Notas iniciais
Todas as fics maravilhosas que li sobre eles me encorajou a escrever. Obviamente Hipnos e Matashi me deu uma força, sem eles eu não prosseguiria. Obviamente minha fic não é tão boa quanto elas, mas fiz o possível.
Espero que leiam, deem suas opiniões, e se possivel espero que dê pro gasto.

Some of them want to use you

Some of them wanna get used by you

Some of them want to abuse you

Some of them want to be abused

(...)

I'm gonna use you and abuse you

I've gotta know what's inside

I'm gonna use you and abuse you

I've gotta know what's inside

Aquele não era um dia qualquer Shiroyama estava de casamento marcado e aquela seria seu ultimo dia de solteiro, não havia planejado nada em especial seus padrinhos de sua parte logo chegariam a seu apartamento e eles fariam uma pequena comemoração.

-Tenho que comprar o Sakê. –Dizia Shiroyama afobado olhando o relógio e procurando as chaves do carro. – Se aquele tampinha chegar aqui e não ter nada pra beber eu estou ferrado. –Disse ele consigo mesmo ao achar as chaves e sair apressadamente de seu apartamento. Enquanto ia para o supermercado o transito estava estranhamente tranquilo, como se tudo estivesse contribuindo pra ele, o supermercado também estava vazio ele pode olhar as bebidas com cuidado sem ser percebido. Meditativo com relação ao dia seguinte ele caminhou pelos corredores procurando a marca de sakê que sempre comprava, também comprou algumas garrafas de vodca, absinto e tequila, pretendia ter um porre colossal já que sua noiva parecia não gostar de beber o que tornava obvio que depois do casamento ele passasse a beber menos. Ao pegar tudo que precisava inclusive os analgésicos pro dia seguinte Shiroyama abaixou a cabeça e passou pelos corredores até chegar até o caixa. Ao colocar as garrafas para serem pagar a moça do caixa o olhou espantada e sorriu de forma estranha.

-Vai dar uma festa ou planeja um coma alcoólico? – A moça sorriu e passou as garrafas e os analgésicos.

-Festa. –Shiroyama disse sem delongas e logo pagou a moça do caixa e voltou para o corro. Sua pressa não lhe dava tempo pra ter paciência de responder a perguntas desnecessárias. Enquanto voltava para casa o transito tinha ficado totalmente diferente, de uma hora pra outra parecia que todos resolveram pegar seus carros e ir pra rua só pra atrasa-lo. Shiroyama logo saiu da rodovia e pegou uma estrada tranquila que dava em sua casa, no entanto quando pegava esse caminho de 10 minutos uma das garrafas rolou pelo chão do carro. Shiroyama diminuiu a velocidade e se abaixou pra pegar a garrafa despreocupado, já que aquela estrada era deserta e era um caminho em linha reta. Quando voltou a se levantar se deparou com um carro a sua frente, andando ainda mais de vagar que o carro dele mesmo, Shiroyama freou, mas não pode deixar de dar um solavanco no carro da frente que logo parou. Shiroyama saiu do carro e foi em direção do outro carro disposto a pedir desculpas e pagar pelo estrago que foi mínimo. Do carro saiu um senhor que aparentava seus 70 anos, ele era paciente e falava com muita calma.

-Me desculpa meu jovem, eu diminui a velocidade pra olhar no mapa onde eu estava e então não o vi passando. –O velho dizia lentamente.

-Tudo bem, foi um descuido meu. Deixei algo cair dentro do carro e então fui pegar e me distrai. Peço desculpas, aqui meu numero. –Shiroyama tirou um cartão do bolço e entregou ao senhor que ajeitou os óculos tentando enxergar as letras. Enquanto conversava com o velho um folheto voou despercebidamente como se tivesse vida própria e grudou junto ao casaco de Shiroyama que nem mesmo o percebeu. –Faço questão de pagar o estrago.

-Não tem necessidade meu jovem.

-Mesmo assim, me ligue e eu pagarei pelo que fiz. – Shiroyama sorriu paciente e olhou o relógio, faltavam menos de 5 minutos pra que seus amigos chegassem a seu apartamento. –Agora tenho que ir, estou atrasado pra um compromisso. Me desculpa de verdade. – Ele se curvou em pedido de desculpas e logo voltou para o carro, pisando o pé no acelerador pra logo chegar em casa.

Ao chegar percebeu a porta aberta e então entrou sorrateiramente disposto a encarar o invasor de sua casa. Quando entrou foi surpreendido.

-Isso são horas Aoi? – um baixinho o olhava de forma atrevida sentado com as pernas cruzadas com outros dois caras a seu lado.

-Como entraram? –Aoi disse fechando a porta aliviado.

-Achamos a chave reserva. –O mesmo baixinho disse rodando a chave no dedo.

