Porque eu amo te odiar!

12 Quando o desejo arde...


Notas iniciais
Preparem o banho frio...

Marina: assim você me enlouquece...

Clara: como se já não estivéssemos loucas...

Marina: de desejo...

Clara: de um desejo muito forte... as bocas estavam grudadas, as mãos percorriam os corpos.

Marina: mas nós nos odiamos...

Clara: muito... mas a minha vontade de você e imensamente maior...

Marina: a minha também... O calor realmente estava incendiando aquele momento. Seus corpos ansiavam por mais contato.

Marina: eu quero muito você... e mordeu o lábio inferior de Clara, fazendo um pequeno corte ali, a morena gemeu, mas não interrompeu o beijo.

Clara: eu também...mas não dá pra ser aqui...

Marina: mas tem que ser agora...

Clara: eu sei... Os beijos não eram interrompidos, os corpos tentavam se fundir.

Marina: o que vamos fazer? .... Eu preciso muito de você.... Clara sorriu no meio do beijo, aquele momento era impensável para elas mesmas, mas elas não aguentavam mais aquele desejo.

Clara: já sei... entra no carro... vou te levar pra um lugar...

Marina: ta bom...mas vamos rápido... elas entraram no carro, e Clara acelerava como se as vidas delas dependesse disso. Durante as paradas nos sinais, os beijos eram quentes e somente interrompidos com as buzinas nervosas de outros motoristas.

Marina: você vai me levar pra sua casa?

Clara: pra minha casa não, pro prédio... as mãos de Marina passeavam livremente pelas coxas de Clara. Que tentava a todo custo não perder a atenção no transito. Quando chegaram no Leblon, rapidamente desceram do carro, deixando-o numa vaga diferente, e subiram as escadas até o segundo andar se provocando.

Marina: de quem e esse apartamento? Dizia grudada nas costas de Clara, mordendo seus ombros.

Clara: da...minha...mãe.... Clara mesmo sem controle abriu a porta e puxou Marina para dentro. Prendeu o corpo branco na porta, tentando tranca-la enquanto tentava arrancar a blusa de Marina.

Quando conseguiu fechar a porta, puxou uma perna de Marina pra cima, e ela trouxe a outra agarrando a cintura de Clara. A morena se encaminhou até o sofá, e jogou a branca em cima dele, deitando sobre ela.

Clara retirou a camiseta e o sutiã de Marina e jogou num canto da sala, gemeu ao ter uma visão livre dos seios dela. Voltaram a se beijar com desejo consumidor, as línguas lutavam por espaço. Uma das mãos de Clara foram de encontro ao seio direito da menor, que gemeu pelo toque. Os beijos de Clara começaram a descer para o pescoço de Marina, deixando ali enormes chupões e mordidas.

Marina: as....simmmm voce arran...ca um pedaço de miiiiimmmmmmmm... falou e cravou as unhas na costas de Clara que deu um rouco grito manhoso.

Clara: quer que eu pare?! Clara continuava morder o pescoço de Marina.

Marina: NÃO!!! A voz saiu mais alta, porque a morena tinha alcançado o seio esquerdo com a boca, e chupava o bico com fome. Clara arranhava a barriga definida de Meirelles.

Clara: você e muito gostosa... suas mãos já estavam abrindo o botão e o zíper da calça de Marina. Que gemia já esperando pelo contato. Marina enfiou a mão por baixo da camisa de Clara, começou a puxar a camisa para cima, arranhando a lateral do corpo de Clara, que levantou um pouco pra ajudar, quando percebeu seu sutiã tinha ido junto da camisa. Marina arfou com a visão, a pele morena, os bicos dos seios intumescidos, o abdômen chapado. Não perdeu tempo e se sentou indo com a boca diretamente para os seios. Clara gemeu alto em seu ouvido. Suas mãos arranhavam todo abdômen, costas e braços de Clara.

Clara: desse jei…to va.......i pare…cer que eu tran…sei com um…gato.

