Depois daquele banho eu não olhava mais para ela como a “Verônica, a vadia gostosa” e sim como a garota que eu amava. Mas essa deveria ser Jennifer... Minha mente estava confusa, mas eu não conseguia tirar os olhos dela enquanto nos secávamos ao lado do boxe do banheiro.

–Você é linda. – deixei escapar.

Ela sorriu.

–Você também.

Corei. Larguei a toalha com que secava minhas pernas e abracei Verônica por trás.

–Sabe... – comecei hesitando – Eu não sei se deveria falar...

Ela riu.

–Fala logo que me ama seu palhaço! – ela falou rindo.

Forcei um riso, surpreso por ela saber disso.

–Ficou tão óbvio? – perguntei.

Ela virou a cabeça e a apoiou em meu peito.

–Você não sabe mentir. – ela disse – Mas na cama, em compensação... Meu deus.

Rimos juntos. Beijei o topo de sua cabeça. Seus cabelos recém-lavados tinham um cheiro gostoso. Ela se virou e trocamos um beijo quente com seus seios a roçar em meu peito.

–Eu também. – falou Verônica quando afastamos os lábios.

–Também é boa na cama? – brinquei – Claro que é. Com esses peitos e uma língua habilidosa qualquer uma seria!

Ela riu e nos beijamos de novo.

–Eu também te amo, seu bobo. – falou de um jeito meigo que eu não havia visto nela.

–Desde quando? – pergunto, risonho.

–Desde que te vi batendo punheta com minha calcinha. – ela ri alto.

De repente me lembro de algo.

–É... – começo – Quanto a isso... O que acha de dormir comigo hoje?

Ela me olha de boca aberta.

–Seu safado! – ela brinca, me dando um soco de leve no braço – Mal transamos pela primeira vez e já quer que eu compartilhe sua cama? – ela ri.

–Bem, do contrário você pode dormir na sua cama gozada. – digo.

Ela põe o mindinho na boca de um jeito sexy que combina com a situação.

–Seria uma delícia dormir lá, mas acho que você não iria querer dormir comigo naquela cama.

Eu rio.

–Eu dormiria com você em qualquer lugar, mas isso tem um preço. – digo.

Ela parece surpresa.

–Ah, é? – pergunta – E qual seria esse preço?

–Hum... – começo, pensando – É uma coisa que só você pode me dar.

Ela abre as pernas.

–Vai fundo. – diz rindo.

Gargalhamos juntos e por fim dou um tapa em sua bunda. Ela finge sentir dor e dá uma leve joelhada em meu pau.

–Não tem medo que eu goze na sua perna? – brinco – Lembre-se que você é gostosa pra caralho e só o seu mínimo toque já me excita...

Ela faz uma pose sexy apertando os seios entre os braços.

–Me lembre de te abraçar na frente da sua mãe. – ela brinca.

Verônica não é exatamente minha prima de sangue. A mãe dela é meia-irmã da minha, o que faz eu me sentir menos culpado.

Aperto um mamilo de Verônica.

–Tranquilo. – digo – Depois você limpa minha cueca gozada mesmo.

Ela aperta a cabeça do meu pau, revidando a provocação.

–Com prazer.

Nos beijamos, e nos beijamos de novo, e de novo várias vezes. Então Verônica parece se lembrar de algo.

–Ah – ela diz – Eu não lavei aquela calcinha. Usei ela hoje.

Não consigo acreditar que ela passou a manhã toda com uma calcinha gozada.

–Não por muito tempo – brinco – Por que depois você tirou a roupa pra mim.

Ela termina de se secar e eu tenho uma idéia. Pego a calcinha que Verônica estava prestes a vestir e ela me olha, curiosa, mas já entendendo o que eu ia fazer.

–Já que gostou de usar uma calcinha gozada por mim vou te dar um presente. – falo.

Ela ri e fica observando enquanto eu agito o pau pra frente e pra trás até gozar. O gozo vai escorrendo pela calcinha e assim que a entrego a Verônica ela começa a espalhar o líquido com o dedo. Rio e faço cara de nojo.

–O que foi? – ela pergunta rindo – É você mesmo que vai foder essa boceta!

–Será mesmo que sou o único? – pergunto brincando.

Ela veste a calcinha e balança a cabeça fingindo incredulidade.

–Não viaja Mark. – ela diz – Você é o dono desse corpo aqui agora.

A idéia me excita. De repente a frase de Verônica me lembra algo.

–Quase me esqueço! – digo – Depois de amanhã vou viajar com a escola para um acampamento no meio do mato... Podemos levar uma acompanhante.

–Ah, é? – ela diz – E você vai levar quem? A filha do padeiro?

Rimos juntos e eu dou um leve beliscão no seu mamilo direito.

–Toda vez que falar algo estúpido eu farei isso. – digo rindo – É claro que eu vou te levar, sua boba.

Ela retribui o beliscão com uma nova joelhada leve no meu pau.

–E quem disse que eu quero ir? – pergunta brincando.

Seguro ela pela cintura e a puxo mais para perto, até nossos rostos ficarem colados.

–Ora essa. – digo, com a voz baixa e suave – Seu corpo é meu, certo? Eu ordeno que ele vista uma roupa solta, para facilitar na hora que eu for tirá-la, me dê a mão e me acompanhe na viagem.

Ela me dirige um olhar doce, e então baixa os olhos. Verônica parece triste.

–E quanto à Jennifer? – ela pergunta, envergonhada – Você ama ela, não a mim...

Penso por um minuto.

–Eu achei que amava ela, mas no fundo é com você que eu quero dormir. E não só isso...

Ela parece retomar a animação. Me dirige um olhar sutil, corada.

–O que mais? – pergunta, tímida, brincando com a ponta do cabelo.

–Eu... – digo – Quero que você seja oficialmente minha namorada.

Notas finais
Por favor, se você leu até aqui não feche a página ainda. Deixe seu comentário, pois ele é muito importante para incentivar o autor a continuar a escrever a fanfic. Muitas fics terminam por que o autor se sentiu desmotivado. Desde já, muito obrigado por ter lido!