Quando 2022 Chegou!

12 The angry action.


Notas iniciais
Aqui está, o ultimo capitulo da semana. Vou explicar o porque deu postar tanto assim hoje, o negócio é que eu ainda não entrei de férias, entro a partir da semana que vem e pra piorar vão ser apenas duas semanas e se não fosse o bastante eu vou ter que trabalhar nas férias e pra acabar com a minha alegria as férias do meu pré-vestibular não coincidiram com as férias do meu cursinho.
Resumindo eu posto a tarde quando meu namorado deixa ou de noite quando eu não tenho aula.
Então é meio complicada eu postar todos os dias, e mais complicado ainda eu postar das duas histórias.
Well deixando meu drama de lado Enjoy a história.

(Mô) – O motivo de precisar da sua ajuda – ela virou para o painel – computador: visualizar as câmeras de todas as entradas para a Cidade Alfa. – Muitas imagens diferentes apareceram na tela, alguns pareciam dentro de casas, museus, escolas, grandes salões, poucos apresentavam paisagens externas.

(Mauricio) – E o que você precisa de mim? – Olhei incrédulo para o que via. “Aquela estava dentro da casa branca?”.

(Mô) – Preciso que venha aqui todo o dia, por volta desse mesmo horário e de esse comando. Computador: Mostrar possíveis ameaças de entrada não autorizada. — A quantia de imagens diminuiu, mas ainda eram muitas,

(Mô) – Analise de probabilidade – Uma contagem de porcentagem começou a correr em cada imagem,

(Mô) – Eliminar probabilidades menores de 49 por cento. – Diminuiu novamente a quantia de imagens na tela, restavam apenas umas 30 no máximo,

(Mô) – Preciso que verifique cada imagem que restar para confirmar ou não a ameaça. Se for real, você diz o número que aparece ali em cima de cada imagem e dá a ordem de selamento precatório, caso contrário você apenas diz alarme falso. Observe.

(Mô) – Começar analise – falou firmemente, as imagens se sobrepuseram, aparecendo uma de cada vez, a maioria era alarme falso, mas os outros que não eram tinha as imagens destacadas na mesa de vidro, junto com uma contagem de 24 horas.

(Mauricio) – E você quer que eu faça isso todo o dia? – dei uma risadinha – Não pode mandar um dos seus empregados fazer isso.

(Mô) – Como deu pra perceber a passagem mais próxima daqui, do controle central, fica na nossa casa, se eu mandar um agente fazer esse trabalho, ele terá que se hospedar aqui, e eu sei que você seria contra.

(Mauricio) – Nisso você está certa. Mas como vou fazer pra sempre estar aqui no mesmo horário. Como deu pra perceber tenho filhos pra cuidar e agora uma obra pra administrar. – Ela deu um suspiro longo.

(Mô) – Com isso — ela foi até um balcão próximo e pegou um relógio, muito bonito por sinal,

(Mô) – Ele vai te dar o comando meia hora, e quinze minutos antes. – ela prendeu sutilmente o objeto em meu pulso.

(Mauricio) – É bonito, o que mais esse brinquedinho faz? – o olhava curiosamente.

(Mô) – Tem alcance de todos os satélites operantes, contato direto com a central de emergências, e intercomunicador com todos os gêmeos – disse apontando para o relógio em seu pulso.

(Mauricio) – Certo, eu posso fazer isso, mas por quanto tempo?

(Mô) – Estamos em agosto... No fim de setembro eu poderei voltar.

(Mauricio) – Então, não vai passar seu aniversário aqui. – disse com um pouco de raiva em minha voz.

(Mô) – Acho que não – vi uma lágrima percorrer em seu rosto. – Mas voltarei a tempo para o aniversário da sua mãe e da Ana. Assim espero. Quer conhecer o local?

(Mauricio) – Claro, porque não? – Dei de ombros.

(Mô) – Ótimo, venha.

Segui em direção à porta, passamos pelas portas dos banheiros, várias salas, alguns laboratórios e entramos em uma sala de repouso. Onde tinha várias poltronas confortáveis, algumas Tvs, um cantinho infantil cheio de brinquedos, mesinhas e cadeirinhas, uma cozinha bem equipada e grande, e bem no centro uma grande TV de frente a um sofá enorme. “Como é possível?”.

(Mô) – É isso! Acho que devemos voltar agora.

Eu estava furioso, não por tudo o que acontecia nem por nada que havia me mostrado, mas sim pelo fato que desde aquele momento de manhã em meu quarto, ela não me encarava, evitava qualquer tipo de contato físico e visual, e a consequência disso foi eu perder a cabeça. Agarrei fortemente seus pulsos, puxando-a contra mim de maneira que não fosse possível evitar o contato visual.

(Mauricio) – Mas que merda, olha pra mim. – eu bufava de raiva e apertava cada vez mais seus pulsos, visivelmente a estava machucando, todavia ela era completamente capaz de se soltar e não o fazia. – Porque não tenta se defender?

Notas finais
Ah agora eu quero review, mereço não mereço? pelo menos pra dizer que eu sou má ou que eu viajo demais, ou que tem algum erro de português que eu deixei passar.
Ah e eu tenho uma surpresa pra vocês semana que vem já que eu estarei de férias.
=)