Marina: gato não, gata... os beijos de Marina se transformarão em chupões, por todo pescoço e seios de Clara.

Clara: você...ai... se acha...ai ne Meirelles... Clara soltava gritinhos de dor pelos arranhões e mordidas que Marina dava em seus corpo. Clara voltou a tomar o controle da situação e empurrou Marina para que ela se deitasse, e se deitou sobre ela. As duas gemeram quando sentiram os seus seios se chocarem. As bocas voltaram a se beijar avidamente, as mãos dançavam pelos corpos. Quando Clara começou novamente a descer a mão até a calça de Marina, o telefone das duas começou a tocar loucamente.

Clara: e brincadeira ne?!

Marina: mas que inferno! E socou o ombro de Clara. Se levantaram e foram atender, Clara foi para varanda e Marina permaneceu na sala.

Marina: alô! Sua voz era em tom de raiva.

Vanessa: oi Marina! Você precisa vir aqui pro Leblon na casa das Fernandes urgente!

Marina: por que? Por que eu iria pra ai? Não tenho nada o que fazer ai.

Vanessa: VEM LOGO MARINA!

Marina: ta bem Vanessa eu vou. Desligou jogando o celular no sofá, com muita raiva.

–Caralho que merda será agora? Ai que ódio. Procurava sua camisa ainda no escuro, quando Clara acendeu a luz, com cara de nenhum amigo.

Clara: vamos logo! Já estava com o seus sutiã e vestia a camisa.

Marina: dá para esperar um pouco também. Marina respondeu com mais raiva ainda. Quando achou sua roupa olhou para o seu colo e viu as marcas roxas em sua pele, procurou um espelho, e viu seu pescoço em vários tons, roxo de chupões, rubro de mordidas, e avermelhado de beijos.

–olha a merda que você fez Fernandes! Como eu vou sair daqui assim? Seu olhar era furioso.

Clara: 1° a cinco minutos atrás, você não reclamou nem um pouco disso. Deu um passo de aproximando de Marina.

–2° você já reparou em como eu estou toda arranhada? E toda roxa também? Se aproximou um pouco mais.

–3° você já viu que minha boca esta inchada pelo corte que você fez? Marina olhou bem e viu o inchaço vermelho no lábio da Morena.

–4° se essa droga de telefone não tivesse tocado. Grudou seu corpo no de Marina. Falando roucamente em seu ouvido.

– você agora estaria naquele sofá, gemendo loucamente nas minhas mãos. Apertou o sexo da branca por cima da calça, Marina amoleceu, seu corpo foi sustentado pelos braços de Clara.

– então não se preocupe com essas marcas. E vamos logo! Se afastou já indo em direção a porta.

Marina: EU TE ODEIO CLARA FERNANDES!!! Olhou mais uma vez para o espelho, e pois os cabelos sobre o pescoço para tentar esconder um pouco as marcas. E saiu pisando duro. Desceram para o estacionamento, Clara estacionou o carro na vaga dela, pegaram as suas mochilas e foram para o apartamento de Clara. Não se falavam mais, evitavam até de se olhar.

Clara abriu a porta com raiva jogou sua mochila em um canto e se jogou no sofá. Marina entrou logo atrás e bateu a porta. Encostou nela e ficou parada de olhos fechados.

Clara: NÃO BATA A PORTA DA MINHA CASA!

Marina: VAI PRO INFERNO FERNANDES! Clara iria retrucar mas as meninas chegaram na sala correndo.

Flavia: que gritaria e essa aqui?

Vanessa: já estão brigando de novo?! Clara que estava deitada com uma almofada grudada em seus tórax, se sentou e ficou olhando para baixo, Marina largou a mochila ali no pé da porta e se sentou em uma poltrona, olhando para o nada.

Marina: então Vanessa, por que eu tive que vir pra ca correndo? Sua voz era impaciente.

Vanessa: Marina, aconteceu algo ruim lá em casa. A o rosto de Marina virou rápido para Vanessa.

