Notas iniciais
Oie, eu aqui de novo trazendo o segundo cap que aliás ficou bem grandinho. >.< Boa leitura, queridos! >uO/

Eren

Buscamos os cavalos e fomos rumo a um campo aberto afastado do castelo, mas ainda território nosso, com poucas árvores. Chegando lá, somente eu desci do cavalo e o deixei com Levi e Hanji. Eles se afastaram a uma distância segura, subindo uma colina.

– Eren, está pronto?? – Gritou Hanji com um caderno de anotações nas mãos.

– Sim!! – Gritei também em resposta.

– Pode se transformar!

Respirei fundo e levei a mão à minha boca, determinado a fazer tudo dar certo nesse teste. Não podia decepcionar Hanji ou Levi heichou. Mordi com força, até sentir o gosto de sangue. Logo em seguida veio a explosão. Levi observava a fumaça atentamente, enquanto Hanji afobada e até corada, louca para ver minha forma de titã, acredito.

Dissipando-se a fumaça tentei olhar à minha volta. Minha visão estava embaçada. Estranho... Não conseguia ver aonde Hanji e Levi estavam. De repente, algumas imagens começaram a se formar. Pareciam alucinações. Parecia... minha casa. “Eren!” Pude ouvir um grito ao fundo. Parecia ser minha mãe... soava amedrontada.

Comecei a ficar desesperado, não havia motivo real, mas fiquei. Minha visão foi escurecendo mais. Soltei um grunhido, Hanji e Levi perceberam que algo estava errado.

– O que houve com ele? – Pergunta Hanji preocupada.

– Droga! – Levi a ignorou e desceu a colina em minha direção. – Não saia daqui até eu mandar, ouviu quatro-olhos?

– Ahh, parece que não poderei tocá-lo hoje. – Disse a si mesma um pouco desapontada – Tome cuidado, Levi! Tente não machucar muito o Eren!

E eu continuava não enxergando direito, apenas ouvi algo se aproximando. Eu estava quase sem consciência.

– Hey, moleque!! Você consegue me ouvir?! – Escutei não muito claramente sua voz, mas percebi que vinha de trás de mim, por ato reflexo virei-me em sua direção preparando para golpear.

Senti o cabo do DMT de Levi prender em meu ombro e ele avançou para perto do meu rosto. Pousou um de seus pés em meu nariz e segurou-se em algumas mechas do meu cabelo de titã. Por algum motivo tive impressão de que essa cena me fosse familiar.

– Está me ouvindo?! – Levi falou já olhando de canto para meu punho fechado pronto para socar-lhe – Eren!!

Ao ouvir meu nome ser dito, paralisei.

– Se recomponha moleque! Vai desapontar seu superior com essa fraqueza, agora? – Levi gritava pra mim, isso aos poucos foi me dando força pra me concentrar e me acalmar. Sentei-me ali na grama brutamente fazendo um barulhão com o peso. Hanji se aliviou. Levi, sem se desequilibrar, continuava a segurar em meus cabelos e olhando sem medo para meus grandes olhos. E eu o fitava de volta. Concentrando-me até ficar totalmente lúcido. – Muito bem. – Disse em tom aprovador e um pouco mais sereno, como um dono diria ao seu cachorro que se sentou ao seu comando. E logo minha visão foi desembaçando. Pude ver melhor o rosto de Levi bem perto de mim. Bastante perto. Encarando-me, provavelmente para ter certeza de que eu estava totalmente calmo.

Minha mão foi se movendo em sua direção. Queria tocá-lo. Mas logo repensei “O que? Tocá-lo?! Por que motivo? Melhor não fazer ou ele fatiará meu pescoço” Hesitei por um instante. Mas eu queria muito tocá-lo. Levi heichou estava tão pequeno...

– O que você quer, hein? – Perguntou Levi, provavelmente percebendo a aproximação da minha mão até ele. Fiquei com medo que ele achasse que eu fosse machucá-lo e me atacar. Mas sua voz soava ainda serena. Ele não demonstrava medo nenhum, pelo contrário, parecia mais estar esperando pra ver o que eu ia fazer. Então decidi continuar.

