Proposta Indecente
11 Capítulo 10 - New York, New York
Notas iniciais
Antes de começar o capítulo eu preciso comentar o quanto eu to feliz, 31 comentários no cap anterior (desse jeito eu vou ficar má acostumada né?) e chegamos a 100 leitores (agora só falta novas recomendações né gente?)
Sem mais enrolação, sei que vocês estão esperando por esse cap desde que a fic começou kkkkkkkk.
Espero que gostem...
Damon
Eu estava me divertindo com a expectativa de Elena em saber aonde estávamos, ela parecia uma criança pequena esperando pelo presente na manhã de natal. Chegamos a porta do avião e a comissária de bordo veio abri-la.
- Espera! — fiz com que Lena parasse – Quero que seja uma surpresa ainda maior. Vou fechar os seus olhos e você só vai abrir quando eu falar.
- Isso é mesmo necessário? – cruzou os braços não parecendo muito feliz.
- Sim, é necessário – afirmei – Por favor, Lena, te prometo que você não vai se arrepender.
Fiquei atrás dela e tapei o seu olho. Andy abriu a porta fazendo com que o ar fresco da noite entrasse no local.
- Tudo bem, começa a andar devagarzinho para sair do avião – sussurrei em seu ouvido, pude ouvir um pequeno suspiro saindo dos seus lábios.
A ajudei a descer as escadas com bastante cuidado. Quando já estávamos no chão tirei minha mão da frente dos seus olhos, mas ela não via nada pois ainda os mantinha fechados.
- Tudo bem, Elena, você pode abrir os olhos – falei.
E foi o que ela fez. Ficou alguns segundos observando local antes de se virar novamente para mim.
- Bem vinda a Nova York, senhorita Gilbert! — disse, por fim.
- Uau! — disse por fim, ainda estávamos na pista do aeroporto e não tinha muita coisa que pudesse ser vista – Sinceramente, nunca poderia imaginar que fosse para cá que viríamos.
- Eu adoro Nova York! — expliquei – Por mais que possa parecer irônico, é para cá que eu venho quando quero fugir do estresse do trabalho.
Ela deu um pequeno sorriso. Todo mundo tinha essa mesma reação quando eu falava isso.
- Você já esteve em Nova York alguma vez? — quis saber.
- Sim, duas vezes – balançou a cabeça afirmativamente – Mas é óbvio que não devo conhecer a mesma Nova York que você conhece.
- Como assim? — a olhei em dúvida.
- Nas duas vezes em que eu estive aqui fiquei em Manhattan e tudo mais – explicou — Mas você deve ficar nos hotéis mais luxuosos, nos melhores quartos, com as melhores vistas e deve jantar nos restaurantes mais luxosos.
Ela estava certa. Para mim essas coisas não eram nada, mas é claro que Elena não estava acostumada com o mesmo estilo de vida que eu,
- Bom, já que é assim, agora você vai conhecer a minha Nova York então – respondi – Espero que eu seja um bom guia.
- Com licença, senhor Salvatore – me virei a ponto de encontrar o piloto – As suas bagagens já estão dentro do carro e está tudo pronto para irem.
Virei-me a tempo de encontrar o carro preto que eu tinha alugado para nos buscar aqui no aeroporto. Um homem estava parado ao lado e eu imaginei que fosse o motorista.
- Está bem, obrigado – agradeci antes de olhar novamente para Elena – E então, vamos? Imagino que você não queira ficar aqui no aeroporto para sempre, não é mesmo?
- Sim, vamos! — concordou.
Segurei a mão dela e caminhamos em direção ao carro. O motorista abriu a porta de trás para nós e sentou-se no banco do motorista antes de ligar o veículo e sair. Fiquei observando pela janela sairmos da área de aviões particulares do aeroporto e irmos em direção a ilha de Manhattan, estava uma noite bem agradável em Nova York, típica de verão.
- Iremos ficar no The New York Palace – disse – É onde eu sempre fico quando venho aqui e tem uma linda vista da cidade. Espero que você goste.
- Tenho certeza de que vou gostar – ela garantiu.
Segurei a sua mão e a acariciei fazendo movimentos circulares com o polegar. Elena deu uma olhada, mas não fez nada para se afastar.
- Não deve demorar muito para chegarmos ao hotel – disse dando uma olhada pelo lado de fora da janela.
E era verdade, menos de dez minutos depois estávamos parado na frente do hotel. O motorista abriu a porta para que saíssemos do carro e um carregador já se aproximava para pegar as nossas malas.
- Venha, vamos nos registrar e pegar a chave do nosso quarto – a puxei em direção a enorme escadaria que levava a porta do hotel.