Marina: e claro que aconteceu, era so o que faltava mesmo. Seu tom era irônico.

Vanessa: bem e que uma tubulação estourou no seu banheiro e inundou o andar de cima, o seu José chamou o encanador, e ele deu uma semana no mínimo para conserto. Marina pegou uma almofada e pois no rosto abafando seu grito.

Marina: era so o que me faltava. Realmente não há nada ruim, que não possa piorar. Quando ela terminou de falar, Gisele e Luiza entraram carregando duas malas.

–Vanessa me diz porque a Gisele trouxe minha mala para ca?

Vanessa: porque e aqui, que nós vamos ficar durante essa semana. O olhar de pavor de Marina foi singular, o rosto de Clara parecia um desenho.

Clara/Marina: como assim ficar aqui?!

Flavia: eu convidei elas para ficarem aqui. Porque elas até poderiam ficar na casa da Gisele.

Gisele: se a dona Branca não tivesse mandado dedetizar o ambiente, que segundo ela depois da festa está contaminado. Revirou os olhos pelas loucuras da mãe.

Marina: so pode ser brincadeira, cadê as câmeras gente?

Vanessa: não e brincadeira não, sinto muito. Mas vocês duas vão ter que se aguentar por um tempinho. Seu tom era divertido. Os olhares de Clara e Marina sobre ela foram assassinos, e ela se escondeu atrás de Flavinha.

Marina: eu alugo um quarto em qualquer hotel pronto. Disse se levantado indo em direção a porta.

Vanessa: não aluga não, porque seu pai ao saber do acontecido e do convite da Flavia, congelou seus cartões, pra você não poder sair daqui.

Marina: ELE FEZ O QUE?!

Flavia: e a dona Chica, te proibiu de pedir que ela saiam Clara.

Clara: E O QUE?!

Luiza: ih gente vamos para com isso! Essa babaquice não vai nos levar a lugar nenhum, vai todo mundo ficar aqui, acostumem-se! Clara não disse mais nada, deu um chute no sofá, pegou sua mochila e subiu para seu quarto, o estrondo da porta, fez todas tremerem.

Marina: onde e que eu vou dormir? Seu tom era de derrota.

Vanessa: bom... você pode dormir comigo, com a Gi, no sofá ou com....a Clara.

Marina: você ta querendo apanhar Vanessa?

Vanessa: que isso Mah, eu so estou te dando as opções.

Marina: ahan vou fingir que e assim, mas eu durmo no sofá. Não vou atrapalhar ninguém não. Eu so preciso de um banho. Todas sorriram, divertidas com a situação.

Vanessa: tudo bem, você pode tomar no quarto da Clara. Uma almofada voou em direção a ruiva, que ainda está escondida atrás de Flavia.

Marina: Vanessa e melhor você dormir com os olhos abertos!

Flavia: falando sério, o meu chuveiro e o da Luiza so estão com agua morna, o único que tem agua quente e o da Clara.

Marina: eu juro que mato!

Luiza: ta agora encerra o show e vamos lá pra cima eu falo com a Clara e você toma banho lá. Marina suspirou profundo e cansadamente, pegou sua mala e começou a subir as escadas junto de Luiza.

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P.O.V.s Clara

DROGA! QUE INFERNO E ESSE QUE RESOLVEU ACONTECER NA MINHA VIDA? TUDO QUE EU QUERIA ERA FICAR LONGE DELA, MAS TODOS QUEREM QUE NOS FIQUEMOS PERTO. CARALHO!! E SE NÃO BASTASSE ISSO AGORA AINDA ESTOU DESEJANDO ELA COM SE MINHA VIDA DEPENDESSE DISSO, E SE NÃO FOSSE O SUFICIENTE AINDA VOU TER QUE AGUENTAR ELA DURANTE UMA SEMANA ... fora que você está apaixonada por ela.... NÃO! NÃO! E NÃO! E NÃO ESTOU APAIXONADA POR ELA!

