pediu angustiada. Seu coração materno temia pela segurança de Emmett tanto quanto das garotas. Temia que Emmett fosse machucado tentando resgatar sua filha, e todos acabassem sofrendo com isso. Especialmente Rosalie.
- Desculpa Esme, mas preciso sair e tentar fazer algo. Esse sentimento de incapaz, não é para mim. Eu vou encontrá-las e trazê-las de volta. Já temos certeza de que Royce não as tirou de Chicago, temos isso a nosso favor. Vou procurar pistas em locais onde os policias ainda não estiveram – olhou para Carlisle. – Você se importa de me emprestar o seu carro?
Carlisle assentiu, prontamente ficou de pé indo pegar a chave do veículo na mesinha do hall, passando para as mãos de Emmett.
- Tenha cuidado, e, por favor, não tente nenhuma besteira. Qualquer coisa avise aos policias. Gostaria que me avisasse também. Sei que está muito preocupado com a minha filha, mas não quero vê-lo bancar o herói sozinho. Quero todos em casa em segurança, por isso seja prudente. – Carlisle avisou.
- Eu serei cuidadoso, Carlisle – disse Emmett. – Meu celular vai estar o tempo inteiro disponível, qualquer coisa não deixe de me avisar.
- Não se preocupe Emmett lhe manteremos informado – confirmou Carlisle, retornando para o lado da esposa.
Emmett se retirou do interior da mansão indo para a garagem em busca do veículo do seu sogro. Lá ele notou a presença do carro de Rosalie – ele tinha tanto da personalidade dela –, talvez fosse bom ir com ele, mas como já estava com a chave do carro de Carlisle, decidiu seguir em frente.
Antes de sair falou brevemente com alguns policiais que estavam em frente ao grande portão de ferro ornamentado da mansão Cullen. Ignorou a imprensa que cercara o veículo em busca de informações. Sem saber ao certo para onde ir, Emmett apenas saiu pelas ruas de Chicago. Talvez fosse interessante percorrer algumas ruas de bairros ainda não visitados pelos policiais.
Ficar sentado apenas à espera por noticias estava fazendo-o sentir-se inútil. Tudo o que queria era encontrar o seu anjo e mantê-la em segurança.
[...]
Rosalie falava com Vera quando à porta do quarto onde estavam sendo mantidas reféns fora aberta de supetão. Ambas se assustaram, recuando alguns passos.
- O chefe quer vê-las – informou Elliot. Assim que esse entrara no cômodo, mais três surgiram logo atrás, eram eles Connor, Caled e Gavin.
Em um ato inconsciente Rosalie e sua amiga Vera deram as mãos, sentindo a adrenalina e o medo percorrer suas veias. Seria esse o momento em que ambas as amigas enfrentariam o mesmo tormento?!
Os comparsas se dividiram na tarefa de conduzi-las até Royce King. Gavin e Caled seguravam Vera, Connor e Elliot seguravam Rosalie. Ambas tiveram suas bocas fechadas com ajuda de uma fita adesiva de cor prata.
As amigas, vítimas da violência e do medo, resistiram até o último momento. Debateram-se durante todo o percurso, mas fora totalmente em vão. Foram conduzidas escadas acima com empurrões e puxões.
Rosalie olhou para sua amiga Vera, com os olhos esbugalhados de pânico e tensão. Os olhos de Vera não estavam diferentes dos seus. Ambos percorreram um extenso corredor, virando a esquerda pararam em frente a uma grande porta dupla, que fora aberta sem que precisassem anunciar a chegada.
No interior daquele cômodo estava nada menos que Royce King sentado em um sofá chesterfield de couro preto. Agora usando outra roupa, cabelos bem penteados. O aroma de seu perfume caro invadindo o olfato dos recém-chegados. Um sorriso sádico se formou em seus lábios de traços finos. Um copo de uísque em uma das mãos dava o toque final em sua pose aristocrata.
Os olhos castanhos intenso da jovem Rosalie Hale olharam em volta, em busca de um reconhecimento prévio do local. Sem duvida alguma era a suíte master. Ostentada em puro luxo, muitos detalhes em dourados, que Rosalie poderia jurar ser ouro legitimo. Um dos poucos locais daquela mansão com decoração completa. Isso deixava claro para Rosalie que a mansão estava em fase de decoração, e sem pressa.