-Maravilha, e eu preocupado em deixar vocês na minha porta me esperando. –Aoi pegou a chave e colocou as sacolas na mesa de centro da sala.

-Ruki é bom em descobrir coisas escondidas Aoi. Agente não ia ficar do lado de fora. – Disse o loiro de nariz enfaixado.

-Sou bom mesmo Reita. –Ruki disse convencido.

-Esses dois invadirem minha casa até que entendo, mas você compactuando com essa invasão Kai?- Aoi disse fingindo estar pasmo.

-Eu não ia ficar lá fora depois que eles abriram. –Kai se justificou.

-Okey, Desculpem pela minha demora. Fui comprar bebidas e na volta ainda me esbarrei num velhinho que nem quis que eu pagasse o arranhão que fiz no carro dele.

-Ando bebendo antes da gente. –Ruki sorriu debochado e então continuou. –Bom, também trouxe algumas coisas pra gente beber.

-Quanto mais, melhor. –Aoi disse de forma nervosa.

-Tem certeza que quer esse casamento arranjado? –Kai disse percebendo o nervosismo do outro.

-Certeza não tenho, mas minha mãe ficou tão feliz com isso. E já é tarde pra me arrepender.

-Não tem que pensar em sua mãe, é sua vida que está em jogo. –Reita disse sério.

-É verdade, vai que ela no fundo é a psicopata do facão? –Ruki disse tirando a seriedade do assunto fazendo os outros rirem . – Hey! Eu falo sério, você não conhece ela direito. E sua mãe só continuou com isso por que não se opôs a ela.

-É que ela é tão bonita. –Aoi disse. –No entanto tão sem graça.

-Eu acho que não devia se casar sem sentir algo forte pela pessoa. – Reita disse pensativo olhando o nada.

-Hum, então tem alguém apaixonado aqui ein! – Aoi disse erguendo uma das sobrancelhas. –Quem é ela?

-Bom... –Reita fez uma pausa e se levantou, caminhou de forma dramática até o ponto que olhava e se virou pegando uma garrafa de vodca que estava encima da mesa. –Ela se chama Vodca. Vamos beber? Tem a noite inteira pra pensar nisso Aoi.

-E pra encher a cara. –Ruki completou e foi até o amigo lhe dando um tapa nas costas. –O que é isso Aoi. –Ruki disse pegando um papel que estava nas costas de Aoi.

-Não sei o que é. –Aoi disse tentando olhar o papel, mas Ruki se esquivou.

-Parece que vai ser a atração pra essa noite. Olha isso. –Disse levando o papel até Reita que abraçava a garrafa de vodca e fingia fazer carinho nela.

-Desculpa minha amada, mas essas são belas coxas. –Disse Reita para a garrafa.

-Coxas, que coxas? –Aoi disse indo pra junto deles e Kai foi junto também. No papel tinha a foto de um par de coxas com meias 7/8 e uma liga. No panfleto dizia “Serviço de streeper” e embaixo da foto em letras pequenas. “Poison, serviço especial”.

-Então a dona das coxas chama Poison ein? –Ruki disse em tom malicioso e pegou o celular. –Eu vou ligar.

-Não faz isso! –Aoi exclamou tentando pegar o celular do baixinho que logo se esquivou. Aoi foi então segurado por Kai e Reita enquanto Ruki discava o numero.

-Oi, eu queria contratar o serviço de streeper. –Ruki dizia ao telefone.

-Me fale o endereço e logo uma de nossas streepers estará ai. –A voz do outro lado dizia.

-Claro, mas eu gostaria de... ei.. tá me ouvindo? –Ruki disse tentando encontrar sinal, a voz do outro lado estava picotada, mas continuou falando. – Eu queria saber se Poison está disponível essa noite?

-Claro senhor... El...está sim, hoje é seu dia de sorte, acabaram de desmarcar uma apresentação de.... noite. Pode me informar o endereço?

-Sem duvidas. –Ruki disse empolgado e informou o endereço. Em seguida desligou o telefone. –Prontinho, vamos ver essas coxas pessoalmente. Disseram que em uma hora ela vai estar aqui... pelo menos acho que foi isso que disseram.

-Você vai acabar com minha reputação aqui nesse prédio. –Aoi disse abrindo uma garrafa de sakê e bebendo direto do bico.

-Calma, é só uma streeper, e sabe como é essas coisas. Geralmente agente não pode nem encostas nelas.

-É verdade. –Reita concordou. E foi pra cozinha.

-O que vai fazer ai? –Aoi disse o olhando.

-Pegar copos. –Reita disse e logo volto com um bando de copo.

-Obrigado! –Aoi disse o ajudando e logo se sentando no chão junto a mesa com as bebidas.

Eles beberam bastante, o suficiente pra falarem arrastado e fazerem comentários idiotas sobre coisas irrelevantes, afinal quem não faz esse tipo de coisa quando bebe? No entanto ainda não era o suficiente pra Aoi, ele queria pelo menos por algum tempo esquecer o fato de que casaria com uma pessoa que viu no máximo umas 4 vezes em encontros formais.