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Luiza entrou no quarto de Clara que andava de um lado para o outro com raiva. Marina ficou na porta olhando Clara, um sorriso brotou em seus lábios.

Marina: assim ela fica ainda mais linda. Disse para ela mesma.

Clara: o que vocês querem aqui?

Luiza: a Marina vai tomar banho aqui, e as roupas dela vão ficar aqui.

Clara: mas não vão mesmo!

Luiza: você me viu perguntar algo Clara?! Eu estou apenas te informando, que vai ser assim.

Clara: Luiza...

Luiza: chega Clara! Sua mãe disse que você deve ser educada com a Marina e com a Van. Então comporte-se eu sei que você consegue. Se aproximou de Clara, e a abraçou.

–prima eu te amo, e voce sabe que se eu visse que essa situação fosse dar algum problema, eu seria a primeira a interferir, mas eu sei que vocês podem ao menos tentar ficar num mesmo ambiente sem tantas brigas. Por favor tenta ser educada pelo menos. Apertou Clara nos braços, deu um beijo em sua testa e saiu o quarto. Marina entrou colocou a mala em um canto, pegou sua toalha e foi em direção ao banheiro, ela não olhou para Clara.

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P.O.V.s Marina

Isso vai passar rápido, calma Marina! Voce pode ignora-la, finja que ela não existe. Aproveita esse tempo perto das outras. Deixe Clara Fernandes com aquele corpo perfeito de lado. Como se voce está desejando-a com todas as partes do seu corpo? Como se voce esta loucamente apaixonada nela? Não, voce não está apaixonada nela Marina! O desejo e normal, voce está muito perto dela e ela e gostosa, agora esse de estar apaixonada nela e mentira. Esquece isso!

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Marina encostou a porta do banheiro, e começou a se despir. Quando terminou olhou para seu reflexo no espelho, seu corpo estava todo marcado, ela passava as mãos pelos roxos, pelas marcas vermelhas, e suspirava.

Marina: eu nunca senti tanta vontade de alguém com eu sinto dessa garota. Entrou no box, abriu o chuveiro e agua quente caiu gostosamente sobre seu corpo, ela não pode evitar de gemer, pelo contato com os arranhões.

Clara que estava sentada em sua cama, sentiu o corpo vibrar ao ouvir o gemido de Marina. Todas as lembranças das horas anteriores, explodiram loucamente em sua cabeça. Sem perceber se levantou e foi em direção a porta do banheiro, entrou e abriu a porta do box, sentiu seu sexo se encharcar e se contrair fortemente.

Clara: voce e ainda mais gostosa do que eu imaginava. Marina que estava perdida na cara de luxúria de Clara, não se conteve e voou em seus lábios, grudando seus corpos.

Flavia: Clara, Marina venham jantar! O grito de Flavinha separou as duas bruscamente. As duas soltaram o ar irritadas. Marina fechou o chuveiro, e saiu se enrolando na toalha. Clara bateu a porta do banheiro e tirou a sua roupa, colocando o chuveiro no gelado para tomar banho, gemeu pelos arranhões, mas socou a parede com raiva.

Clara: isso so pode ser brincadeira. Ele não me deixam odiá-la, mas também não posso saciar esse desejo insuportável, que inferno!

Marina se vestiu e desceu, cara de poucos amigos. Cabelo solto e úmido, calça de pijama e blusa de manga ¾, o que não impediu que as meninas vissem as marcas roxas em seu pescoço.

Vanessa: CARALHO QUE ISSO?!

Marina: o que Vanessa? perguntou se sentando para comer.

Vanessa: essas marcas no seu pescoço? E perai... se aproximou da branca e levantou sua camisa.

– so no pescoço não, que marcas são essas no seu corpo? Marina voce brigou com quem? Porque isso não e sexo e espancamento.

Marina: Vanessa não ferra por favor. Isso foi uma dessas garotas mais afoitas so isso. Me deixa! E comam rápido e saiam do meu quarto.

Flavia: ok, ok! Mas so para constar seu quarto e ali na sala e não aqui na cozinha.

