Polígono amoroso
5 Brincando de Puteiro
–Você é mesmo lerdo. – disse Verônica rindo – Tem uma garota super gostosa como eu pelada na sua cama e você nem notou!
Olhei para seus seios, seus cabelos soltos espalhados pela cabeceira e suas pernas lindas que agora estavam uma sobre a outra, impedindo que eu visse sua boceta.
–E você é uma vagabunda. – falei friamente – Tirar a roupa e esperar um cara na cama dele.
Ela sorriu e se inclinou para frente, ainda se segurando na cabeceira.
–Sou mesmo. – falou fazendo biquinho – Mas hoje sou só sua.
–Sua vadia. – falei – Como teve coragem de dizer à Jennifer que eu tentava agarrar você?
Seu sorriso sumiu. Aproximei-me da cabeceira pelo lado esquerdo da cama e olhei em seus olhos. Suas mãos escorregaram e ela caiu. Segurei-a pela cintura e apoiei seu peito em meu ombro antes que batesse a cabeça.
–Mark, o que está fazendo? – ela disse, fingindo inocência e surpresa – Está tentando me agarrar? – e não conseguiu conter a gargalhada.
Tive que ceder. Verônica se superara com isso. Me fez acreditar que estava caindo para que eu pusesse as mãos nela. Gargalhei também. Ela se segurou de novo na cabeceira e me olhou de um jeito quase carinhoso. Quando pensei que fosse dizer algo do tipo “Eu te amo”, ela largou a maior obscenidade que conseguiu pensar.
–Estou com uma coceira aqui em baixo. – ela disse – Pode coçar pra mim? – e riu.
Agarrei seus cabelos na nuca e dei-lhe um beijo quente. Ela cedeu, pela primeira vez, e puxou minha mão até sua boceta.
–Você molhou minha cama com seu gozo... – falei, fingindo descontentamento – Como vou te castigar agora?
Ela sorriu de um jeito safado que eu adorei.
–Até onde eu sei você também gozou na minha cama. – ela riu – Ficamos quites?
–Nunca. – falei, enfiando dois dedos em sua boceta – Vou te roubar uma noite deliciosa.
–Quem disse? – ela riu.
–Sou um bom ladrão. – revidei.
Ela fez que não com uma das mãos.
–Você não entendeu. – disse ela – Quem disse que precisa roubar?
Sorri malicioso.
–Sexo roubado é mais gostoso. – falei, apertando seu mamilo direito com a mão que outrora esteve dentro da sua boceta – O que acha?
Ela fez um cara de prazer intenso. Quando eu menos esperava Verônica cruzou suas pernas em minhas costas e disse:
–Por favor, não ponha o pau lá!
Ela estava entrando no jogo, fingindo estar sendo forçada.
–Vou te mostrar uma coisa, sua vadia! – falei, atuando da melhor forma possível.
Enfiei o pau em sua boceta e ela gemeu de prazer. Aquilo não parecia atuação.
–Mark... – ela disse surpresa – Isso é... Delicioso.
Subi na cama e empurrei-a contra a parede, soltando seu mamilo e segurando sua cintura. A cada impulso eu sentia como se desse mais um passo em direção ao paraíso.
–Ah! – ela gemeu – Mais forte, anda seu merda. Vamos ver o quão violento consegue ser!
Aumentei a força. Suas costas produziam um baque forte quando batiam na parede e fiquei com um pouco de pena dela.
–Está gostando, sua vadia? – brinquei – Mostre o que esses peitos são capazes de fazer.
Ela me abraçou, contraindo os grandes seios contra meu peito. Segurei mais firme seus cabelos. Ela olhou em meus olhos e compartilhamos um delicioso beijo de língua.
–Sabe usá-la bem em um beijo. – falei – Mas quero ver se o faz tão bem na cabeça de baixo.
Ela riu, parecia uma menininha, com o pequeno acréscimo de uma boceta molhadinha.
–Lá em baixo o preço é maior. – ela disse brincando – Tem de me fazer sentir mais prazer.
Joguei-a sobre a cama e a fodi violentamente. Ela gritava e ria tudo misturado. Por fim resolveu conceder meu pedido e me mandou sentar na cama e tirar a camisinha do pau.
–Acho que Jennifer chupa melhor que você. – provoquei enquanto ela se ajoelhava à minha frente.
Ela estreitou os olhos para mim, mordendo a isca.
–Vou te dar mais prazer do que mil daquela mosca morta que você chama de Jennifer poderiam te dar!
Estranhamente não me irritei com o comentário sobre Jennifer. Verônica botou meu pau na boca. Sua língua deslizada de um lado a outro, massageando-o desde a cabeça e descendo em círculos, a textura áspera me enchendo de prazer. Afastei seu cabelo dos seios (que ela apoiava em minhas pernas, com meu pau entre os dois) e segurei os fios juntos, puxando sua cabeça com força para tornar mais intensa a sensação. De repente senti o formigamento tradicional e tratei de avisar Verônica logo.
–Vou gozar. – falei.
Ela tirou a boca do pau e pôs o rosto há uns dez centímetros da cabeça. Em um ou dois segundos sua cara estava cheia de gozo e ela lambia os lábios como se fosse leite condensado. Ela conseguia ser gostosa até fazendo aquilo...
Suor e gozo escorriam pelo rosto de Verônica e se misturavam com seu lindo cabelo ruivo. Seus peitos ainda estavam limpos e resolvi lhe dar um pouco mais de prazer. Segurei-a pelos cotovelos e fiz ela se levantar. Verônica obedeceu, curiosa, e a fiz sentar na cama.
–O que você vai fazer? – ela perguntou rindo.
Sorri provocante e abri as pernas dela. Enfiei três dedos da mão direita em sua boceta enquanto chupava seu mamilo direito, a princípio delicadamente e depois de uma forma mais violenta, até ela gemer alto.
Por fim, não resistindo mais, deitei-a na cama e a fiz virar de costas para mim. Em seguida parti com vontade para o seu cu. Verônica de quatro era ainda mais gostosa. Por fim, após ouvir por pelo menos uma hora uma sinfonia de gritos, gemidos e pedidos de Verônica, estávamos os dois cansados. 16:00h.
–O que vamos fazer agora? – perguntei.
Ela pensou por um minuto. Estávamos deitados em minha cama, praticamente na mesma posição de antes, com meu pau ainda dentro dela. Apenas havíamos relaxado os músculos e deitado. Eu estava sobre Verônica que ainda tentava recuperar o fôlego.
–Vamos tomar um banho. – ela disse – Juntos.
Eu ri.
–Não é a primeira vez que faço isso com uma garota. – falei.
–Mas será a primeira que o faz com uma garota tão gostosa quanto eu. – falou Verônica, orgulhosa – Certo? – ela riu.
Passei a mão por seus cabelos.
–Certíssimo. – falei, tirando o pau de seu cu e me levantando.
Estendi a mão para Verônica e a ajudei a levantar. Durante o banho ficamos trocando beijos e, vez ou outra um de nós ajudava o outro a se masturbar.
Foi então que percebi, olhando para aquele rosto safado e ao mesmo tempo doce de Verônica, que sentia mais por ela do que podia compreender. Verônica era sexy, divertida, ousada e... eu gostava dela. Eu a amava.
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