Proposta Indecente
34 Capítulo 33 - Noite quente
Notas iniciais
Culpem meu atraso de hoje pelo painel da Comic Con e pelos surtos Nian durante o dia... E só consegui escrever o cap quando terminou o painel de TVD.
O título do cap é bem sugestivo, então... espero que gostem...
Elena
- Damon, será que você pode ir mais devagar – fiquei segurando a porta do carro com força enquanto ele excedia todos os limites de velocidade – Agora eu entendo porque você sempre anda com o motorista.
- Quero chegar logo no hospital – comentou sem nem ao menos retirar os olhos da estrada – Nossos filhos estão chegando, Lena, como é que você pode estar tão tranquila?
- Bom, em primeiro lugar, porque eu quero chegar ao hospital andando, não em uma maca depois de sofrer um acidente – revirei os olhos – E também porque pode ter sido apenas um alarme falso.
Quando eu acordei de manhã estava me sentindo muito bem, infelizmente quando me levantei senti uma dor muito forte, que poderia ser confundida com uma cólica menstrual mil vezes pior, já tinha lido bastante e sabia que aquilo era uma contração. Isso aconteceu bem no momento em que Damon estava saindo de dentro do banheiro e ele não pensou duas vezes antes de desmarcar todos os seus compromissos e correr para o hospital comigo.
- Certo, Lena,acho que estou sendo mesmo um pouco precipitado – tinha acabado de parar em um sinal vermelho e se virou para poder me encarar – É que eu estou nervoso, afinal, essa é a primeira vez que eu passo por essa situação.
- Caso você ainda não tenha percebido, essa também é a primeira vez que eu tenho um filho também – lembrei – E acredite, estou tão nervosa quanto você.
- Vai dar tudo certo! — ele pegou a minha mão e beijou os meus dedos.
Para o meu alívio, quando o sinal abriu Damon começou a andar na velocidade normal. Chegamos ao hospital poucos minutos depois e a doutora Greene estava nos esperando, já que tínhamos ligado para ela antes de sairmos de casa.
- Olá, Elena! — aproximou-se junto com a enfermeira que trazia uma cadeira de rodas – Como é que você está se sentindo?
- Muito bem, na verdade – respondi, depois daquela contração não senti mais nada e isso já fazia mais de uma hora.
- Bom, sente-se aqui – apontou para a cadeira de rodas – Vamos até a sala de exames ver como estão esses pequeninos.
- Será que eu posso ir junto? — Damon estava parado ao meu lado – Queria tanto estar ao lado da Lena nesse momento.
- Você pode vir sim, Damon – respondeu – Nunca te deixaria esperando na recepção em um momento como esses.
Ele sorriu e segurou a minha mão. Também fiquei feliz com isso, afinal, não queria passar por essa situação sozinha.
Fomos para a sala de exames e a doutora Greene já foi passando o gel na minha barriga para fazer a ultrassonografia. Logo a imagem na tela do computador foi se formando e e pude ver os meus dois bebês.
- Me diga uma coisa, Elena – ela pediu – Há quanto tempo você sentiu a última contração?
- Na verdade eu senti apenas uma, logo que eu acordei – expliquei para ela – Mas achamos melhor vir logo já que eu já entrei no oitavo mês e os bebês podem nascer prematuros, não é?
- Sim, foi mesmo uma boa ideia vocês terem vindo – afirmou – Mas fiquem tranquilos, foi apenas um alarme falso, isso costuma acontecer com mais frequência do que você imaginam.
- Tem certeza disso, doutora? — Damon parecia um pouco incerto – Não seria melhor a Lena ficar de observação para ver se as contrações não vão voltar.
- Eu tenho certeza, vocês podem ir para casa – garantiu – E se as contrações voltarem é só vocês virem para cá novamente.
Ela disse que já podia trocar de roupa e saiu da sala de exames. Damon estava me esperando sentando em uma das cadeiras, passava a mão pelo cabelo nervosamente.
- Está vendo, eu disse que ia ficar tudo bem – comentei me aproximando dele.
- Eu já fiquei assim em um alarme falso – comentou – Imagina como vai ser quando for a hora deles nascerem mesmo.
- Vai ficar tudo bem, exatamente como hoje – avisei – É pensarmos que logo vamos estar com o Chad e a Gwen aqui conosco.
- Vou ficar calmo, eu prometo – se levantou e me deu um selinho.
