Notas iniciais
E eis o segundo capítulo, cheio de drama, confusão, jazz e cigarros. Sem falar na bela oratória masculina. Capítulo com palavras feias e insinuação sexual! Ah, traição também! Stay tuned.

Laxus simplesmente não sabia o que pensar. Estava atônito e a décima bituca era jogada ao chão. “INFERNO! COMO ELA PODE SAIR CORRENDO ASSIM?? AQUELA MALDITA ERZA! COMO ELA ARRASTA A...A...MEEEEEEEEEEEEEERDA, EU NÃO SEI O NOME DELA!” Ele foi pego nesse loop infinito mental e ficou matutando.

Sabia que a mulher era bela e um furacão na cama, ou nas paredes, pra ser mais exato. Ela tinha aquele olhar lânguido, que era capaz de derreter todo o gelo da Sibéria, aquele jeito de simular um bico (NADA DE DUCKFACE, EM NOME DE THOR, a mulher era uma deusa da Luxúria) ou ainda flertar. Observou-a por muito tempo naquela noite até ter certeza de que ela não sabia quem ele era.

Óbvio! Laxus Dreyar tinha essa porcaria de sobrenome que parecia mais importante do que ele, teve épocas em que ele considerou seriamente a possibilidade de criar um nome comum, retirar o sobrenome e todas essas coisas estúpidas que fazemos por causa da opinião alheia. Mas isso também poderia parecer uma espécie de vergonha da sua família que não fez nada além de apoiá-lo mesmo nas inúmeras tentativas de desvencilhar da mesma. E se Laxus Dreyar podia se gabar de alguma coisa na sua vida, era da gratidão que sentia. O avô o criou como se fosse filho, já que infelizmente teve que cortar relações com o pai de Laxus. Inicialmente, a revolta se instalou no coração do pequeno, só que o insano do Ivan, queria mesmo colocar o filho em uma dessas redes loucas de maníacos, algo assim, pelo menos foi isso o que lhe contaram e ele veio a confirmar.

Makarov, o avô, abriu mão da paternidade para salvar o neto e se jogou em uma odisséia para reaver a guarda do guri, algo que poderia ter custado toda sua fortuna, coisa com a qual ele nunca se importou. O homem era grato ao seu avô, mas ao mesmo tempo não podia deixar de imaginar se ele seria mais feliz se nada fosse dito depois do momento em que era apresentado. Por exemplo, ele é apresentado como Laxus, neto de Makarov. Ele não tem outra alcunha, além dessa, pelo menos é assim que ele pensa. E quando confirmou que a bela morena não conhecia nada de nada, ele simplesmente foi à busca daqueles lábios.

A sorte com as mulheres aparentemente não é o forte dos homens daquela empresa, e com nosso anti-herói, a coisa não era lá muito diferente. Não que tivesse escassez de contato físico, mas aquele arrepio só de olhar, há quanto tempo. E foi exatamente isso que fez com que ele fosse atraído por Cana, (que ele não sabe o nome ainda).

Ela o olhava como se ele fosse simplesmente um homem atraente. Ele não era um homem com um sobrenome famoso ou ainda um profissional de respeito ou ainda um halterofilista em formação, ele era um homem, e um homem que havia decidido levar aquela mulher pra cama.

A música e o ambiente não poderiam ser melhores, era um barzinho relativamente novo, onde estava rolando um jazz de ótima qualidade, na verdade, era um show do Alabama Shakes. (N.A: Se vocês sentem falta da Janis Joplin, por favor, ouçam.) E tinha todo aquele clima de bar de jazz, a fumaça dos cigarros subindo e deixando tudo nebuloso, as garrafas de whisky que ajudavam no clima, os vinis e o tal gramofone, tudo conspirando para que aquilo acontecesse.

Laxus tomou fôlego, na sua lembrança e agora, e foi, foi em busca daquela que seria uma mulher no mínimo, inesquecível pra sua vida.

