Notas iniciais
Como já insinua o titulo, uma confusãozinha básica os espera...
Boa leitura :)

Na garagem subterrânea do prédio, Emmett e Rosalie andava a passos curtos, o salto do sapato de Rosalie fazia o barulho seguido de eco, denunciando sua chegada. Ao se aproximar do veículo, Emmett desativou o alarme e abriu a porta do carona para que ela entrasse.

Emmett dava a volta em torno do veículo, quando um carro de luxo – tanto quanto o seu –, parou em uma das vagas. Uma jovem mulher de cabelos em um tom de loiro acinzentado, olhos azuis, saíra do veículo segurando uma pasta de documentos em mãos. Depois de fechar a porta de seu veículo a jovem mulher acenou para Emmett cumprimentando-o educadamente. Elegância se resumia a seu modo de andar, gesticular e até mesmo falar.

- Olá McCarty, como vai?

Emmett acenou de volta, com a mão que segurava a chave do carro.

- Olá Madison. Acabei de ver a Madelayne no play.

- Irei agora mesmo chamá-la para subir. Preciso falar com ela. Até mais McCarty.

- Até mais Madison – Emmett respondeu ao abrir a porta do carro.

Observando Emmett pôr a chave na ignição, Rosalie mencionara.

- Parece simpática.

- Não se engane anjo. Por trás dessa simpatia se esconde uma mulher autoritária e preconceituosa que se alimenta de humilhar o próximo.

- Como você sabe? – Rosalie perguntou olhando-o de soslaio.

- Mady conta para Alice, que conta para mim – respondeu manobrando o veículo.

- Que coisa chata. A filha é tão adorável – disse Rosalie olhando em direção à porta por onde a mãe da pequena Madelaye se retirou da garagem. – Mas e então, amor, onde iremos almoçar?

Emmett retirou uma das mãos do volante e acariciou a nuca de Rosalie.

- Você escolhe anjo.

- Ok. Então podemos ir ao Cecconi’s. Tudo bem pra você, ursinho?

- Comida italiana, hein – Emmett sorriu.

- Claro, e das boas – disse Rosalie sorrindo.

Colocando a mão de volta ao volante, Emmett virou a esquina.

- Amor, eu esqueci de mencionar antes, que tenho treino hoje ás dezesseis horas. Então depois do almoço, agora são – olhou no painel –, quatorze horas e treze minutos. Tudo bem para você se eu te deixar com a Bella e a baixinha? Assim que sair do treino passo lá para te pegar.

- Não tem problema algum, amor. Irei adorar passar umas horinhas conversando com elas. Só tem um probleminha – fez beicinho propositalmente.

- O quê, anjo?

- Sentirei sua falta.

- Sabe o quanto me deixou com vontade de beijar esse biquinho agora, anjo? Não faz isso comigo... Acho que não irei conseguir me concentrar no treino, pensando em você. Amanhã tem jogo no Staples Center. Se você estiver afim, de assistir em um dos camarotes vips na companhia de Bella e da baixinha. Terei prazer em levá-las.

- O que? Mas é claro que eu quero ir. Mal posso esperar para vê-lo em quadra novamente. Tenho tantas lembranças boas de quando nos encontramos no United Center, em Chicago. Aquele dia foi muito especial para mim, ursinho – confessou parecendo viajar nas memórias.

- Especial, são todos os momentos do dia em que estou com você, minha marrentinha linda.

Rosalie lhe sorriu.

Em frente ao Cecconi’s, 8764 Melrose Avenue, West Hollywood, Emmett estacionou, aguardando pelo manobrista que não demorou míseros segundos para se apresentar.

Ao mesmo tempo em que Emmett abriu a porta do veículo o manobrista fez menção de abrir a mesma para ele. Emmett lhe entregou a chave do carro e deu a volta em torno do veículo para abrir a porta do carona para que Rosalie saísse. Emmett lhe sorriu antes de fechar a porta novamente.

De mãos dadas o casal entrou no restaurante, sendo recebidos pela recepcionista e conduzidos à mesa desejada.

- Obrigado! – ambos agradeceram.

Emmett puxou a cadeira para que Rosalie sentasse.

- O metre virá dentro de alguns minutos lhes apresentarem a carta de vinhos. Com licença – a jovem se retirou no momento em que o garçom veio anotar o pedido. No momento em que o garçom se retirara o metre se apresentou com a carta de vinhos, sugerindo alguns de sua preferencia.

