Notas iniciais
Olha aí, minha primeira recomendação nessa fic! Muito obrigada pela recomendação Lana Salvatore *O* obrigada pelos elogios e tudo mais! *O* Esse capítulo é pra ela, em especial. Aproveitem e comentem :D

Sasuke saiu do quarto e comecei a me debater na cama. Argh, que maldito esse canalha! Odeio ele, odeio ele, odeio ele, odeio ele! Vou fazer uma música, vai se chamar Odeio Sasuke. Quero matá-lo! Argh!

_Sakura, se vista e desça. — Mandou aquele infeliz mau amado. Quem ele acha que é pra mandar em mim? Só porque é um vampiro, assassino, desumano que tem eu como posse não significa nada, tá? Argh que raiva desse verme.

_E o que passa na sua mente pra achar que vou lhe obedecer? — Gritei de volta.

_Isso é um pedido para que eu brinque mais contigo? — Argh!

_Seu monstro! Mas que inferno!- Brandei. Ah, se ele acha que vai me fazer de cachorrinha tá muitíssimo enganado. Mas é muito enganado meeeeeesmo!!

Peguei um vestido qualquer de dentro do armário, dei preferência a um preto acabado. Pronto! Tô muito linda, viu? Ôh!

Desci as escadas e notei quem estava lá embaixo: os três morenos, Hinata e Naruto. Que diabos esses dois estavam fazendo aqui?

_Quero mostrar-lhe meus dois irmãos: Itachi, este você já conhecia e Madara.

_E pra que precisa pronunciar o nome desses dois demônios? Não bastas tu na minha pobre e miserável vida, ainda tenho que suportar mais um cabeludo e outro que parece um drogado?

Senti a aura negra se expandir ao meu redor.

_Cabeludo? — Sussurrou Itachi com um sorriso maníaco nos lábios.

_Cara de drogado? — Sibilou Madara sério.

Sorri.

_Olha, eles até se identificaram com os apelidos. Que lindinho Sr's Cabeludo e Cara de Drogado.

_Sasuke por que ainda não a matou? — Quis saber o cabeludo.

_Ora, senhor Cabeludo, sou virgem. Que motivo mais teria? Me amar nunca porque isso aí é mais demônio do que o próprio demônio. Pergunto-me se estou morta e fui parar no inferno. Se é assim, transformarei a vida de todos em belas merdas. Ah, espera, já são belas merdas! Não há como piorar essas caras ridículas as suas. Deus deve ter tido uma tremenda caganeira quando os fez né? Que triste para vocês.

_Cale-se miserável! — Brandou Sasuke.

_Ui ui, olha como morro de medo de você, Sasukezinho! Tô até tremendo. Ah espera, teria medo somente de homem, mas homem é uma coisa que você não é!

Com um piscar de olhos Sasuke me erguera pelo pescoço e me chocara contra a parede.

_Só porque não vou lhe matar não significa que não irei bater em você.

_Não me admirar mulher bater em mulher. — Cuspi sangue no chão. Hinata correra em minha direção e levantou-me.

_Chega gata, vamos. Irei te levar pra cima.

_E quem deixou Hinata? — Perguntou Sasuke. — Nós ainda não nos alimentamos dela.

Hinata o encarou.

_Ela está fraca. Você a jogou com força.

_Ela me desafiou.

_Isso sempre faço. — Falei sorrindo. — É sempre interessante brincar com viadinhos. — Antes de acontecer alguma outra coisa comigo, eu e Hinata já havíamos desaparecido.

A garota me colocou na cama.

_Você realmente tem uma língua perigosa, viu? — Ela sorriu. — Mas deve ter mais cuidado, Sasuke é definitivamente horrível e, acredite, você não quer vê-lo zangado de verdade com você.

_O máximo que ele fará será me matar, então não me importo.

Ela negou.

_Existe coisas piores que a morte.

Então ela desapareceu novamente. Fitei as pétalas azuis e peroladas que caíam. A frase dela percorreu a minha mente. Engoli a seco, talvez existisse algo pior que a morte.

Minutos, horas e talvez dias se passaram e eu somente estava naquele quarto às escura. Sasuke nenhuma única vez veio até mim, nem mesmo para sugar meu sangue. Dava um arrepio isso porque eu sentia mais medo e mais desprotegida. É horrível saber que a pessoa que te dá segurança é a pessoa que te tira dela. Meu estômago já roncava e alto por fome. Então percebi que eu tinha que descer.

Levantei-me devagar e me direcionei ao corredor. A tempestade a muito tempo havia parado, agora a mansão era iluminada por luzes vermelhas. Desci a escada de vidro vendo corpos molhados se remexerem ao som da música.

