Notas iniciais
Então, meus queridos, este é o penúltimo capítulo! Esperamos que gostem.
Boa leitura.

Pássaros

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Escrito por Amanur e Noel Blue

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Capítulo 28

Sakura não tirou os olhos dele, nem por um segundo. Sasuke assumira uma postura completamente diferente da que ela já havia presenciado antes. Sério, concentrado, ele parecia mesmo ter todo o controle da situação enquanto apertava botões, puxava alavancas e falava com a torre de comunicação do clube pedindo permissão para decolar. E por alguma razão, toda aquela sensação estranha que sentia há poucos minutos havia desaparecido dos ombros dela. Ali, ao lado dele, Sakura se sentia mais tranquila, mais segura. Sabia que, ao lado dele, ela podia qualquer coisa. Contanto com que estivessem juntos, estaria tudo bem.

Após alguns comandos, o monomotor começou a se mover pela pista e Sakura foi obrigada a olhar para frente. Aquele Déjà vu estava em suas costas, lhe incomodando, mas ela estava determinada a ignorá-lo. Ela queria aproveitar aquela pequena viagem ao lado do seu marido, como tinha direito.

— Acabei de me dar conta de que não tivemos uma lua de mel... — ela comentou.

— Ah... Eu não ia comentar nada, mas já estou movendo meus pauzinhos para termos a melhor lua de mel que qualquer casal já teve!

— Nada muito extravagante, eu espero. Adorei o quão simples nosso casamento foi. Eu já te falei isso?

— Não. Mas não se preocupe...

— No que está pensando?

— Não queira saber... — ele piscou um olho para ela, mas em seguida voltou a olhar para a pista.

Aquela resposta apenas a deixou ainda mais apreensiva, mas ela confiava no bom gosto dele, e sabia que poderia deixar essa questão com ele. Era bom saber que tinha alguém ao seu lado a quem pudesse depender para certos assuntos. Se fosse ela a escolher, provavelmente escolheria uma viagem qualquer, algo bem comum e monótono, já que nunca fora uma aventureira. E ao lado dele, Sakura sabia que viveria uma vida plena, cheia de novas experiências — algo pelo qual estava realmente ansiosa.

Ele falou mais alguma coisa ao microfone, enquanto o avião percorria lentamente a pista. A torre de controle parecia estar com algum problema em aceitar a decolagem, mas lhe disseram que já estavam resolvendo. Enquanto aguardavam a resposta, Sakura olhava os arbustos ao longe.

Arbustos pequenos, cheios de folhas verdes, que se moviam suavemente ao vento. De repente, ela conseguia ouvir o som dos uivos, e sentir a brisa roçar seus cabelos. E, então, os postes que se estendiam ao longo da pista, acesos, piscaram em seus olhos como o flash de uma câmera.

Ela olhou para o Sasuke, se perguntando se ele vira o mesmo, mas ele parecia tranquilo, concentrado nos controles e nos fones.

Ao perceber que estava sendo observado, ele a olhou. Pensou em dizer algo, ao ver que ela parecia aflita com algo. Achou que estivesse com medo da decolagem. Mas em seguida, recebeu um sinal e, em estantes, ele ganhara o consentimento para voar. Então, ele acelerou ansioso por ver a expressão que ela faria ao ver o chão do alto. Mas antes de levantar vôo, Sasuke deu mais uma olhada nela, para se certificar de que estava tudo bem.

— Escuta... Espero que você saiba que também não quero forçá-la a vir comigo...

— Do que está falando? — ela indagou.

— Pensando bem, acho que acabei meio que te deixando sem saída, lhe impondo vir comigo... Não foi minha intenção.

— Não se preocupe... Eu quero estar aqui. Prefiro estar aqui, a deixá-lo voar sozinho, inclusive. — ela sorriu, tocando em sua para tranquilizá-lo. — Além disso, não acha que está um pouco tarde para me dizer isso?