A recepção era enorme e haviam várias pessoas sentadas no sofá conversando e caminhando em direção ao elevador ou ao restaurante, além dos funcionários que também não paravam. Chegamos até o enorme balcão de registro dos hóspedes.
- Com licença! — chamei uma mulher que digitava alguma coisa no computador e parou na mesma hora para me olhar – Temos uma reserva em nome de Damon Salvatore.
- Damon Salvatore – digitou o meu nome na busca do computador, provavelmente procurando a minha reserva – Aqui está, suíte presidencial. Espere um minuto que eu vou buscar a sua chave.
Então ela se afastou, nos deixando sozinhos mais uma vez.
- Suíte presidencial? — Elena me olhava espantado – Não acha que isso é um pouco exagerado?
- Sempre fico na suíte presidencial – expliquei dando de ombros – Fica no último andar e podemos ver toda a ilha de Manhattan lá do alto. É ótimo para relaxar.
- Nunca estive em uma suíte presidencial antes – explicou – Acho que não vou saber como agir em um lugar como esse, vou ficar com medo de quebrar alguma coisa.
- Relaxa Lena, a suíte presidencial é como qualquer outro quarto de hotel, só é um pouco maior – a abracei pela cintura a trazendo para mais perto de mim. O contato dos nossos corpos, mesmo sob a roupa, causou uma enorme corrente elétrica.
Fiquei passando uma das mãos ao longo das suas costas, fazendo com que ela soltasse um pequeno suspiro em parecido com o que ela deu mais cedo no aeroporto. Inclinei meu rosto e rocei meus lábios nos dela delicadamente, seus olhos se fecharam quase que automaticamente.
- Aqui está a chave da nossa suíte presidencial, senhor Salvatore – a voz da recepcionista fez com que a gente se separasse imediatamente. Tinha me esquecido completamente de onde é que nós estávamos.
- Muito obrigado! — peguei a chave, dei um rápida olhada em Elena e ela encarava os pés, seu rosto estava extremamente vermelho.
- O carregador já levou a bagagem para o quarto – completou – Tenham uma boa estadia.
O acesso a suíte presidencial se dava por meio de um pequena chave que era inserida em um pequena fechadura no painel do elevador e que nos levava diretamente ao último andar do hotel. Exatamente como no meu apartamento, saíamos dentro da saleta que dava acesso ao quarto.
O carregador já estava lá nos esperando. Dei uma gorjeta antes dele ir embora, quando eu me virei, Elena já estava em frente a janela observando a vista e eu fui para o lado dela.
- Venha comigo, vou te mostrar tudo – avisei.
Na saleta tinham dois sofá de três lugares cada, duas poltronas, uma televisão de LED 3D e uma mesa com quatro cadeiras; também tinha um banheiro com duas pias, um boxe largo e uma enorme banheira de hidromassagem; e a última parte da suíte era o quarto com uma cama king size; um enorme pufe ao pé da cama e um pequeno sofá de madeira.
- E então, o que achou? — perguntei, estávamos parado no meio do quarto, bem em frente a cama.
- É tudo perfeito! — ficou olhando para todos os lugares do cômodo – Exatamente como eu imaginava ser uma suíte presidencial.
- Bom, eu imagino que você esteja cansada da viagem, não é mesmo? — perguntei e ela balançou a cabeça afirmativamente – Por que você não vai tomar um banho, enquanto isso eu posso pedir o nosso jantar.
- Parece uma boa ideia! — concordou – Aquela banheira está me parecendo bem convidativa.
- Quer alguma coisa especial para o jantar? — quis saber.
- Pode pedir qualquer coisa — deu de ombros – Mas nada muito chique que precise de muita elaboração para comer.
- Está bem – não pude deixar de sorrir.
Ela pegou a sua mala e foi em direção ao banheiro. Enquanto isso eu coloquei o meu paletó em cima do sofá e também retirei a minha gravata, em seguida coloquei a minha mala em cima da mesa e retirei uma caixa azul de veludo lá de dentro, aquele era um presente que tinha comprado para Elena, apenas um pequeno agradecimento por ela ter aceitado a minha proposta.
Decidi pedir dois risotos de camarão para nós no jantar, não demorou muito para trazerem os pratos juntamente com uma garrafa de champagne, em menos de dez minutos estava tudo pronto.
- Uau, isso é incrível – me virei a tempo de encontrar Lena, que tinha acabado de sair do banheiro.
Ela estava usando uma camisola preta totalmente transparente, tinha uma pedaço de renda na altura dos seios, mas que não escondia absolutamente nada e uma calcinha da mesma cor. Engoli em seco ao vê-la daquele jeito.