Royce fez sinal para que seus comparsas entrassem arrastando suas vitimas consigo. Rosalie e Vera foram guiadas até duas poltronas que ali estavam meramente fazendo sua parte na decoração. Ali foram amarradas contra vontade. Vera se debatia desesperadamente, murmurando coisas indecifráveis devido à mordaça, Rosalie poderia jurar que não eram coisas bonitas de se ouvir.
Rosalie tinha lágrimas no rosto, denunciando seu medo. Já não se debatia mais, seu corpo estava exausto, ela sabia que não podia fazer mais nada...
- Podem se retirar – Royce esbravejou para seus comparsas – ficou de pé. – Vão fazer o que quiserem desde que não voltem para me interromper até segunda ordem – olhou em direção as duas que estavam bem amarradas em poltronas distintas. – Minha diversão está para começar – ironizou, então, fechou a grande porta dupla da suíte master.
Virou-se voltando sua atenção para ambas às vitimas. Repousou o copo de uísque em uma mesinha de tampo de vidro ao lado da porta. Andou alguns passos se aproximando de Rosalie.
- Está vendo só princesa do gelo, que magnifico. Hoje teremos companhia. Vamos compartilhar nossa diversão com essa cadela que você chama de amiga. Até que ela é bem gostosinha...
Vera se debateu horrores naquela poltrona de luxo. Seus pulsos doíam exageradamente, devido seu esforço em se libertar.
“Vai para o inferno seu verme imundo”, pensou Rosalie, uma vez que sua boca estava amordaçada.
Vera murmurava coisas indecifráveis. Sua raiva era nitidamente assustadora.
“Seu puser minhas mãos em algo cortante, juro que corto o seu pau. Seu filho de uma cadela insana”, pensou Vera. Certamente ela teria gritado a plenos pulmões caso pudesse.
- Humm... Que maravilha, minhas vadias favoritas estão com medinho – ironizou. Se aproximando de Rosalie tocou-lhe os cabelos dourados, encostando uma mecha em seu nariz sentindo o aroma inebriante. Royce aspirou profundamente, chegando a fechar os olhos. Um gemido doentio escapou de sua garganta. Rosalie fechou os olhos com força, sentindo o ódio e o medo se confundindo drasticamente. – Você é dolorosamente gostosa, princesa do gelo – rosnou entre dentes. – Mas, acho que irei abrir uma exceção. Vou começar me deliciando com sua amiguinha. Quem sabe assim você se anima princesa do gelo – aproximou os lábios para beijar a bochecha direita de Rosalie, no entanto, ela virou o rosto rapidamente.
“Filho de uma vaca, maldito”, gritou Rosalie, mentalmente. Seus olhos castanhos aflitos, refletindo o medo.
Um pouco afastada de Rosalie estava Vera, lutando para se libertar. Royce andou em direção a ela a passos lentos e olhar perverso. Não esquecendo de mencionar, seu sorriso sádico.
“Desgraçado, não ouse encostar essas suas mãos imundas em mim”, gritava Vera, mentalmente.
Royce começou a desamarrá-la, sempre fazendo questão de tocar em sua pele macia. Vera parecia feroz, lutando contra as mãos de Royce King, que pareciam estar em todos os lugares. E afinal o que ele era? Um homem ou uma tarântula peçonhenta?! Royce puxou a fita adesiva da boca de Vera de uma só vez.
- FILHO DE UMA VACA! – Vera esbravejou a plenos pulmões.
Royce a segurou pelos pulsos empurrando-a para a grande cama de casal no centro do quarto. Vera tentava escapar, mas estava tão cansada. Suas forças estavam esvaindo.
- NÃO TOQUE EM MIM – gritou Vera, rastejando de costas sobre a grande cama, tentando escapar das garras de seu opressor.
Com uma risada doentia, Royce King a segurou pelos tornozelos.
Atada à poltrona estava Rosalie, prestes a ser obrigada presenciar Royce King violentar sexualmente sua melhor amiga. Céus como poderia agir quando tudo que conseguia era que seu coração batesse cada vez mais rápido. Seu corpo estava em chamas. Adrenalina possuindo suas entranhas minuto a minuto.
“Deixe-a em paz”, pedia mentalmente. Se ao menos não estivesse com aquela mordaça que a impedia de protestar a plenos pulmões, talvez, fosse ouvida.
