Notas iniciais
Hey amores! Preparadoos? Para que? HOJE SAI O NOME DO ESPIÃO!! Ah, e quem acertou ou não: Maggie é a policial que prendeu o Percy u-u Antes, deixa eu surtar um pouquinho: DUAS RECOMENDAÇÕES CARAA!! DUAAAS!!! Obrigada Carly Valdez e Katherine Herondale Jackson, vocês são demais e eu amo vocês meninas =3 Capítulo para Carly Valdez (minha marida por que eu sou a esposa kjskjs) Ah e eu resolvi casar com todo mundo nessa bagaça, quem quiser casar comigo aê é só pedir (ninguém por que eu sou chata, aposto kjsjskj) Agor vão ler, boa leituraa e-e Ps.: não me matem no final e-e

POV Autora

Na mesma lanchonete em que Frederick se encontra com John, Maggie volta para a cozinha com uma bandeja.

Pega um café com leite que é para a mesa seis e faz questão de passar pela mesa de Frederick no seu trajeto. Passa a mão delicadamente pelas costas dele, sorrindo-lhe docemente.

Quase imperceptivelmente, ela tira do casaco do loiro um mini microfone que gravara toda a conversa deles.

Coloca-o dentro do avental e entrega o café na mesa seis.

Volta para a cozinha sorridente, não aguentando mais as bochechas doloridas do sorriso que tem que sustentar e se pergunta como alguém normal consegue trabalhar ali, sorrindo o tempo inteiro.

Suspira colocando a bandeja em cima da mesinha e retira o avental. Tira o mini microfone dele e o devolve ao dono da lanchonete, agradecendo pela cooperação.

Pega sua bolsa preta e guarda cuidadosamente o mini microfone nela.

Saí dali pelos fundos, indo diretamente para seu carro.

Entra na sua Ferrari preta e sentou no banco, permitindo-se, por um momento, relaxar.

Maggie tirou da bolsa o mini microfone que usara e coloca-o no rádio do carro, ouvindo á conversa.

“-Muito bem Charles – ouve Maggie, identificando a voz de John – O que você quer saber mesmo?

– O nome do espião que está fornecendo-lhe informações sobre a minha filha – responde a voz de Frederick.

– Ah meu caro amigo, isto é fácil. O nome do espião é.. “

Maggie apura os ouvidos, esperando pelo nome. Mas antes que possa ouvi-lo, batem em seu vidro.

Ela olha para o lado e assusta-se ao ver John ali.

Pausa rapidamente a gravação, trocando para o rádio.

Abaixa o vidro.

– Sim? – pergunta educadamente, estampando aquele sorriso doce no rosto.

– Doçura, eu só queria pedir algo que é meu – diz ele, sorrindo.

– Pode falar senhor – responde Maggie ficando nervosa. Seu pé paira sobre o acelerador, pronta para sair dali ao primeiro sinal de problema.

– O mini microfone que você pegou, amorzinho – diz ele sorrindo sarcástico.

– Não sei do que o senhor está falando – responde a morena, engatando a marcha.

Maggie sente suas mãos escorregando no volante por causa do suor que elas acumulam.

John, sem paciência para joguinhos, estica-se para dentro do carro tentando pegar o mini microfone que está plugado no rádio.

Maggie fecha a janela e acelera, quase levando consigo o braço de John que grita, xingando-a.

Nervosa ela saí do estacionamento em alta velocidade. Entra em várias ruas e para em uma paralela.

Respira pesadamente e sente tremores nas pernas ainda sentindo a adrenalina percorrer seu corpo.

Suspira e recomeça a gravação.

“-Ah meu caro amigo, isto é fácil. O nome do espião é... – e então fala um nome que Maggie não consegue identificar.

Maggie solta um grito quando um carro bate em sua lateral. Olha para o lado e vê John dirigindo o carro.

Mais que rápida ela imaginaria que conseguiria, ela saí dali pelo mesmo lado que entrara.

Ao sair vê um outro carro do lado da rua e aperta com força o volante ao ver Frederick Chase dirigindo-o.

Acelera mais uma vez, consciente dos xingamentos que recebe por estar acima do limite de velocidade e pensando se vai levar uma multa mesmo sendo agente especial do FBI e estando em missão.

Maggie vira esquinas e entra em contramão tentando despistar Frederick e John.

Devia de carros e sobe em calçadas ás vezes.

Desespera-se ao ver que nada funciona.

Religa o rádio.

Se é para dar errado que eu pelo menos avise para meus colegas o nome do maldito espião, pensa ela revoltada.

Aumenta totalmente o volume e torna á escutar. Novamente não consegue escutar o nome.

Solta um rosnado frustrado e bate no volante com tanta força que sua mão fica dolorida.

Sente uma batida na traseira do carro e vê Frederick ali.

Olha para frente e vê John dirigindo em sua direção.

– Filhos da puta! – exclama revoltada.

Acelera, indo com o carro em direção á John e no último minuto vira com brutalidade, entrando em uma rua desconhecida.

Vira á direita, á esquerda e á direita de novo.

Acaba em um prédio que não conhece.

Joga de qualquer jeito sua identificação do FBI para o porteiro e diz-lhe que não abra a porta para nenhum carro – mesmo que seja morador do prédio.

