Notas iniciais
Oi genteee, bem eu disse que ia postar hoje... mas eu planejava fazer mais cedo, só que voltei mais tarde do que queria da casa do meu pai, mas enfim... Estou postando agora o/ Aliás, hoje é SEXta-feira, né minha gente? xD (meu professor de química sempre fala isso, acabei pegando essa mania xD)Bom, mas agora eu vim aqui novamente agradecer a mais duas recomendações que a fic recebeu *-* Muito obrigada mesmo a Onee Chan ♥ e a Misa-chan (ZephBifrost)Amei as palavras de vocês lá >3Bem, sem mais enrolações, bom jantar de ravioli aí pra vocês... ¬u¬

Eren

Meu coração continuava acelerado. Eu estava um tanto nervoso internamente. Como heichou era bem observador, então deveria mostrar o máximo de naturalidade por fora. E eu estava conseguindo bem, apesar da ansiedade de imaginar o que eu tentaria com ele ali e agora. Creio que ele me bateria muito, mas não ligaria.

Depois de trancar a porta com chave, caminhei até Levi próximo às prateleiras.

– O que quer que eu faça, heichou? – Perguntei naturalmente.

– Pode começar colocando esses livros nessa estante. Por ordem de autor. – Falou. E eu logo olhei para aquelas pilhas no chão chegando à altura de meu quadril. Fiz uma cara meio desanimada... Por ordem de autor ainda por cima? Era só colocar na prateleira que já estaria bom...

– Que cara é essa, garoto? Você mesmo não disse que queria ajudar? – Perguntou com as mãos na cintura, arqueando uma sobrancelha.

– Hm... Sim, senhor. – E assim logo comecei. Um a um fui vendo o nome dos autores e posicionando os livros nas devidas prateleiras. Depois percebi que até que já estava meio na ordem certa. Apenas um livro ou outro não seguia essa antologia. Dei um suspiro de alívio. Seria menos trabalhoso então.

Claro, não deixava de prestar atenção no Levi também. Cada movimento dele. E nesse momento ele mexia na estante paralela a minha, de costas para mim, retirando os livros de montinho em montinho para limpar devidamente todo o pó das estantes. Sei lá... Por mim só de tirar a poeira externa já era o suficiente. Não precisava de todo esse trabalho.

Momento ou outro, Levi ficava na ponta dos pés para alcanças livros mais altos. Achava graça disso. Ter baixa estatura era uma das coisas que o deixava meigo. Olhei-o percebendo que ele dava umas pausas para massagear brevemente os ombros. Na hora, até pensei em me oferecer para fazer isso por ele, mas creio que ele já perceberia minhas intenções... não dá mais pra usar essa tática de fazer massagem.

Bem, continuei a posicionar os livros na prateleira de forma singela e calma, pensando nos pontos fracos do heichou. Eu ainda não conhecia muitos, mas já sabia de dois. Primeiramente o físico, que era sua nuca. Lembro-me que foi aqui mesmo na biblioteca que eu beijei aquela região e ele deu uma entregada ao momento, mas... na hora H, eu fraquejei e ele tomou as rédeas da situação... Não deixaria isso acontecer de novo. Eu faria certo desta vez.

O segundo ponto era psicológico. Aparentemente ele mostrava certas fraquezas dependendo da forma como eu agia ou me dirigia a ele. Essa era a primeira coisa que eu devia fazer para desestabilizá-lo.

Ainda posicionando os livros, fazia agora com um pouco mais de ansiedade e ao mesmo tempo sem muita vontade. Distúrbios antagônicos que eu tinha de vez em quando. Levi deu uma olhada de canto pra mim, vendo-me fazer o trabalho de maneira “incorreta” ao seu ver.

– Eren, se não quer arrumar isso então pode descer e continuar ajudando seus amigos com a roupa. – Levi falou de forma meio mandada, com certeza não aceitando as relaxadas que eu dava durante a tarefa.

– Ah, não. Não quero...! – Respondi fazendo bico.

– Oh... odiou tanto assim lavar roupa, garoto? – Ele perguntou virando-se totalmente de frente para mim e cruzando os braços.

– Hm... Não é só isso... é que... eu preferia também ficar aqui com o heichou. – Falei fazendo um certo charme. Eu sei bem que ele tinha um fraco quando eu agia assim.

– É mesmo...? Prefere a mim a seus amigos? – Ele mantinha sua expressão indiferente.

– Ah... É que eu já convivo com eles há bastante tempo até hoje... Eu quero passar mais tempo com o heichou agora... – Dizendo isso, eu corei de verdade. Mas mantinha minha postura, sem gaguejar ou tremer na hora da fala. Dei um sorriso espontâneo para ele, o que o fez ficar me olhando por um tempinho de forma um tanto hipnotizada.

