Porque eu amo te odiar!

15 Adoro que seja com você...


Notas iniciais
oie voltei!!! Desculpem a demora, mas estava sem inspiração para escrever. Mas esta aqui mais um capitulo. Desculpem os erros. Acho que volto ainda antes do carnaval, mas se não voltar: JUIZO!!!

Clara: você tão linda! Sussurrou bem baixinho. Marina se agarrou firme em sua cintura. A sensação de ter seu corpo servindo de travesseiro e sendo apertado por Marina era maravilhosa, Clara tinha um sorriso aberto. Sua mente não dizia mais para que ela fugisse.

Marina já estava acordada a um tempo mas não se movia, estava se sentindo bem como nunca se sentiu. O corpo moreno lhe trazia um conforto e uma paz.

O celular de Clara começou a tocar desesperado, ela saiu correndo da cama para procura-lo.

Marina: porra Fernandes levanta devagar!

Clara: me erra Marina, se veste e some logo daqui. Jogava as roupas pro alto. Marina se levantou nua, pegou suas roupas e foi em direção ao banheiro. Clara até perdeu o fio da meada ao ver o corpo escultural a sua frente. Quando voltou a si pegou o celular e atendeu, vestindo sua roupa ao mesmo tempo.

Clara: alô! Oi mãe, não ta tudo bem sim! Elas estão dormindo, e mãe aqui está chovendo muito. Não mãe, a senhora so pode estar brincando! Ninguém aqui gosta dela. Mãe fala sério. Esse apartamento e meu mãe! Como assim ela já vai chegar. Clara desligou o telefone muito irritada. Abriu a porta do quarto e gritou escandalosamente no corredor.

Clara: ACORDEM PORQUE AQUELA VADIA, PIRANHA E VAGABUNDA ESTA CHEGANDO! Luiza levantou num salto da cama e abriu a porta so de calcinha.

Luiza: ta de sacanagem ne?!

Clara: quem dera, dona Chica disse que ela está chegando em 30 min. Disse bufando de raiva. Flavia abriu a porta com cara de nojo e raiva.

Flavia: eu juro que mato aquele retardo!

Luiza: aquele retardo e seu pai.

Clara: mas não deixa de ser um retardo!

Vanessa: vocês podem me dizer porque essa algazarra toda? Vanessa apareceu fora do quarto, vestia calcinha e camiseta. Ainda coçava os olhos de sono.

Clara: que isso hein?! Se eu soubesse que a ruiva era gostosa assim tinha investido. Clara e Luiza riam da cara de Flavia.

Flavia: chega perto dela então Fernandes, que eu corto suas mãos e sua língua! E voltou para dentro do quarto puxando a ruiva consigo.

Clara: você tem por dever sumir com aquela insuportável daqui!

Luiza: você sabe que não posso fazer isso. Dona Chica vem lá de Goiânia pra dar uma surra na gente. As duas rolaram os olhos e resolveram tomar banho e se trocar para atender aquela horrível e desprezível parente que tinha por nome Isabella!

Vinte minutos depois estavam todas sentadas na sala. Luiza com Gisele em seu colo, Flavia com Vanessa encostada em seu tórax, Clara com as pernas em cima da mesinha e Marina na poltrona olhando para a janela. A campainha tocou.

Clara: vamos ficar em silêncio quem sabe ela vai embora. Sussurrava tranquila.

Isabella: eu sei que vocês estão ai, abram logo! Sua voz melosa e irritante soava do lado de fora. Luiza se levantou e se arrastou até a porta, respirou fundo antes de abrir.

Isabella: OIIII! E foi em direção a Luiza para um abraço a morena desviou.

Luiza: o que você está fazendo aqui?

Isabella: eu vim pra reunião das Fernandes, vocês não estão todas aqui? Porque não me chamaram.

Flavia: talvez, sei lá... porque so por uma suposição... NÃO TE QUERIAMOS AQUI! Sem tom era de asco.