Entra no estacionamento e pega os fones de ouvido.

Desliga o carro.

Coloca-os no rádio e torna á tentar ouvir a gravação e novamente não entende o nome.

Sem se aguentar de frustração solta um grito agudo que ecoa pelo carro. Suspira, enterrando o rosto nas mãos.

Ouve um tiro.

Maggie sabe que se tentar sair do estacionamento com o carro vai levar um tiro.

Desce do carro pegando o mini microfone e os fones.

Pega também o celular.

Corre entrando no prédio. Sobe as escadas e entra em um apartamento vazio qualquer.

Tranca a porta e coloca uma mesa ali.

Coloca os fones novamente e pluga-o no mini microfone.

Ouve a gravação e não entende. Suspira e apura os ouvidos, tentando ouvir.

Ouve passos e sente lágrimas tomando-lhe os olhos.

Desta noite eu não passo, pensa.

Que seja pelo menos sendo útil.

Desta vez á o play decidida. Apura bem os ouvidos, ignorando os barulhos ao seu redor.

Ignora os seus batimentos cardíacos. Ignora o barulho de tiros do lado de fora. Ignora sua respiração descompassada. Ignora os gritos de pessoas que ouve. Ignora tudo.

Concentra-se e finalmente consegue ouvir.

Ouve o nome e quase comemora.

Vê a porta quase ser arrombada.

Pega o celular com a maior calma que consegue, tentando não tremer.

Disca o número de Peter – seu colega de trabalho.

No segundo toque ele atende.

– Maggie? – chama ele com a voz desesperada.

Peter sempre quis ser mais do que simplesmente colega de trabalho de Maggie, ou até amigo dela.

Agora, pronta para morrer, Maggie pensa o por que de nunca ter lhe dado uma chance. Lamenta-se por não ter tentado ser feliz, por ter somente se concentrado no trabalho.

E chora.

– Maggie tudo bem? – insiste ele.

– Peter – chama ela calmamente – Eu vou morrer.

– Onde você está? Maggie, diga-me onde está. Vou mandar reforços para você! – exclama ele desesperado.

– Não – sussurra a morena – Eles estão aqui e tem armas Peter. Estou naquele edifício azul que tem vinte andares – diz ela, o mais baixo possível – Acho que estou no apartamento 206.

– Eu vou...

– Não mande reforços – pede ela.

– Por que está me passando o endereço então?

– Eles não tem o por que levar meu corpo – sussurra Maggie – Ache-me depois. Enterre-me Peter. Você pode fazer meu elogio fúnebre?

– Por que eu?

– Você é a pessoa mais próxima á mim Peter. Desperdicei minha vida trabalhando incansavelmente e não fui feliz – sussurra ela.

– Maggie...

– Eu gosto de você – sentencia a morena, vendo a porta quase ser arrombada. A mesa sai do lugar e ela sabe que não tem muito tempo – Escute, eu sei quem é o espião que vigia Annabeth.

– E quem é Maggie?

– Proteja Annabeth por mim, Peter. Ela é uma boa garota, uma garota delicada. Só a vida que não foi boa nem delicada com ela – sussurra Maggie, chorando.

– Maggs – chama Peter.

– Percy Jackson é o espião – sentencia Maggie.

A porta é aberta.

John e Frederick estão ali.

Maggie, esperta como sempre não deixa que eles saibam que eles sabem o nome do verdadeiro espião.

Desliga o telefone, e fingindo que ainda está na ligação, diz:

– Marcus Mahon é o espião.

Joga o telefone longe, quebrando-o.

Olha para os dois caras e em uma última e desesperada tentativa de sobreviver, levanta-se e vira.

A última coisa que Maggie ouve é um tiro.

A última coisa que Maggie sente é uma dor aguda na coluna e uma dor agoniante na nuca.

O último pensamento dela é Annabeth Chase e o quanto a loira parece-se com sua irmã mais. Nova.

Não protegeu Annabeth, assim como não protegeu Lana.

E tinha prometido proteger ás duas. Falhara – como sempre.

E então paz.

John assistiu o corpo da morena cair no chão. Agarrou o braço de Frederick, fazendo-os saírem dali.

E então, ali naquele prédio e no silêncio que fazia, John sentenciou:

– Maggie se foi.

E saiu andando, como se isso fosse a coisa mais normal do mundo.

Notas finais
O que acharam? e-e Gostaram da Maggie? Muito chocante quem é o espião? Alguém tinha alguma ideia de que era ele? e-e Aah, se eu tiver a mesma quantidade de comentários que o capítulo anterior eu posto um especial falando da Maggie para vocês conhecerem um pouco mais sobre ela, ok? Leiam minhas ones (aquelas que eu prometi para quem acertasse) eu já postei três =3 quem quiser o link pede por comentários que eu passo, senão á nota final fica muito grande '~' ((Tem uma one Nicalia e duas Percabeth)) Gente, capítulo passado eu tive 27 comentárioos!! Woow, quero ver todo mundo que comentou o passado comentando esse e-e kjskjs Bom, comenteem!! Me digam o que acharam! Contem-me seus segredos! Casem comigo! Falem-me da vida de vocês! Qualquer merda, kjsjskjks Beijos até os comentários =3