Notas iniciais
Hey! Tudo bem? Olha só, primeiro: quando eu vou em: Minha conta > Autor > Gerenciar minhas histórias aparece que eu tenho 48 acompanhamentos e 45 favoritos... Cadê vocês? Gente, quando eu recebo comentários eu escrevo mais rápido tá? Segundo: hoje não teremos "momento divulgação" por que eu não tive tempo de ler nenhuma das fics que me mandaram e ainda tem as que eu to querendo divulgar mas aí tenho que esperar e... Bem, acho que no próximo já vamos ter mais um momento divulgação! Terceiro: Acho que eu vou postar aqui toda a quinta =3 O que acham? Ah, e eu estou pensando em voltar á colocar o nome de capítulo o nome de músicas, o que acham? Os nomes dos meus capítulos tão ficando o cúmulo -_- Boa leitura amores!

POV Narrador

Frederick Chase andava sem rumo pelas ruas, chutando algumas pedras que encontrava no caminho.

Seu encontro com Atena deixara-o abalado, isso ele não podia negar.

Aquela loira... Ah desgraça, ele sempre tivera um fetiche por Atena Olympians.

Parou em uma lanchonete, pediu um café com leite e se sentou, esperando.

Olhou para o parque logo á frente, vendo pais correrem atrás de filhos e vendo namorados beijando-se.

E assim ele começou a imaginar como seria sua vida se não fosse por Atena.

Teria ele tido uma filha tão bela quanto Annabeth? Poderia ter formando uma família normal?

Colocaria o nome Annabeth em sua filha, se tivesse se casado com outra mulher?

Riu sozinho imaginando se não tivesse concordado com os planos de sua esposa.

Ele e Annabeth se dariam bem? Brigariam do tipo pai chato e adolescente problemática?

E quando ela levasse seu namorado para a casa, teria Frederick amedrontado o garoto?

E então ele sorriu ao ver uma mulher de cabelos castanhos correr atrás de seu filho, um menininho ruivo. Um pai empurrava sua filha do balanço, ambos rindo histericamente.

Quando a mulher pegou seu filho no colo e o rodou, a menininha pulou do balanço e correu em direção á mulher, gritando “mãe! Mamãe!” e jogou-se em seus braços.

Logo o homem juntou-se á eles, beijando a mulher carinhosamente enquanto as crianças soltavam um “eca” e riam.

Suspirando o loiro pegou seu café que a garçonete estendia e foi até o balcão, entregando uma nota de vinte reais á moça e dizendo-lhe para ficar com o troco.

Tinha negócios á resolver, um deles (e o mais importante) era como salvar sua filha.

Voltou á andar sem rumo, somente passando por entre prédios e árvores, sentindo á brisa bater em seu rosto.

Como salvar Annabeth? Pegando-a antes que Atena o fizesse.

Mas o grande X da questão não era nem como pegá-la, e sim o que fazer com ela.

Annabeth, cabeça dura como é, não o perdoaria tão fácil – por isso Frederick já esperava.

Mas convencê-la que sua mãe quer mata-la? Seria mais difícil ainda, levando em consideração que já seria difícil convencê-la que sua mãe está viva.

E conhecendo sua filha do jeito que conhecia, a primeira coisa que ela iria querer seria ver sua mãe, é claro.

E Atena sendo a cachorra que é daria um jeito de manipular Annabeth, por que aliás, não foi assim que a própria Atena sempre viveu? Manipulando pessoas?

Frederick tinha uma ideia do que fazer. Era um tiro no escuro, mas melhor do que sentar e esperar que matassem sua filha.

Andou até um telefone público. Cobriu a mão com um pano – com a intenção de não deixar impressões digitais. Nunca se sabe o que pode dar errado e antes prevenir do que remediar.

Colocou outro pano no cabo do orelhão, para que a ligação ficasse ruim e sua voz não pudesse ser identificada caso gravada de algum modo.

Discou 013 antes do número (um truque que ele aprendera – quando se disca 013 na frente de um número, este mesmo não aparecerá no histórico de chamadas) e discou.

Esperou pacientemente enquanto chamava.

Tuuuu.... Tuuuu..... Tuuuu....

– Alô? – atendeu a voz grossa do outro lado da linha.

– Precisamos conversar – disse Frederick, forçando um sotaque.

– Quem fala? – perguntou o homem, ficando alarmado.

– Pelo amor de Zeus, John. Você sabe quem fala – irrita-se Frederick.

– Chase?

– Não, sou eu, Charles Eola – diz Frederick totalmente irritado por John ser burro o suficiente para usar seu nome verdadeiro.

– Ah, sim, perdão senhor Eola, o que gostaria?

– Falar com você... Pessoalmente meu velho.

– Posso saber do que se trata? – pergunta John ao outro lado, desconfiado.

– A venda – é a única coisa que Frederick diz.

John fica em silêncio, de modo que Frederick volta á falar:

– O produto – o loiro não sente-se bem ao se referir á sua filha como produto.

John parece ter entendido, pois ri levemente ao outro lado.