“Merda, agora ela está aqui!!! Como eu vou achá-la? Vou ter que perguntar pra Escarlate quem é ela, claro! Só que parece que ela já escolheu quem vai proteger, né? Foda-se! Vou querer saber quem é ela e o que ela está fazendo aqui! E é agora!”

Ele saiu em um rompante, indo direto para o RH e chegando lá rugiu como um leão perguntando sobre a Erza e nenhum dos funcionários sabia onde ela estava.

“Mas como é isso? A chefe de vocês sai do setor, faz no mínimo umas 2 horas e vocês nem querem saber onde ela se encontra? Nem sabem me dizer o básico dos básicos?”

Uma moça, a única do setor, que começara naquele dia no setor, de cabelos curtos e platinados com olhos bem, mas beeem azuis respondeu de prontidão, trêmula, mas de prontidão:

“Perdão senhor, mas não interferimos nos assuntos da chefia. Sabemos que ela foi apresentar os setores para a funcionária nova e a duração da tarefa pode ser o tanto que ela desejar. O senhor sabe melhor do que todos nós o tamanho desse complexo, não? Perdoe-me pelo atrevimento.” Lisanna respondeu.

Em tempo: Lisanna também era novata. Foi contratada uma semana antes de Cana e Erza não pode apresentar a empresa pra ela, na verdade, ela nem seria encaminhada para o RH, mas depois de uma semana no setor de expedição, percebeu-se o seu suposto talento com pessoas. Por isso Erza não a conhece ainda. E quem fez o tour pela empresa com ela foi um dos assistentes de controle de qualidade, Natsu Dragneel, que fez as pernas da moça ficarem bambas, mas isso ela não admitiria jamais. Porque o rapaz era mais do que bem comprometido, pelo o que ela sabia, né?

“Como é seu nome?” Laxus perguntou.

“Lisanna. Lisanna Straus.” A moça já estava praticamente pegando o formulário de demissão quando o ouviu dizer que quando a Erza chegasse, se ela poderia ligar no setor dele, que ele gostaria de perguntar algumas coisas.

“Bom, o nome dela é Cana Alberona. O setor no qual vai trabalhar, eu realmente não sei, mas o nome dela sim. É o máximo que eu posso fazer.” A moça disse.

Laxus gaguejou, ia dizer que não era bem isso o que queria saber, ainda pensou em dizer como ela sabia, mas se dignou a agradecer solenemente e saiu.

“Ótimo, aquela mocinha sacou o que eu estava procurando. Perfeito. Poxa, perguntei o nome dela e o da minha “musa” ( que coisa mais brega) não. Ah, mas quando eu penso naquela mulher gemendo no meu ouvido...putamerda! Se continuar assim, eu vou passar o dia no banheiro!! E eu tenho que trabalhar! Quer saber, foda-se essa porra toda! Vou fumar mais um cigarro.” E foi em direção ao fumódromo.

Chegando lá, deu de cara com Jellal que parecia uma mistura de um ganhador da mega-sena com uma pessoa que tinha visto um fantasma. E ele estava fumando também. Coisa que só fazia nos maus tempos de colégio.

“Fernandes, mas que merda é essa? Quando você voltou a fumar? O que diabos aconteceu?”

“Ah, Laxus, eu sei lá! A Erza apareceu lá no setor e eu não sei o que a pessoa que fabrica esses tailleurs pensa da vida. Cara, ela é gostosa, você sabe que eu sou vidrado nela desde os tempos obscuros de colégio, onde ela namorava aquele esquisito do Simon, né? Então, mas a mulher sabe ser deliciosa, gente do céu! E também...MAS QUE PORRA É ESSA QUE ESTÁ FAZENDO DREYAR?”

Laxus tinha dado um soco certeiro na cara de Jellal.

“Jellal, foco! Certo! Eu sei que você acha a Erza atraente desde antes de aprender a usar seu pênis pra algo além de mijar, mas ficar falando sobre os atributos físicos dela que já são de conhecimento comum e notório, diga-se de passagem, não ajuda você e não ME ajuda a saber o que está acontecendo. Agora acorde! Repira..mas não com o cigarro, seu imbecil. Respira, vamos lá, um, dois, três..iiiiiiiiiiiiiiisso.”

