Pumpkin Jack

17 Capítulo 17: O Problema de Anna


Notas iniciais
Anna saiu do Hospital. O que ela estava fazendo lá?

No seu apartamento, Jack abriu a caixa de licor de cereja e a dividiu com Anna.

– Só uma perguntinha... – disse Jack, intrigado — O que você fazia no hospital? Você está Doente? Porque a capa de chuva?

– Não era só uma pergunta? – riu Anna.

– Você não precisa responder se não quiser...

– Não, eu acho que você merece saber, já que estamos saindo tanto – ela riu e comeu um bombom de licor – Eu estava sendo examinada. Sim, eu tenho um problema. Mas vou deixar você adivinhá-lo. Isso responderá a terceira pergunta.

Jack avaliou o corpo inteiro de Anna, de cima a baixo, atento, mas não descobriu nada.

– Vou te dar uma dica – disse ela, no ouvido dele – Está nas pernas.

Jack sentou ao lado dela e examinou toda a sua perna esquerda. Nada. A direita. Nada também. Ele estava ficando nervoso. Anna percebeu que era a hora de explicar a situação. Ela levantou da cama e disse:

– Agora olhe para os meus pés. Mais perto. Mais...

– SEUS PÉS NÃO TOCAM O CHÃO!!! – ele gritou, espantado.

– Bingo!!

– C-como isso funciona? – ele perguntou, espantado.

– Bom... Eu sofri um acidente muito grave, que tinha alguma coisa a ver com estar dirigindo bêbada. Fiquei internada no hospital por 2 meses. Depois, quando os instrumentos pararam de funcionar, os médicos correram para me socorrer. Mas eu estava viva. Quer dizer, vive em termos. O coração já não batia mais. Eu recebi alta do hospital e estava flutuando. Mas depois, meu irmão me colocou de volta no hospital, para que eu pudesse ser estudada.

– Nossa... Que... Você é... Um fantasma?!

– Acho que sim. Mas eu me sinto estranha. Sinto que este não é o meu lugar.

– Como você faz para voar?

– Ahm... Eu não sei. Talvez, caindo e errando o chão..?

Jack tentou. Estabanado, caiu direto no chão. Sua máscara saiu e sua cabeça rolou aos pés flutuantes de Anna.

– Você poderia me devolver isso aí? – disse a cabeça.

Anna riu alto. Jack ficou surpreso. Foi a primeira pessoa que o viu em sua forma normal — quer dizer... Bom, normal agora — e não surtou.

– Você não se assustou com isso? – perguntou a cabeça, esperando para ser pega do chão.

Anna ficou rindo, imóvel. Jack recolocou sua cabeça e Anna silenciou.

– Na verdade... – disse ela, ofegante – eu morri de medo. Eu rio alto quando estou nervosa. Você quase me matou... De novo.

As risadas cortejos pararam quando a porta foi aberta.

– Quem é essa?! – perguntou Chris, enciumada, ao entrar no quarto.

Notas finais
Nossa... Que fria! Como Jack vai escapar dessa?