Emmett aceitou uma das sugestões. – Fez uma boa escolha senhor. – o metre se retirou indo buscar a garrafa de vinho na adega.

Alguns minutos depois o almoço fora servido. O metre retornou trazendo o vinho. Serviu as taças, deixando a garrafa sobre o suporte. Com um cumprimento educado se retirou.

Durante o almoço, Emmett e Rosalie conversaram um pouco mais sobre suas vidas, sobre suas escolhas. Tudo isso em meio a carícias discretas. Depois da sobremesa, Emmett pagou a conta e foram esperar o manobrista trazer o carro.

Enquanto isso, Emmett brincava com a mão de Rosalie, mexendo no anel de compromisso que dera para ela dias atrás, na casa de seus pais, em Chicago.

- Sabe o quanto te amo, não sabe?! – Rosalie sussurrou, fazendo um carinho no rosto de Emmett com sua mão livre.

- Não mais do que eu amo você – ele respondeu lhe dando um selinho demorado.

Sobre o ombro de Rosalie, Emmett viu o manobrista se aproximar trazendo a chave do carro. Rosalie virou-se ficando de frente para o rapaz. Esse, por sua vez, entregou a chave para Emmett, que agradeceu enquanto Rosalie se aproximava do veículo, tendo a porta aberta pelo jovem manobrista.

Enquanto Emmett dirigia, Rosalie mexeu no aparelho de som pondo uma música para tocar. Emmett lhe sorriu, olhando de soslaio.

Alguns minutos depois, ele estacionou em frente ao prédio onde suas irmãs, Isabella e Maria vivem – dividindo o mesmo apartamento. –, e sua irmã, Alice, estava lá de visita.

Sem sair do carro, ele pegou o celular e ligou para Isabella.

- Oi, Emm – disse Isabella do outro lado da linha.

- Oi Bella, estou aqui em frente ao prédio. Você pode descer e vir receber a Rose?! Não posso subir, estou atrasado para o treino.

- Ok. Já estou descendo – aceitou deligando o telefone.

- O irmão urso está lá embaixo é? Porque ele não subiu ou interfonou?

- Ele só veio trazer a Rose. Está atrasado para o treino – informou Isabella, calçando os tênis. – Eu já volto!

- Ok – Alice respondeu enquanto conversava com Jasper, online. – Hei Bellita – Alice a chamou antes que ela saísse do apartamento. Isabella virou para olhá-la. – Será que já rolou? – questionou.

- Ah, fala sério, Alice! – Isabella exclamou. – Larga a mão de ser enxerida – resmungou ao sair do apartamento deixando Alice sorrindo.

[...]

Enquanto isso, em frente ao prédio – já fora do carro –, Emmett falava com Rosalie.

- Se por acaso a Maria aparecer e começar a fazer provocações, apenas ignore amor.

- Eu não me importo se ela me insultar, mas em hipótese alguma irei tolerar que insinue algo sobre você. Sobre o que sentimos um pelo outro – Rosalie afirmou.

- Deixe ela falar, amor. Só ignore. Mal posso esperar para sair do treino e vir te buscar. Estou parecendo um adolescente enfeitiçado – sorriu de si mesmo. Com as mãos acariciando a cintura de Rosalie, ele perguntou. – Vai querer jantar fora a noite?

- Não. Quero apenas ficar com você, de preferencia abraçadinha. Podemos apenas pedir uma pizza. Porque você vai estar com fome depois do treino.

- Está perfeito então.

Antes que Emmett falasse mais alguma coisa, Isabella apareceu em frente à portaria do prédio.

- A Bella chegou – Emmett avisou para Rosalie, que estava de costas para aportaria.

Isabella se aproximou com um sorriso amigável. – Oi Rose! – cumprimentou com um beijo na bochecha.

- Oi Bella – Rosalie saudou, igualmente sorrindo. – E Alice, onde está? – perguntou curiosa com o fato de Alice não estar saltitando ao lado de Isabella.

Isabella olhou para o irmão. – Oi Emmett – voltando a atenção para Rosalie, respondeu. – Alice está falando com Jasper, via chat. Ele está fingindo trabalhar enquanto fala com ela.