-Nem mesmo sei se ela é boa de cama? –Aoi disse embolando as palavras irrompendo o assunto sobre o cão de Ruki. Ele não queria falar daquilo, mas aquilo lhe passou pela cabeça e escapou de seus lábios sem dar-lhe a chance de tentar segurar o comentário.

-Isso é algo importante. Afinal, um casamento sem sexo poderia causar muitos problemas. – Ruki disse e deu um típico soluço de bêbado.

-Ainda acho que tem que casar com quem tem certeza que é a pessoa certa, se é que me entende. – Reita disse estreitando os olhos ainda mais, os fazendo ficar como dois riscos.

-Não vou casa! –Aoi disse decidido. — Eu vou desmarcar esse casamento. –Aoi completou e foi interrompido por uma rizada rompante de Ruki.

-Ahahaha! Lembra aquela vez que o Kai... –Ruki começou a falar sendo interrompido pela campainha. – É ela!

-Ela? Não eu não quero casar! –Aoi disse se arrastando pelo chão e então Reita o puxou pela calça.

-Não é essa “ela” e a outra. A streeper.

-Bebi tanto que esqueci que o Ruki tinha chamado uma. –Kai disse de forma bisonha deitado no sofá de forma desengonçada. Ruki se levantou correndo tropeçando na mesa de centro e catando cavaco até dar de cara com a porta.

-Ittaiii! –Disse ele esfregando a testa e abrindo a porta. Ao abrir ficou em silencio por um minuto e totalmente paralisado, como se tivesse visto uma assombração.

-O que foi Ruki não vai a chamar pra entrar não seu imbecil. –Reita disse se juntando a ele e ficando também da mesma forma.

-O que foi gente? Por acaso mandaram um zumbi no lugar? – Ruki deu mais um soluço típico de bêbado e então Aoi se levantou indo até eles. – Seria interessante, como naquele filme que... –Aoi disse e parou ao chegar na porta, ficando também imóvel.

-Caramba! Você é um cara? –Ruki disse interrompendo o silencio e dando um soluço em seguida, fazendo o estranho na porta rir. Aoi se sentiu tonto com aquele sorriso, talvez fosse a bebida falando mais alto, mas realmente sentiu algo estranho. O estranho era realmente lindo, trajava um sobretudo de tecido pesado, coturnos que o deixava ainda mais alto, e por entre a abertura do sobretudo era possível ver a meia 7/8 e a liga o que indicava que aquela pessoa era realmente a pessoa responsável pelas coxas do panfleto.

-Sim, claro que sou um cara. Pediram por mim, não achei que iam esperar por uma garota. –O estranho suspirou de forma cansada. –Não acredito que vou ser dispensado pela segunda vez no dia, eles vão acabar me demitindo.

-Coxas... –Ruki disse soluçando.

-Seu lerdo! –Aoi deu um tapa na cabeça de Ruki.

-Não faz isso, vai deixar ele ainda menor. –Reita disse passando a mão na cabeça de Ruki.

-Hey, vão me deixar aqui falando sozinho? – O estranho disse quando Aoi abriu a boca pra falar alguma coisa foi surpreendido por Kai que se juntou a eles.

-Sonhei com patos, ai um deles... –Kai disse esfregando os olhos de forma infantil e bocejando. – Quem é seu amigo Aoi? –Antes que ele pudesse responder Kai continuou. –Ele é bonito.

-Finalmente alguém com inteligente nesse lugar. –O estranho disse e logo foi arrastado pra dentro por Kai e jogado no sofá. Os outros apenas o olharam.

-Espera ai que vou buscar um copo pra você. –Kai disse e correu cambaleante até a cozinha. Reita voltou para a sala e se sentou de frente ao estranho o encarando com expressão um tanto quanto lunática.

-Então... –O estranho disse sem jeito. –Quem me chamou aqui.

-Eu! –Ruki disse se sentando ao lado de Reita dando um soluço.

-Ruki, esse seu soluço tá me irritando. –Aoi disse fechando a porta e indo pra dentro.

-Calma ai... To falando aqui com o coxas... – Ruki deu uma rizada e então Reita começou a rir junto e ambos ficaram rindo juntos por um bom tempo, fazendo o estranho erguer uma das sobrancelhas bem feitas e olha-los de forma estranha.

-Liga não, eles são doidos. Parece que fugiram do mesmo manicômio. –Kai disse voltando se sentando ao lado do streeper e o entregando um copo de sakê.

-Então, vão querer que eu tire a roupa ou não? – Ele disse sem paciência bebendo do copo que Kai o havia entregado. Ele não bebia em trabalho, mas aquelas rizadas o irritava e o fato do dia ter sido complicado e ainda por cima dele já ter sido dispensado por um cliente no dia o deixava estressado, o que o fazia desejar mais do que tudo beber aquele sakê.