— Posso parar o avião agora mesmo.

— Não! Não faça isso. Como disse, prefiro ir com você.

Ele revirou os olhos, por que deveria ter previsto sua resposta. Era óbvio que ela preferiria estar com ele a deixá-lo decolar sozinho, por que estava preocupada demais. Mas assim mesmo ele sorriu de volta, se sentindo mais aliviado. Teria sido um tanto decepcionante para ele se ela desistisse, ou pior, resolvesse brigar novamente com ele por querer exercer seu direito de voar quando bem entendesse.

Sasuke sorriu feliz por estar partindo com ela. Mas ao mesmo tempo em que ela se concentrava nessas novas feições dele, ela apertava com todas as suas forças o seu acento.

Alguns instantes depois, as rodas dianteiras se descolam do chão, e em seguida as traseiras se levantam também. O pequeno avião flutua no ar, e Sakura prende a respiração.

Ela já havia voado de avião quando pequena, mas realmente estar ali, na poltrona do co-piloto, era uma experiência completamente diferente. Mas ao ver a pista se afastando e os arbustos chacoalhando, ela sentiu náuseas e uma leve pressão na nuca.

E num piscar de olhos, ela mergulha na escuridão da noite para se encontrar sozinha, no meio daquele asfalto. Ela olha para todos os lados, com o coração na mão, se perguntando o que estava acontecendo, como havia ido parar ali. Não havia uma única alma a sua volta, e o medo novamente corria em suas veias. Ela olha para sua aliança, se perguntando onde estaria seu marido. Mas o rosto dele não lhe vem em mente, e ela se sente confusa. Como poderia não se lembrar dele? Então, ela começa a correr. Corria por medo, corria em busca de algo que não sabia o quê poderia ser. Ela corria em busca de respostas paras as perguntas confusas, e o vento apenas assobiava o mesmo som.

— Sakura...

— O quê? Quem está aí? Quem está falando? — ela pergunta.

Sem resposta, ela continuou a correr no meio daquela escuridão. Ouviu passos correndo e olhou para trás sem abrandar seu ritmo, mas não havia ninguém atrás dela além do breu da noite. Ela ouve o som de uma hélice girar, e olha novamente para os lados, até que, de repente, Sakura bate em algo. Ela cai no chão, e geme de dor. Suas mãos estão esfoladas. Mas o corpo inteiro começa a doer, e ela se dá conta de que tem a perna quebrada, e sangue escorrendo pela testa. Isso não fazia sentido por que a queda não seria capaz de proporcionar tais ferimentos. Então, confusa, olha para frente e se depara com Karin. A ruiva a olhava com espanto, com horror. E para a surpresa da rosada, ela se aproxima, se joga de joelhos em sua frente e a abraça aos prantos.

Sakura piscou. O avião já estava longe do chão, e Sasuke se empolgava com os controles com um meio sorriso, olhando para frente. Então ele virou a cabeça para ela e deu um sorriso tão lindo que foi impossível não sorrir de volta. Ela suspirou, tentando fazer com que o oxigênio circulasse melhor em seu sistema. Pensou que, talvez, estivesse apenas precisando fazer exercícios. Aliás, era piada pensar que uma fisioterapeuta não praticasse exercício algum.

Ela olhou para o céu, percebendo que parecia tão perto e tão longe ao mesmo tempo. E quando olhou para o chão, sentiu seu corpo todo tremer. Mas disfarçou bem. Mordeu o lábio e olhou mais uma vez para Sasuke, que parecia tão relaxado e feliz que a obrigou a sentir-se da mesma maneira. Mas aquilo era mais forte do que ela, e calafrios passavam por sua espinha, como um espírito gelado passando pelo corpo, a deixando desconfortável.

— Você está bem? — Sasuke perguntou meio desconfiado, enquanto mudava o rumo do avião.