O telefone é desligado.

Frederick coloca-o de volta no gancho, passando mais uma vez o pano para garantir que não deixou impressões digitais.

Suspirou, saindo dali e indo até uma cafeteria que sempre se encontrava com John.

Entrou e sentou. Como sempre, John estava atrasado. Típico, pensou Frederick.

Estava nervoso, não sabia o que fazer.

Pediria á John uma informação que certamente o rapaz o daria, mas e depois?

Não sabia. Mas pelo bem de Annabeth, iria descobrir.

Enquanto esperava Frederick ficou pensando e sua mente só conseguiu achar uma solução.

Para manter Annabeth “segura”, teria que mata-la ele mesmo.

Sim, ele a mataria. Antes ele mata-la do que Atena por suas mãos nela e usá-la.

Agora ele já tinha um “próximo passo” definido, só faltava a informação crucial para que isso se tornasse verdade.

Suspirou já cansado de esperar. Mas que droga, cadê ele?, era o que pensava.

Sobressaltou-se quando uma garçonete tocou-lhe o ombro.

Respirou fundo ao ver uma mocinha com cabelos castanhos claros e olhos da mesma cor olhando-o preocupada.

– Você está bem senhor...

– Senhor Eola – diz Frederick, respirando pesadamente pelo susto.

– Você está bem senhor Eola? – pergunta a mocinha delicadamente, vendo Frederick assentir – Vou trazer um café para o senhor, tudo bem? – ela sorri.

– Com leite por favor...

– Claro! – e assim ela se vai, adentrando a cozinha.

Depois do incidente não demora muito para que John chegue.

Entra tranquilamente, oferece boa noite á qualquer pessoa que esteja na sua visão.

Senta-se com Frederick na maior calma. Parece extremamente á vontade – totalmente ao contrário do loiro.

– Boa noite, Chales Eola – diz ele, debochado.

– Cale a boca, John.

– Cadê a educação, senhor Eola? Estamos aqui para tratar de negócios afinal.

– A educação foi se foder quando você bateu a porta na cara dela – rebate Frederick, cansado das provocações do homem á sua frente.

John levanta ás mãos em sinal de paz, Frederick ignora.

Logo a garçonete que lhe assustara volta com uma xícara em mãos.

– Aqui senhor – sorri ela, entregando-lhe a xícara.

Frederick á pega, e agradece:

– Obrigada.

– Não há de que! – sorri a garota.

Já está saindo quando John a chama.

– Um expresso para mim, boneca – pisca ele. A garota ri um pouco, anotando o pedido e saindo.

– Bem, o que quer? – pergunta John, virando-se para ele.

– Ajudar vocês.

– Atena me disse que o encontro de vocês não foi lá muito agradável... – comenta John, mexendo nos pálidos distraidamente.

– Bem, eu ainda sinto algo por ela. Não foi justo – objeta Frederick.

– Tudo bem – concorda John, suspirando – Vamos dizer que eu concorde que você me ajude. Você quer me ajudar com o que, exatamente?

– Tirar minha filha de lá.

John assente satisfeito. A moça traz o expresso dele que agradece e estende uma nota de cinquenta.

– Não, não! – exclama a mocinha, sorrindo – É por conta da casa senhor!

– Qual seu nome? – pergunta John.

– Maggie – responde ela, sorrindo amigavelmente.

– Maggie – repete ele – Sou o John, doçura e insisto que você fique com isso – diz ele, colocando o dinheiro no avental dela.

Ela sorri docemente, agradecendo e saí.

Só eu que achei essa menina... “Doce” demais?

– Muito bem, Charles – chama John. Viro-me para ele – O que quer saber mesmo?

– O nome do espião que está fornecendo-lhe informações sobre a minha filha.

Notas finais
É, tá tenso o trem, huehue - Ah e esse negócio de 013 antes do número eu que inventei ok? huehuehuehue Alguém tem algum palpite da Maggie? Olha só, quem acertar quem ela é ganha um prêmio... JÁ SEI! Eu posto uma one-shot do casal que a pessoa que acertar escolher! ~Chutem aí que quem ganhar eu mando uma MP ok?~ Dica: eu já falei dela antes aqui na fic, quero ver quem está prestando atenção mesmo! Ah, e se mais de uma pessoa acertar eu posto mais de uma one-shot, huehue Ok, agora uma proposta: se eu tiver mais que... Sei lá, se eu tiver bastante comentário, mais do que eu já tive em toda a fic (tipo, a maior quantidade que eu já recebi de comentários foram 18) eu posto um capítulo dizendo quem é o bendito espião. Mas só se eu ganhar bastante comentários. Gente, eu tava vendo aqui.. Pessoas que antes me chamavam de "diva" "minha autora favorita" "maravilhosa" "perfeita" e hoje em dia nem comentam mais, nem um oi pelo menos :'( Fiquei super chateada com isso... Bom, é isso!! Beijo beijo amores, amo vocês! ~~E Lalabeth Jackson, não fica com ciúmes da Fantasminha que eu te amo muito também ok? Heuheueh~~