Porque eu amo te odiar!
24 Adrenalina do prazer
Notas iniciais
Marina: Me solta Clara! Está parecendo aqueles homens da caverna.
Clara: fica quieta, eu quero usar e abusar de você hoje. A morena chegou no quarto abrindo a porta com o pé. Colocou a branca sobre a cama, e voltou correndo para trancar a porta.
—Agora meu amor, vou te mostrar como fico quando ganho. A morena arrancou as suas próprias roupas, foi até o armário, abriu tirando de lá um embrulho. Voltou para a cama e chamou a branca, que ainda estava estática.
— Vem cá meu amor. Deixa eu tirar cada parte dessa sua roupa.
Marina: amor, acho que você esta acessa demais. A morena sem muito esperar, pegou a branca pelos pés e puxou para baixo.
—Eu vou tirar suas roupas, e vou abusar do seu corpo. A morena começou a retirar cada peça de roupa de Marina. Depois de tirar, ela abaixou e começou a beijar cada centímetro do corpo branco.
Marina arrepiava e já sentia seu corpo ser inundado pelo prazer que eram os lábios quentes de sua morena. Clara dava uma atenção vigorosa aos rosados e deliciosos seios. Marina só conseguia gemer.
Clara: você é tão deliciosa. Eu vou fazer você gritar! A morena se afastou da cama e foi até o som e ligou em uma musica qualquer. Na verdade, não fazia muita importância.
— Agora, eu vou vendar você. E brincar um pouco com esse seu corpo maravilhoso.
Marina: se você me fizer gozar ate perder as forças, você pode fazer o que quiser.
Clara: você não deveria ter dito isso. A venda foi posta, e Marina ainda estava um pouco nervosa, mas confiava em seu amor.
— Deita mais para cima, e confia em mim, não vou te machucar, só fazer você gritar meu nome. A morena voltou até o embrulho que estava ao lado da cama, abriu e tirou de lá algumas coisas.
— Se você sentir qualquer coisa que te deixe desconfortável, você me interrompe.
Marina: tudo bem meu amor. Clara pegou um vidrinho com um liquido vermelho, e com a ponta dos dedos esfregou sobre os lábios rosados e Marina. Foi fazendo uma trilha até os seios, seguindo pelo vale do abdômen até chegar sobre o clitóris da namorada.
Clara: agora sente! O mesmo caminho foi feito pelos lábios morenos. O liquido esquentava junto com o movimento da língua macia. O corpo de Marina se remexia ferozmente. Quando Clara chegou no clitóris Marina gemia feito um gatinho. Seu corpo parecia uma brasa, e o caminho onde o liquido estava esparramado, trazia uma sensação prazerosa.
Clara continuava investindo com fervor no sexo da branca. Ela tinha fome, toda a adrenalina dos jogos, fazia seu sangue correr a mil. Quando o corpo da branca começou a demostrar os primeiros sinais do prazer, a fome parecia estar aumentando.
Marina: eu vou... ela convulsionou e se derramou nos lábios da namorada. Clara bebeu cada gota de prazer, e voltou a subir pelo corpo, beijou eroticamente os lábios de Marina.
Clara: agora você fica de quatro.
Marina: eu ainda preciso me recuperar. A branca falava entre suspiros,
Clara: eu mandei você virar! Antes de Marina se quer pensar em nada, seu corpo já tinha sido virado sobre a cama.
— você agora sentir toda a adrenalina que estou sentindo. Marina só ouvia os movimentos de Clara.
A morena foi até o embrulho tirando de lá uma cinta com dos joguetes acoplados, um interno e um externo. Ela derramou um outro liquido sobre o interno e colocou a cinta, sentindo seu centro ser preenchido. Subiu na cama, jogou um pouco do liquido sobre o joguete e mais um pouco pela da bunda e sexo da namorada, Marina reseteou as costas e suspirou.
— eu vou entrar tão forte. Então só relaxa e goza meu amor. Com pinceladas que fizeram a menor suspirar pela antecipação. Clara segurou forte nos quadris de Marina e se arremeteu de uma vez só, tocando fundo dentro da namorada. Que só consegui gritar, e jogar o corpo para frente tentando acalmar o seu interior latejante. Mas Clara não parecia querer parar, saiu e voltou para dentro com força, cada movimento era sentido pelas duas. O liquido agora esfriava trazendo uma sensação de conforto no meio de tanto calor.
Marina: amor.... assim você acaba...