— Claro, é que... Eu nunca tinha pisado numa cabine de avião. Acho que só estou meio nervosa ainda.

— É incrível, não é? — ele murmurou, encantado com a vista do alto.

Eles sobrevoavam campos verdes e montanhosos, entre as nuvens. E ela ficou feliz por ver o moreno daquela forma, tão diferente da pessoa que ela havia conhecido no hospital, amargurado e ranzinza. Era ótimo saber que ele estava feliz, satisfeito. Era bom saber que ela era uma das razões por ele estar assim, isso lhe trazia um pouco de paz no espírito.

Olhou pela janela e só então se deu conta de que não viam mais a base e nem a pista. Ao invés disso, mais campos verdes. A vista era realmente pitoresca. A fez se sentir dentro de um quadro de pintura, como o que vira uma vez num museu, num passeio com colegas da escola.

O quadro havia marcado sua memória, pois havia ficado encantada com o grau de realismo, e tentava se imaginar naquela posição, e o que era voar.

— Meu herói de quadrinhos favorito era o super-homem. — ele resmungou — Eu invejava a habilidade dele de voar apenas com a força da mente. Imagine poder ver isso tudo, sentir o vento no rosto, o cheiro da atmosfera, o ar puro. Imagine sentir as nuvens passar por você... Imagine poder ir a qualquer lugar e ter esta vista quando bem entender...

— Você parece uma criança, sonhando. — ela sorriu. — Achei que você pilotasse mais pela paixão por aviões, em si.

— Não... Na verdade, odeio aviões. É tanto controle, que não consigo apreciar o vôo como realmente gostaria. E estar aqui dentro dessa carcaça metálica também me irrita.

— Então por que não anda naqueles ultraleves?

— Por que não voam tão alto. Há um limite de altitude para cada modelo de avião. Ah! — e então, ele sorri, se lembrando de algo — Tem algo que quero te mostrar!

Então, Sasuke manobra o avião, acelerando um pouco mais. Eles passam por entre uma massa de nuvens, e descem mais um pouco. Passam por mais algumas montanhas, mais campos verdes, e então, à frente, está o mar. Em toda sua grandeza, a água brilhava sob a luz do sol que já se preparava para se pôr.

— Sempre que venho aqui, imagino como é dar a volta ao mundo. — ele murmura.

— Deve ser incrível, mesmo.

— É... E infelizmente não posso passar desta área, por que está fora dos limites permitido pelo clube. Vamos ter que voltar.

Sasuke dá a volta, mas ao invés de seguirem pelo mesmo caminho que havia percorrido até ali, ele toma o outro lado, e passam por cima de um grande rio.

Apesar do barulho do motor do avião, que mesmo usando fones especiais para não prejudicar a audição, ainda eram capazes de ouvi-lo, Sakura imaginou o silencio de poder morar num lugar como aquele. Seria um ótimo refugio para seus problemas.

Ela se sentia tão leve, que todas as suas preocupações haviam se dissolvido como aquelas nuvens faziam no céu. Ao se dar conta disso, suspirou aliviada.

“Então, nada iria acontecer!” — pensou. A insegurança tinha sumido como num passe de mágica, e se sentia muito grata por isso. Finalmente estava aproveitando aquele momento ao lado do seu marido, como tinha que ser.

— Obrigada por ter me trazido... — ela disse. Segurou a mão dele, estendida para ela, e sorriu.

— Gostei da companhia do co-piloto que viajava comigo, mas ter alguém com peitos aqui é realmente mil vezes melhor.

Ela revirou os olhos, mas sorriu de volta para ele. Sasuke se espichou até ela, e lhe deu um beijo demorado. Com uma mão, ele ainda a puxou mais para si, insinuando que ela montasse em cima dele, mas Sakura ficou meio insegura...

— Não precisa ter medo... Posso colocá-lo no modo automático, veja! É só estabilizar o avião no ar... — e então, ele apertou alguns botões, puxou algumas alavancas e em seguida a puxou para seu colo.

