Porque eu amo te odiar!
20 Resolvemos tentar
Notas iniciais
Olha depois de anos, eu voltei. Peço muitas desculpas, mas infelizmente a vida adulta tem seu preço. Mas vou terminar essase e todas as minhas fics, uma por uma, mas vou.
P.o.v.s Marina
Eu sentia meu coração bater descompassado, eu já estava acordada a um tempo, mas o carinho que minha morena fazia em mim estava tão bom. Quanto tempo perdemos brigando por coisas idiotas.Clara: minha linda pode ser mexer. Ela apertava a minha cintura, me puxando para ainda mais perto dela.Marina: você sabia que eu já estava acordada? Disse levantando a cabeça, para olhá-la.Clara: sua respiração está diferente, e seu coração bate um pouco mais acelerado.Marina: que lindo! Você já conhece as mudanças do meu corpo. Clara: conheço muito de você, e sei que agora precisamos levantar para alimentar esse monstrinho dentro de você. Ela dizia com um sorriso lindo. Subi em cima dela, nossos corpos nus, me deixavam animada.Marina: antes eu queria comer outra coisa! Senti o corpo dela arrepiar todo.Clara: eu também! Mas se não levantarmos, aquele furacão vermelho vai entrar aqui derrubando tudo. Ela mal terminou de falar e Vanessa esmurrou a porta.Vanessa: VAMOS SAIR DESSE QUARTO!!! QUERO AS DUAS LÁ EM BAIXO EM 5 MINUTOS!Clara: já vamos Van! Ela disse já levantando.– juro que depois te sirvo um maravilhoso prato de mim. Saiu em direção ao banheiro, piscando os olhos e sorrindo. Eu sorri muito feliz.Marina: posso pelo menos tomar banho com você? Falei para na porta do banheiro.Clara: pode! Mas só tomar banho mesmo. Depois do banho, nos vestimos trocando carícias e beijos. Quando descemos todas as meninas estavam na sala.Clara/ Marina: bom dia!Clara: ao que devemos esse comitê? Vanessa: então... vocês vão assumir que estão se pegando? Todas olhavam com expectativa. Marina: não que estejamos namorando. Olhei para Clara que esperava eu terminar.– mas sabemos que nosso “ódio”, nunca foi ódio de verdade. Passamos por alguns momentos meio loucos, mas resolvemos dar uma pausa, e tentar, eu disse TENTAR se entender. Clara segurava minha mão e sorria.Clara: pode ser que nos matemos no processo, mas estamos apaixonadas. Não consegui pensar em mais nada. Fomos surpreendidas por uma avalanche de abraços. Flavia: ficamos muitos felizes por vocês! Luiza: até que enfim.Clara: chega! Estão me matando. Todas levantaram e ficamos ali sorrindo. Até o telefone começar a tocar.Luiza: eu atendo! Alô?! Não, Luiza. Olha eu não sei se ela quer falar. Tá! Vou perguntar. Marina, é a Laura. Quando eu pensei em qualquer coisa, Clara já estava pegando o telefone.Clara: oi Laurinha! Que bom que você ligou, deixa eu te dizer uma coisa. NUNCA MAIS LIGUE PARA A MINHA MULHER! Ela desligou o telefone sorrindo maleficamente.Marina: eu não sabia que era SUA mulher, muito possessiva. Ela caminhou lentamente até mim, com um sorriso assassino nos lábios.Clara: a Srta. quer que eu conte aqui na sala, quantas marcas a Srta. tem no corpo? Ou que eu fale como eu te faço SOMENTE minha?Vanessa: gostei do assunto, fale mais! Marina: não vamos falar nada! E Clara, eu sou SÓ sua, e de mais ninguém. Não porque você quer, mas porque eu amo você, garota idiota.Clara: completamente idiota por você. Ela me abraçou pela cintura dando beijinhos pelo meu rosto.Vanessa: quanta melaçāo! Vamos tomar café, antes que eu enjoe. Tomamos café entre sorrisos e bobeiras, nossa bolha era perfeita. Saímos todas juntas para o colégio. Todas no mesmo carro, música leve, dia bonito. Quando chegamos no estacionamento, não tive tempo de descer, pois Laura quase me arrastou do carro.Marina: me solta Laura.Laura: então é assim né sua puta?! Eu venho te ver e você fica por aí se agarrando com essa cadela. Marina: já falei para me largar! E me respeite, e respeite as pessoas de quem eu gosto. Puxei meu braço do aperto dela, e vi de relance a Vanessa e a Flavinha tentando segurar a Clara, que já estava rubra.Laura: eu sempre soube que você não passava de uma putinha sem classe. Que daria para qualquer uma. Ela cuspia as palavras com ódio. Eu não pensei, quando percebi o nariz já machucado da Laura sangrava novamente. – vadia! Você me machucou. Ela tentou avançar em mim, mas Clara já estava do meu lado.Clara: olha aqui, presta atenção no que vou te dizer. Chama minha namorada de puta só mais uma vez, que eu termino o que comecei ontem, e acabo com você. Eu me agarrei aos braços da Clara. Do jeito que ela estava com raiva, ela podia fazer um grande estrago.Marina: amor calma! Ela não vale isso. Quando chamei ela de amor, foi como um calmante. Ela abandonou a raiva, e olhou como criança que ganhou o presente mais lindo do mundo. Clara: você tem razão pequena, vamos deixar ela pra lá. Me abraçou de lado e íamos saindo.Laura: vocês vão me pagar! Estão ouvindo? Eu vou fazer da vida de vocês um inferno. Não tive tempo de segurar a Clara, quando olhei a Laura já está no chão.Clara: eu não vou repetir, nos deixe em paz! Volte para o lugar de onde você veio, antes que eu perca o mínimo de paciência que tenho. Ela se virou e me abraçou entrando no colégio. Marina: amor sua mão está suja. Vamos ao banheiro.