– Hm... Certo... então fique aí, mas faça o trabalho direito. – Heichou virou-se voltando a encarar a estante à sua frente. – E já falei pra parar de sorrir assim... – Ele sempre falava isso quando ficava aparentemente sem graça.

– Hm? Por quê? Você não gosta quando eu sorrio, heichou? – Perguntei pendendo a cabeça de lado levemente. – Ou meu sorriso te deixa sem jeito? – Fiz um tom mais malicioso agora e tentava ver sua expressão.

– Tsc. Volte a arrumar os livros. – Ordenou sem me encarar.

– Não vai me responder, heichou?

– Não.

– Por quê? – Na hora inclinava a cabeça para o lado, tentando enxergar seu rosto. – Hein? Não vai mesmo me responder?

Levi nada falava, apenas desviava o rosto de meu olhar, mesmo de longe.

– Você não gosta de mim então, heichou? – Fiz uma voz mais decepcionada.

– Ah, Eren, não faz drama. Essa pergunta eu já respondi ontem antes do treino. – Ele ainda mexia nos livros da estante.

– E não pode falar de novo?

– ... – Ele deu uma olhada de canto para mim.

– Hein... ? – Insisti com olhos pidões. Levi deu uma pausa. Uma pausa um tanto longa, respirando fundo.

– Ah... tá! – Ele deu uma revirada nos olhos. – Eu gosto de você... – Sua voz saiu baixa.

– Gosta como?

– Hum? – Ele me olhou com uma cara impaciente. – Falei que eu gosto. Já é o suficiente.

– Não, não é não! Porque o senhor também gosta da Petra-san, da Hanji-san, do comandante Erwin...

– Ah, pare com essa frescura, garoto. Você entendeu o que eu quis dizer...

– Mas heichou... tem uma palavra melhor para essa situação... – Vi uma veia pulsar em sua testa, mostrando o quanto ele já estava perdendo a paciência.

– Eren, não me faça te bater agora... – Vi que ele se irritava mais e mais.

– Mas heichou, é só uma expressãozinha diferente... só para que eu tenha certeza do que você quer dizer...

– Não lembra do que eu disse ontem de que algumas pessoas mostram seus sentimentos através de ações?

– Hm... lembro...

– Então sossega aí e continue o trabalho, agora. – Heichou foi seco. Cortou rapidamente o assunto e voltou a encarar a estante, ficando novamente de costas para mim. Aparentemente querendo esconder que havia ficado irritado e ao mesmo tempo sem jeito com as palavras. Mas não! Gestos dizem muito, sim, mas eu queria ouvir as palavras. Silenciosamente, verificando que ele estava meio pensativo, aproximei-me dele e rapidamente abaixei a gola de sua camisa, levando meus lábios até sua nuca. Coisa que o fez se arrepiar inteiro.

– Eren!! Seu... – Ele levou um susto. Devia estar mesmo distraído com pensamentos. Ele imediatamente levou um de seus braços, com o intuito de me acertar um golpe, mas eu fui mais rápido e segurei-o antes, prendendo na estante.

Comecei a espalhar vários beijos em sua nuca. Sem me importar com qualquer xingamento que ele fizesse. Suas pernas fraquejaram na hora e ele automaticamente se segurou nas prateleiras da estante. Colei meu corpo com o seu e encaixei uma de minhas pernas entre as suas, impedindo-o de conseguir me chutar. E já apoiei meu outro braço nas prateleiras também, prendendo-o mais. Heichou tinha saído do ar por um momento. Antes que ele pudesse falar algo, comecei a chupar com gosto na região de sua nuca e nas laterais de todo seu pescoço. Suas pernas vacilaram de um modo que ele acabou por se ajoelhar no chão. Eu juntamente com ele abaixei-me, com os braços agora em torno de seu corpo, abraçando-o de forma possessiva.

Aproveitei a chance para já inclinar meu peso pra frente sobre suas costas, fazendo-o abaixar também. Até ele ficar de quatro.

– O que... – Heichou agora voltando à realidade e percebendo o que ele deixou acontecer, continuou desacreditado. – Eren...

– Nee, heichou? Parece que você não consegue me chutar assim, não é? – Falei de forma provocativa. Ele nada respondeu. – E é mais difícil me acertar com um soco nessa posição, não é?

– ...

– Parece que... você foi totalmente imobilizado por mim... Levi. – Disse num sorriso maldoso.

Levi

Mas como pôde? Eu me distraí por um momento... e o garoto conseguiu me pegar assim? Como pude deixar isso acontecer? Como me deixei ser seduzido pelo seu jeitinho meigo de falar comigo? Ele era apenas um moleque. E eu, como um adulto com o dobro de sua idade, não devia ter esse tipo de fraqueza.

