Proposta Indecente

33 Capítulo 32 - A verdadeira família


Notas iniciais
Como eu tinha prometido, aqui está um big cap que eu tinha prometido para compensar o cap anterior ter ficado tão pequeno...
Espero que gostem

Damon

Apesar de ter nascido em Seatle, não me lembro do tempo em que vivi aqui, afinal, eu só tinha três anos quando fui adotado e me mudei para Atlanta com os meus pais. Mas quando eu tinha uns oito anos viemos passar um semana aqui durante as férias para que eu conhecesse melhor a cidade de onde de vim, confesso que apesar de ter sido interessante, não me diverti muito e não tinha intenção de voltar, pelo menos até agora.

O avião parou completamente em um dos hangares do aeroporto. Quando nos saímos do aeronave, um micro-ônibus estava nos esperando para que fossemos transportado até a área em que os outros passageiros estavam, não demorou muito para as nossas malas estarem no no local.

- Seatle parece uma cidade bem interessante – Elena comentou olhando pela janela do ônibus enquanto passávamos pela pista de pouso – Nunca estive aqui.

- Seatle é a cidade americana que fica mais perto do Canadá – a olhei espantado – Achei que já tivesse vindo aqui alguma vez.

- Já estive em Vancouver para um passeio da escola e a intenção era virmos até Seatle, mas o mal tempo não permitiu – deu de ombros – Então nunca mais tive oportunidade de vir.

- Adoraria te levar para conhecer os lugares mais importantes da cidade, da mesma maneira que fiz quando estivemos em Nova York – comentei – Mas, infelizmente, estou na mesma situação que você.

Ela deitou a cabeça no meu ombro e ficamos assim até chegarmos ao nosso destino. Não demorou muito para conseguirmos um táxi e fomos até o hotel em que fizemos as nossas reservas quando ainda estávamos em casa. Era uma suíte simples, com um quarto aonde tinha uma enorme cama de casal, uma televisão de LCD e um banheiro separado.

- E então, o que vamos fazer agora? — perguntei quando colocava as nossas malas no chão.

- Será que podemos dormir? — pediu enquanto se sentava na ponta da cama – Eu estou exausta da viagem e ainda tem o fuso horário.

- Tudo bem, o que você quiser – dei um beijo no topo da cabeça de Elena – Assim me da mais tempo para me preparar psicologicamente para me encontrar com a Isobel.

- Você não está preparado para isso, não é mesmo? — perguntou preocupada enquanto me encarava – É sério, Damon, não precisamos ir até lá se você não quiser.

- Está tudo bem, Lena – passei a mão pelo seu cabelo – Só preciso de uma boa noite de sono.

- Se você diz – deu um pequeno sorriso – Então vamos dormir.

Trocamos de roupa e deitamos na cama. Liguei a televisão e não demorou muito para que Elena adormecesse abraçada comigo, infelizmente não posso dizer a mesma coisa ao meu respeito, por mais que eu tenha dito que estava preparado, fiquei acordado até bem tarde pensando em como seria esse encontro, milhares de coisas passaram pela minha cabeça.

No dia seguinte levantamos bem cedo e logo fomos tomar o café da manhã. A vista do restaurante do hotel era maravilhosa e, independentemente do que aconteça, ela já compensou toda essa viagem.

- Aqui está o endereço da Isobel que o Klaus encontrou – ela retirou o papel de dentro da carteira – Tenho certeza de que se pegarmos um táxi não vai ser difícil de encontrar.

- Com certeza – afirmei – Primeiro vamos terminar de tomar café da manhã, lembre-se que você precisa se alimentar direito.

- Certo – revirou os olhos.

Pegamos um táxi na porta do hotel e Lena passou o endereço para o motorista. Ele disse que estávamos com sorte por que o local não ficava muito longe de onde estávamos, como era inicio da manhã e as pessoas estavam começando a sair para o trabalho acabamos parando em um pequeno engarrafamento e levamos uns vinte minutos para chegar ao nosso destino.

Pagamos a corrida e saímos do carro. Já na primeira olhada para o prédio dava para perceber que era um lugar bem luxuoso e dava a impressão de que os apartamentos eram bem espaçosos.

