Poison
2 O teste
Notas iniciais
Caso não entenda alguns termos é só perguntar no review, nesse e em qualquer outro capitulo.
Logo o dia amanheceu, o sol entrava pela fresta da cortina, mas Aoi se recusava a levantar. Estava muito cansado, seu quadril doía e também “aquilo” doía. Nunca tinha feito com tanta força, mas tinha que ser feito assim. Aoi se ajeitou na cama voltando a dormir pesadamente quando seu sono foi invadido por um voz, não era a voz suave de Uruha nem mesmo era uma voz masculina, mas era uma voz tão familiar. Aoi abriu seus olhos ao ter o quarto invadido.
-Aoi meu filho, tá passando bem? –Era sua mãe, ela estava abrindo a porta de seu quarto. Aoi deu um pulo da cama assustado, caindo de cara no chão esquecendo completamente o fato de estar nu.
-Mãe? O que faz aqui. –Ele a olhava assustado e logo voltou seu olhos para a cama, Uruha já não estava lá.
-Não atendeu o telefone, liguei milhares de vezes. Eu fiquei preocupada. – A mãe dele dizia cobrindo o rosto. –E cobre logo suas vergonhas filho, sua mãe não é obrigada a ver isso, já é bem grandinho.
-E as coisas sobre o casamento? –Aoi se levantou pegando a calça a vestindo e se sentando na cama, sentindo ainda o calor de Uruha sobre ela.
-Sobre isso que queria falar com você.
-E o que quer falar mãe? –Aoi disse meio melancólico pela falta que o outro fazia ali.
-Sua noiva já era noiva, acredita nisso? De um velho milionário. Ontem ele descobriu tudo e veio pra cá impedir o casamento. Parece que ele até se atrasou por que um apressadinho bateu nele e ele ficou perdido na estrada. –Aoi a olhava boquiaberto. –Enfin, hoje quando fui na casa dos pais dela, ela já tinha ido embora com o tal velho. Acredita nisso?
-Eu...Eu acho que sim. –Aoi não sabia se ficava mais impressionado com o folego da mãe falando todas aquelas coisas ou se ficava impressionado com o fato da sua ex-noiva ser a noiva de um velho, o velho que ele suspeitava ser o velho do dia anterior.
-Bom, pelo tanto de garrafas vazias que recolhi na sua sala deve tá com uma ressaca terrível.
-Estou.. –Aoi disse desanimado e então sua mãe o afagou os cabelos.
-Não fique assim, ainda vai ter noiva melhor. Volte a dormir, vou voltar pra casa. Ainda é cedo e eu já arrumei toda sua casa. Menos essa sua bagunça aqui. E todas essas roupas jogadas. –Ela disse olhando o chão do quarto fazendo Aoi olhar o chão também torcendo pra camisinha não estar por lá.
-Aqui pode deixar que eu arrumo mais tarde, pode voltar mãe. Não se preocupe... –Aoi fez uma pausa vendo as roupas de Uruha no chão franzindo o cenho. –Não se preocupe comigo, vou ficar bem depois de mais algumas horas de sono.
-Tá bem, te amo filhote. –Ela disse beijando a testa de Aoi.
-Te amo mãe. –Aoi se despediu da mãe que logo saiu do quarto, e então esperou até ouvir o som da porta da sala se fechando. Era um som rangido já que o prédio era antigo e ele havia deixada a porta original na entrada.
-Achei que ela não fosse ir mais. – uma voz vinha do armário.
-Fiquei com medo de ter ido embora. –Aoi disse olhando Uruha sair do armário.
-Eu fiquei com medo da sua mãe pegar agente, mas ouvi quando ela entro e começou a arrumação. Ela parece ser legal.
-Ela é sim. –Aoi disse se deitando de volta na cama. Uruha caminhou até ele e se deitou sobre ele.
-Tem muita sorte, sua mãe vive perto de você. –Uruha disse melancólico se aninhando junto ao corpo de Aoi que o acolheu com carinho.