-Tirar a roupa? Como assim? –Kai disse estranhando.

-Ele não é meu amigo Kai, ele é a streeper. –Aoi disse se sentando de volta no chão onde estava anteriormente.

-Desculpa, não vi que era uma garota. –Kai disse corado.

-Não sou garota. – O streeper disse fazendo Kai cuspir todo o sakê que havia colocado na boca.

-Caramba Kai. Molhou-me todo. –Aoi disse se enxugando.

-Desculpa! Então o Ruki contratou um Streeper homem? –Kai disse pensativo.

-Exatamente. –O streeper disse.

-Foi por acidente, sabe como é né? Aquelas coxas. –Ruki se justificou.

-Aquelas coxas. –Reita repetiu de forma pensativa.

-Sendo acidente ou não eu perdi um dia de trabalho, se eu voltar posso ser demitido e ainda por cima é tarde pra eu pegar outro cliente.

-Foi mal. –Ruki disse em tom de culpa.

-Tudo bem, podem pelo menos pagar meu taxi de volta. Vim sem dinheiro pra voltar, sem contar que aqui é um fim de mundo.

-É que só um lugar como esse, aceita um pessoa que tem estes dois ai como amigo. –Kai disse apontando Reita e Ruki fazendo o estranho dar uma rizada discreta.

-Tudo bem. –Aoi disse.

-Mas vai ter que mostrar as coxas Sr. Coxas. –Reita disse em um rompante.

-Isso ai! Coxas. –Ruki concordou.

— Me chamem de Poison, ou se preferirem de Uruha. –Uruha disse se levantando e colocando as mão no cinto de seu sobretudo. –Tem certeza?

-Por mim tudo bem. –Kai disse enquanto Ruki e Reita balançaram a cabeça afirmando.

-Tudo bem. –Aoi disse o olhando.

Uruha abriu o sobretudo de vagar o jogando sobre o sofá, por baixo dele estava usando um corpete que marcava perfeitamente a curva de sua cintura e um short extremamente curto onde a cinta estava presa. Ele soltou de vagar as sintas enquanto caminhava em direção a Reita e Ruki, ele apoiou uma das pernas no sofá ao lado de Ruki encarnando completamente seu personagem “Poison”, o olhando de forma provocante.

-Goshujin-sama... –Ele disse praticamente ronronando chegando ainda mais perto de Ruki que engolia em seco. – É despedida de solteiro?

-Eeeettoooo.... É sim. –Ele disse gaguejando.

-E quem vai casar? – Uruha continuou mantendo seus olhos aos olhos do baixinho que estava agora completamente corado.

-E-Ele... –Ruki disse e apontou Aoi que o olhava e olhos arregalados. Uruha sorriu de forma maliciosa o olhando e então se afastou de Ruki indo em direção de Aoi enquanto passava a língua sobre os lábios bem desenhados. “E que boca” Aoi pensou o olhando prendendo a respiração por motivos que não compreendia.

-Então... –Uruha disse chegando mais perto sentando na mesa de centro de frente pra Aoi que também o olhava. –Por que não toca nelas? Esse é o meu servicinho especial, pode tocar minhas coxas se quiser, também pode aperta-las. Só não pode bater ou subir as mãos de mais. – Uruha sorriu dessa vez não tão provocante, mas da mesma forma que deixou Aoi tonto, deixando agora Aoi completamente sem folego o fazendo soltar a respiração.

-Pega nelas Aoi. –Ruki o encorajou.

-É pega, pega. –Reita reforçou a ideia. Kai não disse nada, já tinha pegado no sono novamente.

-Pode? –Aoi disse com a voz baixa olhando Uruha nos olhos se perdendo por alguns segundos naqueles olhos profundos que escondiam algum segredo.

-Pode. –Uruha disse baixinho como se falasse com uma criança prestes a dormir. Aoi então voltou sua atenção para as coxas do loiro levando de vagar as mãos até cada uma delas, lentamente deslizou as mãos pelos joelhos de Uruha subindo lentamente até o ponto que começava seu short, sentindo sua pele morna e macia. Uruha fechou os olhos ao sentir o toque carinhoso das mãos de Aoi, suas mão eram quentes e acolhedoras embora fossem calejadas, mas isso agradava Uruha que reconhecia muito bem aquele tipo de calos, ele tinha iguais por que também era musico.

-Então... AOI... –Uruha disse praticamente ronronando abrindo seus olhos de vagar voltando a olhar para o dono das mãos que o tocava. – Que instrumento de corda você toca?

-Que? O que? Como você sabe?

-Suas mãos me disseram. – Uruha disse o olhando de uma forma diferente e intima.

-Caramba! Essa coisa me excitou. – Ruki disse do nada.

