Porque eu amo te odiar!

21 Entre tapas e beijos.


Notas iniciais
Não sou boa com títulos. Perdoem os erros, agora só escrevo pelo celular, e o Word ainda tem erros.

P.o.v.s Clara

Estávamos todos sentados no refeitório, a conversa girava em torno da tentativa de farsa da Laura.

Vanessa: eu sempre disse que ela não valia nada.

Marina: desculpa não acreditar em você Van. Eu sou muito idiota.

Clara: contra fatos não há argumentos. Senti meu braço arder imediatamente.

Marina: você é ridícula Fernandes!

Flavia: gente nem se amaram direito, já voltaram para as agressões.

Cadu: confesso que estou meio perdido aqui. Amaram? Vocês se amam?

Vanessa: como você é lerdo menino. Essas duas se amam desde sempre, só são turronas demais para aceitar isso.

Marina: eu nem sei se continuo amando esse ridícula. O biquinho que ela fazia era lindo.

Clara: Meirelles você me ama e sabe disso, não adianta disfarçar branquela.

Marina: você não tem um treino para ir não Fernandes?

Flavia: que isso está nos dispensando Marina?

Marina: você não meu anjo, só essa idiota aqui. Ela disse apontando para mim, não resisti e mordi a ponta do dedo dela.

Marina: você me machucou!

Clara: desculpa! É que não dá para resistir a essa sua carinha de raiva. Agora me dá um beijo, para eu ir treinar.

Marina: não quero!

Clara: por favor! Mesmo fazendo cara feia ela me beijou. Eu aproveitei para puxá-la para um abraço, e sussurrei no ouvido dela.

– depois do treino, me encontra no banheiro do ginásio. Ela arrepiou todas, mas disfarçou me dando mais um selinho.

– vamos Flah?

Flavia: vamos sim! Tchau minha ruiva. Tchau pessoas.

P.o.v.s Marina

Quando elas saíram, Cadu e Verônica se despediram também, tinham que resolver coisas de gente muito inteligente.

Vanessa: então o que faremos?

Marina: eu tenho que terminar a edição de algumas fotos pro Cassius. Você quer vir comigo?

Vanessa: não tendo nada melhor. Dei língua pra ela e saímos de braços dados em direção ao galpão.

– sabe acho que já podemos voltar para casa.

Marina: eu sei, mas quero curtir um pouco mais ficar todo mundo junto. Quem sabe ficar até a Lu e a Gi irem embora.

Vanessa: isso é para ficar junto, ou por causa de uma certa morena alta, forte e muito estourada?

Marina: um pouco de cada coisa. Sabe todas aquelas marcas no meu corpo? Foi ela que fez.

Vanessa: gente isso não é sexo, é briga!

Marina: eu acho que no começo a vontade era tanta, que perdíamos um pouco a noção do cuidado.

Vanessa: um pouco não, perderam muito. Parecia que ambas tinham sido espaçadas, as marcam continuam aí.

Marina: mas eu não resistia. Ela tem uma pegada, que me enlouquece. É quente e muito sexy.

Vanessa: humm quase deu vontade de experimentar.

Marina: quem sabe, vou poder experimentar a Flavinha também?

Vanessa: NÃO! Minha morena é só minha.

Marina: então não tenha pensamentos com a minha.

Vanessa: eu não tenho, mas os gemidos da para ouvir de longe. Nossa risada ecoou pelo corredor.

O galpão estava vazio, então foi muito tranquilo editar as fotos. Todas ficaram exatamente da forma que eu queria. A beleza da minha morena ficava ainda mais evidente.

Vanessa: nossa Mah, elas estão lindas! O seu talento é maravilhoso.

Marina: obrigada, mas a minha modelo ajuda muito. Ficamos lá conversando até a hora em que o treino terminou.

Vanessa: vamos lá buscar nossas deusas gregas?

Marina: vamos sim. Saímos ainda rindo das nossas bobeiras. Quando chegamos no ginásio, a visão que tive não me agradou em nada, tinha uma garota agarrada nas costas da Clara.

– mas que merda é essa? Eu falei meio alto, e no mesmo momento aquela idiota da Fernandes me olhou, abriu um sorriso, pediu a menina para descer e veio ao meu encontro.

Clara: oi meu amor!

Marina: não me chama de meu amor! Quem era a vadia que estava em cima de você?

Vanessa: essa é a hora de eu sair. Boa sorte Clara. A ruiva aproveitou que a maioria já estava saindo, segurou a mão da Flavia e saiu correndo.

Marina: vai me explicar ou vai ficar me olhando?

Clara: vamos lá para dentro do vestiário, eu preciso tomar banho.

Marina: não quero! Quero que você me explique! Ela segurou minha mão e saiu me puxando.

– me solta sua idiota! Fernandes me solta agora! Ela continuou a me puxar, quando entramos ela me largou e trancou a porta do vestiário.

– abre essa porta e sai da minha frente.

Clara: eu já te disse o quanto eu fico molhada, quando você fica bravinha. Ela se aproximava feito uma leoa.

– você me deixa louca branquela. Nossos corpos já estavam grudados, mas eu estava com raiva.

Marina: eu não quero saber, abre aquela porta. Ela sorriu maliciosa, pegou a chave e colocou dentro do short.