Eu devia estar dominando todo e qualquer tipo de situação com ele, sem qualquer ponto fraco... Sempre. Mas sou um ser humano e inevitavelmente terei pontos fracos. E ele claramente descobriu alguns. Percebeu que seu sorriso e suas palavras às vezes me tiram um pouco do meu sério.

E agora eu estava ali, literalmente de quatro para ele... Ainda tentava me mexer, mas parece que desta vez ele me prendeu mesmo. Do jeito que eu lhe ensinei... Apesar de não ter sido essa posição que eu mostrei... Ele mantinha uma de suas pernas entre as minhas, e suas mãos agora seguravam meus braços. Meu peito estava quase encostado no chão. E estava com o traseiro empinado, roçando contra sua virilha. Que situação ridícula! O moleque estava corajoso demais pro meu gosto.

– Eren, se você não me soltar... Hm... – Ele voltou a sugar todo o meu pescoço antes que eu terminasse. Tremi inteiro novamente e deixei escapar um rouco suspiro.

Ele, então, soltou um de meus braços e levou a mão até o lenço em meu pescoço. Logo o desamarrando e tirando-o fora.

– É sério moleque... Se você não parar... Você não vai gostar nada... – Tentei ameaçar, mas minha respiração começava a se alterar. Mais ainda quando senti sua língua em minha orelha. – E-Eren...

O garoto ignorava todas as minhas falas, naquele momento ele apenas seguia seus instintos.

– Levi... está começando a fazer uma voz diferente. – Ele falava ainda próximo ao meu ouvido.

– Hã?! – E também... o garoto estava chamando-me apenas pelo nome agora. Sem a minha autorização. Está certo que eu e ele tínhamos um relacionamento mais íntimo, mas mesmo assim eu ainda era seu superior e ele devia respeitar isso.

Logo senti sua mão em meu peito, desabotoando rapidamente os botões de minha camisa. Eu ainda estava um tanto sem ações diante de seus atrevimentos. Não esperava que ele fosse agir assim de repente e sem receios. Eu não acredito que ele tentaria fazer isso comigo aqui e agora.

Com uma das mãos livres, agarrei seus cabelos e puxei-o aproximando-o de meu rosto. Ele soltou um breve gemido de dor.

– Você perdeu seu amor pela vida, Jaeger? — Perguntei com uma voz mais ameaçadora. – Se você não parar agora, vai se arrepender e muito... – Apesar do meu tom severo, vi que ele não mostrava medo, apenas uma expressão desejosa e um sorriso cheio de luxuria.

– Não, eu não vou parar desta vez, Levi... – Eren deslizou suas mãos até entre minhas pernas. Deu uma acariciada ali por cima do tecido da calça. Eu mordi meu lábio inferior olhando-o de forma irritada. – Afinal, eu venci. Eu te imobilizei, não foi? E... lembro que você ia me dar uma recompensa por isso... – Ele falava maliciosamente. E eu ficava mais e mais irritado de estar sendo facilmente dominado assim por um pirralho. Mas eu também pensava... “Por que porra eu fui apostar uma coisa dessas?” Deveria levar em conta que é um garoto que aprende rápido, e não subestimá-lo tanto dessa forma.

Agora, o pior é que sempre fui homem de palavra...

Eren desatava todos os meus cintos, desde a parte do peito até chegar ao da minha cintura. E eu o deixava agora... Mesmo odiando a ideia de ser abusado por um moleque que tinha metade da minha idade. Apesar de fisicamente não parecer que tenhamos uma diferença tão grande, ainda assim me irritava...

Assim que senti Eren indo abaixar minha calça, com uma das minhas mãos logo segurei seu braço, impedindo-o de continuar por um momento.

– Espere aí, garoto! – Não deixava parecer muito, mas minha respiração continuava alterada. Ele ficou me olhando de forma interrogativa.

– O que foi? – Vi que ele estava com o rosto bem corado e mantendo seu olhar desejoso para mim.

– Nem a pau que eu faço isso de quatro. – Fui tentando empurrá-lo para que ele me desse um espaço para eu sair daquela posição. Mas ele realmente colocava muita pressão sobre o meu corpo, que me deixava quase sem nenhum movimento livre. – Dê-me espaço pra virar... e eu deixo você fazer o que tanto quer. – Disse baixo e tentando manter minha indiferença na voz. Vi que seus olhinhos brilharam na hora.

– Sério Levi? – Ele então, foi dando um espaço, porém ainda muito curto. Provavelmente ainda receoso de que eu conseguiria escapar.

– Calma, garoto... Eu não vou fugir. – Dito isso ele relaxou um pouco mais e eu consegui me virar “de frente” pra ele. Mas ainda ficando praticamente deitado, encaixando seu corpo entre minhas pernas.

Ele então apoiou suas mãos no chão e foi aproximando seu rosto do meu. Ainda desacreditado que eu tinha cedido a ele a chance de ser o ativo desta vez. Ele logo juntou seus lábios aos meus de forma necessitada. Começando um beijo mais faminto do que ele normalmente fazia. Confesso que ele estava mais habilidoso nisso agora. Logo abri minha boca.