Isabella: que isso? Porque essa agressividade toda? Somos todas primas não somos.

Clara: graças ao céus, minha parente você não.

Isabella: diga isso pra dona Chica então, ela sempre tratou como se fosse. E deu língua.

–agora me apresentem as visitas. Ninguém deu ideia e se levantaram todas, indo em direção a cozinha. Isabella olhou as Meirelles de cima a baixo, guardando real atenção em Marina. Quase babou pela branca. Seguiu a meninas até cozinha. Chegou ficando próxima demais das costas de Marina. Clara queria joga-la longe.

Isabella: já que essas mal educadas não me apresentam, eu mesma o farei. Olá sou Isabella Teixeira. Falava quase ao pé do ouvido e Marina. A branca se afastou.

Marina: Marina Meirelles. Não estendeu a mão, somente disse de longe. Isabella não se deu por vencida.

Isabella: que isso eu sei que vocês cariocas são mais quentes que isso. E envolveu Marina num abraço, juntando seus corpo. Marina não correspondia, em outros tempos teria se aproveitado do abraço, pois Isabella era bem bonita. Uma mulata bem formosa, mas ela não queria e nem conseguia deixar de encarar Clara que encarava aquele abraço com fúria nos olhos.

Luiza: Isabella solta ela. Luiza chegou puxando Marina daquele contato.

– e ouve bem o que eu vou falar, se você se aproximar, tentar se aproximar ou pensar em se aproximar de alguma das meninas aqui eu juro que te corto em pedacinhos e te mando pelo correio de volta para casa, me entendeu?!

Isabella: ok priminha! Não precisa morder não, não faço nada que elas não quiserem... mas agora em que quarto eu vou dormir?

Clara: que tal no sofá queridinha? Falava cuspido ódio.

Marina: e onde você pretende que eu durma Fernandes?

Isabella: você pode dormir comigo gata, bem agarradinhas. Seu tom era malicia pura.

Clara: você pode dormir no colchão no meu quarto. Eu não te suporto, mas essa daí eu quero infinitamente longe. Então entra ela e você eu prefiro voce. Qualquer coisa eu te amarro e amordaço. Os olhos Clara tinha um brilho quase sádico no final da frase, o corpo de Marina estremeceu.

Isabella: nossa priminha que isso? O que as meninas vão pensar de mim.

Vanessa: talvez que você não valha nada...

Flavia: isso mesmo amor, agora vamos deixar essa daí aqui, que tal filme e mais pizza?

Clara/ Luiza: dentro!

Flavia: então vamos pro quarto da Clara junta todo mundo lá.

Isabella: eu vou adorar...

Clara: você iria adorar, so que não foi convidada. As suas coisas ficam aqui embaixo, se você pensar em subir essa escada, eu te jogo daqui de cima lá na rua.

Isabella: e o que eu faço enquanto vocês se divertem? Dizia contrariada.

Luiza: que tal vai embora... vamos meninas. Elas subiram e pediram mais pizzas, quando chegou Flavia deixou uma caixa no balcão do cozinha. E subiu com as outras caixas, era refrigerante e pizza a rodo no quarto. Estavam discutindo qual filme assistir.

Clara: eu quero ver terror. Você já me fez ver comedida e animação.

Flavia: eu também quero!

Vanessa: fechado então terror. Todas se deitaram, os colchoes estavam jogados no chão, até o de Clara. A cama estava em pé num canto. Era uma cama gigante. Luiza e Gisele estavam no do canto da parede, Flavia e Vanessa no do meio e Marina e Clara bem afastadas no da outra parede.

O quarto estava escuro, so iluminado pela tela da tv, de vez em quando uns gritinhos, mas o silencio reinava ali. As namoradas trocavam beijinhos tranquilos. Marina que estava de costas para Clara fingia assistir ao filme mas se escondia toda hora, ela odiava filmes de terror. Clara sem se dar muita conta se aproximava a toda hora de Marina, até que seus corpos estavam grudados.

