Notas iniciais
Há... hoje começa a parte de ficção cientifica dessa fic, eu tenho uma imaginação muito fértil então me desculpe se eu viajar na maionese ahsuhashu'

O almoço foi maravilhoso, as mulheres da família eram incríveis na cozinha.

Depois que a maioria dos homens voltou a ajudar na obra que estava acontecendo e as mulheres terminavam de limpar a cozinha, ela me olhou e balançou a cabeça me fazendo acompanha-la.

(Mô) – O motivo que pedi os novos cômodos é para que você continue em seu quarto – subíamos as escadas em direção ao quarto.

(Mô) – Chegaram mais alguns conhecidos logo após minha ida.

Aquela palavra me fez congelar a espinha, não queria que ela fosse embora novamente, porém continuei calado, enquanto passava pela porta do quarto, que ela fechou.

(Mô) – Sei que não estou em posição de te pedir nada, muito menos uma coisa dessas – disse entrando no closet – Mas não vai ser por muito tempo, logo eu voltarei e tomarei a posição.

Não entendia nada do que ela falava, mas a frase “logo eu voltarei” fez um balão de felicidade encher em meu peito. Eu a segui.

Ela apertou um botão que ficava atrás da única foto nossa dentro daquele lugar, e um painel apareceu do teto. Olhei aquilo assustado.

(Mauricio) – O que é isso?

(Mô) – Você saberá logo – ela pôs a mão em cima do painel, de onde saiu uma voz dizendo: “reconhecimento; Cidade Alfa – Mônica Souza Ferraz. Acesso autorizado.” Paralisei com tanta informação. – preciso que coloque sua mão aqui.

(Mauricio) – Ceerrto – coloquei a mão e a mesma voz disse: “reconhecimento; Cidade Alfa – Mauricio Ferraz. Acesso autorizado”. – O que é isso Mônica?

(Mô) – Um elevador – descemos extremamente rápido, e aparentemente muito fundo. O mais impressionante foi que a lei gravitacional quebrada por aquela descida.

(Mauricio) – Onde você está me levando – o elevador parou, me dando total visão do que era uma cidade, tinha uma luz muito forte vinda do teto, como se fosse o sol, casas e prédios, parques, árvores e comércios, todos desertos.

(Mô) – Bem vindo à cidade Alfa – a olhei sem entender nada – Esse é o primeiro dos 205 países subterrâneos construídos pelo mundo.

(Mauricio) – Mas como? – estava incrédulo.

(Mô) – Há 3 anos, quando se teve a confirmação de que os continentes como conhecemos pudesse ser submersos, a Empire apresentou essa proposta de reconstruir todos os países no subsolo.

(Mauricio) – E você sabia disso esse tempo todo? Porque nunca contou a ninguém? – eu respirava com um pouco de dificuldade.

(Mô) – Sim, eu não era autorizada. O Brasil foi o primeiro a aceitar a proposta, seguido dos nossos vizinhos e todo o continente americano, por isso chamamos de cidade Alfa. – ela começou a caminhar, eu a acompanhei incrédulo.

(Mô) – Depois o continente europeu que chamamos de Beta, Ásia que chamamos de Delta, Oceania de Gama e África de Ômega.

(Mauricio) – Mas quem construiu? Como pode ter oxigênio? Da onde vem à energia? O teto não vai cair? – estava em um estado de quase loucura. Ela me olhou serenamente.

(Mô) — Se acalme, por favor! Estamos seguros! A Empire vinha desenvolvendo a tecnologia para tornar isso possível há muito tempo atrás, baseada em conspirações Maias. Estamos seguros.

Tínhamos chegado a um grande prédio no qual entramos.

(Mô) – Todos os trabalhadores envolvidos são funcionários da Empire, e foram instruídos a nunca falarem sobre o ocorrido, O ar é puxado por uma bomba que fica acima daquele plasma de luz, e a energia vem do próprio plasma.

(Mauricio) – Mas em 3 anos? Todos os continentes? Como isso é possível?

(Mô) – Muitos robôs foram utilizados, entre. – entrei em uma sala enorme com uma tela gigante, onde embaixo havia uma simples mesa de vidro.

(Mô) – Computador, reconhecimento de voz. Mônica Souza Ferraz. – Uma voz respondeu: Acesso autorizado, bem vinda senhora! – Preciso que faça o mesmo.

(Mauricio) A! Certo... Computador, reconhecimento de voz. Mauricio Ferraz – aquela voz respondeu mais uma vez: Acesso autorizado, bem vindo senhor! – E agora?

Notas finais
Como eu escrevi no capítulo anterior, não vou cobrar review nesse cap, mas no próximo eu quero.