Jellal não parecia muito agradecido pela tentativa, tanto que levantou aquele dedo conhecido e mostrou a língua! Ofensa mais infantil não tinha. Quando ele ia começar, Gajeel entra soltando fogo pelas ventas! “Aquela nanica, vou matá-la, MATAAAAAAAAAAAAAAAAÁ-LA!!!”

E quando Laxus ia dar um soco em Gajeel por interromper o raciocínio de Jellal, entram mais dois homens se xingando sem parar.

“Natsu, eu não tenho culpa se você é corno, meu filho! É isso que dá, fica brincando com aquele gato o dia todo e não comparece com a mulher. Depois não reclama de levar chifre.

“Gray, cala essa porra dessa boca e não coloca o Happy no meio dessa merda! A Lucy me largou antes de ir embora com o Sting, tá sabendo?” O moço ruivo até parecia calmo, sabe aquele prelúdio antes da tempestade?

“Ah, ela te largou em um dia e foi vista aos amassos com o Sting duas horas depois. Se isso não é cornisse, eu sei lá o que é!”

“Chifre seria se eu ainda estivesse com ela, o que eu não estou porque ela deixou muito claro que não aguenta os meus enjôos, nem o meu gato e nenhuma das minhas piadas super engraçadas, sem falar na minha obsessão com dragões. E pensando bem, foi até melhor assim cara, porque em uma coisa você está certo. Eu ia levar um chifre, sem dúvida alguma e eu não ia gostar.”

Jellal derrubou o cigarro, Laxus ficou de boca aberta e Gajeel tinha problemas pra respirar.

“Você não ia gostar? Natsu, você namorou essa moça por um tempo considerável, né? Levando em consideração o seu histórico deplorável com as mulheres, é praticamente o começo do apocalipse, aquela gostosa ter aceito ter um relacionamento com você e assumir pra toda a sociedade esse fato praticamente funesto.” Jellal respondeu.

“Jellal, tá certo que você é sênior do atuário e tudo o mais, só que não precisa falar difícil. Eu sei que não sou foda com mulher não, tá tudo tranquilo. Arrumar uma transa aqui e outra ali é fácil até. Mas eu sei que se depender de uma mulher gostar mesmo de mim, não vai rolar. Não sou “gostável” Só que necessidade eu sei que não vou passar. Por isso o gato. Agora vamos parar de falar do quase corno aqui e saber porque o Gajelzinho aqui quer matar a Levy, outra vez, lembrando que hoje é segunda.” Natsu replicou.

“Como você sabe que era da Levy que eu estava falando, sua mula?”

“Você falou ‘baixinha’. Ela é a menor daqui e vocês vivem brigando por tudo.” Natsu retorquiu.

“CHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEGA TODO MUNDO! VAMO TODO MUNDO TRABALHAR, CAMBADA DE FOLGADOS.” Laxus explodiu.

“Fernandes, eu quero falar com você mais tarde, beleza?” Laxus falou.

“Tranquilo, eu também preciso falar umas paradas com você. Sobre aquele assunto anterior.” Jellal completou.

Os homens se dividiram em dois grupos e foram para os seus respectivos setores. Laxus, Natsu e Gajeel foram para o setor de qualidade. Apesar de Laxus ser engenheiro, ele também era responsável pelo controle de qualidade da empresa, que trabalhava em conjunto com os atuários. Eles mediam os riscos e os responsáveis pela qualidade fiscalizavam os produtos para que ficassem de acordo com os relatórios recebidos. Parecia fácil, mas era o setor combinado mais bombástico da empresa.

Natsu começou a falar. “Bom, estão aparecendo umas gatinhas por aqui, né? Ainda bem, tava cansado de ver tanto cueca desse jeito.”

Laxus não disse nada e só ouvia o progresso da conversa.

