Polígono amoroso

2 Leite na Cozinha


Fiquei ali, parado, pasmo, por um longo instante antes de soar o sinal para o primeiro período. Sentei-me em minha classe enquanto Jennifer e Brian descolavam os lábios e se afastam um do outro.

O restante da aula foi um saco, só voltei à realidade no último período quando a diretora veio perguntar quem iria participar da viagem de férias. Pensei uma ou duas vezes e por fim decidi que mesmo que Jennifer Collins não quisesse nada comigo eu deveria ir. Quem sabe não tirava uma casquinha de Dianna...

Assinei meu nome na folha que a diretora passou. Estava feito. Em dois dias eu partiria rumo ao primeiro destino da viagem, um acampamento de verão onde ficaríamos por duas semanas. Até onde eu entendia disso, os alojamentos de homens e mulheres eram separados e durante a noite um monitor vigiava a passagem para que nenhum safadinho ou safadinha entrasse no dormitório do sexo oposto, mas isso não quer dizer que o mato também era vigiado...

Dianna seria suficiente para esquecer Jennifer, e se ela não quisesse nada eu ainda tinha Amanda, uma loirinha de catorze anos, uma turma abaixo da minha. Ela sempre acompanhava seu irmão Rodrigo nas viagens escolares. Lembro de uma vez, quando ela tinha doze anos e eu catorze, num passeio a um camping, nós estávamos fazendo uma caminhada e ela me chamou para “conversar” na cozinha. Como tínhamos alugado o lugar, não havia ninguém da equipe de lá, nem cozinheiros ou sequer guias, apenas o diretor do camping em sua sala. A cozinha estava vazia. Quando chegamos lá, Amanda sentou na borda da mesa e me fez uma pergunta um tanto... estranha.

–Você é virgem? – ela perguntou, corada.

Amanda era uma garota excepcionalmente agradável. Com um corpo lindo e um jeito “fofo” de ser safada. É estranho, eu sei, mas é a verdade. Ela conseguia ser delicada até fodendo, e isso me fez apreciar ainda mais nossas sessões de sexo.

–Eu... – pensei, antes de responder – Não.

Mesmo aos meus catorze anos eu já era safado. Quando Amanda me perguntou aquilo entendi logo de cara suas intenções.

Seu irmão Rodrigo não gostava de mim, ele sabia da minha fama e tinha me dado um aviso para nunca tocar um dedo na sua irmã. Bem, eu posso foder ela sem tocar os dedos em seu corpo... , pensei debochado, na ocasião.

–Bem... – dissera ela, corando ainda mais – Eu... Você sabe... Mark, o que acha do meu corpo?

Amanda andava sempre com os cabelos loiros como ouro presos num rabo-de-cavalo. Seu rosto era delicado e seus olhos verdes, cheios de amor. Seus lábios tinham um aspecto de porcelana, um brilho magnífico com o qual o batom rosa Pink contribuía. Enfim, Amanda era o sonho de muitos caras naquela escola. Lembro de uma vez em que um deles esbarrou nela “sem-querer” e deixou a mão roçar em sua bunda. Rodrigo pegou uma semana de suspensão por espancar aquele cara na frente da escola, além de ter de lavar cada gota de sangue da escada da frente, onde o menino “pousou” a cabeça “delicadamente”.

–Você é linda. – falei, me aproximando e segurando seu rosto com a mão direita – Você quer...? É isso?

Ela acenou timidamente com a cabeça e antes que pudesse dizer mais alguma coisa levei dois dedos até a sua saia, ergui o pano e afastei a calcinha molhada de sua boceta. Ela me olhou, surpresa e corou ainda mais. Enfiei os dedos bem no comecinho da boceta, delicadamente no início, e então meti com força até o fundo e tirei.

Amanda deve ter percebido a “elevação” em minha bermuda, por que logo tratou de se ajoelhar à minha frente, meter a mão em minha cueca e tirar, tímida, meu pau de lá. Ela o levou até perto da boca e então parou e me olhou em busca de aprovação. Sorri e fiz algo que ela não esperava: Inclinei-me com força para frente e enfiei o pau dentro da boca dela. Apertei-a contra o pé da mesa e peguei seu rabo-de-cavalo para auxiliar seus movimentos. Amanda fez um som abafado que devia ser um arquejo, mas logo agarrou o restante do pau e começou a chupá-lo.

Puxei seu cabelo com força e tirei-a da frente da mesa. Joguei Amanda no chão e então deitei sobre ela. Pela hora seguinte eu me lembro de ter fodido sua boceta, seu cu, tudo de novo mais umas duas vezes e depois gozar em sua cara.

Enfim, uma hora e meia depois da nossa “conversa”, Amanda estava toda suja de gozo e com a boceta, antes virgem, sangrando um pouco. Propus de tomarmos banho juntos.

–Claro – disse ela enquanto tirava o resto da roupa – Adorei o que nós fizemos Mark. Podemos fazer mais no banho?

Sorri malicioso e respondi:

–Boba. Por que acha que quero tomar banho com você?

Seus olhos brilharam de animação e ela pulou em meu colo. Acariciei seus cabelos, agora soltos, e beijei várias vezes seu rosto e seus lábios, apesar de estarem cheios daquilo... Acho que por um minuto amei Amanda. No banho fizemos algo mais delicado, fodendo gentilmente e trocando palavras de amor. Coisas super normais para um garoto de catorze anos e uma menina de doze.

Enfim, depois disso não ficamos muitas vezes mais, ela começou a andar colada com o irmão e decidi que era melhor não me aproximar quando estivessem juntos...

Minha viagem pelas memórias é interrompida pelo sinal do fim da aula. Levanto da cadeira e começo a arrumar a mochila para ir embora. Quando estou fechando o zíper do bolso maior, sinto alguém cutucar meu ombro. Viro-me e a visão me surpreende. É Jennifer.

Notas finais
Comentem o que acharam do capítulo, se não estiverem com a mão ocupada rsrs