- Espero que não ache muito exagerado, esse foi a única camisola que eu trouxe – explicou – Mas eu vou comprar alguma coisa nova amanhã.
- Não é exagero, Lena, você está linda – me aproximei dela, que automaticamente ficou olhando para os pés – E se for para comprar alguma camisola nova, só se for uma igual a essa.
- Obrigada, pelo elogio – suas bochechas ficaram extramente vermelhas.
- Não acredito que você ainda ficar envergonhada quando eu te elogio – revirei os olhos – Venha, vamos comer antes o jantar esfrie.
Puxei a cadeira para ela e me sentei em frente logo em seguida. Peguei a garrafa de champagne e a abri colocando um pouco em cada uma das duas taças.
- Não sei se é uma boa ideia eu beber – me interrompeu – Afinal, eu ainda sou menor de idade.
- Bom, você vai fazer 21 anos em agosto, não é mesmo? — mais uma vez era algo que eu teria lido no currículo dela, então não era problema eu saber – Falta pouco mais de um mês, não tem muita importância.
- Só quero que você saiba que eu não estou acostumada a beber – avisou – Uma taça costuma me deixar alta.
- Não vamos beber muito – garanti – Além disso, vamos comer também e isso costuma cortar um pouco o efeito do álcool.
Começamos a comer. Já tinha provado o risoto de camarão que eles preparam aqui hotel e é um dos meus pratos favoritos e parece que Elena tinha gostado também.
- Sabe o que eu estava pensando? — voltei a falar em algum momento do jantar – Nós precisamos escolher o nome do bebê.
- Mas já? — me olhou espantada – Eu ainda nem estou grávida e você já está pensando no nome.
- Nunca é cedo demais para pensar nessas coisas – dei de ombros – E acho legal nós escolhermos juntos.
- Se você diz – estava brincando um pouco de comida que ainda estava no seu prato – Se for menina... Eu gosto de Gwen.
- Gwen! — repeti o nome que ela tinha dito – Será que alguém aqui é fã do homem-aranha?
- Quando meu pai era adolescente tinha uma coleção de revistas em quadrinhos – deu de ombros enquanto falava – Deu todas para o meu irmão quando fez 7 anos, mas ele não se interessou muito, então eu as peguei para mim, a histórias do homem-aranha sempre foram as minhas favoritas. Até hoje estão todas em uma caixa de madeira em baixo da minha cama em Toronto.
- Confesso que o homem-aranha sempre foi o meu super-herói favorito – comentei – Teve uma vez, no Halloween, que eu me vestei de homem-aranha e o Stefan de Superman.
- Infelizmente eu nunca pude me vestir de homem-aranha no Halloween – revirou os olhos – Mas uma vez eu me vesti de Mary Jane.
- Já estou até imaginando – não pude deixar de rir com a imagem de Elena com uns 10 anos usando uma peruca ruiva pedindo doce na rua – Mas e se for menino? Não me diga que você pesou em chamá-lo de Peter?
- Não! — nós dois começamos a rir – O que você acha de Chad?
- Chad..., gostei – afirmei antes de erguer a minha taça de champagne – Então um brinde ao Chad ou à Gwen.
Ela também ergueu a sua taça e fizemos o brinde. Quando terminamos de comer fomos para o sofá e continuamos a beber o nosso champagne, terminamos toda a garrafa.
- Eu tenho uma coisa para você – avisei – Espere só um minuto que eu vou ali dentro pegar.
Fui até o quarto e peguei a caixa que tinha deixado em cima da cama, voltei para o outro cômodo e entreguei para Elena. Ela abriu imediatamente revelando o colar com um pingente em forma de livro em ouro amarelo e ouro branco.
- É lindo! — foi tudo que conseguiu dizer.
- Fiquei um tempo pensando no que compraria para você – disse – Mas quando passei em frente a joalheria e vi esse colar, não tive mais dúvida, não existe um presente melhor para um estudante de literatura.
- Eu não posso aceitar, Damon – me devolveu a caixa – Deve ter custado muito caro e não quero que você gaste tanto dinheiro comigo.
- Não foi tão caro assim – garanti, admito que tive de desembolsar uma grade quantia em dinheiro, mas para mim não foi nada – E não tem nada eu querer dar um presente para a mãe do meu filho não é mesmo?
- Você coloca em mim? — olhou para o colar e depois para mim.
Afirmei com a cabeça me levando e sentando novamente atrás dela. Elena afastou o cabelo da nova para que eu pudesse prender a correntinha. Comecei a beijar a sua nuca fazendo com que soltasse um pequeno gemido, esse foi o sinal para que eu continuasse, comecei a subir os lábios pelo seu pescoço até chegar ao seu ouvido.
