Quando nem o Tempo

16 I'm here. I never went anywhere.


Notas iniciais
Demorei né? D: eu tive uma pequena infecçãozinha e foi febre all the time. So sorry.

POV's Isabella

"-você está com raiva dele?"

-Não sei, Bella, olha, eu transei com você e o Pedro te ama, ele nunca me disse indiretamente isso, mas vê uma coisa- Ele se levantou e abriu uma gaveta na estante pegando um papel e sentou de novo- Lê isso, eu achei no quarto dele, pouco antes de você chegar de Londres.- Ele me disse eu peguei o papel e comecei a ler:

"faz quase dois anos que você me deixou, doeu tanto quando eu soube,e dói, dói até hoje que a burrada que fiz te afastou de mim. Ás vezes me perco em pensamentos de um passado que há muito tempo eu quero esquecer, mas é difícil, eu acho ás vezes que eu não vou ser feliz mais nunca, porque eu disse que morreria por você, e eu te matei, matei indiretamente porque todo dia quando eu acordo e fico tateando o seu lado da cama é como se você estivesse morrido, eu tinha tanto pra contar, não queria dizer adeus. Eu volto a tanto tempo, mas parece que o meu tempo não passou, as lembranças são tão vívidas em minha mente que nem parece que se passaram 24 meses desde a sua ida, eu vivo condenado e sem saída de um passado que parece não ter fim.

você é tudo que eu tinha pra mim a gente não pode acabar assim por favor, vamos conversar e ver se dá pra reconciliar, porque existe algo em você que eu sinto falta em mim, me diz que não é tarde demais, por favor, eu nunca viverei em paz. Eu lembro dos seus lábios tocando os meus, da sua pele roçando na minha,lembro de quando você me tocava e ficava junto de mim, volta pra mim vai? Eu te amo mais do que tudo.

ps: Eu queria muito que você lê-se isso.

Terminei a carta e olhei pra Thomas que me olhava com uma sorriso esperto no rosto.

-Vai lá minha pequena, vai atrás do seu homem.- Ele disse e me abraçou apertado beijando minha bochecha e eu me levantei decidida a dar uma nova chance a Pedro eu ia correr pra porta quando Thomas me chamou- Que foi?- Eu perguntei quando vi ele gargalhar.

-Você vai mesmo de boxer e sem calcinha pela rua?- Ele dizia se contorcendo de rir, tive que rir também.

-THOMAS!- Eu o repreendi e ele me olhou sério

-Que foi? eu te vi pelada a noite toda- Ele fez uma cara de óbvia e nós dois começamos a rir que nem focas retardadas.

- Ai senhor, Isabella só você- Ele disse enquanto recuperávamos o fôlego e depois levantou- Espera, vou colocar uma blusa e te levo em casa. Ele voltou algum tempo depois com uma camisa e com uma sacola com minhas roupas dentro, ele foi na cozinha pegar as chaves

-Vamos?- Ele perguntou e eu respondi que sim com a cabeça.

Fomos no caminho da casa de Thomas até minha casa conversando sobre a vida, o que ele andou aprontando nesses dois anos e demos boas gargalhadas, chegamos no portão do meu prédio e ele parou o carro, tirei meu cinto e olhei pra Thomas:

-Obrigada viu Thomas? Por tudo- eu segurei seu rosto em minhas mãos e olhe dei um beijo de alguns minutos e quando nos separamos ele me olhou com cara de "hãn?"- Último beijo sabe?- Eu disse e ele sorriu me abraçando.

-Vai atrás de seu futuro garota!- Ele disse e eu sai do carro correndo, descalça mesmo, passei pelo porteiro do meu prédio sorrindo e fui cantando até o elevador ele marcava "19" puts, ia demorar pra descer, fui pelas escadas mesmo, subi correndo, tipo, muito. cheguei no meu apartamento toda suada, tudo bem, eu não ia ver o meu Pedro desse jeito, corri pro banheiroe tomei um banho rápido, coloquei uma roupa básica e sai catando a chave do carro pela casa:

-CADÊ ESSA MERDA? EU JURO QUE DEIXEI AQUI EM CIMA- Eu gritei jogando todos os meus papeis de cima da mesa de centro no chão, caralho ela tava ali, corri pela casa e consegui achá-las. No porta chaves. Nunca que eu iria procurar lá.

Desci novamente as escadas correndo chegando na garagem, abri o carro rápido e dei partida, corri por São Paulo inteira até chegar na casa de Pedro, ok, eu nunca tinha corrido tanto como naquele dia. Entrei no prédio de Pedro e passei pelo porteiro correndo e dizendo "Sou a mãe da filha do Pedro senhor, liga pra Tia Leni ai" por sorte o elevador estava lá, fui dentro do elevador inquieta, batia os pés compulsivamente em ritmo com minhas mãos que batiam no vidro," olha fiz uma música" pensei enquanto ria. O elevador parou, eu caminhei lentamente até o apartamento de Pedro, eu ia apertar a campanhia quando parei. Será que era a hora certa de dar uma chance pra ele?

Notas finais
Ai que lixo, Jesus, fazer as coisas doente dá nisso, ahaha