“Esses dias, eu apresentei a empresa pra uma garota linda linda, que acho que foi pro RH, uma pena. Pelo que o velho disse, estavam precisando pro atuário também. E os trâmites pareciam bem mais complicados. Mas não sei se chegou alguém.” Natsu continuou.

“Mas Salamander, que fofoqueiro você é, velho! Como que você fica sabendo dessas coisas?” Gajeel perguntou.

“Simples, eu pergunto pro velho! Coisa fácil, ele gosta de falar sobre a empresa e quem vai contratar e os trâmites. Ele responde, simples assim. Por ele eu soube que a Lucy se demitiu e também soube que o Sting começou a trabalhar aqui. E também...”

“Natsu, você vai ter que fazer um favor pra mim. Mas aquele favor de amigo! Entende?” Laxus pediu.

“Pode falar Laxus.”

“Descobre quem o velho contratou recentemente, mais precisamente essa pessoa do atuário e a moça que está no Rh, a novata lá. Muito me interessa saber das duas.” Laxus falou.

Natsu se sentiu incomodado por falar da novata do RH, porque ele sabia quem era. Nada disso, Natsu não estava apaixonado ou ainda afim de Lisanna. A achou linda e muito meiga, só isso. Ele e Lucy tinham história e no fundo, ele ainda achava que eles voltariam, só que tinha uma coisinha incomodando-o em relação à novata e que não sabia o que é. Pobre criança.

“Ah, Laxus, o que você quer com a Lisanna-san? Tá afim dela ou algo assim?” Natsu perguntou meio encabulado.

“Nada disso lagartixa. Aquela loira sabia quem eu era e falou comigo de igual pra igual. Mulheres assim são raras! Quero ser amigo dela, colega dela só. Se rolar alguma coisa, por que não? Mas o meu interesse é na outra que ninguém sabe quem é ainda.” Laxus respondeu.

Claro que Laxus estava provocando Natsu. Nunca na vida ele trocaria sua deusa da luxúria, um apelido dado com muito carinho que ela ainda não sabia, por uma mulher que ele tinha visto na sala de sua colega, mas notou o desassossego de Natsu quanto a isso e decidiu usar ao seu favor. Vale tudo em nome de uma boa foda! Era esse o lema Dreyar de ser. E aquela mulher, era a melhor! Mal sabia ele....

“Ok, eu pergunto, mas por que você não perguntou ao Jellal se ele tinha recebido uma colaboradora nova?” Natsu indagou.

“Simples, porque na hora em que eu ia fazer isso, ele começou a falar estranhamente da Erza e tudo o mais e quando eu ia perguntar, chegaram as três bonecas pra falar da Lucy e afins.” Laxus respondeu.

“Falando nisso- Gajeel interrompe- tenho que pegar uma grana com o Fernandes.”

“Por que?” Laxus pergunta.

“Porque ele foi o único a apostar que Natsu largaria da Lucy antes dela largar dele, apostando seriamente contra a sanidade feminina.” Gajeel falou.

“Mas com esse tipo de amigo, a gente tá fodido mesmo, hein? Pelamor do tocha humana, que porra é essa?” Natsu se indignou.

“Ah Natsu, nem adianta se doer porque...Gajeel olha pra frente e vê uma cena não muito legal.

“O que aconteceu, lata velha? Por que você parou assim do nada?” Laxus perguntou.

“Ah, gente, vamos lá no fumódromo de novo? Tava tão legal lá, né? Vamos Natsu? Por favor! Nem olha pra lá!! Vamos?.” Gajeel implorava.

“Gajeel, você sabe que eu não fumo. Eu só fui lá pra escapar do Gray e não deu certo.” Natsu olhou pra frente e deu de cara com a ex-namorada com o namorado novo no fim do corredor, se beijando.