Clara puxou o edredom, que estava na parte de baixo do colchão. O ar estava ligado provocando esse friozinho. Mas as intenções de Clara eram outra.

A morena voltou para mais próximo do corpo de Marina, que também já estava coberto pelo edredom. As mãos de Clara começaram a passear lentamente pelo corpo branco. A pele de Marina arrepiava, mas elas nada falavam.

As unhas de Clara fizeram um linha do topo da cabeça até a cintura de Marina, sua mão entrou lentamente por baixo do short do pijama da outra. A morena apertou firme a bunda durinha, Marina se controlava para não gemer. Clara sorria ao ver Marina se aproximar mais do seu corpo. As meninas continuavam alheias a isso. Abraçadas olhando para a tv.

A mão de Clara começou a escorregar para a virilha de Marina, seus dedos passavam levemente sobre o sexo já molhado. Marina prendeu o rosto no travesseiro para não arfar alto. Os dedos de Clara continuavam a dançar livres.

O filme acabou e Clara rapidamente se afastou de Marina. Luiza achando que todas estavam dormindo desligou a tv e se virou para a parede abraçando Gisele por trás. Vanessa dormia dentro do abraço forte de Flavinha.

Clara se aproximou de Marina que agora estava deitada de bruços. Sua mão voltou para dentro do short da outra. Deu mais alguns apertos e desceu novamente para a virilha e sem nenhuma cerimônia começou um entra e sai lento e torturante no sexo de Marina. Se aproximou mais e sussurrou no ouvida dela.

Clara: você está meladinha... rebola gostosinho... eu sei que você está com vontade... começou a passar a língua e chupar silenciosamente a orelha de Marina. A branca se controlava com todas as forças para não gemer. Enfiou a cara no travesseiro e começou a rebolar no ritmo lento das estocadas.

– como você rebola gostoso Marina... engolindo meu dedo todinho... me deixa louca de tesão. A mão de Marina saiu de baixo do travesseiro e foi de encontro ao sexo latejante de Clara. Que travou um gritinho de prazer mordendo o ombro de Marina.

Marina começou uma caricia deliciosa no clitóris de Clara, que já estava rígido feito pedra. A morena aumentou o ritmo das estocadas.

Clara: isso Marinaaa... que delícia... sua mão e maravilhosa. Sussurrava quase sem folego. O sexo de Marina se contraiu fortemente esmagando os dedos de Clara, ao mesmo tempo em que a morena sentiu o corpo todo estremecer. O gozo tinha chegado junto para as duas.

Marina se virou de frente para Clara, elas trocaram um beijo lento, mas que era pura perdição.

Marina: você deixa louca e de perna bamba.

Clara: você me faz gozar so de gemer assim. As línguas se acariciavam lenta e manhosamente.

Marina: mesmo que seja so sexo. Eu estou adorando que seja com voce. Sua voz tinha um tom de tristeza, mas transparecia todo o desejo que sentia pela morena.

Clara: eu também estou adorando.... Clara já não sabia se era so sexo.

Marina tinha certeza de que não era. A forma que ficou feliz e extasiada nos braços da morena a davam ciência de que ela estava se apaixonando por Clara. Com esses pensamentos ela deu um beijo com um tom carinhoso na morena e se virou para dormir.

Clara mesmo ainda lutando contra aquele sentimento, sentiu-se indo a lua e voltando com o beijo que Marina tinha lhe dado. Era um beijo com carinho, tinha o desejo compartilhado, mas acima de tudo algo parecido com amor. Clara se aproximou novamente do corpo branco e abraçou Marina pelas costas, a branca se aconchegou ali e dormiu.

Clara: mesmo não querendo...eu acho que te amo... disse sem emitir sons.

Notas finais
Beijos e comentem. Chris!