- Você é linda! — sussurrei mordendo o lóbulo da sua orelha. Passava a mão por sua perna chegando bem perto da barra da sua camisola.
Consegui virá-la antes de beijar os seus lábios e comecei a deitá-la no sofá enquanto ela passava as mãos pelo meu peito, ainda coberto pela camisa. Nos separamos alguns segundos por falta de ar e voltei a beijar o seu pescoço, cheguei ao seu ombro e comecei a descer a alça da camisola usando os dentes.
- Espera, Damon! — pediu, fazendo com o que eu parasse o que estava fazendo e a olhasse – Eu não posso fazer isso!
Ela se levantou e foi para perto da janela, ficando o mais longe o possível de mim. Soltei um longo suspiro de frustração a passei as mãos pelo cabelo.
- Lena, está tudo bem? — me aproximei dela, mesmo assim não se virou para me encarar.
- Desculpe-me, Damon – disse – Eu pensei que fosse conseguir, mas eu não posso. Sinto muito.
Coloquei uma das mãos na sua cintura fazendo com que ela estremesse um pouco.
- Você pode me contar o que está acontecendo – falei em um tom de voz bem calmo – Qual é o seu problema.
Elena se virou para mim, seu rosto estava todo molhado, sinal de que ela estava chorando.
- Sei que pode parecer bobagem, mas sempre imaginei que a minha primeira vez seria especial – falou – Por mais que esse seja o cenário perfeito, não pensei que fosse acontecer para cumprir um acordo que eu fiz com um cara que eu mal conheço.
- Espera ai! — não consigo acreditar no que eu acabei de ouvir – Você está me dizendo que ainda é virgem?
- Sim! — balançou a cabeça afirmativamente – Pensei que você tivesse entendido isso quando disse que tinha certeza de que não estava grávida.
- Pensei que você só não tivesse transado ainda com o seu atual namorado, afinal vocês começaram a sair recentemente – comecei a andar em círculos – Nunca pensei que você não tivesse transado com ninguém.
- Quase tive a minha primeira vez com o Matt, meu primeiro namorado – admitiu – Já tivemos várias seções de amasso, algumas bem intensas, já até fizemos sexo oral. Mas na hora H eu simplesmente não consegui fazer nada.
- Entendo! — balancei a cabeça afirmativamente.
- Sinto muito por não ter falado isso abertamente com você – deu um longo suspiro – Eu vou entender se você quiser acabar com o nosso acordo agora mesmo.
- Nunca faria isso, Lena, assinamos um contrato e vou levar isso até o fim – passei a mão no seu rosto – Sei que essa não a situação que você sempre sonhou, mas eu prometo que a sua primeira vez seja o mais especial o possível.
Puxei o seu rosto e a beijei mais uma vez. A principio ela ficou um pouco exitante, mas logo ela entreabriu os lábios correspondendo ao beijo. A peguei no colo fazendo com que Elena enroscasse as pernas em volta da minha cintura, comecei a caminhar em direção ao quarto sem nos separarmos nem um centímetro.
Quando chegamos ao outro cômodo eu a depositei delicadamente na cama e ajoelhei na sua frente a encarando seriamente.
- Só quero que você saiba que se você pedir eu paro na mesma hora – avisei enquanto passava mão pelo seu rosto – Não vamos fazer nada que não seja do seu agrado hoje.
Enquanto voltava a beijá-la comecei a puxar a barra de sua camisola para tirá-la, deixando-a apenas de calcinha. Minha não foi para uma de seus seios acariciando-o com o polegar e comecei a fazer o mesmo com o outro, só que com a boca. Pude ouvi-la gemer bem baixinho.
Fui descendo os lábios em direção a sua barriga e fiquei contornando o umbigo com a língua. Tudo isso enquanto me preparava para retirar a última peça de roupa que cobria o seu corpo, a deixando completamente nua.
- Damon, o que você está fazendo? — cheguei ao seu sexo e comecei a dar pequenos selinhos por toda a região – Ahhhhhhhhh!
Sem nenhum aviso a penetrei com dois dedos e comecei a movê-los bem devagar para não machucá-la. Enquanto isso, minha língua brincava com o seu clitóris.
Os gemidos foram ficando ainda mais altos. Elena colocou os pés um em cada um dos meus ombros e as mãos no meu cabelo me ajudando com o ritmo das estocadas. Não demorou muito para senti-la se derramar tentando o primeiro orgasmo da noite, quando me levantei ela estava respirando ofegante e encarando o teto.