Havia um porteiro na entrada do edifício e ele se virou para nós assim que nos ouviu se aproximando.

- Boa tarde – foi Elena quem disse – Nós estamos procurando uma moradora desse prédio, o nome é Isobel Flemming.

- Quem quer saber da minha mãe? — nos viramos imediatamente e lá estava uma menina com os cabelos lisos e escuros do mesmo tom que o meu e os olhos eram castanhos, não devia ter mais do que 15 ou 16 anos, estava segurando vários livros e, provavelmente, estava indo para a escola.

- Sua mãe? — olhei espantado para ela.

- Sim, Isobel Flemming é a minha mãe – respondeu – Sou Cecile Jones. Quem são vocês.

- Somos velhos amigos da sua mãe – Lena apressou-se em dizer, provavelmente estava com medo de que falasse alguma besteira – Estamos de passagem pela cidade e decidimos fazer uma surpresa para ela.

- Não pude deixar de encará-la. Aquela garota pode ser minha irmã, meus pensamentos foram até Stefan e Gaby, eu os amava, e muito, não sei se conseguiria sentir a mesma coisa por ela um dia. Sem contar que tem a questão minha mãe decidiu criá-la e me entregou para a adoção.

- Ela está já está na loja – explicou dando de ombros, como se fosse a coisa mais obvia do mundo.

- Loja? — perguntei mais uma vez.

- A loja dela do shopping – falou – Vocês dois tem certeza de que conhecem a minha mãe?

- Sim – Elena disse – É que já faz tanto tempo desde a última vez que a vimos.

- Entendo – pareceu se convencer – Não sei se vocês conhecem muito bem Seatle, mas o shopping não fica muito longe daqui, dá para ir a pé se estiverem dispostos a andar um pouco. Se puderem esperar até mais tarde, posso levá-los até lá depois da escola, sempre ajudo lá depois da escola.

- Vamos lá agora mesmo – avisei – Para falar a verdade estamos com um pouco de pressa.

- Está bem — abriu a mochila, retirou um cartão lá de dentro e me entregou – Esse é o nome da loja, não é tão difícil de achar.

Já pelo cartão dava para ver que era uma loja de roupas femininas e e no centro do cartão tinha o nome de Isobel escrita em itálico.

- Adoraria ficar aqui conversando mais, mas eu já estou atrasada para a minha primeira aula – avisou – Tchau para vocês.

Então ela saiu do prédio apressadamente e saímos também logo em seguida. Decidimos ir de táxi e estávamos entrando no shopping em poucos minutos, a loja ficava no segundo a andar e quando chegamos tinha apenas uma garota atrás do caixa.

- Bom dia – dessa vez fui eu quem disse – Nós estamos procurando Isobel Flemming, ela está?

- Está sim, lá dentro do escritório – explicou – Infelizmente não posso deixar a loja sozinha, mas ela não deve demorar muito para vir aqui.

- Certo – concordei – Vamos esperar.

Ela começou a olhar algumas roupas que estavam na arara mais próxima de nós, então eu me aproximei e coloquei uma das mãos na sua cintura.

- Se alguma coisa te interessar é só me avisar – sussurrei em seu ouvido – Vou ficar muito feliz em comprar para você.

- Não precisa, Damon – avisou – Além disso, duvido que alguma dessas coisas caiba em mim.

- Talvez não agora, mas depois que os bebês nascerem – lembrei.

Não demorou muito para ouvirmos passos de alguém se aproximando e logo a mulher estava parada na divisa entre a loja e a área dos funcionários. Ela não era muito alta, seus cabelos eram pretos e cumpridos e seus olhos castanhos claros.

- Senhora Flemming, aqueles dois estão aqui para falar com você – a mulher do caixa avisou.

- Obrigada, Rachel – aviso antes de se virar para nós – Posso ajudá-los? Procuram alguma coisa em especial?