Depois disso nós voltamos para casa. Ele me fez ir direito para cama dizendo que era para eu ficar em repouso absoluto, pelo menos durante o restante do dia, estava pronta para dizer que não aceitava isso, mas decidi acabar concordando.
E foi assim que eu fiquei, deitada lendo um livro que tinha começado há dois meses e não tive tempo de terminar por causa da faculdade. Damon decidiu ficar me fazendo companhia responder os seus e-mail do tablet.
- Você gosta mesmo de ler – ele comentou em algum momento – Nunca vi ninguém ficar concentrado tanto tempo em um livro quanto você. E olha que eu sou dono de uma editora.
- Tenho o costume desde pequena de estar sempre lendo um libro – dei de ombros – Isso é normal para mim. Acho que foi por isso que eu escolhi fazer literatura.
- E você nunca pensou em escrever um livro? — perguntou.
- Não sei se conseguiria – disse depois de pensar por alguns segundos – Ler muito é uma coisa, agora escrever é outra. Além disso, quem é que iria querer ler o que eu escrevo?
- Tenho certeza de que muita gente – garantiu – E se o problema for que vai te publicar, eu faço isso.
- Perfeito, você vai publicar um livro da mãe dos seus filhos enquanto tem milhares de escritores bem melhores esperando por uma chance, muito bonito, senhor Salvatore – revirei os olhos – E eu escreveria sobre o que? Não tenho nenhuma ideia que pudesse ser boa.
- O que você acha de uma história sobre um rico e bem sucedido empresário que conhece uma estudante universitária e propõem a ela que seja mãe do seu filho? — sugeriu.
- Uau, que ideia original – brinquei.
- Só estava tentando ajudar – explicou – Bom, não sei quanto a você, mas eu estou com fome. O que acha de comermos alguma coisa?
Jane tinha preparado alguns sanduíches para nós assim que chegamos do hospital e depois disso não tinha comido mais nada. Acho que ainda não tinha percebido o quanto estava com fome.
- É uma ótima ideia! — concordei.
Comemos alguma coisa leve e depois ficamos assistindo a um filme qualquer na televisão. Quando já estava ficando bem tarde decidimos ir dormir, afinal, Damon teria que ir trabalhar no dia seguinte.
- Boa noite, Lena – me abraçou e me deu um beijo no topo da minha cabeça – Você teve um dia bem cheio hoje e precisa descansar.
Abaixou o rosto e encostou os lábios nos meus. Ficamos ali parados apenas curtindo aquele contanto, mas depois acabamos aprofundando o beijo, ele soltou um pequeno gemido de satisfação enquanto passava os dedos por dentro do meu cabelo e eu coloquei as duas mãos sob o seu peito, deixando bem claras as minhas intenções.
- Não, Lena, eu não – me afastou delicadamente, virando de costas para mim – Não posso fazer isso.
- Mas por que não – me ajoelhei e coloquei a mão no seu ombro.
Desde aquele pequeno momento depois da sua festa de aniversário nunca mais tivemos um contato mais intimo. Sempre nos beijávamos, mas Damon se afastava quando as coisas começavam a ficar mais quentes.
- Acredite em mim, Lena, eu quero, está cada dia mais difícil de ficar perto de você – admitiu – Mas então eu te olho e me lembro que você está grávida de oito meses e hoje mesmo quase entrou em trabalho de parto hoje. Tenho medo de te machucar de alguma forma, ou então aos nosso filhos.
- Você realmente vai me machucar – me sentei novamente e cruzei os meus braços – Mas é me rejeitando desse jeito, eu também tenho as minhas necessidades.
- Eu sei disso – me encarou novamente e ficou passando a mão pelo meu rosto – Por que não esperamos até depois dos bebês nascerem? Agora não deve estar faltando muito.
- Quando eu não vou ter tempo nem mesmo para respirar enquanto cuido de dois recém-nascidos – revirei os olhos – Sem contar que tem o período de resguardo, são quarenta dias, sabia?
- Certo, talvez a gente possa transar antes dos gêmeos nascerem, delicadamente é claro – disse depois de pensar um pouco – Mas não hoje, ainda preciso pensar sobre isso. Agora boa noite, Lena.
Me deu mais um beijo na testa antes de se virar e dormir. Deitei ao seu lado, mas não adormeci na mesma hora, lágrimas começaram a sair involuntariamente do meu rosto, sei que não tinha sido um não definitivo, mas era difícil ser rejeitada dessa maneira.