No instante em que Royce puxou Vera pelos tornozelos, os olhos da jovem assustada varreram a mesinha de cabeceira, onde sacou um objeto decorativo, feito da melhor porcelana. Royce King deslizava suas mãos por toda extensão das pernas de Vera quando foi atingido pelo objeto em sua cabeça. Caiu de lado, sentindo uma leve tontura acompanhada de dor.
Vera aproveitou o momento de fraqueza de Royce King e saltou fora da cama. Suas pernas pareciam feitas de gelatina o que ocasionou um baita tombo ao pisar no chão. Rosalie assistia a tudo com os olhos esbugalhados. Logo que conseguira ficar de pé, Vera correu até Rosalie, passando a desamarrá-la imediatamente. Suas mãos tremiam exageradamente, dificultando assim seu trabalho.
Os olhos de Rosalie estavam de Royce caído na cama para Vera em um nanosegundo.
Assim que Vera desamarrou os pés de Rosalie e uma das mãos, Royce King ficou de pé. Rosalie esbugalhou os olhos instantaneamente, então, Vera olhou para trás. Rapidamente correu para o lado oposto ao que estava em busca de algo que pudesse usar para se defender.
Royce correu atrás de Vera, seus olhos transbordando ódio e luxuria. Rosalie ficara tão assustada que paralisou, sentindo algo estranho em seu estomago.
- SUA CADELA – gritou Royce, estendendo a mão par alcançar Vera em uma tentativa falha. – Você vai urrar de dor quando eu foder duro, rasgando você por dentro – esbravejou se jogando em direção a Vera derrubando-a. Logo ambos estavam ao chão, Vera rastejou tentando manter distancia. Entretanto Royce segurou em ambos seus pés. Vera gritou, baseada no medo e na angustia de se ver encurralada.
O grito assustado de Vera fez Rosalie voltar a si. Rapidamente desamarrou sua mão que ainda estava presa, embora estivesse usando apenas uma das mãos, não fora tão difícil. Era em momentos assim que Rosalie agradecia por ter sido escoteira na infância. Só então retirou a fita adesiva que a impossibilitava de falar.
Enquanto isso, Vera digladiava com Royce King.
Royce a esbofeteou algumas vezes antes de erguer o vestido floral, em tons de cinza e rosa pálido – estilo romântico –, que Vera usava.
- ME LARGA – gritava Vera no auge do desespero.
Royce prendeu seus dedos longos no elástico fino da lateral da peça intima que Vera usava e agilmente a rasgou. Atirou a pequena peça em um canto qualquer. Sorriu consigo mesmo, notando que ela estava recentemente depilada. Vera tentou manter suas pernas cruzadas o máximo que seu corpo permitia, mas Royce King estava obcecado. Forçando as pernas de Vera ele introduziu um dedo no interior quente do sexo dela.
Vera gritou desesperadamente, cravando as unhas no braço de Royce. Lágrimas rolaram em seus olhos quando Royce introduziu violentamente outro dedo.
- MALDITO, DESGRAÇADO. EU TE ODEIO – gritava Vera. Um soluço escapou em sua garganta, sem que se desse conta, estava chorando desesperadamente.
Royce tentava separar ainda mais as pernas de Vera, com movimentos brutais. Agilmente ele abaixou suas próprias calças, levando a cueca boxer preta junto, libertando o seu sexo pulsante.
E nesse momento Vera implorou.
- Não, por favor, não faça isso – o desespero no auge. Uma verdadeira miríade de sentimentos angustiantes.
Royce King acariciou seu membro enrijecido, enquanto se alimentava do medo e da angustia que Vera estava sentindo. Esbofeteou fortemente o rosto dela, antes de se inclinar sobre o corpo já sem forças para lutar.
- MALDITO SEJA – gritou Vera, buscando forças para continuar lutando.
E em meio a tanta adrenalina, ela já não tinha mais fé de que sairia dali sem grandes traumas...
Notas finais
Mas as amigas estão ali, prontas para estender a mão uma para a outra o/ Chupa essa manga King Kong.
Bem, no próximo continuamos, tinha dado 25 pg no total ai acabei dividindo, estava muito grande.
Digam o que acharam sim?!
Postei fic nova, meu mais novo xodozinho, passem lá e confiram:
http://fanfiction.com.br/historia/328735/A_Gotinha_De_Amor_Que_Faltava/
Beijo, beijo
Sill
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