Enlacei meus braços em torno de seu pescoço, para fazer maior contato. Eren, apoiando-se em um de seus braços apenas, desceu sua outra mão por toda a lateral de meu corpo. Apertando aonde conseguia. Até chegar ao cós da minha calça novamente, onde desatou o cinto de forma um pouco atrapalhada por não estar vendo.

Sentia sua língua, bem mais ágil desta vez. Ele a roçava com intensidade contra a minha, querendo sentir o máximo que dava daquele contato. Isso era uma das coisas que mais o excitavam.

Eu abria os olhos de vez em quando para ver sua expressão durante o beijo. Seus olhos estavam fechados e aparentemente em transe naquele momento. É, fazia um bom tempo que não nos beijávamos assim, claro que ele curtiria cada segundo. E desta vez ele respirava mais corretamente do que antes. Mas mesmo assim seu fôlego ainda acabava antes. E logo ele separou seus lábios dos meus, ofegante.

– Ah... Levi... – Ele falava baixinho, passando a mão em meus cabelos. E mantinha-se próximo ao meu rosto.

– Hunf... e quem te deu autorização pra me chamar assim, hein...? – Eu falava num sussurro, e com o tom levemente irônico.

– Por que...? – Ele então foi até o meu pescoço novamente. – Eu não posso? – Ele usava um tom manhoso antes de começar a espalhar mais de seus beijos ali e dando umas chupadas que me fizeram soltar um murmúrio sem querer.

– Hum... Certo... você pode desta vez... Mas na próxima tem que pedir permissão... – Pude ouvi-lo soltar um pequeno riso. Em meio aos chupões que dava em meu pescoço.

Um pouco mais concentrado agora, ele levou suas mãos até uma de minhas botas, tirando-a devagar e até que sensualmente. Fez o mesmo com a outra, sem parar o estímulo no pescoço. Meu rosto esquentava ao pensar na situação. Segurando o cós da minha calça, finalmente abaixou-a, com os cintos, e tudo. De forma meio desajeitada, mas conseguiu tirar, afinal era uma vestimenta um tanto complexa de se despir.

Eu, agora, estava exposto para ele. Isso fazia meu rosto esquentar ainda mais. Afinal, ele ainda continuava totalmente vestido, e eu estar nu assim me remetia estar submisso a ele. Coisa que de certo modo eu não gostava. Mas eu não pensava tanto, na hora. As carícias do garoto me distraíam e desconcentravam mais do que eu imaginava.

Como minha camisa já estava desabotoada, Eren desceu seus beijos até chegar em um de meus mamilos. Onde começou a lamber e chupar com bastante gosto, me fazendo dar uma contorcida e deixar escapar os primeiros gemidos de minha boca. Eren, ouvindo isso, já logo abriu os olhos pra fitar meu rosto. Eu ainda me controlava para não mostrar muitas reações.

Eren, ainda encaixado entre minhas pernas, apertava sensualmente minhas coxas com as mãos, começando a estimular meu outro mamilo. Eu ainda não estava totalmente excitado, pelo menos não externamente. Mas sentir sua língua quente lambendo-me bem no biquinho... suas mãos, até muito habilidosas com relação a massagem, apertar minhas coxas e mais a elevação em sua calça roçando entre minhas pernas. Isso já fez inevitavelmente minha ereção ficar aparente. Coisa que normalmente demorava pra acontecer.

Eren logo sentiu. E escorregou uma de suas mãos até ali, apalpando suavemente toda extensão do membro. Só que... bem devagar. Devia ainda estar um pouco tímido, já que é a primeira vez que ele está controlando a situação.

– Eren... – Chamei-o, num sussurro, com a respiração levemente controlada. Logo puxando seus cabelos, fazendo-o parar o estímulo em meu mamilo. – Faz com a boca...

Com essa minha fala, Eren mordeu os lábios. Eu devo ter falado de um jeito que mexeu bastante com seus hormônios. Sem perder muito tempo, ele foi um pouco para trás ficando com a cabeça entre minhas pernas. Ele segurou meu membro, o colocando em sua boca. No começo apenas a ponta, até ir introduzindo tudo. Eu automaticamente entrelacei minhas pernas em torno de seu pescoço. Sentir sua boca ali, chupando-me com gosto daquela forma era uma sensação muito deleitosa. Sua língua roçava de forma circular toda vez que passava pela glande. Eu mordia os lábios e segurava na baixa prateleira da estante com força. Era de fato um tesão enorme que fazia sair do controle...

– Ahnn... E-Eren... – Ia pedir para ele ir mais rápido. Mas minha respiração estava mais descompassada do que o normal. E eu não queria mostrar muito esse meu estado para o garoto.