Agora eu estava me controlando melhor. Eu não faria nada perigoso e queria mostrar. Estendi a minha mão bem atrás de Levi, em um formato de concha, fazendo uma espécie de convite para que ele subisse nela. Ele olhou-a por cima do ombro e logo voltou a olhar nos meus olhos.

– Oh, você quer que eu suba? – Falou em um tom compreensivo, mas um pouco surpreso também. Eu soltei um pequeno som de aprovação, esperando que ele entendesse.

Levi recolheu o cabo de DMT preso ao meu ombro, e sem muito esforço saiu de cima do meu nariz e foi até a palma da minha mão. Ainda de pé, esperou ver o que eu faria em seguida. Apenas o fiquei observando. Ele foi um tanto gracioso enquanto subia na minha palma.

– O que está olhando tanto, Jaeger? – Perguntou Levi curioso.

“N-Nada, heichou!” Respondia mentalmente, mesmo sabendo que ele não ouviria. Logo ele se sentou.

– Bom trabalho, pirralho. Conseguiu se controlar no final – Minhas orelhas balançaram. Ver heichou ali sentadinho na minha mão. Tão pequenininho. – Já pode me colocar no chão.

Assim o fiz. E ele continuou a me olhar impressionado com o meu autocontrole e conciência. Levi assobiou bem alto para Hanji.

– Pode vir agora, maníaca dos titãs!

– Ahh, finalmente!! – Dizia Hanji já cansada de esperar. Ela podia te vindo antes, mas para não estressar Levi, achou melhor esperar a sua chamada. Nos alcançando, voltando à sua afobação de querer me tocar em todas as partes. Claro! Eu era um titã de quinze metros totalmente controlado agora. Era um prato cheio pra alguém como Hanji. Mas fiquei intrigado do quão rápido consegui me controlar desta vez. Será que foi só por causa do Levi? Bom, de qualquer forma, eu havia perdido a consciência no início. Eu quero já ter o controle total desde o início da transformação. Eu tenho que praticar isso. A retomada na muralha Maria depende disso!

~#~

Voltando ao castelo, já era de noite e estava chovendo. Não tinha percebido que onde fomos fazer meu teste de titã ficava tão longe. Colocamos os cavalos nos estábulos rapidamente para entrarmos logo no castelo e sair daquela chuva.

Pude ver Hanji-san bastante satisfeita comigo por ter ido bem para um primeiro teste. Levi se mostrava desgostoso por ter pegado chuva.

Hanji, foi a primeira a se separar de nós e ir para seu quarto, provavelmente ela tomaria um banho antes, estava coberta de lama por causa da chuva. Bem, nós não estávamos muito diferentes. E Levi era quem mais ansiava por um banho. No caso, eu também.

Fui para o meu quarto antes. Lá retirei todas as minhas roupas sujas e as deixei em um canto... Que alías, era o porão. O porão que eu e heichou tínhamos levado horas para limpar... Pensei melhor e as recolhi. Dava dó deixar aquelas roupas lamacentas no chão que quase me fez perder os braços pra deixar brilhando. O melhor era levar até o tanque lá fora, e deixar para lavá-las amanhã.

Apenas enrolei uma toalha na cintura e fui. Era bom que dava o tempo certo de Levi tomar o seu banho, para em seguida ser a minha vez. Eu sei que era banheiro comunitário no castelo, e só iriam homens de qualquer forma, não havia problema algum. Mas preferia dar privacidade ao heichou. “Ainda mais agora que eu estou com esse problema dos hormônios... Mas o que?! Por que eu pensei isso de novo?! Que besteira! O que tem a ver uma coisa com a outra? Não é como se eu fosse atacar Levi no banho, porque não tem motivo pra fazer isso, não é?” Pensei forçando um sorriso tentando admitir que estava normal. Mas não estava! Não é normal um rapaz ficar olhando tanto para o corpo de outro.

E agora, parando para pensar, eu devo ter olhado um pouquinho para o corpo de Levi, mesmo hoje... Como quando eu estava na forma de titã o segurando em minha mão... E também durante a faxina do porão, em que ele estava de quatro, fazendo força para esfregar o que quer que estivesse impregnado debaixo daquele armário, e a cada movimento do braço, ele rebolava com aquela carnuda e redondinha... “Eren!! O que está pensando?! Outra vez!!” Gritei comigo mesmo mentalmente. É, os hormônios são perigosos.