Quando acordei no dia seguinte estava sozinha na cama, estava pronta para levantar quando encontrei um papel dobrado em cima do travesseiro de Damon. Peguei e vi que era um bilhete dele.
Lena,
Tive que sair cedo para uma reunião, queria te acordar antes, mas você estava muito linda dormindo. Combinei de ir almoçar com o Ric, mas vou tentar voltar para casa mais cedo.
Beijos,
Damon.
P.S: Sobre aquele assunto de ontem, não se preocupe, nós iremos dar um jeito nisso.
Não pude deixar de sorrir, apesar de tudo ele ainda se preocupava comigo. Fui até o banheiro e fiz a minha higiene matinal e depois fui para a sala, aonde Jane estava.
- Boa dia, senhoria Gilbert – ela falou, abrindo um enorme sorriso para mim – Como será se sentindo hoje?
- Bem melhor, Jane, obrigada por perguntar – retribui o seu gesto – E morrendo de fome também.
- Fui até o mercado mais cedo e comprei aquela iogurte grego que eu sei que a senhorita gosta – disse – Posso servi-lo com mel e granola.
- Parece perfeito – respondi – E se tiver alguns morangos também.
- Trarei tudo imediatamente, senhorita Gilbert – avisou – Já ia me esquecendo, a sua amiga, Caroline, ligou agora pouco dizendo que vai passar aqui daqui a pouco.
Saber que minha melhor amiga passaria aqui para me ver me deu um novo ânimo, era muito bom ver Caroline. Terminei de tomar o café e fui trocar a minha roupa, não demorou muito para ela chegar.
- Amiga! — veio me abraçar com bastante força – A Jane me disse que ontem você foi para o hospital, está tudo bem?
- Sim, Car, está tudo ótimo – garanti – Foi apenas um alarme falso.
- Oh sim, entendo! — comentou – Mas agora me conte como é que estão esses dois bebês lindo.
Então nos sentamos no sofá da sala e começamos a conversar. Contei o quanto era bom senti-los chutar e se mexerem na minha barriga, às vezes eu tinha a impressão de que estavam brigando ou algo parecido, só espero que eles não queiram continuar a fazer isso depois de nascer. Depois disso fui mostrar o quarto que tínhamos arrumado para eles.
As paredes eram pintadas de branca, mas metade tinham quadrinhos rosas e roxos e no outro verdes e azuis, também tinham dois berços nas mesmas cores e um armário para cada um, além de um trocador e uma poltrona que eu usaria para amamentar.
- Decidimos deixá-los no mesmo quarto pelo menos no inicio, pois vai ser mais fácil ouvi-los chorando – expliquei – Mas depois Damon disse que quer colocá-los cada um em seu quarto pois é importante cada um ter a sua individualidade.
- É tudo muito lindo – comentou enquanto olhava cada detalhe do local – E o Damon tem razão, não tenho irmãos, mas acho que não gostaria de dividir o quarto com eles.
Tive que concordar ao mesmo tempo que fazia uma careta, acho que não consigo me imaginar dividindo um quarto com o espaçoso do Jeremy, nem mesmo com a Kath.
- Sabe, Lena, você está mesmo se transformando em uma mãe e tanto – observou – Isso é mesmo muito legal.
Sorri. Apesar de achar que não estava preparada para ser mãe logo que engravidei, as coisas foram mudando aos poucos e acho que hoje não consigo imaginar a minha vida sem meus filhos; ainda não sei como serão as coisas quando eles nascerem, mas darei um jeito, como sempre.
- Mas ainda parece que tem alguma coisa te preocupando – observou – E não adianta dizer que é impressão minha, te conheço muito bem, Elena Gilbert.
- Certo – dei um longo suspiro e encostei em uma das paredes – Logo no inicio, Damon e eu transamos com uma certa frequência e era muito bom. Mas conforme a gravidez foi avançando ele não quis mais tocar em mim e agora quando consigo um selinho é um milagre.
- Entendo... — ficou me observando de cima a baixo.
Já sentia as minhas bochechas ficando vermelhas. Apesar da minha amiga saber que eu não era mais virgem e tudo mais, era muito difícil falar sobre a minha vida sexual com ela.
- Ora, Lena, não precisa ficar envergonhada, isso é normal qual qualquer mulher – comentou, percebeu o quanto eu tinha ficado envergonhada – Eu também passo por isso, às vezes.
- Mas tenho certeza de que Klaus nunca te rejeitou dessa maneira – lembrei.
