Notas iniciais
Queridos voltei! Sei que estou em falta, mas tudo aconteceu, e eu fiquei sem animo, vontade, inspiração e todo resto para voltar a escrever, fora uma crise de rinite que esta me derrubando, mas nao poderia e nem queria deixar voces sem capitulos por mais tempo. Entao aqui vai mais um! Desculpem os erro, e prometo que agora nao vou ficar tanto tempo longe. Capitulo bem meloso.

O beijo era apenas um roçar de lábios. O notebook foi deixado de lado, as duas estavam deitadas de lado se encarando.

Clara: desculpa dizer e fazer coisas para te machucar! Eu sei que sou idiota.

Marina: vamos esquecer o que nós éramos, vamos viver cada momento. Você já sabe que eu te amo, e eu também já sei que você me ama, então vamos pensar só nisso.

Clara: você acha que isso pode dar certo?

Marina: não sei, nós somos muito diferentes. Mas acho que nós não precisamos começar nada sério, podemos curtir os momentos que surgirem.

Clara: mas eu não quero te ver perto de ninguém! Porque o ciúme me corrói.

Marina: eu não sou nenhuma vadia Fernandes! Além de que eu quero só você. Ninguém mais desperta meu interesse depois das nossas peripécias. Dizia com um sorriso sacana e divertido.

Clara: sério?! E a Laurinha?? Dizia entre os dentes.

–você parece muito felizinha perto dela. Os olhos de Marina brilharam em divertimento. Ela se aproximou de Clara colando seus corpos, ficando com o nariz encostado no dela.

Marina: EU.NÃO.QUERO.NINGUEM.ALEM.DE.VOCÊ! E passou a engolir os lábios de Clara. Suas mãos deslizavam avidas por baixo da blusa da morena. Cravou as unhas do topo do pescoço até o cós da calça.

Marina: a única que faz meu corpo arder de vontade e você! A única que me deixa sem ação e você! A única que arrepia todos os pêlos do meu corpo e você! A branca rodou o corpo até ficar em cima de Clara.

Voltaram a se beijar com vontade, as roupas iam sendo retiradas dos corpos sem muito cuidado. Mas não era só desejo que reinava naquele espaço, seus olhos demonstravam muito além disso. Eram olhares de carinho.

Marina: eu quero amar cada parte do seu corpo. Beijava o pescoço moreno. Clara parou o beijo e segurou o rosto de Marina, fazendo-a encara-la.

Clara: eu quero te fazer minha de corpo e alma, quero que nossos corpos e mentes se tornem um, quero te amar como se fosse a primeira e a última vez. O beijo era profundo e cheio de palavras e vontades não ditas, elas se perdiam uma na outra querendo deixar a impressão de seus corpos gravados um no outro.

Marina posicionou de maneira que seus sexos pudessem se tocar, e começou um rebolado lento e erótico. As mãos apertavam cada pedaço de pele em chamas. Os seus movimentos eram sincronizados. Quando seus corpos começaram a ansiar por um contato mais concreto, o rebolado da branca aumentou, e a fricção de seus sexos, se tornou uma busca incansável de prazer. Os gemidos escapam roucas da bocas, e eram abafados por suas bocas que não se desgrudavam.

Clara: iiiisssssooooo, vem meu pequena!

Marina: ahhhhh Clarinhaaaaa. O gozo chegou lento e delicioso. Seus corpos permaneciam grudados, o suor escorria por suas costas e testas.

– você me leva a loucura. Como e bom te amar!

Clara: amo sentir seu corpo sem controle, a forma como você se entrega para mim. Clara começou a se sentar ainda com Marina sobre ela.

–mas eu ainda estou com muita vontade de você. Distribuía chupões hora forte, hora mais fracos pelo pescoço de Marina. A branca já se contorcia de vontade. As mãos de Clara começaram a descer lentamente pelo tórax de Marina, prendendo seus seios entre os dedos, a branca arfava. Clara não se manteve muito tempo ali, e continuou descendo, até alcançar as coxas. Suas mãos deslizavam e de vez em quando davam pequenos apertos.

Enquanto uma continuou ali, a outra foi para parte interna das coxa brancas. O sexo de Marina já estava pingando de tesão. Clara não deu aviso e penetrou a branca com dois dedos, indo o mais fundo que podia. Marina sentiu o corpo vibrar pelo contado. A morena começou a estoca-la devagar e firme. Marina seguia os movimentos de Clara cavalgando pelos dedos longos e ágeis.