Ele naturalmente aumentou a velocidade. Eu inclinei minha cabeça para trás sentindo mais e mais daquela fricção e como aquilo esquentava todo o meu corpo. Depois de uns breves momentos assim, eu já cheguei em meu limite e acabei por ejacular dentro de sua boca.

Eren apertou mais os olhos quando sentiu o líquido invadir lhe a boca. Logo engoliu tudo. Mas um filete de sêmen ainda ligava seu lábio à ponta de meu membro.

– Tem um gosto tão bom, Levi... – Comentou ele, lambendo os lábios. E com olhos ainda não saciados.

Eu já estava bastante suado e ofegante apenas com aquilo. Meu rosto devia estar bem enrubescido agora. Eu apenas olhava, com os olhos semiabertos, Eren engatinhar mais perto para iniciar mais um contato de nossas bocas. Pude sentir o gosto de meu próprio sêmen. Isso de alguma maneira me excitou novamente... Eren ainda roçava sua ereção contra a minha. Sentia bem o tecido de sua calça já molhado... Ele devia estar em seu limite.

Mas agora, raciocinando melhor, estávamos fazendo aquilo no chão... No chão! Eu entrei parcialmente em transe, por isso não havia pensado bem nisso, mas agora que estava nu sentindo o piso gelado em contato direto com a minha pele, resolvi chamar o garoto.

– Eren... Ah... – Ele não queria parar o beijo, simplesmente continuava sem nem ouvir. Parecia uma pessoa que passou dias no deserto e finalmente está dispondo de um copo d’água. Ele beijava com uma sede insaciável. – Vamos pra... hm... outro lugar... – Eu tentei falar em meio aos beijos.

– Hum... Tá bem... – Eren concordou. E não parava o contato de jeito algum, mas parece ter entendido o que eu quis dizer.

Ele repentinamente segurou-me pelas coxas e me ergueu do chão, como eu já havia feito com ele na outra vez. Eu segurei-me em seus ombros para não me desequilibrar. Isso foi um tanto inesperado. Agora sim entendia... me sentia uma criança sendo carregada... Separei meus lábios dos de Eren, olhando-o de forma irritada.

– Pirralho, não precisa me carregar assim...

– Ah, você fez isso comigo também.

– Tsc. – Desviei meu rosto do dele. Vendo que ele estava me levando até a grande mesa da biblioteca. Não era o melhor lugar para transar, na minha opinião, mas... Já que ele escolheu um cômodo meio inusitado para isso, acho que não tinha uma opção melhor...

No meio do caminho, sentia agora onde as mãos do Eren estavam segurando para sustentar meu corpo. Dei-lhe um beliscão no braço.

– Ai, ai, Levi! O que é isso?

– Para de apertar minha bunda, moleque!

– Ahh... é tão macia e redonda... Não tem como não fazer... – Ele falava em tom provocativo, colocando-me sentado sobre a mesa. – Você continua excitado, Levi...

– Hunf... O mais excitado aqui é você. Pirralho pervertido. – Eu disse passando a mão pela elevação entre suas pernas. Comecei então a desatar seus cintos. Primeiramente o da cintura. – Chegar ao ponto de molhar a calça da Tropa desse jeito... tem que ser muita excitação mesmo pra sair tanto líquido assim...

– Levi!! – Ele ficou sem graça. Se seu rosto já não estivesse vermelho provavelmente ficaria agora. Eu sei que ele não aguenta quando apontava coisas a respeito de seu corpo. – Hunf. – Ele fez um bico.

Eu desabotoei sua calça e dei uma leve abaixada junto com sua roupa íntima, expondo seu membro rijo. Fiz tudo olhando-o fixamente nos olhos. Que continuavam com ar luxuriosos. Sei o quanto ele gostava de preliminares, mas agora o ativo era ele, não é? Então ele devia controlar tudo. Por isso, não me daria ao trabalho de fazer qualquer tipo de estímulo nele.

Se bem que... creio que ele nem pensava nisso, na hora. Vi que ele estava louco pra me penetrar logo... Ver a expressão sedenta dele me deixava um pouco pasmo. Remetia-me quando ele estava em sua forma titã, no momento que ele perdia o controle e olhava sua presa, se entregando à tentação de devorá-la.

Sem pensar muito, Eren segurou em torno de ambas as minhas coxas e puxou-me de uma forma meio bruta, fazendo-me deitar as costas sobre a mesa.

– Oe... Eren, devagar...

Ele abriu bem minhas pernas, deixando minha entrada totalmente exposta. Ele olhava de forma libidinosa. Eu juntei as sobrancelhas vendo sua expressão. Creio que ele penetraria de uma vez e sem dó. Se ousasse fazer isso, eu o bateria até não querer mais.