-A mim também. – Reita concordou e então Ruki e ele se entreolharam. Reita pegou o baixinho pela cintura o puxando para seu colo, o mesmo passou os braços pelo pescoço dele o beijando vorazmente, como se a vida no mundo dependesse daquilo movendo seu corpo sobre o colo dele lentamente o fazendo ofegar.

-Kyaah!! –Aoi os olhou pasmo de boca aberta.

-Não me respondeu. – Uruha disse com calma tocando o rosto de Aoi, o fazendo voltar a olha-lo.

-Qual era a pergunta?

-O que você toca? – Uruha disse acariciando de leve o rosto de Aoi o soltando aos poucos.

-Ah. Guitarra. Mas sério, como sabia?

-Olha. –Uruha disse o mostrando as mãos. –São as mesmas marcas de sua mão.

-E o que toca?

-Guitarra também. –Uruha disse sorrindo meigamente, Aoi não conseguia para de olha-lo mesmo com os barulhos e gemidos vindo de Reita e Ruki no sofá.

-Seus amigos parecem estar se divertindo. –Uruha disse olhando para ele e então voltando a olhar para Aoi percebendo que ele não tinha deixado de olha-lo e consequentemente ficando corado. Uruha tirava a roupas para as pessoas, geralmente não sentia vergonha por que encarnava totalmente seu personagem, mas Aoi o trazia de volta de alguma forma, mesmo ele tentando ser Poison. Era como se Aoi enxergasse Uruha como Uruha e não como Poison, ele não o encarava só da cintura pra baixo, por algum motivo ele o olhava nos olhos como se preferisse assim. “Talvez seja por que ele é hetero” Uruha pensou. “mas ele olha pra mim de um jeito diferente.” Uruha concluiu seu pensamento.

-Parece que sim, eles sempre se divertem muito juntos, estava demorando pra isso acontecer.

-Eles não são... Namorados não? –Uruha disse franzindo o cenho.

-Não, pelo menos até então não eram não. Reita é um cara sério quando se trata de relacionamentos, hoje mesmo disse umas 3 vezes que eu não devia casar sem estar apaixonado. Acho que se o baixinho der uma brecha eles acabam entrando em um relacionamento sério.

-Reita é o de... –Uruha disse tampando o nariz.

-É sim.

-E o que aconteceu com o nariz dele? –Uruha disse tombando a cabeça de lado.

-Nada, ele usa a faixa como um acessório. –Aoi disse e sorriu, sentia como se conhecesse Uruha a muito tempo.

-E aquele dorminhoco é o Kai? –Uruha disse apontando Kai que dormia aninhado no sofá.

-É sim, na verdade o dorminhoco entre nós é o Reita, mas o Kai bebeu bastante e deve estar muito cansado.

-Ele deve ser muito legal.

-Ele é. É como um tipo de irmão mais velho. – Aoi disse e ficou completamente vermelho ao ouvir o gemido alto de Ruki. Aoi não se atreveu a olhar e então se levantou. –Vamos conversar na cozinha?

— Claro! –Uruha se levantou também e então ambos seguiram até a cozinha. Aoi puxou uma das cadeiras da mesa convidando Uruha a se sentar, e então se sentou também de frente pra ele.

-O que costuma tocar? –Aoi disse pegando a garrafa de vodca encima da mesa e servindo dois copos entregando um deles a Uruha.

-Obrigado! Toco coisas como Luna Sea. Coisas mais pro visual kei. E você?

-Também. –Aoi disse e tomou um gole da vodca.

-Seu casamento...

-O que tem ele? –Aoi disse antes que Uruha terminasse.

-Vai ser uma cerimônia oriental ou ocidental?

-Oriental. –Aoi disse sem animo. –Eu não estou muito certo com isso tudo, eu não conheço ela muito bem. Foi arranjado.

-Coisa de família?

-Na verdade coisa da minha mãe querendo me desencalhar.

-Sua mãe devia pensar na sua felicidade. Obvio que ela pensa que tá feliz com isso por ter chegado tão longe. Desculpa a intromissão, mas acho que devia dizer a sua mãe o que sente.

-Eu sei... –Aoi disse batendo a testa na mesa. –Eu não quero casar.

-Calma, ainda não é tarde. Pior se descobrisse depois do segundo filho. Uruha se levantou e foi se sentar ao lado de Aoi.

-O que eu faço? – Ele disse com voz tremula quase chorando.

-Calma Aoi. –Uruha disse acariciando as costas de Aoi. –Você vai sair dessa. Primeiro pensa, como você pode cancelar o casamento?

-Minha mãe! Vou ligar pra ela. –Aoi disse e caminhou decidido pela cozinha pegando o telefone na parede da cozinha, discando o numero.

-Hey, Sr. Coxas ... –Reita disse baixo da porta da cozinha percebendo que Aoi estava no telefone. –O que ele tá fazendo?