Já estava no tanque do castelo, lá despejei toda a roupa suja. Eu estava todo arrepiado, não era por menos, estava só de toalha na chuva. Se eu ficasse doente, Levi provavelmente me puniria. Voltei rápido pra dentro do castelo. Neste meio tempo heichou já devia ter terminado seu banho. Poderia ir tranquilamente agora.

Apressei-me direto para o quarto de banho. Estava louco pra entrar numa banheira bem quentinha. Chegando à entrada, dei uma boa olhada em volta. Ninguém. Perfeito, agora era minha vez! A banheira estava cheia até a metade, e a água ainda estava morna. Achei estranho, Levi tomou banho apenas com aquela quantidade? Bom, não importa, pra mim era o suficiente. Queria muito entrar lá direto. Mas Levi foi bem claro que quando eu estivesse muito sujo, eu teria que tomar uma ducha antes. O que era horrível! A água era fria demais. Isso por ser retirada diretamente do rio atrás do castelo. Não tínhamos como esquentá-la. Apenas o da banheira que era possível.

Eram poucos os chuveiros, escolhi o mais longe da porta. Vinha uma corrente fria de ar da entrada, por isso os chuveiros preferidos do pessoal eram sempre os do fundo.

Liguei e o jato frio veio com tudo. Fiquei fora da ducha por um tempinho, estava mais gelada do que imaginei e eu estava me arrepiando de novo. “Calma, Eren. Será bem rápido. Só tire o excesso da sujeira e pule na banheira!”

– Ué? Você não tinha se banhado ainda, moleque?

– Uah!! – Levei um susto. Quando olhei, Levi heichou estava parado na entrada me olhando, carregando uma bacia enorme de água fervendo. De toalha, para minha sorte. – H-heichou?! – Rapidamente coloquei minhas mãos na frente da minha intimidade – V-você não tomou banho ainda, senhor? – Perguntei corado e de costas a ele.

– Não... Eu tive que lavar minhas roupas primeiro. Não ia conseguir dormir sabendo que estavam imundas daquele jeito. – Disse despejando a água da bacia na banheira. Deixando agora o local com mais vapor. – Ele me fitou e deve ter percebido a minha tensão. – O que há com você garoto? Por que está se cobrindo assim? – Perguntou impaciente. Parecia estar farto de algo.

– Ah por nada, senhor! – Respondi.

– Hunf. Se quiser usar a banheira, então. Vou buscar outra bacia com água quente. – Foi. E eu parado, totalmente embaixo da ducha gelada.

“Isso não é bom! Quis evitar ao máximo me encontrar com ele no banho e acontece isso!” Pensei lastimando. Devia ter considerado que heichou fosse lavar suas roupas antes do banho. Já que chegou a isso, concluí que seria melhor apenas tomar a ducha fria e já ir direto para o quarto antes dele voltar. Assim tentei e não foi agradável. Terminado de me lavar, me enrolei na toalha. E, tremendo, fui rumo à saída com passos largos. Não deu tempo. Antes de pisar no corredor, dei de cara com Levi retornando.

– Hey, calma aí, por que está com tanta pressa? Atrasado pra algum encontro? – O tom de impaciência e sarcasmo continuavam e trazia consigo a bacia que enchera com mais água fervente.

– N-não, senhor!

– Então está apenas com medo de mim? – Arqueou uma sobrancelha.

– N-não! Não é isso... eu simplesmente terminei, heichou. – Justifiquei esperando que ele aceitasse.

– Tremendo assim? – Disse analisando meu corpo. – Não usou a banheira, não é?

– É que... – Levi me interrompeu agarrando meus cabelos e aproximando meu rosto do seu.

– Escute, Jaeger. Você se lembra do que te fiz no tribunal, certo? – Suando frio, apenas balancei a cabeça concordando. – Pois então, meta nessa sua cabeça que se eu te pegar doente no meio de seu treinamento, vou fazer você experimentar o triplo daquela dor, estamos entendidos? – Ele falava sussurrando. O que era mais assustador. Engoli seco e concordei. – Então vá para a banheira.