- Certo, eu nunca fique grávida, então não sei como é que você está sentindo – deu de ombros – Mas eu sempre uso alguns truques para seduzi-lo e acho que você pode usá-los.
- E em que você estava pensando, exatamente? — decidi perguntar, afinal, não tinha nada a perder mesmo.
- Primeiro, você tem que colocar uma roupa sexy... e não adianta dizer que você está gorda demais para isso, tenho certeza de que você consegue – completou quando viu que eu tinha revirado os olhos – E também tem que armar um clima para a noite perfeita para vocês dois, duvido que o Damon resista.
Decide seguir os concelhos da minha amiga. Enchi o quarto de vela e pétalas de rosa, também borrifei alguns aromatizantes e comprei alguns cremes de massagem. Quando estava perto de Damon chegar tomei um outro banho e coloquei uma lingerie preta que, por algum milagre, ainda cabia em mim.
- Lena! — ouvi a voz dele assim que chegou – Aonde é que você está.
- Aqui no quarto – sentei bem no meio da cama, assim ele iria ver tudo que eu tinha feito assim que entrasse.
- Aonde é que está a Jane? — eu o ouvi perguntar mais uma vez;
- Eu dei folga para ela – disse a Jane que poderia ir para casa, assim eu e Damon poderíamos ter uma noite tranquila sozinhos, e ela, é claro, não fez a menor objeção – Espero que não se importe.
- Mas é claro que não – nesse momento ele tinha parado bem na porta do quarto e esta chocado me encarando – Wow, o que aconteceu aqui?
- Fiz uma surpresa para você – me aproximei dele e retirei o seu terno e o joguei no chão – Pensei que poderíamos aproveitar essa noite.
- Lena... — sua voz saiu totalmente rouca.
- Não diz mais nada – coloquei o dedo sob os seus lábios – Apenas sinta tudo que podemos proporcionar um ao outro.
O fiz deitar na cama e afrouxei o nó da sua gravata e fui desabotoando a sua camisa beijando cada milimetro de pele exposta. Ele gemeu e pude ver também o quanto estava animado e não pude deixar de sorrir.
Quando sua camisa estava no chão, peguei um dos cremes e comecei a passar ao longo do seu peitoral nu. Tinha cheiro de morango com chantilly, era muito bom.
- Lena, o que é que você está fazendo? — essa pergunta saiu totalmente em forma de gemido – Está querendo acabar comigo.
- Mas é claro que não, senhor Salvatore – ri antes de lhe dar um selinho, sem nunca parar com a massagem.
Desabotoei a sua calça e a joguei no chão e comecei a massagear seu membro por cima da cueca, Damon começou a movimentar os quadris me acompanhando. Percebi que já o tinha torturado demais e retirei a última peça de roupa e dei um pequeno beijo na região.
- De maneira nenhuma – em um pequeno momento de distração ele conseguiu inverter as nossas posições – Eu só quero fazer isso quando estiver dentro de você.
- Era isso que eu queria ouvir – não pude deixar de dar um sorriso malicioso.
Ele começou a beijar os meus ombros e desceu as duas alças do meu sutiã com os dentes. Depois o desabotoou deixando os meus seios completamente expostos e permitindo que ele os beijasse e lambesse.
- Ah, Damon! — aquelas sensações eram mesmo muito boas e não pude deixar de gemer – Isso!
Pegou um outro creme, dessa vezes de pétalas de flores e começou a passar pelos meus seios e a brincar com os mamilos, os deixando cada vez mais rijos. Também passou ao longo da minha barriga e pela parte interna da coxa, deixando um rastro gelado e ao mesmo tempo quente.
No momento em que retirou a minha calcinha e começou a beijar minha intimidade. Ficou brincando com o clitóris aos mesmo tempo que me penetrava, aquilo era demais para mim, soltei um grito tão alto que tive que agradecer por estarmos sozinhos no apartamento.
- Daaaaaaamon, o que aconteceu com o discurso de querer estar dentro de mim essa noite? — sentia que não iria aguentar por muito tempo daquela maneira – Ahhhhhhhhh!
Como já tinha previsto, não demorou muito para o chegar a um maravilhoso orgasmo. Minhas pernas tinham virado gelatina e não tinha certeza se conseguiria voltar a andar algum dia.
- Você está bem? – tudo que consegui fazer foi balançar a cabeça afirmativamente, não tinha forças nem mesmo para falar – Está pronta para o segundo round?