- Na verdade, não viemos aqui comprar nada – disse calmamente – Meu nome é Damon Salvatore, acho que posso ser seu filho – esse final saiu como um sussurro, mas tenho certeza de que ela entendeu, pois ficou apenas me encarando,

- Bom, acho que precisamos conversar – conseguiu falar depois de alguns minutos em silêncio – Rachel, querida, será que você pode ficar olhando a loja para mim por alguns minutos?

- Claro, senhora – afirmou com a cabeça.

Nós três saímos de dentro da loja e Elena segurou a minha mão e entrelaçou os nossos dedos tentando me reconfortar.

- Tem um café na praça de alimentação maravilhoso aonde podemos conversar – avisou logo em seguida.

- Sim, me parece um bom lugar para conversarmos – concordei – Vamos até lá.

- Então acho que esse é o momento em que eu devo ir embora – Lena avisou enquanto se afastava de mim.

- Espera, Lena, não vai – pedi – Eu preciso de você aqui comigo.

- Não, Damon, tenho certeza de que vai ser bem melhor você conversar com a sua mãe biológica pela primeira vez sozinho – avisou – Vou dar umas voltas por ai e a gente se vê mais tarde no hotel.

- Tudo bem – dei um selinho nela – A gente se vê mais tarde.

Então fomos até o andar da praça de alimentação e Isobel me mostrou o café de que estava falando, parecia mesmo um local bem aconchegante. Quando a garçonete se aproximou eu pedi um café e ela pediu um cappuccino.

- Aquela garota que estava com você é a sua namorada? — ela perguntou depois de alguns minutos interrompendo o silêncio constrangedor que tinha ficado entre nós.

- Acho que pode se dizer que sim – apenas dei de ombros.

Essa era mesmo uma boa pergunta, para falar a verdade desde que tivemos a nossa última conversa definitiva em que eu expus que queria que criássemos os nossos filhos juntos, nunca mais tínhamos falado sobre isso. Seria interessante saber em que ponto está o nosso relacionamento, mas a questão é como perguntar isso.

- E ela está grávida não é mesmo? — apenas balancei a cabeça afirmativamente – E já sabem qual o sexo?

- É um casal de gêmeos – respondi sorrindo, sempre ficava muito feliz falando a respeito dos meus filhos – Chad e Gwen.

- Mas que graça – comentou – Ainda me lembro de quando estava grávida de você, era mesmo incrível te sentir mexendo dentro da minha barriga. Imagino que vocês dois estejam se sentindo da mesma maneira.

- Já que estamos tocando no assunto – comecei – Por que foi que você me abandonou logo depois que eu nasci.

- Olha, meu filho, eu sei que nada do que eu falar agora vai justificar a minha atitude – disse – Mas eu tenho uma boa explicação para isso.

- Então por que não começa a explicar – cruzei os braços e a encarei seriamente – Quem sabe eu possa entender, ou não.

- Quando eu engravidei tinha apenas 17 anos estava namorando há seis meses, mas o seu pai deixou bem claro quando eu contei que não queria te assumir e que seu eu quisesse levar a gravidez a diante teria criá-lo sozinho – começou a explicar – Minha esperança era de que meus pais fossem aceitar, mas a reação foi quase a mesma e me expulsaram de casa. Por sorte, minha tia, irmã da minha mãe, entendeu o meu lado e me deixou ficar na sua casa.

Não disse nada, apenas fiquei esperando para que ela continuasse com a história. Limpou com a mão algumas lágrimas que se formaram no canto do olho.

- Apesar de tudo e todos estarem contra a mim eu nunca pensei em abortar, queria ter o meu bebê, que não tinha culpa de nada do que estava acontecendo – deu um longo suspiro e ficou olhando para o tampo de madeira da mesa – Curti bastante todos os nove meses de gravidez e , confesso que secretamente queria ter uma menina, mas fiquei feliz quando soube que seria um menino. Seu nome ia ser Ian.

- Ian... — repeti. Confesso que gosto do meu nome, foram meus pais que me deram quando me adotaram. Não tinha um nome antes disso, todos no orfanato me chamavam de “olhinhos azuis” — Tudo bem, eu entendi: você me amava, mas alguma coisa horrível aconteceu e que me fez parar naquele orfanato. Por que não vamos logo para essa parte?