- Ah, sim, isso explica ela não ter descido também – disse Rosalie.

- Eu vou para o treino e a Rose vai ficar aqui com vocês. Não seria agradável deixá-la sozinha no meu apartamento, já que vocês não estão fazendo nada. Se vocês saírem, só me fala antes para onde estão indo. Preciso saber onde a Rose está, é para a segurança dela. Você sabe o quanto isso é importante, não sabe Bella?! – se referiu ao fato de Royce King estar foragido e ser uma ameaça à vida do seu anjo.

- Eu sei. Não se preocupe, qualquer coisa te envio uma mensagem, assim quando você terminar o treino possa ler.

- Certo, eu vou indo então – segurou o rosto de Rosalie entre as mãos e lhe deu um beijo apaixonado.

Isabella, constrangida coçou a nuca pigarreando. Emmett abriu os olhos olhando para a irmã, como se dissesse “fica quieta”.

- Te vejo mais tarde, amor – sussurrou para Rosalie. – Tchau Bella, até mais tarde – deu um beijo na testa da irmã antes de entrar no carro.

Rosalie acenou para Emmett, antes de entrar no prédio ao lado da cunhada. Quando olhou novamente para trás, o carro dele já não estava mais lá.

- Eu sabia que apenas você conseguiria tirar o meu irmão da fossa que ele estava antes – disse Isabella assim que entraram no elevador.

Rosalie sorriu satisfeita com a constatação da cunhada.

- Sabe o quanto amo o seu irmão, não sabe Bella?! Eu sinto muito mesmo, pelo o que aconteceu com a ex dele. Mas eu o amo incondicionalmente e não consigo deixar de estar feliz ao lado dele.

- Não se preocupe Rose. Eu entendo que vocês são almas gêmeas predestinadas a ficarem juntas, quanto a isso não se pode lutar – o elevador parou no andar especifico. Juntas saíram indo em direção à porta do apartamento.

Assim que Isabella abriu a porta, Alice veio correndo encontrá-las, e abraçou Rosalie.

- Oi Rose! E aí, hein? Como está sendo ficar a sós com o irmão urso? Humm... Conta pra gente vai – os olhos de Alice brilhavam em expectativa.

- Alice... – Isabella murmurou.

Rosalie afastou uma mecha de seus cabelos dourados para trás da orelha, um tanto sem jeito.

Alice insistiu. – Não precisa entrar em detalhes. Só diz se rolou ou não. Ai Bellita até parece que você e Edward nunca... É você sabe. Bem, comigo e o Jazz ainda não rolou, mas tudo em seu tempo, baby – tagarelou naturalmente como se estivesse falando da roupa que iria vestir.

Rosalie e Isabella a encararam sem mencionar uma palavra. Então ela prosseguiu.

- Seja bem vinda ao apê das minhas irmãs, Rose. Eu estava falando com o Jazz, mas ele correu porque o pai dele quase o pegou no flagra enrolando no serviço.

- Alice você não tem jeito mesmo – disse Rosalie, sorrindo da maneira como a cunhada disparava a falar.

Ambas foram para a sala de estar onde Alice sentou-se ao lado de Rosalie e Isabella no sofá oposto.

- Você não vai mesmo me dizer se rolou né? – Alice insistiu.

- Alice fica quieta – Isabella repreendeu.

- Ai Bellita, eu preciso saber, afinal, ele é meu irmão. Preciso saber as intenções da Rose com ele.

Isabella e Rosalie não conseguiram ficar serias diante do que acabara de ouvir.

- Não deveria ser o contrario? – Isabella sugeriu.

- Ah, sei lá... Minha experiência nisso é basicamente nada – constatou Alice com uma gargalhada sapeca.

Isabella e Rosalie riram ainda mais.

- Eu não sei onde está a graça – resmungou fazendo beicinho.

- Nossa, Alice, imagina se você fica com esse bico para sempre?! – Rosalie brincou.

- Ah sua palhaça – Alice desfez o bico, batendo com uma almofada na cabeça de Rosalie.

Enquanto ambas sorriam, a porta do apartamento fora aberta. Maria acabara de chegar segurando uma pasta de documentos. Sua expressão nada amigável, talvez, seu dia tenha sido estressante.

- Que zona é essa em minha casa, posso saber? – resmungou do hall de entrada, se referindo aos risos que ecoavam pelo apartamento.