-Ligando pra mãe. –Uruha disse ignorando o apelido.

-O que!? –Ruki disse se juntando a Reita. –Ele vai falar que não quer casar?

-Parece que sim. –Uruha disse paciente enquanto Reita e Ruki entravam na cozinha e se sentavam.

-Nós vamos ver isso! Como que ele tomou coragem? Uma epifania?

-Eu o encorajei, disse que não era tão tarde pra desistir.

-O poder das coxas! –Reita disse rindo baixinho junto de Ruki que o acompanhou.

-Só não digo nada por que essas coxas que pagam minhas contas.

-Isso ai Sr. Coxas.

-É Uruha!

-Tá tá, eu sou Reita e o tampinha é Ruki. Mas sabe disso né? –Reita disse sendo chutado por Ruki ao dizer “baixinho”.

-Sim, eu estava conversando com ele. É um prazer conhece-los.

-O prazer é nosso. –Ruki e Reita disseram juntos.

-Mãe! Te acordei? –Aoi disse ao telefone. –Pois é, desculpa... Não, não. Eu estou bem. Na verdade queria falar sobre o casamento... É eu sei, mas eu não amo ela mãe, não quero ter que me divorciar... Entendo, mas se não der? Eu só quero poder me casar com alguém que eu tenha certeza que vou passar o resto da minha vida com ela. Obrigado mãe, obrigado! Tá bom, eu não vou mais incomodar a senhora. Tá bom, eu também. –Aoi disse e desligou o telefone, todos o olharam sérios e então ele caminhou até a mesa e se sentou.

-E ai? –Ruki disse não podendo se conter.

-Ela disse que... –Aoi disse fazendo suspense. –Que vai ao templo logo pela manhã, e vai falar ainda hoje com meu futuro ex-futuro sogro.

-Isso ai! As coxas lhe deram coragem. –Ruki disse antes que Reita pudesse dizer.

-E você? Achei que o Reita tinha te engolido.

-Que nada, eu que vou engolir ele daqui a pouco.

-É verdade, agente já ia levar o Kai para o apartamento dele e Ir pro do Ruki. –Reita disse corado embora não fosse muito visível.

-Querem ajuda? –Aoi disse e logo Kai entrou na cozinha, foi até a geladeira pegou agua e bebeu.

-Também posso ajudar? – Kai disse, olhando eles parecendo até bastante sóbrio.

-Já tá ajudando. –Ruki disse.

-Sério? Como? –Kai disse olhando o copo.

-Acordando, agente ia te arrastar pro seu apartamento. –Reita disse explicando.

-Eu vou andando. –Kai disse. – Inclusive já vou indo, antes que eu tenha mais sonhos estranhos. Sonhei que tinha um hobbit engolindo uma cacatua. –Kai disse e Aoi deu uma rizada baixa.

-Tá bem, vai lá. E amanhã não vai ter casamento. –Aoi disse esperando a cara de surpresa de Kai.

-Eu sei, nesse sonho o pato do sonho de antes apareceu e me conto. – Kai disse de forma natural lavando o copo e o colocando no escorredor. – Bom, foi divertido mais já vou indo, estou muito cansado.

-Percebe-se pelos seus sonhos premonitivos. –Ruki disse se levantando. –Nós também já vamos. –Ruki pegou a mão de Reita. –Temos assuntos pendentes. –Ruki disse e logo Reita e Kai se despediram de Aoi e Uruha.

-Todo mundo já foi, acho que é minha hora também. Eu não ia cobrar, mas estou sem dinheiro pra voltar mesmo.

-Tudo bem, afinal eu peguei em suas coxas. –Aoi disse corado olhando o relógio na parede. – Caramba! Já é tarde assim? Você não vai conseguir Taxi nesse horário não, acho que devia ficar aqui, amanhã te levo e te pago.

-Se vai me levar não precisa me pagar, afinal gostei do carinho nas coxas. –Uruha sorriu virando o resto da vodca do copo.

-Se diz? Eu já vou ter que pagar as despesas do casamento mesmo.

-Pelo menos não vai ter que passar a vida com uma pessoa que não ama.

-Então vamos beber por isso! –Aoi disse pegando uma garrafa de absinto enchendo o copo dele e o de Uruha. Logo eles acabaram com a garrafa.

-Acho que não vai ser confiável dormir naquele sofá não, vai saber o que aqueles dois fizeram ali. –Aoi disse passando pela sala com Uruha.

-Também acho, por isso resolvi que vou dormir na sua cama e você vai dormir comigo.

-Minha cama não é muito grande.

-Isso me dá um bom motivo pra poder me agarrar a você quando formos dormir.

-Vamos ver. –Aoi disse parando. –Aqui é o banheiro, tem uma escova de dente reserva na gaveta.