Clara: eu vou tomar banho então. E começou a tirar a roupa. Primeiro aquela camisa grande do uniforme, revelando a pele dourada, ficando só de top branco, depois baixou o short, revelando bem devagar uma cueca boxer também branca, mostrando aquelas coxas definidas. Eu já estava babando. Ela deixou a roupa no canto e andou até os chuveiros, pois a chave pendurada em um pequeno registro, que dosava a água dos chuveiros. E se virou para mim.

– vou só me refrescar. A cara dela revelava o que ela queria. E eu não podia negar que também queria e muito. Mas o estopim foi ela retirar o top e a cueca, revelando completamente aquele corpo maravilhoso, o sexo dela brilhava. Ela se virou para abrir o chuveiro e eu praticamente arranquei a roupa do meu corpo. E grudei nas costas dela, mas eu iria fazê-la pagar por deixar outra ficar agarrando ela.

Clara: ue eu achei que você não me queria. Ela falava irônica. Eu agarrei os dois seios dela e apertei os biquinhos bem forte, ela soltou um gemido alto.

Marina: você agora vai calar a boca, ainda estou muito irritada com você. Então você vai ficar quietinha enquanto eu me satisfaço. Girei os biquinhos já duros entre os dedos, ela começou a rebolar contra o meu sexo.

Clara: amor que gostoso. Eu soltei o seios e virei ela de frente para mim, pequei no queixo dela com força.

Marina: eu te disse para ficar quieta. Lambi os lábios dela e deixei uma mordida leve no inferior. Desci para pescoço dela e distribui beijos e chupões fortes, as marcas de agora, se juntariam as que já estavam lá. Peguei novamente nos seios dela, alternando em carícias e apertos fortes. Ela gemia no limiar entre a dor e o prazer.

– tá vendo como eu fico quando você me irrita. Agora você vai me chupar toda, até a última gota. Isso foi o ponto para ela. Ela me virou, me jogando na parede, e começou um beijo extremamente erótico. Nossas línguas se chocavam dentro da boca, o aperto que antes eu infligia nos seios dela, ela fazia até mais forte nos meus.

Ela desceu com os beijos e chupões por todo e o meu pescoço, quando chegou às meus seios, ela mamava como uma criança esfomeada. Eu estava indo a loucura. Já não aguentava mais, precisava daquela língua no meu sexo. Comecei a empurrar a cabeça dela para baixo. Ela pareceu entender, porque desceu os beijos pela minha barriga, chegando devagar demais para o meu gosto, na minhas coxas. Ela distribuía beijos estalados por toda a minha virilha. Eu sentia que ela queria me provocar, e eu não estava para brincadeiras. Segurei o cabelo dela em minhas mãos e puxei a cabeça dela, de forma que ela me olhasse.

Marina: já que você está querendo me desobedecer, vou te ensinar. Abre a boca! Ela me olhou e permaneceu de boca fechada. Dei um tapa leve no rosto dela.

– me obedece vagabunda! Abre essa boca! Ela abriu e eu não perdi tempo e encaxei meu sexo naquela boca macia.

– agora me come bem gostoso! Ela não se fez de rogada, e começou a me chupar com vontade. Minhas pernas começaram a ceder, ela pois sobre os ombros e continuou, as mãos delas apertavam as minhas coxas. Eu já estava quase gozando, quando ela colocou dois dedos dentro de mim, e começou a estocar rápido e forte. Eu gemia muito alto, até que não aguentei mais e gozei.

Marina: ahhh amor... isso foi maravilhoso... Ela colocou minhas pernas no chão e levantou me beijando os lábios. Eu sentia me próprio gosto.

Clara: você é deliciosa. Eu segurei no pescoço dela com uma mão, e a outra desceu até o sexo dela, que já pingava e não era da água do chuveiro. Comecei uma massagem leve no clitóris intumescido dela, que rebolava devagar. Penetrei e comecei a estocar de leve, ela seguia o meu ritmo.

Marina: quem era aquela vagabunda que estava se agarrando a você?

Clara: não pa...ra amor... Ela suspirava forte, mas não me respondeu. E eu queria aquela resposta, e teria aquela resposta. Coloquei o terceiro dedo, e estoquei forte.

Marina: Q.u.e.m e.r.a a.q.u.e.l.a v.a.g.a.b.u.n.d.a. Cada letra era uma estocada forte. Ela já começava a dar sinais do gozo, e eu simplesmente parei. Mantinha os dedos dentro dela, mas não me mexia.

Clara: a...mor por favor continua.

Marina: responde que eu continuo. Eu olhava para cara dela bem séria.

Clara: era só a Rafa, ninguém importante, só estávamos comemorando a ida dela para um time profissional. Por favor eu preciso de você. A voz geralmente tão forte não passava de um gemido. Eu voltei a estoca-la mas bem devagar.

Marina: quero que uma coisa fique bem clara, se eu ver alguém se agarrando a você, teremos greve por uma semana, me ouviu? Ela não respondeu, só gemia. Eu aumentei a força e o ritmo das estocadas.

– você me ouviu?!

Clara: sim... meu amooooooooorrrrrrrr. Ela havia gozado, tremendo o corpo inteiro.

Marina: agora vamos tomar banho. Eu beijei os lábios rosados dela com carinho.

– te amo, garota idiota. Terminamos o banho ainda com várias carícias. Mas aja tínhamos demorado demais, e ainda estávamos de castigo.

Notas finais
Beijos, Chris