Ao chegar à sala de estar se deparou com as três tentando segurar o riso.

- O que ela está fazendo aqui? – perguntou para Isabella. Se referindo ao fato de Rosalie estar em seu apartamento sem o seu consentimento.

Nesse momento todas pararam de rir.

- Uma visita ué – Alice respondera.

Isabella ficou de pé, pronta para declarar a paz entre todos.

- Emmett a trouxe. Não vai cumprimentá-la? – perguntou com olhar suplicante, implorando mentalmente por um pouco de educação da parte de sua irmã mais velha.

Rosalie ficou de pé para cumprimentá-la mesmo sabendo que, talvez, Maria não fizesse o mesmo.

- Olá Maria. É bom vê-la novamente.

- Jura?! Pena que eu não posso dizer o mesmo. – Maria zombou extremamente irônica.

- Para com isso, Maria – Isabella pediu totalmente envergonhada.

- Deve ser a TPM – Alice sussurrou para Rosalie.

Maria andou de um lado para outro, irritada. Talvez, tentando controlar sua raiva.

- Toda vez que ela aprece na vida de Emmett, ele perde a cabeça. Age sem pensar. Por causa dela, ele desistiu de Melinda, por causa dela, ele não esteve ao lado de Melinda quando essa mais precisou. Por causa dela, ele chegou a tempo apenas de pedir um misero perdão. – Maria praticamente gritava para Isabella, só que apontando o dedo para Rosalie.

- Ela que abriu mão de seu irmão – Rosalie cuspiu as palavras, irritada.

- O que você sabe sobre isso? – Maria rebateu de volta.

- O bastante para estar ao lado do homem que eu amo. Antes de conhecê-la, Emmett já me amava.

Alice e Isabella observavam a discussão com olhos esbugalhados.

Maria chegou mais perto. – Você o influenciou como o canto de uma sereia. Uma maldita sereia. Depois que meu irmão te conheceu, ele nunca mais conseguiu ser completo com outra pessoa.

Rosalie interrompeu. – Então você admite que ele sempre me amou – ela agora estava com o nariz empinado.

Maria riu sarcástica. – Você está tentando ocupar o lugar de outra pessoa.

- Faça-me o favor – Rosalie se exasperou. – Você está enganada. Esse lugar na vida de Emmett, sempre foi meu. Se existe alguém que estava ocupando o lugar de outra pessoa esse alguém era ela.

Alice e Isabella olhavam de um lado para outro, como se estivessem seguindo uma bola de pingue-pongue.

- Não venha me dizer que estou errada dentro de minha própria casa – Maria esbravejou, apontando o dedo na cara de Rosalie.

Em um gesto hábil, Rosalie segurou a mão de Maria fazendo-a retirar o dedo de sua cara imediatamente.

- Não ponha esse dedo na minha cara – Rosalie exigiu. – Quem você pensa que é para fazer isso?!

Cheia de raiva da atitude de Rosalie, Maria a esbofeteou com sua mão livre. Rosalie devolveu o tapa quase que instantaneamente.

- Eu já levei muito na cara, de um homem covarde e inescrupuloso, mas se pensa que vou abaixar a cabeça para você. Você está totalmente enganada – afirmou Rosalie.

Em questão de segundos ambas se agrediam, agora, fisicamente. Em meio a toda confusão esbarravam em alguns objetos derrubando-os.

- Parem com isso, as duas, já! – Isabella gritou se metendo no meio da briga. – Alice me ajuda! – pediu, pois Alice estava estática ao lado de um dos sofás.

Depois de tapas e aranhões a briga fora contida, permanecendo apenas no verbal.

- Enquanto a outra estava sofrendo, vocês estavam de beijinhos – Maria provocou. – Ela sofreu naquele hospital sabendo que o homem que ela amava estava nos braços de outra.

- Ela o empurrou para mim... – Rosalie deixou a frase solta no ar.

- Só porque ela não quis que ele a visse morrendo, não quer dizer que ela jogou ele para você – Maria rebateu.

- Você não sabe de nada... – Rosalie cuspiu as palavras.

- Ah, não, então me fala. Sou toda ouvidos. O que a filhinha do papai oxigenada sabe que eu não sei, vamos, me fala?! Estou muito interessada em saber, e quem sabe Emmett também.