- Você está bem, Lena? — me deitei ao seu lado.
- Isso foi in-cri-vel! — falou a última palavra pausadamente antes de se virar para poder melhor melhor – Só que agora estamos com um probleminha – estava roçando o pé na minha perna.
- E qual é o problema? — a olhei em dúvida.
- Eu quero mais! — sussurrou com os lábios perigosamente perto dos meus. Ficou por cima de mim enquanto me beijava profundamente e abri a minha camisa, botão por botão, quando terminou a jogou no chão junto com a sua camisola.
Elena ficou olhando para o meu peito nu e ficou passando as mãos por toda a extensão. Aproveitei um momento de distração dela para inverter as nossas posições.
- Já que é assim, vamos ao que interessa – avisei enquanto retirava a minha calça juntamente com a cueca, agora estávamos ambos totalmente sem roupa.
Ajudei Lena a se sentar um pouco na cama ficando encostada nos travesseiros e me posicionei ficando na entrada da sua intimidade.
- Você tem certeza de que é isso mesmo que você quer? — perguntei mais uma vez, mesmo não sabendo exatamente se conseguiria parar agora – Podemos tentar de novo amanhã.
- Não, Damon, eu não quero parar agora – passou a mão pelo meu rosto.
Sem mais nada a penetrei lentamente sentindo exatamente quando rompi a barreira da sua virgindade. Parei na mesma hora para olhar o seu rosto, Elena estava com os olhos fechados.
- Está tudo bem? Eu posso continuar? — apenas afirmou com a cabeça em resposta, e foi o que eu fiz.
Quando estava totalmente dentro dela comecei a me mover bem devagar e fui aumentando gradativamente. Ela entrelaçou as pernas na minha cintura e começou a mover o seu quadril contra o meu.
Logo pude senti-la chegando ao ápice e eu a segui depois de algumas investidas. Esperei até as nossas respirações voltarem ao normal e sai de dentro dela e puxei para deitar a cabeça no meu peito.
- Como é que você está se sentindo? — perguntei enquanto passava a mão pelo seu cabelo.
- Estou me sentindo muito bem! — deu um fraco sorriso para mim – Tudo que eu preciso agora é uma boa noite de sono, espero que não se importe.
- Claro que não me importo, você precisa descansar e eu também – afirmei – Mas o que acha de tomarmos um banho primeiro?
Nós dois estávamos completamente suados devido a atividade física que acabamos de fazer.
- Até que seria uma boa ideia – concordou – Mas acho que minhas pernas não tem força para chegar até o banheiro.
- Não seja por isso – disse enquanto a afastava um pouco para poder me levantar da cama.
Peguei Elena no colo fazendo com que ela soltasse um gritinho de surpresa.
Durante o banho nos beijamos mais um pouco e ensaboamos o corpo um do outro sem nenhuma outra intenção por trás disso. Nos enxugamos, voltamos para o quarto e não demorou muito para cairmos na inconsciência, completamente exaustos.
Notas finais
***
Algumas ajudinhas visuais:
Pingente de livro: http://www.livrosdificeis.com.br/wp-content/uploads/2011/09/pin.livro2_1-300x300.jpg
Hotel: http://2.bp.blogspot.com/_f-e6RcwRdE4/TNzNlfq_M4I/AAAAAAAAAOY/3x6osMPJg_g/s1600/The_New_York_Palace_Hotel-view.jpg
Banheiro: http://images.oyster.com/new-york-city/hotels/the-new-york-palace/photos/towers-royal-suite-towers-royal-suite-the-new-york-palace-v48757-1600.jpg
Quarto: http://images.oyster.com/new-york-city/hotels/the-new-york-palace/photos/towers-royal-suite-the-new-york-palace-v48776-1600.jpg
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E hoje tem TVD, agora só faltam dois episodios para terminar a temporada (triste, ainda bem que já tema quinta temporada garantida...).
Ainda tem tanta coisa para acontecer.... Quem vocês acham que vai tomar a cura? Eu acho que é ou o Damon ou o Stefan (quem a Elena não escolher) E quem vocês acham que vai morrer? Acho que é a Kath.
Quero saber a opinião de vocês
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E essa história de Nian ter terminado? Não acredito que seja verdade, eles são muito perfeitos juntos para terem terminado...
Eles estão juntos a três anos e estão morando juntos. Não acredito que um relacionamento assim terminaria do dia para noite.
Mas enfim, temos que esperar o pronunciamento oficial do Ian ou da Nina para saber a verdade.
***
Bom, é isso.
Comentem e digam o que estão achando
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