- Logo que você nasceu eu entrei em depressão pós-parto, provavelmente por tudo que tinha acontecido nos últimos meses – explicou – Quando vi o seu rostinho pela primeira vez percebi que não podia cuidar de você. Não tinha um emprego e por mais que minha tia tentasse, sei que não poderia ficar sustentando nós dois por muito tempo. Acredite, meu filho, deixar você naquele orfanato foi a coisa mais difícil que eu já tive de fazer na vida, mas foi necessário, era o melhor.

- O melhor? — não pude deixar de dar uma risada nervosa – Acha mesmo que foi o melhor para mm me largando naquele orfanato? Eu era apenas um bebê.

- Tudo bem, o orfanato não é o melhor lugar para uma criança, mas depois você foi adotado por uma boa família e que tinha muito dinheiro – continuou – Fiquei em contato com uma das freiras de lá pelos três anos em que você esteve com eles e fiquei muito aliviada no dia em que ela disse que você tinha sido adotado e se mudou para Atlanta.

- A melhor coisa na minha vida foi ter sido adotado – concordei – Meus pais são incríveis e me deram todo o amor e carinho que você me negou.

- Eu realmente sinto muito, Damon – completou – Não sei quantas vezes eu preciso te dizer isso.

- E quanto a Cecile, minha irmã? — já que estávamos tocando nesse assunto, decidi comentar – Você não a largou em um orfanato.

- Com a Cecile é diferente – apenas deu de ombros – Quando ela nasceu eu estava casada e estava muito bem de vida. Agora eu sou viúva, perdi meu marido tem um ano.

- Sinto muito – foi tudo que consegui pensar em dizer – Mas quando você ficou viúva também nunca passou pela sua cabeça em entregá-la para a adoção.

- Mas é claro que não – comentou enquanto balançava a cabeça negativamente – Por que e pensaria em uma coisa dessas?

- Foi o que eu pensei – apenas me levantei da mesa – Desculpa ter te feito perder tempo aqui comigo.

- Espera, meu filho – tentou me chamar – Você está entendendo tudo errado.

- Não, eu estou entendendo tudo certo: você me abandonou e agora tem uma vida totalmente diferente, da qual eu não faço parte – disse – Mas eu também tenho a minha vida: tenho pais que amam e dois irmãos maravilhosos, e é essa a família que meus filhos vão conhecer.

Passei a mão nervosamente pelo cabelo.

- Sinceramente, nem sei o que estou fazendo aqui, só vim mesmo por insistência da Elena – revirei os olhos – Existem algumas coisas que devem mesmo ficar no passado e essa história é uma delas.

Sai do café sem nem ao menos olhar para trás. Peguei um táxi e me dirigi diretamente ao hotel, assim cheguei ao quarto peguei o telefone e disquei um número que conhecia muito bem.

- Alô! — aquela voz do outro lado da linha era impossível de eu não conhecer – Residencia dos Salvatores.

- Mãe! — disse logo em seguida – Sou eu, o Damon.

- Oi, meu filho – tinha certeza de que ela estava sorrindo nesse momento – Como é que estão as coisas ai em Seatle?

- Indo bem – foi tudo eu disse.

- Mas que legal – continuou – E vocês conseguiram encontrar a sua mãe biológica? Era essa mesma que o amigo da Elena tinha achado o endereço.

- Sim, era ela – não quis entrar em detalhes, não foi para me lamentar que eu tinha ligado – Mas não quero falar sobre isso.

- Certo – a ouvi suspirar do outro lado da linha – Será que vocês já estarão aqui no final de semana? Quero muito que você e a Elena estejam no almoço de domingo.

- Pode ter certeza de que esteremos ai – garanti – Só mais uma coisa mãe, eu te amo! Só queria que você soubesse disso.

- Ora, meu querido, obrigada – falou – Eu também te amo, e você sabe disso.

- Sim, eu sei – afirmei com a cabeça, não queria ficar nessa cidade por mais nenhum minuto – E também quero dizer o quanto sou grato por você e o papai terem me adotado. Acho que nunca vou poder agradecer o suficiente por isso.