Ainda segurando minhas pernas abertas, Eren abaixou o rosto até ali. E começou a beijar e lamber a minha entrada. Fechei os olhos com força no início. Eu não conseguiria ver aquilo sem me sentir constrangido. Ele deslizava sua língua pra cima e pra baixo num movimento frenético. Quase inacreditável o quão prazeroso era sentir aquilo. Esquentava meu corpo inteiro.

Assim que senti sua língua penetrar, segurei seus cabelos com força. Ele explorava-me até onde conseguiu alcançar. A sensação daquele músculo roçando em minhas paredes internas era estranha, mas me deixou quase fora da razão. Não pensei que fosse uma região tão erógena assim. Eu me contorcia em cima daquela mesa, e não conseguia encarar o Eren. Mas tenho certeza que ele estava observando todas as minhas reações. Que... humilhante...

– Levi... está gostoso? – Ele falou assim que parou o estímulo. – Eu sei bem o quanto isso é bom...

– Hm... – Eu nada falei. Continuei a olhar para o outro lado.

– Não vai falar nada?... Levi heichou... – Senti agora um de seus dedos penetrar minha entrada, agora me tocando mais profundamente. Deixei escapar um gemido alto e que... soou bem erótico, que deve ter deixado Eren com mais tesão ainda. E ele logo moveu seu dedo sem muita delicadeza. Eu segurava a borda da mesa com força. Ele tentava abrir mais e mais espaço lá dentro com movimentos circulares e parecia também procurar o meu ponto sensível, tal como fiz com ele.

Eu, imediatamente, levei minha mão até a sua. Logo deslizando um de meus dedos junto com o do Eren, penetrando-me também. Ato que o deixou um pouco surpreso. Afinal, foi mesmo uma atitude bem inesperada da minha parte... Mas eu sentia que devia ajudá-lo com aquilo...

Meu dedo movia-se junto ao do Eren, e sei que eu estava dando uns suspiros luxuriosos sentindo isso. Era um tanto incontrolável. Sentia minhas paredes interna contraírem em torno de nossos dedos. De alguma forma isso me excitou ainda mais.

Eren olhava-me com a boca entreaberta, lambendo os lábios de vez em quando. Estava embriagado pelas expressões que eu fazia. Virei meu rosto para o outro lado novamente tentando cobrir ao menos os olhos com o braço que estava livre.

– Não, Levi... deixe-me olhar o seu rosto. – Ele pedia docemente e com voz de pessoa embriagada. Movendo seu dedo com maior intensidade, eu prontamente o acompanhava.

– Hum...

– Levi... – Com sua mão livre, Eren retirou meu braço da frente. – Não fique tímido...

Eu ia lhe responder, mas naquele momento eu não conseguia falar. Creio que iria sair uma voz submissa... e eu não queria que ele ouvisse. Só de eu olhar pra baixo e ver a mão do Eren ali entre minhas pernas fazendo o movimento, já fazia escorrer líquido pelo meu membro. Minha boca também estava entreaberta pela respiração pesada.

Eren e eu retiramos ambos os dedos de dentro, e ele logo segurou minhas pernas com mais força e posicionou seu membro em meu ânus. Sentia a sua ponta bem melada esfregar um pouco a região para uma maior lubrificação. E assim, ele finalmente começou a penetrar. Eu apertei os olhos e agarrei as laterais da mesa novamente, quase cravando as unhas na madeira. Era um volume muito grande invadindo-me. E de fato era bem doloroso. Eu ainda mordia os lábios com força, não querendo de forma alguma deixar sons escaparem.

O garoto esperou um pouco, ele também precisava acostumar com a pressão que eu fazia em torno de seu membro. Ele respirava de forma igualmente pesada.

– Levi... – Ele falava com uma voz rouca – Vou me mover...

– Ah... – Eu ia pedir para ele esperar mais um pouco, mas Eren logo começou seus movimentos de vai e vem. Bem lentos no começo, mas eu ainda sentia dor. Isso era incômodo e eu acabei deixando escapar alguns gemidos. O garoto, ouvindo isso, sorriu pra mim.

– Ahh... Levi está fazendo... sons adoráveis... – Ele comentou em meio as estocadas. Eu imediatamente tampei minha boca com as mãos, desviando o olhar. “Droga. Não estava dando pra controlar isso... Simplesmente saía...”. – Não... não se segure. Continue fazendo esses sons... isso me excita... – Eren falou tirando ambas as minhas mãos dos lábios. E debruçou sobre meu corpo, começando a beijar a curva entre meu pescoço e o ombro, automaticamente aumentando a velocidade das estocadas. Foi aí que eu comecei a gemer descontroladamente e de forma lasciva. A dor agora desaparecia e dava lugar apenas ao regozijo. Aquilo era muito prazeroso mesmo...

Até que Eren finalmente atingiu-me em meu ponto sensível, que me fez um soltar som muito erótico na hora. Ao ouvir isso, o garoto deu continuidades às suas estocadas direcionando especialmente àquele ponto.