Assim, voltei sem questionar. Retirei timidamente a minha toalha e entrei na banheira. Levi despejou ao restante de água que trouxe. Transformando-a num verdadeiro ofurô. Estava demasiado quente, mas bastante agradável. Me deixei soltar um suspiro de deleite. Levi deu um leve sorriso de canto.

– Melhor, não é? – Comentou.

– Ah, sim... – Respondi envergonhado.

– Pode se banhar aí. Eu ainda vou tomar uma ducha forte e tirar esta imundice. – E assim caminhou até uma das duchas. Escolheu a do fundo, como esperado.

Mesmo eu tendo um motivo plausível de ficar ali para evitar pegar uma gripe., ainda me sentia desconfortável. Éramos só nós dois entre quatro paredes. Ter isso em mente mexia comigo. Bem, já estava mais do que na hora de admitir a mim mesmo que sentia atração por Levi. Não entendia direito como. Eu o admiro muito, isso é fato. Mas de uns dias pra cá tenho sentido umas vontades perto dele... Era algo estranho e novo pra mim. Heichou é bem mais velho que eu, com certeza já deve ter passado por essas sensações e dúvidas. Só que não acho que tenha sido por homens.

Saí de meus pensamentos quando vi Levi desamarrando a toalha de sua cintura, na mesma hora virei o rosto para o outro lado. “Meu Deus, Levi heichou... nu. Já sentia vontades com ele vestido, imagina agora sem nada o cobrindo!” Mergulhei cabeça no ofurô. Fazendo bolhas. “Bom, estávamos entre homens afinal! Não tinha motivo pra me restringir tanto. Ele não acharia estranho eu o olhar, certo? Só uma olhadinha discreta...” Pensei voltando à superfície. Agora com meus olhos em Levi e, ignorando minha condição anterior, sem discrição nenhuma, afinal ele estava de costas pra mim.

O vapor deixava um pouco embaçado, mas pude ver todas as curvas do heichou muito bem. Ele passava o sabonete nos braços “Até que ele é bem fortinho” Constatei observando seus músculos levemente tonificados. “Pena que estava de costas... ... Eren, pare com isso!” Mas em compensação, consegui ver sua região traseira. Era bem redondinha como eu havia imaginado! “Ah, não ligo mais se estou sendo ou não pervertido. Eu só queria que aquele sabonete caísse no chão!” Imaginei a cena, heichou ficando naquela posição do porão de novo, só que desta vez, sem roupas. Senti um arrepio com o pensamento. Levi agora esfregava os cabelos, e fazia bastante espuma. Muita pro meu gosto, como esperado dele. Aquele excesso de espuma foi aos poucos escorrendo pelas suas costas, eu seguia com os olhos, até passar pelo vão entre suas nádegas. Mordi o lábio inferior. “Droga! O titã eu controlei, mas e os hormônios, será que eu controlo?” Não percebia, mas eu ia ficando cada vez mais vermelho. Tanto pela alta temperatura da água quanto pela visão do heichou.

Ele se enxaguou rapidamente , desligou o chuveiro. Fazia tudo ainda de costas pra mim. Se enrolou na toalha e veio em direção. Sem sequer tremer pelo gelo daquela ducha. Com os cabelos colados na testa. Continuava com uma expressão serena e calma.

Eu, por outro lado, não estava nem um pouco calmo. Estava sentindo um desconforto embaixo. Foi aí que percebi ter ficado excitado. Mas só por ver o heichou de longe? “Sou um caso perdido!” Muitas imagens se passaram em minha mente vendo-o nu. Droga, era isso que eu queria ter evitado. Não sabia o que fazer agora. Estava em desespero interno e heichou estava se aproximando.

– Hey, já acabou moleque?

– Hã? – Virei-me para ele, tentando cobrir a minha ereção.

– Você é surdo, garoto? Perguntei se já acabou.

– Ah, sim! Já, senhor! – Bem, na verdade eu nem tinha me lavado ali. Só serviu mesmo para me esquentar.

– Então saia. Já pode ir para o seu quarto.

O que? Ele estava me expulsando dali agora?