- Ele foi para o meio da cama e me fez sentar no seu colo enquanto me penetrava lentamente. Quando Damon estava totalmente dentro de mim comecei a me movimentar rapidamente fazendo com que entrasse e saísse dentro de mim diversas vezes, não conseguia nem pensar em ser delicada, precisava muito daquilo, há muito tempo.
- Lena! — grudou sua testa na minha, percebi o quanto já estava suado – Não acha melhor ir com calma.
- Não consigo – não perdi o ritmo das minhas estocadas por nem uma vez se quer – Ah! Isso é muito bom!
- Você é maravilhosa, Lena! — começou a me beijar nos lábios e no pescoço – Não sei como consegui ficar tanto tempo sem te tocar.
- Também não sei – ri enquanto falava.
Continuei a me movimentar e já comecei a sentir aquele familiar aperto avisando que eu já estava chegando ao segundo orgasmo daquela noite. Sabia que ele também não devia estar muito longe do seu.
- Eu te amo, Damon! — gritei ao mesmo tempo que chegava ao ápice, no segundo seguinte o senti se derramar completamente dentro de mim e encostar a cabeça no vão entre o meu pescoço e o meu ombro.
Ficamos assim algum tempo nos recuperando, então Damon me retirou do seu colo e se deitou me puxando para o seu peito.
- Isso que você acabou de falar – decidiu tocar no assunto – É verdade, você realmente me ama?
Tenho pensando bastante tempo sobre isso desde que ele tinha se declarado para mim há alguns meses, claro que já tinha ficado bem claro que eu sentia algo maior do que apenas desejo e depois da nossa pequena visita a Seatle tinha certeza de que era amor. Mas é claro que isso saiu totalmente se querer, não era dessa maneira que eu queria que ele soubesse.
- Sim, Damon, é verdade – agora não tinha jeito, eu já tinha começado, agora tinha que terminar – Tudo que eu sinto por você é muito forte do que eu já senti por qualquer cara antes, até mesmo que pelo meu primeiro namorado. Confesso que ainda estou um pouco assustada com tudo isso, mas eu te amo e agora, mais do que nunca, quero que essa história dê certo.
- Você não sabe o quanto me faz feliz por ouvir isso – sorriu enquanto passava a mão pelo meu rosto — Isso quer dizer que nós estamos namorando?
- Eu prefiro continuar indo com calma – admiti – Será que podemos esperar até os bebês nascerem para definirmos o que somos?
- Tudo bem, você sabe que eu espero o tempo que for por você – me deu um selinho – Eu te amo, Lena, muito.
- Eu também te amo! — era muito bom poder responder isso.
Continuamos nos beijando até sentimos dois chutes contra a minha barriga. Nos afastamos um pouco e sorrimos.
- Parece que tem duas pessoinhas aqui querendo se manifestar – comentou passando a mão pela minha barriga – Tem certeza de que está tudo bem, Lena? Não sentiu nenhuma contração ou algo parecido?
- Sim, eu estou bem – garanti.
- Só mesmo para ter certeza – continuou – Eu li em um site que ter relações sexuais no último trimestre de gravidez podem induzir o trabalho de parto.
- Não acredito que você leu mesmo uma coisa dessas – dei um tapa de leve no seu braço – Só os homens mesmo para encontrar uma coisa dessas, nunca tinha ouvido isso.
- Bom, eu preciso pesquisar aquilo que é do meu interesse – levantou as sobrancelhas sedutoramente – E só para deixar bem claro, eu adoraria continuar a tentar o induzir o parto com você.
- Mas que mudança de opinião, senhor Salvatore – ri antes de dar um selinho nele – Prometo que vou pensar nessa sua proposta.
Depois de ficarmos nos beijando mais um pouco antes de irmos tomar banho. Demorou um pouco mais do que o normal, pois ficamos lavando um ao outro, mas sem nenhum tipo de malícia. Jantamos a comida que Jane tinha deixado para nós antes de sair e passamos o restante da noite apenas nos curtindo, amanhã seria sábado e teremos o dia inteiro para aproveitar e eu mal podia esperar para isso.
Notas finais
E sobre a declaração da Lena, não se animem muito, isso não é garanti de que eles terão um final feliz no fim dessa temporada (só para avisar...)
***
Vou dar dois spoilers aqui.
1 - No próximo cap teremos Chad e Gwen vindo ao mundo (finalment)
2 - Nesse cap tivemos uma pequena dica de o que acontecerá no inicio da segunda temporada (alguém arrisca?)
***
Bom, é isso
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