Eu já não via ou ouvia naquele momento. Minha mente ficou completamente desfocada. E tudo que saia de minha boca eram gemidos altos, praticamente gritos. E eu podia ouvir os do Eren também, próximo ao meu ouvido. Passei meu braço em torno de sua cabeça, acariciando seus cabelos.

Com uma das mãos, Eren começou a me estimular no membro novamente, no mesmo ritmo das estocadas... Dessa forma eu não ia aguentar mais...

– Eu te amo, Levi... – Ele falava numa foz sem fôlego e embriagada. – Eu te amo... eu te amo...

Ele continuava frenético e ainda em transe. Parece que não ia aguentar por muito tempo também... Logo senti seu membro dar uma contorcida estranha dentro de mim, e em seguida aquele líquido quente me invadiu.

Sentindo estímulos intensos como aqueles e ainda ouvindo as palavras que ele pronunciava baixinho ao meu ouvido, foi demais pra mim. Atingi o meu segundo orgasmo, jorrando jatos fortes de sêmen em meu abdômen e na mão do garoto.

Eren largou seu peso em cima do meu corpo, bem exausto, tentando recuperar o fôlego. Ele devia estar respirando errado durante o ato... Mas eu também estava acabado... detonado... Mas não pensei que uma penetração anal fosse tão bom assim.

Realmente uma sensação impagável, mas creio que vou ainda me sentir muito frustrado daqui a pouco por ter deixado isso acontecer... Eu ainda odiava ser dominado e humilhado dessa forma. Minha teimosia e meu orgulho ainda vão me fazer bater no Eren pela sua ousadia... Mas agora... tentaria não pensar muito nessa submissão. Vi o rostinho do Eren erguendo-se para me ver... ele estava com uma expressão tão satisfeita e orgulhosa...

– Heichou... Você gostou...? – Ele voltou a me chamar pela forma usual. Mostrando que estava agora saindo de seu transe sexual e voltando a ser o Eren mais submisso. E subindo quase totalmente na mesa para deitar-se ao meu lado.

– E... Eren... – Minha voz saía rouca... Saía rouca... Droga. Saía tão rouca que quase não formava palavra alguma. Meu peito continuava subindo e descendo pela respiração ainda descompassada. E agora eu estava rouco.

– Ah... sua voz está meio fraca, heichou... – Ele acariciou meus cabelos.

– Hum... garoto... – Chamei-o com um pouco de dificuldade. Apesar de ele ter abusado bem da minha boa vontade, eu não sentia mais tanta raiva assim de tê-lo deixado ser dominante uma vez. Via o quanto ele estava contente em ter conseguido uma proeza dessas. E agora, voltando a ser o Eren fora de transe, vi que no final era só um garoto que queria ganhar de mim em alguma coisa. “Se ele soubesse do tanto de coisa que ele já ganhou e não percebe...”.

– Hm? – Ele sorria esperando o que eu ia falar. Eu tomei mais um pouco de fôlego, e limpei a garganta antes de continuar.

– Eu... – Até conseguia falar, mas acho melhor esperar essa rouquidão melhorar. Resolvi deixar pra lá então.

– Ah... – Vi que ele agora estava meio sem jeito. – D-desculpe, heichou... Acho que exagerei um pouco... – E dizia, brincando com os dedos de minha mão, pousados em meu peito.

Agora que nós dois retomávamos completamente a consciência, parei pra pensar melhor... nós transamos na biblioteca... No chão e em cima da mesa de leitura... Ainda por cima sem ter terminado toda a tarefa de limpeza... Foi uma ótima pausa de serviço, admito, mas ainda tínhamos que terminar de limpar tudo antes do jantar.

Logo, sentindo a minha mente ter voltado totalmente ao normal e meu corpo parcialmente, pus-me sentado. E o garoto me acompanhou fazendo o mesmo.

– Heichou, desculpe... Não consegue falar, não é...? – Ele deu um sorriso sem graça. Olhei-o com uma expressão irônica e dei-lhe um peteleco na testa.

– Claro que eu consigo... minha voz só está um pouco fraca...

Dei uma olhada para a janela da biblioteca e percebi o céu com um tom levemente alaranjado, indicando o fim da tarde. Tínhamos pouco tempo para arrumar tudo e ir para o refeitório. Eren desceu da mesa primeiro, já vestindo suas calças. Eu, ainda sentado à mesa, dei-lhe um chute no traseiro vendo aquilo.

– Ai, ai! O que foi, heichou? – Ele questionou meio confuso. Eu tentei novamente limpar a garganta pra falar.

– Troque de roupa, ouviu...? Nem pense em usar essa mesma calça no jantar... – Falei. Incrível isso... nunca na minha vida transei assim até perder a voz. Mas sinto que até o horário de dormir já voltaria à normalidade.

