Pumpkin Jack

18 Capítulo 18: Chris vs Anna


Notas iniciais
Chris descobriu sobre Anna e não gostou disso...

– Quem é você?! – replicou Anna.

Jack bateu em sua própria testa. Burro, burro, burro. Ele havia esquecido completamente que Chris poderia voltar a qualquer momento. Jack se lembrou de que Chris não tinha coração.

– Chris, porque você se importa? Você não tem coração!

– Agora eu tenho!!! Enquanto você me isolava para paquerar essa brotoeja aí, eu fui à praça e vi pessoas se beijando e fiquei com vontade... Eu simplesmente cheguei para o menino e perguntei se ele queria me beijar. A namorada dele me bateu. E eu arranquei o coração dela.

Jack estava perplexo. Como assim?

– Mas... Mas... Eu estava procurando um coração para você! Foi por isso que eu fui atrás da Anna...

– O QUE?! – Gritou Anna, furiosa – Era para roubar o meu coração esse tempo todo?!

– Não... –disse Jack, tentando se consertar – Eu realmente me interessei por você, foi por isso que eu não pude roubar seu coração. Eu comecei a gostar de você.

– Vocês homens são todos iguais –Anna praguejou — Chamam-nos para sair, mas na verdade só querem arrancar nossos corações e dar de presente para outra mulher.

– Oi? – disse Jack, perdido.

– Eu vou embora daqui – Anna calçou seus sapatos e saiu do apartamento flutuando.

Quando abriu a porta do elevador, Chris gritou, com remorso:

– Espere! Não vá! O que ele disse é verdade. Desculpe-me, eu não estou acostumada com emoções. E eu ainda roubei o coração de uma menina enciumada, então...

Anna voltou para o apartamento, resmungando, mas ainda assim aceitando as desculpas.

– A propósito... – começou Jack – Chris, o que você fez com o corpo da menina morta?

– Ahm... Eu... — Chris arregalou os olhos e saiu correndo para a praça. Anna e Jack se entreolharam e fizeram o mesmo.

O corpo estava no mesmo banco, na mesma posição. Tirando o fato de que os pombos o estavam bicando. Chris chegou perto do corpo desesperada e espantou os pombos. Anna e Jack chegaram logo atrás, com um saco, uma pá e um Apagador de memória.

Pois é, invenção do Doutor. Estava numa maleta, que ele mandou pelo Correio de teletransporte, mais uma criação maluca dele. Em cima da maleta, uma cartinha: “Vocês vão precisar...”.

Notas finais
A história acabou aqui? É claro que não. Ainda tem muito mais. Não percam!