Flavia: nos vamos indo para a sala.Vanessa: por favor, não transem. Eu sei que a adrenalina é excitando, mas temos aula em 10 minutos. Elas sorriam de forma maliciosa.Clara: não vamos transar Vanessinha. Vamos deixar isso para quando chegarmos em casa. Ela saiu me puxando para o banheiro. Nem entramos e ela já me apertava contra a parede.Clara: que vontade louca de você! Meu corpo vibrou quando você socou aquela idiota. Os beijos eram quentes, acordando completamente minha excitação. Marina: amor... para, porque assim não vamos assistir as aulas. Eu já não conseguia respirar direito. Clara: tudo bem... mas quando chegarmos em casa, vou te chutar até a última gota! Ela falava com os sorriso malicioso, meu sexo contraiu forte. Lavamos as mãos, demos mais alguns beijos, e quando estávamos saindo do banheiro demos de cara com o Tavares, com uma cara péssima. Tavares: na diretoria AGORA! Nem discutimos, ou talvez a cabeça dele explodisse. Quando entramos demos de cara com uma Laura, toda arrebentada. Sério, nós só tínhamos quebrado o nariz dela, mas agora ela estava toda arranhada, descabelada e suja.– vejo que as srtas. estão se dando bem, tão bem que agora espancam as colegas em dupla. Podem me explicar isso?!Clara: treinador, nós não espancamos ninguém! Confesso que cada uma deu um soco nela, podemos ter quebrado o nariz dela. Mas não deixamos ela assim.Laura: é mentira! Vocês me bateram, sem nem me dar chance de defesa. Eu só queria me despedir da Marina, mas desde que ela começou a andar com essa aí, ela ficou agressiva.Marina: sua mentirosa! Quem começou às agressões foi você, e nós não te agredimos assim.Tavares: chega! Não quero ouvir mais ninguém. Srta. Fernandes vocês tem provas de que só desferir amanhã um soco cada uma?Clara: sim, a Flavinha e a Vanessa estavam conosco, quando essa daí, arrancou a Marina do carro.Laura: ah claro suas amigas, que vão mentir para proteger vocês. Ela dizia com raiva, como eu pude me enganar tanto com essa garota. Me sentia meio idiota. Clara: eu tenho uma solução bem simples, e que não vai deixar dúvidas. Tavares: é qual seria? Porque eu estou muito inclinado e pedir a expulsão de vocês, por agressão. A veia da garganta dele saltava, mas a confiança com que a minha morena falava, era bem reconfortante.Clara: simples o estacionamento, assim como toda o colégio tem sistema de câmeras, não?! Tavares: tem sim, vou solicitar as imagens imediatamente, e fiquem sabendo que quem estiver mentindo, receberá uma punição bem seria. Agora fiquem quietas enquanto solicito as imagens. O treinador se sentou para pedir as imagens pelo telefone. Enquanto a Clara somente se mostrava confiante enquanto me abraçava de lado, eu via o desespero escorrendo em forma de suor pelo rosto daquela que um dia, eu achei que amava. Clara: eu vou adorar ver a cara dela quando o Tavares ver as imagens. Minha morena sussurrava no meu ouvido. Me arrepiei um pouco.Tavares: Clara e Marina, eu vou falar uma única vez, por mais que fique contente que vocês tenham se entendido, não permito violência. Vi que vocês somente reagiram, mas as duas estão de castigo extendido, agora podem ir. Não pude conter o sorriso em direção a Laura. Ela sabia que tinha perdido. Sai da sala com a Clara e não aguentamos segurar o riso.Clara: ela achou que ia sair bem. É uma idiota mesmo.Marina: ela ficou branca quando o Tavares nos dispensou. Mas mudando de assunto, eu me sinto uma idiota, como eu posso ter me enganado com essa garota. Quando eu a conheci, ela era tão doce, fazia de tudo para me agradar. Como eu fui idiota. Clara: não fala assim amor, ela é que é idiota. Perdeu uma garota insuportavelmente maravilhosa como você. Depois de um beijinho seguimos para a sala. O dia seria longo. P.o.v.s ClaraEu estava muito feliz, eu não conseguia mais negar o quanto aquela branquela me fazia bem. Quando amanheceu o dia e eu percebi que era verdade, meu coração aqueceu. Eu poderia sofrer com a nossa relação, mas eu não tinha mais como fugir. Nossa manhã passou tranquila, depois de toda a confusão com aquela Laura, nós assistimos as aulas e fomos almoçar.
Notas finais
Se alguém ainda lê, bem vindo de volta.
Bjos Chris.
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