-Tá bem. –Uruha disse e entrou no banheiro, Aoi encostou-se a parede ao lado da porta e usou o banheiro logo em seguida. Aoi não levou a sério o que Uruha havia dito então conduziu o loiro naturalmente até seu quarto, Aoi acendeu a luz e foi até o armário pegar alguns travesseiros e cobertores. Uruha caminhou pelo quarto analisando tudo se aproximando do som sobre o rack.

-Legal, você tem um som no lugar de uma televisão.

-Musica é mais importante pra mim. –Aoi disse e então ouviu o som do radio ligar.

-Essa é a musica da minha apresentação. –Uruha disse colocando o pen drive no som e dando play na musica. Aoi se virou para olha-lo colocando as coisas encima da cama. Uruha se movia lentamente ao som de Sweet dream aos poucos desafivelando as fivelas de seu corpete. Aoi o olhava como se fosse hipnotizado pelos movimentos serpenteantes do corpo de Uruha que se aproximava dele enquanto se livrava do corpete deixando sua pele branca e delicada a mostra. Uruha empurrou Aoi para a cama e então desceu devagar o zíper de seu short.

-Pode me ajudar com ele Aoi? –Uruha disse pondo as mão de Aoi em seu short. – Você pode me tocar.

-Qualquer um pode te tocar assim? –Aoi disse puxando o short de Uruha.

-Não sou puto Aoi, como eu já disse antes, as pessoas só podem tocar minhas coxas. Mas você eu quero que me toque além desse ponto. –Uruha disse se livrando do short ficando só de cueca. Em seguida colocou um dos pés na beirada da cama e então tirou um dos coturnos e em seguida fez o mesmo com o outro pé.

-Por que eu? –Aoi disse o olhando e então Uruha colocou as mãos de Aoi em uma de suas coxas o fazendo tirar uma de suas meias, em seguida Aoi levou automaticamente a mão na outra coxa de Uruha assim que ele apoiou o pé novamente na beirada da cama, Aoi deslizou carinhosamente a mão pela coxa de Uruha tirando lentamente sua outra meia, deixando seus dedos tocarem a pele macia do outro.

-Por que gostei de você, gostei de sentir seu carinho em minhas coxas, por que me sinto Uruha com você e não Poison. –Uruha disse tirando o pé da cama caminhando em direção ao rack, ele apoiou as mãos sobre o móvel dançando junto ao ritmo a musica, em seguida se abaixou de costas para Aoi tirando aos poucos a cueca mantendo a bunda empinada em direção a ele.

-O que já fez de mais intimo com algum cliente? –Aoi engoliu em seco tendo uma boa visão do traseiro de Uruha, que assim como as coxas parecia ser macio e de textura delicada.

-Isso. –Uruha disse afastando as bandas de sua bunda deixando a mostra seu orifício anal.

-Já tentaram fazer mais alguma coisa com você? – Aoi disse com a voz tremula tentando esconder o nervosismo.

-Já, mas todos de onde trabalho é obrigado a treinar métodos de defesa pessoal. Então quando tentam acabam apanhando. –Uruha disse e então se virou para Aoi indo até ele, sentando em seu colo e colocando as mãos de Aoi em sua cintura.

-Você é bravo? –Aoi disse o segurando pela cintura com firmeza, o olhando nos olhos.

-Só com quem merece. –Uruha disse baixinho aproximando os lábios aos lábios de Aoi. – Me faça sentir suas mãos em meu corpo.

-O que posso fazer com você? – Aoi roçou de vagar as pontas dos dedos pela cintura de Uruha deixando sua pele arrepiada.

-O que quiser, já não é trabalho e sim assuntos pessoais. –Uruha disse mordiscando os lábios de Aoi que deslizou as mãos até o bumbum de Uruha o alisando e acariciando enquanto aos poucos iniciava um beijo lento e calmo, sentindo o gosto de menta de vodca nos lábios macios de Uruha. –Mas primeiro por que não nos livramos de suas roupas? –Uruha disse roçando os lábios aos de Aoi após encerrar o beijo. Aos poucos Uruha tirou a camisa de Aoi descendo seus lábios por seu pescoço deslizando até seu tórax, Aoi o acompanhou com os olhos, o vendo deslizar a língua por seu abdômen enquanto descia de seu colo e se ajeitava entre suas pernas.

-O que vai fazer? –Aoi disse o olhando, passando as mãos pelos cabelos de Uruha.

-Xii. –Uruha respondeu pedindo silencio com um dos dedos contra os lábios. Em seguida levou os lábios até o zíper da calça de Aoi o puxando lentamente enquanto o olhava.

-Como consegue seduzir alguém com tanta eficácia? –Aoi sussurrou enquanto tinha as calças puxadas.