Marina: mas com vocês aqui conversando de luz acessa não dá para dormir. Agora sumam!

Luiza: tudo bem! Nós vamos, mas voce sabe se a Clarinha vai comer? A pergunta de Luiza foi inocente.

Marina: NÃO! E se ela tiver se afogado no chuveiro melhor! Saiu em direção ao sofá que já estava arrumado.

Gisele: ih e melhor nos subirmos e trancarmos a porta do quarto, ta arriscado nos sermos esfaqueadas durante a noite por essa duas. Todas riram, colocaram os pratos na lavadora, passaram pela sala e deram um beijo na cabeça de Marina, que sorriu mas mostrou o dedo pra elas.

Luiza resolveu passar no quarto de Clara para dar boa noite, quando entrou Clara estava de costas para a porta, pegando uma camiseta para dormir.

Luiza: QUE ISSO CLARA?! MATOU ALGUM GATO?

Clara: e so uns arranhados cara.

Luiza: so uns arranhados Clara? Parece mais que voce caiu no arrame farpado. Meu Deus, olha o tipo de mulher com que voce se envolve. Credo!

Clara: Luiza voce veio até aqui falar das mulheres que eu pego?

Luiza: não, garota chata, vim te dar boa noite. E perguntar se voce não vai comer nada?

Clara: to sem fome, mas se quiser depois desço e tomo um copo de leite.

Luiza: então ta bem! Beijinho! Jogou um beijo de longe e saiu.

Clara ficou em sua cama, tentando dormir por quase meia hora e nada. Seu corpo e sua cabeça não a deixavam descansar. Resolver descer e tomar um copo de leite. Não acendeu a luz, pegou o leite na geladeira e pois em um copo no micro-ondas. Ficou olhando, quando estava quase completando o tempo tirou de lá e bebeu.

Quando passava pela sala, viu Marina deitada no sofá, mesmo sabendo que poderia ser pega pelas meninas, ela se encaminhou até o sofá, tampou a boca de Marina para que ela não gritasse e começou a beijar o seu pescoço, enquanto sua outra mão entrava por baixa da camisa indo de encontro ao seios da branca. Marina não perdeu tempo e puxou Clara para cima de si.

Marina: as meninas podem descer.

Clara: ai está a parte perigosa. Apertou forte o seio de Marina.

–isso deixa ainda mais instigante.

Marina: voce e louca... mas tira essa blusa por favor....

Clara: vem vamos para o banheiro aqui de baixo, mas em silencio...eu preciso ter voce antes que exploda. Clara levantou e puxou Marina, foram em direção ao banheiro.

Clara abriu a porta e já entrou puxando Marina, retirou sua camisa e abocanhou seu seio, enquanto a outra mão desceu tentando empurrar calça dela para baixo. Marina se afastou um pouco, e arrancou a blusa de Clara, retirou a sua própria calça, junto com a calcinha, e desceu trilhando beijos pelo abdômen de Clara, enquanto tirava o resto da roupa, deixando o corpo moreno completamente nu. Voltou a subir, e quando sua boca chegou no sexo de Clara deu um chupão firme em seu clitóris. A morena quase desfaleceu. Clara puxou Marina pelos cabelos, e grudou seus lábios e seus corpos, que queimavam com o contado direto, suas mãos iam de um lado para o outro sem controle. Quando elas separaram um pouco seus corpos, as mãos foram avidas em direção aos sexos. Os gemidos foram abafados, no pescoço uma da outra.

Clara: voce está encharcada Meirelles. A voz rouca e sussurrada.

Marina: olha quem fala, voce está escorrendo Fernandes. Sem aviso prévio Marina penetrou dois dedos em Clara, que arfou longamente. Clara para devolver o que sentiu penetrou igualmente Marina, que para evitar o grito mordeu o ombro de Clara. Elas se estocavam loucamente, pareciam estar competindo para ver quem levava o outra ao orgasmos primeiro. As bocas se engoliam, entre um gemido e outro.

