Na tarde do mesmo dia

#Jennifer

Depois de receber a incrível notícia de que Mark me amava e ser levada em casa por ele, eu achei que nada estragaria meu humor. Entrei em casa confiante, me sentindo livre, livre do domínio de Brian, livre das suas ameaças. Mas eu estava errada.

Até o meio da tarde tudo foi tranquilo. Almoçamos juntos, meu pai, minha irmã de dez anos e eu. Desde a morte da minha mãe os almoços não eram iguais, mas meu pai se esforçava para que nos sentíssemos uma família completa.

Jannie foi para a escola à tarde e meu pai foi trabalhar. Eu, como sempre, fiquei em casa limpando tudo. Lavei a louça, as roupas, limpei o chão e fiz o jantar. Quando estava terminando de guardar os ingredientes que usara para preparar a refeição, vi algo na janela que me aterrorizou. Brian. Ele estava com os olhos fulminando de raiva. Arquejei e levei a mão à boca quando ele caminhou até a porta dos fundos.

–O que... O que você quer? – perguntei, segurando o choro.

Ele estalou a língua, decepcionado.

–É uma pena. – falou friamente – Eu te avisei.

Entrei em pânico.

–O que houve? – perguntei, fingindo não saber de nada.

–Calada, sua vadia. – disse ele com a voz cheia de veneno – Eu sei tudo sobre o seu encontro secreto hoje. Deve estar louca para abrir as pernas pra aquele viado.

Brian caminhava de um jeito estranho, com as mãos unidas atrás das costas, escondendo algo.

–Mark não é nada disso! – gritei, e me arrependi.

Ele estava há uns dois metros de mim quando se aproximou rapidamente e revelou o que tinha atrás das costas. Uma tábua grossa e dura, com a qual me deu uma pancada na coxa, me derrubando no chão. Gritei, e comecei a chorar, apavorada.

–Poupe as lágrimas, vadia, por que estou só começando. – ele disse e me acertou outra vez, nas costas.

Eu gritava e me debatia, mas nada podia fazer.

–Para, por favor Brian! – falei, chorando.

Ele me olhou de um jeito frio e perverso.

–Você tem duas escolhas. – ele disse – Escolha número um: Eu te espanco até te deixar roxa. Escolha número dois: Você sobe para o seu quarto e eu te fodo violentamente.

Eu chorava sem parar. Brian era alto e forte, fazia parte do time de futebol americano da escola. Nunca vimos ninguém, homem ou mulher, que pudesse vencê-lo numa queda de braço.

Levantei-me, chorando, com a mão direito apoiada nas costas, onde a dor era insuportável. Andei, cambaleante, até meu quarto, com Brian e seu porrete em meu encalço. De vez em quando, entre um soluço e outro, eu olhava para trás e ele ostentava um sorriso perverso.

–Anda logo, vagabunda. – disse ele, acertando uma pancada em minha coxa sã – Estou louco de vontade de te fazer gritar, sua vadia!

Suas palavras só me fizeram chorar mais. Agora com duas coxas machucadas meu passo apenas ficou mais lento. Brin se cansou de esperar e quando eu menos esperava me pegou pelos cabelos e me arrastou escada acima.

–Me solta! – gritei, e ele me sacudiu, como aviso.

Ele chutou a porta do meu quarto e me atirou sobre o espesso carpete creme. Ouvi o estalo da porta trancando e em seguida o barulho do zíper da calça de Brian sendo aberto. Quando ergui a cabeça ele estava vindo para cima de mim. Me virou de modo a ficar de frente para ele, e montou sobre mim. Seus braços fortes segurando os meus pelos pulsos, acima da minha cabeça. Suas pernas, uma de cada lado da minha cintura, deslizaram para baixo e ele deu uma forte joelhada em minha boceta por cima da saia que depois rasgou com os dentes. Gritei.

Minha calcinha, outrora branca, agora continha uma enorme mancha vermelha de sangue. Brian gargalhou feliz com o meu sofrimento. A dor que eu sentia naquela região não tem precedentes. Brian era como um canibal, monstruoso. Soltou uma de suas mãos que segurava meus pulsos e arrancou a calcinha. Logo tratou de enfiar seu pau com toda a força que podia lá.

Entre um casal é comum trocar leves mordidas durante o sexo, mas as mordidas de Brian pareciam as de um lobo, eram para machucar. Conforme ele subia e descia, penetrando minha boceta violentamente, deixava a marca de seus dentes em minhas orelhas, bochechas e até nos meus mamilos por cima da blusa que ele logo tratou de rasgar também.

–Está gostando, vadia?! – gritou ele, esbofeteando meus seios com força – Isso é para você aprender a nunca mais me trair!

Após duas horas de sofrimento, Brian pareceu satisfeito. Tirou aquela coisa nojenta de minha boceta que queimava como se seu pau fosse brasa, e para fechar com chave de ouro me deu um forte tapa no rosto. Eu estava com as costas apoiadas no pé da cama, gemendo de dor. Noventa por cento do meu corpo doía intensamente. Quando achei que tudo havia terminado, Brian me levantou, me virou e costas e atirou meu corpo sobre a cama que balançou. Não tive tempo de processar a informação, por que ele logo saltou sobre mim e partiu para o meu cu.

Quando terminou eu estava destruída. Minhas roupas, resumidas a trapos jogados no chão. Meu corpo, totalmente violentado e machucado. Eu só conseguia chorar.

–Para com esse choro idiota, sua vagabunda! – gritou ele, enfurecido – Estou de saco cheio dessa merda toda! E vou logo avisando: Se me trair de novo, eu não vou fazer nada a você, mas sim a sua irmã. Juro que pego ela na escola e faço dez vezes pior do que fiz em seu corpo.

–Por favor, Jannie não. – falei, chorando – Ela é só uma criança. Não tem nada haver com os nossos problemas. Deixe ela em paz.

Ele riu.

–Eu vou te dizer o que vou fazer com ela se você me trair: Vou agarrá-la, e depois de uma surra bem dada vou meter meu pau em cada buraco do seu corpo! Vou arrancar seus cabelos e rasgá-la todinha, dos pés à cabeça.

Chorei mais intensamente e Brian gargalhou. Ele vestiu sua roupa e saiu, deixando-me ali sobre a cama, toda machucada. Conferi o relógio entre um soluço e outro. 16:57h. Meu pai chegaria às 17:35h, mais ou menos, trazendo minha irmã da escola.

Levantei-me, com o corpo sujo de sangue e gozo de Brian, e fui tomar um banho para disfarçar.

Entrei no chuveiro, deixando atrás de mim um rastro de sangue que escorria de minha boceta. A água queimava meus cortes e tudo que eu queria era estar nos braços de Mark. O que ele estará fazendo agora? Será que está pensando em mim? , pensei. De repente lembrei-me do aviso de Brian sobre machucar minha irmã. Eu teria de me afastar de Mark. A perspectiva de uma vida de escrava ao lado de Brian me assustou muito. Recomecei a chorar e senti minhas forças se esvaindo. Tudo ficou turvo e senti uma tontura forte. Então tudo apagou.

Notas finais
Por favor pessoal, aqueles que leram até aqui deixem um comentário. É rápido, simples, e o autor toma conhecimento da sua opinião sobre a fanfic. Não custa nada mas ajuda muito. Desde já obrigado.