– Hm, sim, senhor! – Ele concordou, e caminhou até o corredor de prateleiras onde estávamos e recolheu todas as minhas roupas, trazendo até mim. – Aqui, heichou...

– Obrigado... – Assim, que desci da mesa para me vestir, senti uma dor enorme em todo meu quadril. Principalmente ... Esquecia-me desse detalhe... A dor do depois... Como Eren tinha habilidades regenerativas, isso passava rápido pra ele. Mas no meu caso, acho que ainda vai demorar um pouco pra passar...

Olhei para aquele sorriso vitorioso em seu rosto e na forma carinhosa como ele me olhava ao mesmo tempo. Que garoto complicado que me arrumaram pra supervisionar... Deu bastante trabalho pra mim nesses últimos dias. E agora, eu estava ali com o quadril dolorido e quase sem voz por culpa desse pirralho. Mas não podia negar... que eu o amava muito.

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Eren

Depois de um bom tempo, heichou e eu terminamos o serviço na biblioteca. Eu fui primeiro a ir para o jantar.

Adentrando o refeitório, me sentia... o melhor dali. Eu havia conseguido a proeza de dominar Levi heichou. Transformá-lo em submisso uma vez ao menos. E ele foi tão adorável... Creio que nenhuma garota que tenha saído com ele no passado pôde ver as expressões que eu vi agora a pouco. Heichou tão entregue daquela forma... Quase me excitava de novo só de lembrar. Não sei se ele me deixaria fazer isso de novo, mas eu tentaria com certeza.

Aproximando-me mais da mesa dos meus amigos, Mikasa foi a primeira a me ver e logo levantou-se do banco.

– Eren! Aonde você estava? Você saiu de repente da lavanderia... Ah! Seu rosto... está machucado. – Mikasa falava em seu tom preocupado.

– Não se preocupe, Mikasa. Eu só caí sem querer... – Eu coçava a parte de trás da cabeça. E eu estranhamente não parava de sorrir.

– E machucou apenas o rosto com uma queda? – Ela questionou meio surpresa.

– Ah... foi...

– Vou pegar um pouco de gelo pra você.

– Ah, obrigado, Mikasa. – Agradeci e ela foi rapidamente até a cozinha. Mesmo sabendo que isso iria sarar logo, ainda assim doía bastante. Seria bom mesmo pôr um pouco de gelo.

Sentei-me ao lado de Armin. Assim que me viu já logo cumprimentou.

– Ah, Eren! E aí, como foi... Que é isso?!! – Armin arregalou os olhos quando viu meu rosto – Tá um inchaço enorme aí na sua bochecha! O que ele te fez?

– Ahh... O heichou me bateu... mas valeu a pena, Armin... — Minha voz saía ainda de forma embriagada...

Notas finais
Oooi? Chegaram vivos até aqui? *3*Bom....... é agora a pergunta fatal em minha vida: eu saí muito da personalidade do Levi agora? O.o É a cisma que sempre tenho. Ainda mais agora que ele foi o uke e estava mais submisso aqui >///Mas, enfim... LEVI UKE, minha gente!!! O Levi deu!!! Eren comeu seu tão desejado ravioli o/ Como eu disse, estava louca pra escrever uma coisa dessas *¬* O que vocês acharam?? *-* Detalhes demais? Coisas explícitas demais? *¬*Vocês devem estar achando que sou uma ninfomaníaca de marca maior, não é? Já vou me isentar de qualquer culpa e falar que sou apenas uma pessoa pura que tem conhecimento maior nessa área da biologia, por isso tantos detalhes *apanha muito* xD hahahahahaha (até parece ¬¬)Bem, mas confesso que novamente me senti muito pervertida escrevendo uma coisa dessas com tanto detalhe O.O E tive muitos nosebleeds no processo. Só o finalzinho que acho que ficou meio vago, não deu tanto o gostinho de quero mais. Mas então aviso aqui nas notas mesmo, vai ter mais um lemon sim, isso eu já planejei! UuU/E aliás... o nosso querido heichou ainda não falou para o Eren as palavrinhas que ele tanto quer ouvir xDMas enfim... Será que o heichou vai falar? Será que vai deixar o Eren no vácuo pra sempre? Será que Jean vai dar uns pega no Armin de novo? Hanji vai zoar o Levi por ele ter dado pela primeira vez? xD Será que mostrará cenas posteriores à saga da titã fêmea? Tudo isso, algum dia será respondido ou não. xDAh, mais uma coisinha... acredito que eu vá demorar mais pra postar o próximo capitulo T-T Tá na época de vestibulares e eu tenho que dar uma revisada intensa aqui na matéria, assim que passar essa fase continuo com a fic, ok? Não me abandonem até lá Y-YBeijos, até mais, Nikki ♥