“Sting, Lucy...quanta loirice no ar, não? Será que não tinha um outro lugar pra vocês se pegarem? Eu já sei, já sei que o amor está no ar, que ele comparece e eu não, mas Lucy, eu tô me segurando pra não xingar você de todos os nomes, porque eu já entendi, você deixou muito claro quando terminou comigo, e já caiu EM CIMA DELE!!!! Agora será que dá pra parar de foder a minha vida, no meu trabalho???” Natsu exacerbou-se

“Natsu, me desculpe! Não tive a intenção!! Eu vim dar uma olhada na empresa e quando eu vi, o Sting estava aqui, me desculpe! E também, eu fiquei sabendo que você estava com esperanças de voltarmos. Você sabe que não dá mais!! Não quero mais as suas esquisitices, seus enjôos de grávida, seus hábitos destrutivos, não quero isso, você me entendeu? Me perdoe!” A loira falou.

“Tudo bem, eu entendi. Eu tinha entendido da primeira vez, quando você me disse que não me queria mais, também entendi quando eu peguei o Sting comendo você de quatro na nossa antiga cama e também compreendi quando eu vi vocês se pegando no supermercado. Não precisava me humilhar assim, né? Passamos 7 anos juntos, para você fazer isso? Como se eu fosse um nada? Eu não era o melhor namorado do mundo, mas eu não merecia isso, de verdade. Não sei o que houve conosco. (N.A: ele está falando calmo assim, sem esganá-la porque Laxus e Gajeel não soltam os braços dele de modo algum. E como a escritora é mulher, não vai permitir que elas sejam agredidas nesse momento) Só que eu sei que você não me ama mais, Lucy e eu ainda posso ter algum sentimento por você, mas tá bem longe de amor. Agora se veste, sai daqui, pelo amor de Deus. Sai daqui.”

Natsu tremia, tremia como vara verde. Não sabia como tinha chegado nessa situação.

Para aqueles que estão com raiva da autora ou da senhorita Lucy, ela simplesmente ficou com Natsu sem gostar dele. Achava que tinha que ficar com alguém, mas na verdade ela realmente nunca gostou dele. Eles eram amigos de adolescência e tudo o mais, namoraram naqueles tempos de colégio, onde era lindo se casar com o namoradinho da escola. Eles não casaram no civil, mas desde que saíram da escola e entraram na faculdade, moraram juntos e isso dá um tempo considerável. Mas olha só, só presença não é o suficiente pra começar a amar, né? E Lucy conheceu Sting que despertou esse lado nela e daí, meus amigos, pobre Salamander. Ela nunca tinha seguido seus instintos na vida e quando começou, só exagerou na dose. Pobre Lucy, mas não se preocupem, ela e Sting-kun ficarão juntos por muito tempo porque eles realmente se gostam.

Laxus disse pra Sting passar no RH, pra assinar a sua demissão, já que aquele tipo de comportamento era inaceitável. Sting podia até retrucar, dizendo que ele não iria fazer isso, mas depois dessa cena, era melhor mesmo. Até para o bem de Natsu, contra o qual ele não tinha absolutamente nada. Só murmurou um “ok”. E se foi.

Os três homens não sabiam o que dizer, entraram na sala e viram que estava super bagunçada! Estava com um cheiro super estranho, cheiro de sexo, se alguém perguntasse, mas nenhuma certeza.



Bateu o sinal para a hora do almoço e Laxus exclamou:

“Vambora cambada, eu tenho que encontrar o Jellal e pegar algumas coisas pra limpar isso daqui”



Notas finais
Essa era pra ser uma one-shot! Só que como houveram muitos pedidos,(entenda-se Anny-chan, a presenteada) resolvi estender a bendita. Nota: eu não sou fã de NaLu, fato. Portanto eles não estarão juntos na minha estória, essa é uma fic Laxana e Jerza, que por sina não aparecem muito nesse capítulo, desculpe Anny-chan. Cana e Erza não estão presentes no momento. Só que tem umas sugestões de ships aee que eu vou seguir, ok? Ah, apresenta-se uma situação tensa, só tentem não ficar furiosos, já que esse é um universo alternativo e tudo o que acontece aqui pode e será apenas uma coincidência. Não que não possa acontecer no mundo real, quem sabe já não aconteceu, né? Fiquem ligados. (se bem que eu acho que exagerei com a Lucy e consertei...desculpe se ofendi alguém)