A encheu de beijos no pescoço, que foram descendo pelos ombros e clavícula, até chegar em seu colo. Ele puxou a alça do vestido que ela usava, junto com o sutiã, e foi beijando seus seios. Sakura encravou seus dedos nos cabelos macios dele, afundando seu nariz para sentir seu perfume. Já, Sasuke, se embriagava com a maciez da pele dela, sugando seus mamilos. Ele sugava, beijava, mordiscava. Sakura ia cada vez mais sentindo seu tesão por ele crescer. Começava a rebolar ali, no colo dele, sentindo suas partes baixas roçar na perna dele.

Ele foi deslizando sua mão por baixo do vestido dela, enquanto Sakura enfiava a mão embaixo da camisa que ele usava. Passava suas unhas na pele quente dele, enquanto Sasuke já massageava sua vagina.

A rosada começou a gemer e rebolar com mais intensidade, pedindo por mais. Seu corpo parecia se derreter nos braços dele. E sentindo que ela começava a umedecer entre as pernas, ele enfiou dois dedos dentro de sua mulher.

— Hunnn, Sasuke.

— Geme para mim, amor, geme.

Ela gemia no ouvido dele, o deixando ainda mais louco. Sua ereção já estava ali, e Sakura foi se desfazendo do cinto e o fecho da calça dele. Massageou o seu membro quente e rígido, afastou a calcinha para o lado e o penetrou em si.

Ela sentiu espasmos se espalhar pelo corpo, enquanto ao mesmo tempo ela parecia pegar fogo. E somente ele para ampará-la nesse desejo ardente que sentia se espalhar por sua corrente sanguínea.

Ela rebolava em cima dele de maneira que o levava às alturas. Ele apertava a bunda dela, e acompanhava seu ritmo, enquanto via os seios dela balançar — uma visão que jamais trocaria por nada. Ele amava seus gemidos, o modo como ela se contorcia, seus cabelos roçando nas costas, o perfume em sua pele quente, o modo como mordia o lábio. Amava absolutamente tudo nela.

Ele beijou seus seios, e provou com a língua seu gosto até os dois se satisfazerem naquela explosão de desejo ardente. Sua língua quente em seus seios atiçava ainda mais seu desejo e Sakura já arranhava as costas dele, cavalgando em cima do seu homem, enquanto Sasuke suava tentando movimentar seu quadril embaixo dela para penetrá-la mais. Aquela sensação incrível, aquela explosão ia se aproximando com toda força. E ao gemido final, ela permitiu-se cair sobre o peito dele, encostando sua cabeça sobre o ombro dele, e ficaram abraçados até recuperar o fôlego.

Sem dizer nada, ela voltou a sentar em seu banco, e recolocou o sinto de segurança.

Ele, também, manteve-se quieto, sem dizer nada sobre nada, apesar do contentamento estar claramente estampado naquele sorrisinho de canto dele. Sasuke apenas tirou o câmbio do automático, e voltou a se comunicar com a torre do clube, pedindo permissão para voltar.

Seguiram por mais um longo percurso sem dizerem nada, apenas aproveitando a vista e o passeio, que durou em torno de duas horas. Ele já reclamava de dor na bunda, por estar tanto tempo sentado naquela mesma posição, quando, de repente, ela enxerga a pista do clube de longe.

Mas como a viagem havia ocorrido bem até então, permitiu-se relaxar.

— Sakura...

Seus batimentos cardíacos aceleram num piscar de olhos, como se tivesse corrido uma maratona. O ar ficou escasso, e algo parecia apertar sua garganta. Involuntariamente, lágrimas começaram a correr por seu rosto, por que, de repente, ela começava a se lembrar de algo que havia esquecido.