-Acho que sou bem aplicado. –Uruha respondeu mesmo que fosse uma pergunta retórica enquanto levava uma das mãos ao volume já rígido na cueca de Aoi o massageando lentamente ali. –E pelo jeito estou fazendo do jeito certo. –Concluiu levando os lábios ao volume na cueca, contornando a marca do pênis de Aoi o fazendo dar um leve gemido. Aoi acariciou seus cabelos o olhando fixamente, Uruha puxou sua cueca aos poucos fazendo o membro rígido de Aoi saltar para fora, Uruha o olhava enquanto deslizava de vagar a língua pelo membro de Aoi que abria mais as pernas, como se o desse permissão pra que ele prosseguisse. Uruha segurou o corpo do membro mais forte, passando a ponta da língua pela abertura da uretra abocanhando a glande em seguida, a chupando com força.

-Isso... É bom. –Aoi disse ofegando enquanto Uruha deslizava o resto de seu falo pra dentro da boca, o pressionando com a língua e arrancando de Aoi mais alguns gemidos. –Assim não vou aguentar. –Aoi gemeu e Uruha o olhou soltando seu membro fazendo um alto estalo com a boca.

-Não é justo. –Uruha o olhou fazendo bico. –Não pode gozar sem mim.

-É que sua boca é tão gostosa. Vem pro meu colo e goza comigo? –Aoi disse acariciando o rosto de Uruha que ainda estava abaixado entre suas pernas.

-Claro. Tem camisinha?

-Olha na minha calça, dentro da minha carteira. –Aoi disse e Uruha obedeceu pegando a carteira de Aoi no bolço da calça.

-Prevenido ein? –Uruha disse pegando a camisinha a abrindo, voltando a se ajeitar entre as pernas de Aoi o colocando a camisinha.

-Nem tanto, me deram isso ai por causa da despedida de solteiro.

-Não é mais uma despedida. –Uruha sorriu e se levantou voltando a subir no colo de Aoi. –Espero que seja cuidadoso, não faço isso a muito tempo. –Uruha disse roçando os lábios aos dele aos poucos fazendo seu membro penetra-lo. Aoi o segurou pela cintura movendo de vagar o quadril afundando seu membro no interior apertado e quente que Uruha que deixava um gemido manhoso escapar de seus lábios. Aos poucos Uruha passou a mover seu corpo mais rápido sobre o colo de Aoi, fazendo seu membro ir ainda mais fundo em seu interior.

-Tão apertado... –Aoi gemeu o segurando com mais firmeza acompanhando seus movimentos com o quadril, o penetrando com mais força, colocando seu membro mais fundo que podia enquanto levava as mãos ao bumbum macio de Uruha e sentia o membro rígido do mesmo roçar contra seu abdômen. Era a primeira vez que Aoi sentia tanto prazer assim, e também a primeira vez que fazia aquilo com um homem. Por um breve momento pensou no quanto tudo aquilo era uma loucura, era um homem e além disso um estranho. Não sabia nada ele além de seu possível nome e de seu gosto por musica. Logo esse momento foi interrompido por uma mordida de Uruha em seu lábios, seus gemidos tomavam proporções maiores e ecoavam no interior do apartamento, eram gemidos que nunca esqueceria, alias, duvidava muito que fosse esquecer qualquer coisa relacionado a ele, coisas como aquelas coxas macias, o gosto de sua boca, o cheiro de sua pele, e a forma tão profunda que ele o olhava, estas sem duvidas seriam coisas que o perseguiria pro resto da vida.

-Aoi... –Uruha gemeu rente ao seu ouvido enquanto segurava em seu ombros e pegava impulso, cavalgando em seu colo com mais força. Força que ele mesmo tinha medo de impor contra aquele bumbum tão delicado.

-Uruha... –Aoi gemeu em resposta, o segurando com mais força acompanhando seus movimentos fortes com o quadril, fazendo barulhos bem altos. Logo Aoi chegou a seu ápice, mas não deixou de dar prazer a Uruha, levando uma das mãos a seu membro o tocando, até que Uruha chegasse a seu limite tambem.

Notas finais
Se chegou aqui não foi tão ruim, então eu deixo um Preview pro próximo Cap.
"Logo o dia amanheceu, o sol entrava pela fresta da cortina, mas Aoi se recusava a levantar. Estava muito cansado, seu quadril doía e também aquilo doía. Nunca tinha feito com tanta força, mas tinha que ser feito assim. Aoi se ajeitou na cama voltando a dormir pesadamente quando seu sono foi invadido por um voz, não era a voz suave de Uruha nem mesmo era uma voz masculina, mas era uma voz tão familiar. Aoi abriu seus olhos ao ter o quarto invadido.
-Aoi meu filho, tá passando bem? Era sua mãe, ela estava abrindo a porta de seu quarto. Aoi deu um pulo da cama assustado, caindo de cara no chão esquecendo completamente o fato de estar nu.
-Mãe? O que faz aqui"
Isso só vai acontecer se esse capitulo ir bem. =)
Kizus