Clara: isso meu amor... vem gostoso assim!! Clara aumentou o ritmo e Marina foi junto.

Marina: ai Clarinhaaaaa, que delicia iiiisssssooooo. Marina jogou a cabeça para trás quando sentiu que Clara adicionou mais um dedo. As estocadas se tornaram mais rápidas e profundas. O corpo de Marina já era tomado por um frenesi sem controle, os dedos de Clara começaram a ser esmagados por seu sexo. O gozo veio avassalador, e o corpo de Mariana caiu sem força, em cima do peito de Clara, que a amparou acariciando suas costas. Sua outra mão ainda continuava dentro do sexo da branca sentindo os espasmos do orgasmos.

Clara: você e uma delícia! Distribuía beijos pelo rosto da outra.

Marina: você me deixa sem forças... como vou me levantar agora? Se não consigo mover um músculos.

Clara: simples não levanta! Fica aqui grudadinha em mim. Deixa eu ficar sentindo seu coração junto do meu.

Marina: eu deixo, e quero! Mas preciso tomar banho. Seu sorriso era lindo, o que fez Clara sorrir junto com ela.

Clara: eu te ajudo nisso. A morena se levantou e ajudou Marina a se levantar, foram para o banheiro e logo entraram no box. Tomaram banho entre beijos carinhos e caricias de puro amor. Quando terminaram se secaram e deitaram nuas na cama de Clara.

Clara: sabe... eu acho que sempre senti vontade de você. Confessou envergonhada.

Marina: eu também! Afinal você e extremamente gostosa. disse no meio sorriso.

–como nós sempre estávamos brigando por nada, eu não prestava atenção que talvez pudesse ser algo mais.

Clara: sempre por bobeiras ne?! Somos duas idiotas mesmo. Sabia que eu nem lembro desde de quando nós começamos a brigar.

Marina: nem eu, nem ao menos lembro o motivo. Só lembro das brigas. E de como eu ficava possessa. Riram juntas com a memória.

Clara: mas isso não importa muito agora, vamos tentar ficar bem. Mal Clara tinha terminado e o celular de Marina começou a tocar em cima do colchão no canto. A branca não fez questão de levantar, e continuou abraçada com Clara. O aparelho parou e voltou novamente.

Clara: e melhor você ir ver quem é. Disse dando selinhos em Marina.

Marina: não quero! Estou tão bem aqui. O aparelho parou, e voltou a tocar. Clara se soltou e foi pegar o aparelho, quando viu a foto de Laura, deu sorriso irônico e mostrou para Marina, a branca fez uma careta e continuou parada.

Clara: não vai atender a Laurinha? Dizia com desdém.

Marina: não! Eu ouvi quando você disse o porquê bateu nela. Eu não quero falar nada com ela. O aparelhou voltou a tocar.

Clara: mas parece que ela quer falar com você!

Marina: joga pela janela que para. E agora volta para ca, quero te amar mais um pouquinho! Dizia maliciosamente. Clara sorriu e deslizou o dedo atendendo a ligação.

Clara: alô!

Laura: cadê a Marina? sua voz era irritada.

Clara: estava ocupada agora. Soltou um suspiro pesado, mas prazeroso.

Laura: fazendo o que? Passa o telefone para ela.

Clara: ela não pode falar agora, está com a boca ocupada. Que delícia! disse a última parte como um gemido. Marina ria olhando para aquilo. Clara ouviu Laura dizer um sonoro palavrão do outro lado.

Laura: fazendo o que?! Sua voz estava quase esganiçada pelo grito que ficou preso na garganta.

Clara: ahhhhhhhhh. Gemeu mais alto, e sorriu para Marina que se contorcia na cama de tanto rir.

– me chupando de-li-ci-o-as-men-te! Quando terminou de dizer ouviu o celular de Laura sendo jogado longe e alinha ficar muda. A gargalhada de Clara ecoou sonoramente.

Marina: isso foi horrivelmente divertido.

Clara: eu sei, mas eu não podia deixar a oportunidade passar.

Marina: uhummm, agora deixa de conversa e vem aqui, essa sua ideia me deu vontades! Seu tom era roucamente carregado de malicia, seus olhos brilhavam.

Notas finais
Beijos Chris!