Sasuke teve um ataque de asma. Seu problema era classificado como o tipo mais grave, e sempre fizera tratamentos para amenizar o problema. Até fizera cirurgia nas vias aéreas, mas nunca conseguiu se curar.

Por algum motivo, ela havia bloqueado essa informação da sua mente, por completo.

Sasuke sentiu mais um espasmo, mas dessa vez foram nos dois braços. De repente, parecia que ele estava tendo uma convulsão. Mas ao mesmo tempo em que a imagem dele se contorcia ali, ela se alternava com um Sasuke nervoso, que começava a tossir fortemente.

Meio confusa, Sakura olhava para ele sem saber o que fazer; não sabia se o socorria das convulsões, ou das tosses. Mas em ambas as situações, ela notou que ele que apertava com força manche* do avião sem olhar para ela. Ele tossia cada vez mais forte, e foi obrigado soltar o manche, colocando uma mão contra o peito e outra na boca. E, em seguida, ele para de tossir e começa a puxar o ar pela boca, e Sakura, então, percebeu que estavam perdidos.

— Sasuke, Sasuke. Por favor, respire, fique calmo! — ela falava com ele, tentando manter a calma, ao mesmo tempo em que tentava acalmá-lo. Ela não podia acredita que instantes atrás estavam fazendo amor, para então se dar a isso. Mas ele estava ficando roxo e tentava segurar a mão dela, enquanto tentava falar e respirar ao mesmo tempo.

Sakura não sabia se olhava para ele ou para frente. Ela se desfez do seu sinto de segurança, se levantou, e apertou o cinto dele. Em seguida, tentou segurar o manche, mas ela não sabia a menor idéia do que fazer com aquilo em mãos.

— Oh, meu deus! Oh, meu deus! — resmungou — Como eu coloco isso no automático, Sasuke? — ela se esforçava para manter a calma, mas Sasuke já revirava os olhos, prestes a desmaiar, e sequer ouvira seu chamado.

Ela praguejou, se amaldiçoando por não ter prestado atenção ao que ele fez. Então, resolveu tentar pensar em outras coisas para não deixar o pânico atrapalhar seu raciocínio.

Ela resolveu pensar no dia mais feliz de sua vida. O dia em que conheceu Sasuke, quando Itachi o apresentou a ela, e começaram a conversar. De cara, Sasuke foi jogando seu charme pra cima da moça, e a convidou para almoçar com ele num outro dia. Ele comprou um buquê de flores coloridas, e Sakura logo foi cativada pelo jeito com que ele a olhava e ignorava as outras mulheres que passavam por eles. Sasuke sempre foi cavalheiro, atencioso e muito bem educado. E sempre fora engraçado. Depois, a levou para andar a cavalo, e num fim de semana a convidou para voar com ele. Foi em pleno ar que ele me beijou pela primeira vez, misturando a adrenalina com a emoção.

Como pôde se esquecer daquilo tudo?

Sakura já chorava quando voltou a olhar para Sasuke. Viu que ele havia vomitado no chão, e mordeu os lábios ao olhar para ele e evitar o crescente pânico.

— Por favor, querido, não faça isso comigo. Por favor, respire. — Sakura não sabia mais o que fazer.

Mas quando olhou para frente, percebeu que o avião estava a poucos metros de altura do chão. Ela virou o manche para a esquerda, em direção à região cheia de arbustos, ao lado da pista. Pensou em pedir ajuda para alguém da torre, mas tudo o que fez foi abraçá-lo.

Pois já era tarde demais.

*MANCHE: é o termo usado para aquele volante que os aviões têm.

Notas finais
Algum comentário? Pedra? Ovo? Tomate? Abacaxi?
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Eu não quero dizer como vai ser o final, para não estragar a surpresa (lembrem-se de que eu não apenas escrevo finais trágicos, apesar de gostar muito, muito, muito, muito deles! S2 auishaiushauisha).
Enfim, espero que continuem conosco até o próximo capítulo da novela! ♥