Uma festa. Uma festa enorme acontecia embaixo do lugar que eu dormia e nem mesmo ouvi um chiar. Me debati entre os corpos que remexiam-se loucamente e percebi horrorizada que todos estavam nus.

Tipo, nus.

Que espécie de festa é essa que todo mundo vai pelado? Aprecei meus passos e consegui chegar em algum lugar que ainda não era a cozinha, mas tinha menos contato. Nossa, ali só fedia a suor e ... a sangue.

_Hello, Sakura!- Olhei para o lado e vi Itachi, Madara e Sasuke em um grande sofá com várias mulheres nuas ao redor. Sasuke mordia uma enquanto acariciava outra. Itachi estava mergulhado entre as pernas de uma garota enquanto outra estava sentada nas suas pernas. Quem falara comigo tinha sido o Cara de Drogado. Aquela cena me provocava enjoos. Sasuke nem ao mesmo notara minha presença. Que bom ao menos.

_Pode me dizer onde fica a cozinha, Madara? — Ele sorriu e mordeu a garota que soltou um grito-gemido de um provável orgasmo. Então a tirou de cima de si e veio até mim, fechando o zíper da calça. Ele sorriu. — Quer olhar?

Virei o rosto.

_Leve-me à cozinha, por favor.

Com outro sorriso, me agarrou. Quando abri os olhos estávamos na cozinha.

_Nossa, isso tudo foi preguiça de andar? — Perguntei.

_A casa é muito grande e a cozinha fica do outro lado. Além disso, está lotada também. — Ele abriu a geladeira. — Quer comer algo?

_Sim...estou com muita fome...

Ele me encarou e depois vou a fitar a geladeira.

_Assim parece até fofa e delicada. Não aja assim na minha frente, posso atacá-la de bom agrado. — Ergueu-se com um enorme bolo de chocolate com calda e M&M's por cima. Me encolhi desconfortável. O motivo por eu estar assim é que estou muito fraca pra ser bruta e ignorante.

_Obrigada. — Tentei pegar o bolo mas Madara o desviou.

_Não quero dá-lo de bom agrado a você, Sakura. Quero algo em troca.

_O que? Por favor, estou com fome. — Falei com um ridículo tom de imploração. O que a fome não faz?

Ele puxou com delicadeza meu cabelo e selou meus lábios nos seus. O beijo começou até calmo, mas durou somente uns 10 segundos. Depois o beijo se intensificou e tornou-se mais bruto e selvagem. Madara agarrou minha cintura colocando-me contra a mesa. Tentei empurrá-lo mas estava sem forças.

Então ele me levantou e sentou-me na mesa, colocando-se entre minhas pernas. Senti desconfortavelmente seu membro palpitar contra minha roupa íntima, e suas mãos passarem por dentro do meu vestido.

Arfei. Nossa, qual parte de " estou com fome" ele não entendeu? Mordi sua língua. Ele sorriu.

_Imaginei. Tava sendo fácil demais e sem graça. — Sibilou contra minha boca. Suas mãos agora estavam sobre os meus seios, apertando-os e beliscando-os.

O quadril dele fazia movimentos circulares e pressionava mais forte meu sexo. A abertura das minhas pernas já doíam. Droga! Belisquei a mão de Madara que ousou ir para dentro da minha calcinha. Ele soltou outro sorriso, então a rasgou.

Arregalei meus olhos. Com a pouca força que me restava, me debatia contra ele.

_Me solte... — parecia mais um gemido do que o que era pra ser: um grito de desespero e horror. Por que eu doente ficava sexy? Não faz sentido!

As mãos do homem apertavam minha bunda intensamente, e a língua molhada dele percorria meu pescoço, fazendo-me contorcer. Oh maldição!

Percebi com horror que uma das mãos de Madara me soltara e então ouvi um "zip". Maldito! Maldito!

_SASUKE!! — Gritei pra noossa alegria! Só não entendi porque chamei por ele! Em seguida, Madara foi jogado para trás e então vi o par de olhos negros que já me familiarizei a me encarar.

_Estúpida. — Falou. E voltou o olhar para Madara. — Quantas vezes tenho que dizer para não tocar no que é meu, maninho? — Ouvi um estrondo. E quando tentei me levantar, vi que tinha sido um murro que Sasuke dera em Madara.

_Agora entendo porque não a mata. — Ele sussurrou.- Ela nos faz sentir.

_Se toca-la mais uma vez, mato-te.

Então fitou-me e desaparecemos.

Notas finais
Pequeno porque tive pressa, mas juro que o próximo vai ser maior e mais .... até o próximo! o/ Muito obrigada pela recomendação Lana! o//