Clara: relaxa meu amor, eu só estou começando. Os quadris se chocavam com força, o ritmo já era alucinante, as com os corpos brilhando de suor. Até que Marina chamou forte pelo nome de Clara, as duas se entregaram juntas a prazer, relaxando sobre os lençóis.
— Tão gostosa! A morena saiu lentamente sentindo os apertos do sexo de Marina.
— Essa sua bucetinha é tão deliciosa que se eu pudesse, ficaria nela o dia inteiro,
Marina: você acabou comigo amor.
Clara: calma amor, eu ainda não terminei.
Marina: amor...
Clara: shii. Agora eu vou tirar sua venda, você vai cavalgar no meu colo. Essa cinta, tem dois joguetes, então agora é você que vai me fuder. A morena tirou a venda e se sentou próximo a cabeceira, chamou a branca, que bem devagar se sentou no colo, e se preencheu, sentindo o toque macio das mãos de Clara aparando sua cintura.
— Agora senta bem gostosa, rebola essa delicia de bunda. A branca não se fez de santa e começou a rebolar lentamente, olhando no fundo dos olhos da morena. Clara apertava forte os quadris brancos, deslizando as mãos para apertar forte a bunda da namorada.
O quarto voltou a ser quente, Marina quicava com força fazendo os joguetes entrarem forte e fundo nelas. Os dedos de Clara já tocavam o pequeno e apertado centro da bunda da namorada, aumentando o prazer das duas. A explosão chegou alucinante para as duas. Marina caiu sobre o peito de Clara respirando forte.
Marina: amanha minhas pernas vão estar me matando.
Clara: mas será por uma boa causa amor. O beijo que se deu era lento apaixonante, todos os sentidos estavam focados naquele momento. Os corpos foram esquentando, Clara se levantou e virou Marina de costas na cama. Foi descendo lentamente, beijando e lambendo cada parte daquele corpo perfeito.
A exploração parou no centro de Marina, onde Clara passou a lamber e chupar, enquanto os dedos apertavam numa lenta tortura o pequeno ponto escuro.
— Você confia em mim amor?
Marina: de olhos fechados e surda.
Clara: então hoje eu quero comer esse delicia de cuzinho que você tem, posso?
Marina: meu amor, já disse que se for para me levar a loucura, você pode tudo. Clara subiu novamente até os lábios de Marina, e beijou com ardor.
Clara: você fica assim. Voltou ao embrulho e pegou um vidro de lubrificante, passando sobre o joguete. Subiu novamente sobre a cama, e com o um dedo começou a espalhar o lubrificante por toda aquela área, invadindo lentamente, sentindo o corpo de Marina se acostumar com a pressão.
— Se você sentir qualquer desconforto eu paro na hora. Ela beijando os lábios da namorada, e foi se encaixando lentamente na entrada escura, a pressão vez o corpo de Marina se arrepiar. Elas sentiam cada centímetro entrar. As mãos de Marina arranhavam fundo as costas de Clara, que sentia cada vez mais vontade de estar fundo dentro dela. Quando o quadril moreno encosto no branco, as duas suspiraram. Era delicioso sentir o corpo quente uma da outra, a intimidade que compartilhavam.
Clara começou a se mover lentamente, rebolando, sentindo a carne relaxar e se acostuma com tamanha invasão. Conforme o ritmo aumentava, os suspiros também aumentavam, o frenesi era incontrolável. Os corpos estavam em ebulição, era quente e torturante estarem tão perto, quando Clara levou uma mão até o clitóris da branca, esfregando com agilidade e os corpos se estilhaçaram com um prazer absoluto, a ponto de o ar faltar nos pulmões.
Clara: isso foi...
Marina: maravilhoso. O beijo veio lento, os corpos querendo se abrigar um no outro.
Clara: precisamos de um banho para dormir.
Marina: eu não tenho forças amor, minhas pernas parecem duas gelatinas.
Clara: não tem problema eu te levo. Dito isso a morena se levantou tirou a cinta e juntou as outras coisas e colocou de volta ao embrulho, jogando num canto do quarto. Voltou para cama, pegou a namorada no colo levando para o banheiro. O banho foi rápido e elas se aconchegaram juntas na cama. Os corpos cansados porem satisfeitos de tanto prazer.
—Eu amo amar você.
Marina: e eu amo que você ame isso. Um beijo cheio de amor foi dado, e elas se entregaram ao sono.
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