- Não precisa agradecer, Damon. Você é nosso filho, apenas demorou um pouco mais até conseguíssemos nos encontrar – isso era o que ela sempre me dizia – Você, Stefan e Gabby são as pessoas mais importantes da minha vida e da do seu pai também, é claro.

E ai está, essa era a minha verdadeira família, não importa que eu seja filho biológico ou adotado. Isso era tudo.

- Bom, meu filho eu preciso desligar – avisou – Nos falamos assim que você voltar para Atlanta.

- Claro, mãe – completei antes de desligar o telefone.

Foi então que eu deitei na cama e, inexplicavelmente, comecei a chorar. Nunca, durante toda a minha vida, me lamentei por ter sido abandonado quando ainda era um bebê, mas agora que sei toda a verdade de como foi que as coisas aconteceram, não consegui fazer outra coisa.

Foi desse jeito que Elena me encontrou. Ela chegou toda animada, trazendo várias sacolas na mão.

- Damon, você não vai acreditar, mas eu achei uma loja de bebês que era a coisa mais linda do mundo. Sei que o quartinho deles já está pronto, mas eu não resisti – comentou – O que foi que aconteceu?

Então eu contei toda a conversa para ela e o quanto eu estava me sentindo como um lixo que pode ser descartado de qualquer maneira.

- Eu sinto muito por isso, Damon – deitei no seu colo e ela ficou passando a mão pelo meu cabelo – Fui eu quem te convenceu a vir até aqui.

- Não foi sua culpa, Lena – garanti – Acho que eu precisava mesmo saber de toda essa história. Todo mundo precisa saber da sua origem não é mesmo?

- Mas agora você vai enxugar essas lágrimas e erguer a cabeça – comentou – Você não precisa daquela mulher para nada.

- Tem razão – me levantei para poder olhá-la melhor – Obrigada por ter vindo aqui comigo.

- Era o mínimo que eu podia ter feito – de repente ela fez uma careta e colocou uma das mãos sob a barriga.

- O que houve? — perguntei, preocupado – Você está sentindo alguma coisa? Quer que eu ligue para um médico?

- Está tudo bem – pegou uma das minhas mão e colocou sob a sua barriga – Apenas sinta.

Quase no mesmo instante senti um pequeno chute contra a palma da minha mão. Não pude deixar de sorrir e olhei para a Elena, que fazia o mesmo.

- Já tem um tempo que estão se mexendo, mas essa é a primeira vez que eu sinto um deles chutando desse jeito – falou – Acho que estão tentando dizer que também estão aqui com você.

- Eu sei disso, meus amores – deu um beijo exatamente no local aonde tinha sentido o chute – E amo muito vocês dois, podem ter certeza disso.

De uma coisa eu tenho total certeza, serei um pai para os meus filhos melhor do que a Isobel pensou em ser uma mãe para mim um dia. Eles são tudo para mim.

Notas finais
E então, quem ficou com peninha do Damon nesse cap? E no final ele sentindo um dos bebês chutar? Coisa mais fofa do mundo né?
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Ajudinhas visuais:
Cecile - http://collider.com/wp-content/uploads/Miranda-Cosgrove-image-2.jpg
Isobel quando Damon nasceu - http://thevampiresdiariesdes.t.h.pic.centerblog.net/68ec9016.jpg
Isobel atualmente - http://i2.pinger.pl/pgr319/6a93414f001ee7d34e4bb942/big_2010112710083283.jpg
obs: Eu sei que essa Isobel é a mesma da série, mas só para vocês entenderem que era nela mesma que eu esteava pensando
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Fiquei muito feliz de saber que você gostaram da ideia da segunda temporada, o Prólogo já está prontinho só esperando ser postado.
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Só mais uma coisa, tinham me pedido uma hot Dalena antes dos acontecimentos que vão levar a segunda temporada, então no próximo cap teremos uma mega-hot e é bom vocês aproveitarem, pq vai ser a última por um bom tempo (sim, eu sou má kkkkkkkkkkkk)
***
Bom, é isso
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