Rosalie sorriu nervosa. – Não vou ficar aqui julgando as atitudes de quem só queria o bem do seu irmão, o bem do homem que eu amo, e tenho plena consciência de que ele também me ama. O que aconteceu com Melinda foi uma fatalidade e eu não tenho culpa se o destino assim o quis. Eu amo seu irmão entenda isso. Só quero fazê-lo feliz, mas você parece que quer o contrario. Acabou, deixe-o seguir em frente. Pare com essas atitudes que só vai magoá-lo. Você se acha a dona da verdade, mas você está equivocada. Porque implica tanto comigo desde que nos conhecemos em Norristown? O que eu te fiz?

- Ah, você não sabe. Vejam meninas ela não sabe?! – Maria ironizou falando para Alice e Isabella. – Então eu vou te explicar. Você entrou em nossas vidas com seu ar de garota rica fazendo meu irmão se sentir inferior, e crescer se sentindo um zero a esquerda. Foi isso que você fez – Maria estava do outro lado da sala com Isabella em sua frente fazendo uma barreira, para essa não se aproximar de Rosalie e a agressão física se iniciar novamente.

Rosalie ficou incrédula diante da acusação da cunhada.

- Por acaso não seria você que sentiu isso? Por isso não quer e nunca quis seu irmão ao meu lado? Como se sentiria se Emmett, por acaso, infernizasse sua vida com seu namorado? Me fala?!

- Não se meta em minha vida pessoal – Maria exigiu.

- Então você não se meta na minha – Rosalie revidou. – Me desculpa se algum dia você se sentiu inferior, por meu pai ter mais condições financeiras que o seu naquela época. Nunca foi minha intenção fazê-la se sentir assim, porque mesmo que você não acredite, eu não preciso nem nunca precisei fazer ninguém se sentir miserável apenas para fortalecer o meu ego.

- Não diga asneiras, garota. Eu jamais me senti inferior... Só nunca gostei de você, e fim de papo.

- Ok. Se a senhora dona da verdade está dizendo, vamos deixar assim... – disse Rosalie passando as mãos nos cabelos bagunçados.

- Saia da minha casa, agora – Maria exigiu cheia de raiva.

- Não, eu não vou sair, até que seu irmão venha me buscar. Porque ele ficaria preocupado se isso acontecesse. Ficaria me procurando por toda a cidade.

- Está vendo o que você exerce sob o meu irmão?! Se você sumir por uma hora, já é o suficiente para ele ficar louco. Vai achar que te aconteceu algo. Isso o preocupa e a mim também. A hipótese de meu irmão cometer um crime e destruir a vida dele por sua causa vive me atormentando.

- Se está se referindo a Royce. Saiba que jamais vou permitir que seu irmão faça uma besteira desse tamanho. Eu entendo sua preocupação quanto a isso, só não me condene...

Maria respirou fundo, soltando o ar devagar. – Olha garota, você pode ficar aqui, até ele vir te buscar. Não quero que meu irmão saia do treino correndo por sua causa. Mas não vou ficar olhando para sua cara, pra mim já deu – disse virando as costas para Rosalie, indo em direção a seu quarto.

Alice e Isabella estavam chocadas.

- Nossa! O que foi tudo isso?! – Rosalie questionou a si mesma, sentando-se no sofá.

- Maria pirou de vez – Alice resmungou para si mesma, assim como Rosalie.

- Desculpa Rose – Isabella se desculpou envergonhada.

- Tudo bem meninas, mais cedo ou mais tarde isso iria acabar acontecendo, ela nunca foi com minha cara mesmo...

Em meio a tanta loucura enfim as três puderam relaxar novamente. No quarto, Maria tentava o mesmo, relaxar, abstrair a confusão que ficava martelando em seus pensamentos.

Notas finais
Ai gente que confusão foi essa com a Maria e a Rose, hein? Uma cutucada legal hahahaha
O que será que vai acontecer se Emmett ficar sabendo da afronta? Façam suas apostas.
Para quem quiser ler, eu postei um texto, tipo, uma one na categoria originais: http://fanfiction.com.br/historia/274967/O_Amor_Perdido_De_Brooke_Harrison/
Bem, acho que é isso :)
Vejo vocês nos reviews
Beijo, beijo
Sill