– Er... Certo, senhor. – Levantei-me e saí da banheira sem questionar. De costas para ele. Tentando ao máximo disfarçar o meu pequeno ‘problema’. Envolvi minha cintura rapidamente com a toalha. Meu corpo estava bem aquecido, por isso nem senti o choque térmico. Já estava de saída.

– Espere um pouco. – Levi falou em um tom sério. Congelei instantaneamente na saída – Vire-se.

“Droga, isso não é bom! Nada bom” Tentei relaxar. Amontoei bastante o tecido da toalha na frente da minha ereção e segurei com a mão para disfarçar. Virei-me de frente para Levi.

– O-o que foi, senhor?

Ele nada disse de momento, apenas me observou. Tentei não encará-lo com medo que ele percebesse que eu estava excitado. Até que me assustei ao sentir sua mão passar em meu peito. Tremi e dei um quase inaudível gemido com o toque repentino.

– Você não parece muito em forma. – Falou Levi analisando meu corpo, agora tocando meu abdômen. – Vou acrescentar um treinamento muscular pra você. Não é magrelo, mas dá pra notar que está bastante fraco. – Ele passou a tocar meus ombros e braços, dando leves apertadas. Estremeci. Ele estava me deixando mais louco ainda.

– Ah... C-certo! Já entendi, heichou! – Falei me afastando de suas mãos. Tinha que sair logo dali, caso contrário não me seguraria àquela provocação – J-já vou indo então!

– Tem mais duas toalhas lá fora, use-as pra você não pegar friagem. – Falou simplesmente.

– Ah... c-certo. Obrigado, heichou.

Saí o mais rápido que pude. Torcendo para ele não ter percebido minha excitação. Peguei as outras toalhas e fui para o meu quarto. “Mas afinal o que foi isso?!” Pensei. “Não é possível. Ele me ameaça, me obriga a ficar, me provoca no banho, e depois me expulsa? Será que ele tem consciência disso tudo?!” Refleti indignado.

Finalmente entrando no meu quarto. Desci toda a escadaria e sentei-me na cama. Retirei as toalhas para visualizar meu estado. Não tinha diminuído nem um pouquinho. E parece que não diminuiria tão rápido. Mordi o lábio. Nunca tinha me masturbado antes, por incrível que pareça. Eu me preocupava somente em treinar e ficar mais forte para matar titãs. Então deixava o assunto ‘sexualidade’ meio de lado. Também, nunca tinha recebido estímulo algum para ter qualquer tipo de experiência.

Mas, no estado que eu me encontrava agora, não tinha outra solução a não ser fazê-lo. Minha inexperiência nisso era grande. Tentei lembrar-me de algumas conversas com Reiner, Connie e Jean sobre o assunto durante algumas noites. Jean era o mais promíscuo de nós. Já o peguei várias vezes se masturbando durante a noite, mesmo no colchão, no meio de todos do dormitório. Não era muito confortável dormir sabendo que a pessoa ao seu lado estava fazendo aquilo. Até pedi para Armin trocar de lugar comigo depois da segunda vez.

Tentando me lembrar como Jean fazia, comecei a me tocar. Bem timidamente, pois achava muito vergonhoso ter que passar por uma situação dessas. Como estava sozinho, fui aos poucos perdendo o sentimento de culpa, e me deixando levar só pela sensação. Que era boa... Melhor do que imaginava. Agora pensava em Levi... imaginei ele me tocando daquele jeito. Suas mãos escorregavam suavemente... Enquanto me beijava. Fazia tudo de forma gentil, já que eu era inexperiente. Tinha uma expressão tentadora. Lambia os lábios e falava coisas para me provocar, aumentando gradativamente a velocidade do movimento. Eu gemia baixinho, tentando me conter. Rapidamente alcancei ao meu limite, ejaculando um forte jato de sêmen. Joguei-me de costas completamente na cama. Respirava pesadamente. Foi um alívio! E bastante deleitoso também.

“Agora sei porquê Jean fazia isso direto... Só não acho que tenha sido pensando em outro homem”

Notas finais
E aí?? O que acharam? Já deu pra dar uma apimentada né? Haha Eren danadinho! ♥ Mas ninguém resiste a esse heichou, não é mesmo. Enfim, o cap 3 devo demorar um pouco mais, mas não muito, relaxem. Beijos, Nikki.