Marina: ai Fernaaaannn... eu vou....

Clara: eu tambeeeeeeeee.... As duas explodiram em um gozo forte, suas pernas fraquejaram, suas respirações era quase incontroláveis de tão rápidas. Ainda ficaram dentro da outra, sentindo os dedos serem esmagados. Quando retiraram, ambas sentiram arrepios longos e deliciosos.

Marina: eu preciso deitar...minhas pernas estão muito fracas... Clara então puxou o tapete do banheiro e deitou seus corpos ali. Elas estavam deitadas lado a lado, tentando controlar as respirações. Clara deu um suspiro longo e profundo e deitou-se sobre Marina, beijando sua boca.

Clara: eu preciso sentir o gosto que voce tem...

Marina: eu também quero, so aquela provinha já me deixou louca... continuaram a se beijar até que Clara se levantou e inverteu seu corpo. Se encaixaram em posição de 69 e não perderam tempo, começaram um beijo lascivo no sexo da outra. Hora se penetravam junto, hora chupavam os clitóris com fome, seus movimentos eram sincronizados.

Marina: isso porra, me chupa gostoso...

Clara: caralho que gosto bom voce tem... estavam enlouquecidas de desejo, o ambiente cheirava a sexo, a luxuria era presente. Não tardaram a gozar mais uma vez, chamando o nome da outra. Estavam cansadas, suadas e completamente tomadas pelo prazer.

Clara: eu preciso de m banho...

Marina: eu também...

Clara: então vamos subir...

Marina: e se alguém acordar e nos pegar assim?

Clara: então eu subo, vejo se está tudo limpo e te chamo, ta bem assim?

Marina: uhummm. Levantaram se vestiram de qualquer jeito, e saíram do banheiro. Clara verificou e não havia ninguém pelo corredor, chamou Marina e entraram em seu quarto, trancando a porta. Clara a puxou para mais um beijo avassaladoramente delicioso. Retiraram a roupa e entraram no box, Clara abriu o chuveiro e agua começou a cair sobre os corpos quentes, o desejo ainda não estava saciado. Marina não perdeu tempo e começou a acariciar a barriga de Clara que estava de costas para ela, uma mão estava em seus seios, alternando toque leves e apertos mais fortes, e a outra acariciava seu clitóris lentamente, enquanto sua boca distribuía beijos em sua nuca.

Clara: me fode gostoso, hein?! Marina não respondeu apenas escorregou dois dedos, para dentro de Clara e estocava firme, Clara virava seu rosto para beijar Marina, que sem pesar colocou mais um dedo dentro de Clara, que soltou um gemido abafado.

Clara: caralho que gostoso! As....sim, issooooooooo!!!! Ah Marinaaaaaa. Seu orgasmo se fez presente, seu corpo estava quase sem forças. Ela se escorava em Marina e na parede.

Quando Clara se recuperou não pensou duas vezes, em se virar para Marina e jogar seu corpo contra a parede do box, sua boca explorava cada parte do rosto, boca, pescoço, seios, barriga e quando chegou na virilha da outra, separou suas pernas colocando uma em seus ombros, e começou a chupar loucamente o clitóris de Marina, enquanto uma de suas mãos a penetrou com três dedos, Marina mordeu a própria mão para evitar o grito. Marina começou a puxar os cabelos de Clara cada vez mais contra seu sexo.

Clara: rebola gostoso pra mim rebola.... E Marina rebolava. Quando seu clímax se aproximou Clara intensificou as estocadas e chupou com mais vontade. O corpo de Marina vibrou por inteiro e suas pernas começaram a ceder. Clara levantou e segurou e corpo branco.

Terminaram de tomar banho, e se vestiram. Marina deu um último beijo em Clara e desceu sem dizer nada. Se deitaram e caíram num sono pesado, seus corpos estavam esgotados.

Notas finais
Então e isso, até qualquer hora! Desculpem os erros, beijos e comentem! Chris.