Quando nem o Tempo

17 You were everything, everything that I wanted.


Notas iniciais
OLÁ GIRLS, PRIMEIRA PARTE DA FIC NO FINALZINHO HEIN

POV's Isabella

Provavelmente essa seria a minha última chance de perdoá-lo, precisava fazer isso, suspirei e contei até dez até apertar a campainha, Pedro gritou “já vai” até abrir a porta, ele tinha os olhos inchados e seus olhos esverdeados sem vida, partiu meu coração. Ficamos nos fitando alguns segundos até ele finalmente quebrar o silêncio, meio nervoso,

-B-B-Bella...mas o que..- Ele ia dizer alguma coisa mas eu o interrompi colando meus lábios no dele, meu estômago afundou e meu coração batia em ritmo com o dele, era perceptível a sincronia, o jeito como nossas línguas dançavam, como eu senti falta disso, não me importei se precisava de ar ou não, agora ele era meu, de mais ninguém.

Suas mãos saíram das minhas coxas e subiram até minha cintura apertando-a com força e eu embrenhei meus dedos pelos cabelos da nuca dele. Minha língua passeava pela sua boca em movimentos rápidos enquanto Pedro descia suas mãos até minha bunda e depois coxas. Minhas mãos foram automaticamente até seu abdômen arranhando de leve o local enquanto ele se arrepiava. Respirar já estava ficando difícil e eu separei nossas bocas para depois escorregar a cabeça até seu pescoço e mordiscar de leve por ali enquanto Pedro soltava grunhidos extremamente baixos de aprovação. Senti ereção dele e desci uma das minhas mãos até seu membro massageando-o por cima da boxer, ele soltou um gemido baixo e eu sorri maliciosa. Separei nossas bocas enquanto buscava oxigênio e levei minha cabeça até o pescoço dele distribuindo beijos e mordidas por ali. As mãos dele escorregaram pelo meu corpo de forma que me deram impulso para que eu envolvesse seu quadril com minhas pernas. Pedro caminhou até a o balcão da cozinha ainda me segurando e eu me sentei sobre o mármore frio. Passei a abrir os botões da camisa dele e a cada botão aberto eu depositava um beijo em seu tórax. As mãos frias dele foram de encontro as minhas costas quentes causando arrepios assim que a tocaram. Ele começou a abrir o zíper do meu vestido desesperadamente fazendo com que ele escorregasse pelo meu busto deixando meus seios e barriga a mostra. Pedro descolou nossos lábios e começou a distribuir mordidas pelo meu pescoço, enquanto levava uma de suas mãos ao meu seio dando leves apertões pela região. Soltei um gemido baixo e ele passou de mordidas para chupões. Minhas mãos desceram pelo seu tórax arranhando de leve chegando ao cós da calça que eu fiz questão de desabotoar rapidamente. Assim que a abri Pedro se desfez da peça de roupa, levando junto os sapatos e as meias. Terminei de tirar meu vestido e uma das minhas mãos foi até seu membro já ereto, ainda coberto pela boxer preta, e passei a massageá-lo de leve, fazendo-o arfar e morder os lábios na tentativa de conter um gemido. Assim que Pedro estava devidamente protegido envolvi seu quadril com as pernas. Ele me segurou pela cintura, me invadindo em seguida. Soltei um gemido alto e fechei os olhos enquanto cravava as unhas em seus ombros e ele levava a boca a um dos meus seios, massageando-o com a língua. De início os movimentos eram calmos, mas logo foram ganhando intensidade. Nossos gemidos e suor se misturavam e eu senti as mãos dele apertarem minha cintura enquanto eu era penetrada com estocadas cada vez mais fortes. Chegamos ao clímax juntos e fui abraçada, sentindo a respiração pesada de Pedro contra meu pescoço.
Depois de alguns minutos recuperando o fôlego o silêncio que havia se instalado foi quebrado por uma pergunta.

-Porque isso agora Bella?- Ele perguntou

-Decidi que meu lugar é aqui- Apontei pro coração dele- Pra sempre- Eu terminei e nos beijamos com ternura. O cansaço nos venceu e dormimos ali, abraçados, nus, só sentindo a presença um do outro.