-A sua não?
-Não, ela vive longe. Ela é doente me mudei pra seguir a carreira musical e poder pagar os remédios dela. Mas acabei tendo que tirar minhas roupas pra sobreviver.
-Mas ainda continua tentando? – Aoi disse o acariciando os cabelos.
-O que? – Uruha o olhou nos olhos, embora sua maquiagem estivesse borrada ele ainda estava irresistível.
-Seguir a carreira musical.
-Não posso me dar ao luxo, minha mãe depende de mim. Não posso deixar a mulher que cuidou de mim a vida inteira na mão por conta de um sonho bobo.
-E ela sabe o que faz?
-Não, e nem pode. Ela morreria de desgosto.
-Então não devia desistir, não tem que parar de trabalhar, mas tem que tentar fazer o possível pra mudar isso. Tenho certeza que sua mãe ficaria orgulhosa se souber que o filho não desiste de conseguir o que quer.
-Tem razão. –Uruha disse pensativo fechando os olhos ao sentir o carinho de Aoi em sua nuca. Aoi o deu um breve beijo carinhoso.
-Sabe aqueles meus amigos que estavam aqui ontem?
-Sei sim. –Uruha disse ainda de olhos fechado enquanto Aoi o olhava.
-Nós temos uma banda, se quiser agente pode marcar um teste com você.
-Sério? –Uruha disse empolgado se sentando sobre o corpo de Aoi.
-Com certeza, isso seria ótimo. Assim eu poderia te ver mais vezes.
-Então você quer me ver mais vezes? –Uruha sorriu roçando de vagar o corpo ao corpo de Aoi que ficou intensamente corado.
-Eu...Eu quero sim. Você não quer me ver mais não?
-É o que eu mais quero. –Uruha sorriu e voltou a se deitar colocando a cabeça sobre o tórax de Aoi, podendo ouvir seu coração acelerado batendo quase no mesmo ritmo que o seu. Aoi lhe aconchegou e afagou seus cabelos e então ele fechou os olhos.
-Quando quer que eu te leve? –Aoi disse baixinho.
-Quando quiser me levar. –Uruha disse de olhos fechados, sentindo o carinho de Aoi em sua nuca. Aoi riu baixinho deslizando as pontas dos dedos pela pele macia de Uruha.
-Cuidado com o que diz se depender de mim ainda vai ficar aqui por um longo tempo. –Aoi disse e Uruha sorriu, não sabia o que dizer, pelo menos sabia que desejava a companhia de Aoi e Aoi desejava a sua. Aoi percorreu a espinha dorsal de Uruha que ainda estava despido com as pontas dos dedos até alcançar seu bumbum o alisando calmamente.
-Me quer mais uma vez? –Uruha disse se apoiando a seu peito o olhando.
-Quantas vezes eu posso te ter? –Aoi perguntou o olhando, ficando violentamente corado. Não era seu costume agir assim, sempre foi tímido e nunca se imaginaria dizendo algo assim pra uma garota e quem dirá a um garoto.
-Quantas vezes desejar. –Uruha sorriu com malicia deslizando as mãos pelo abdômen de Aoi até alcançar sua calça, lhe abrindo o zíper lentamente enquanto deslizava uma das mãos pra dentro da calça, o masturbando.
-Então... vai ter que ter bastante energia. –Aoi sorriu corado deixando um gemido baixo escapar ao sentir a mão de Uruha lhe acariciar por dentro da calça. Uruha tirou a mão de dentro da calça o olhando.
-Isso eu tenho bastante, mas por que não terminamos isso no banho? – Uruha disse saindo de cima do corpo de Aoi, o esperando levantar.
-Tem razão, vamos? –Aoi se levantou caminhando até a porta do quarto a abrindo. Uruha o acompanhou até o banheiro. Aoi tirou sua calça que já estava aberta e caminhou até o chuveiro o abrindo, Uruha estava distraído com o espelho quando foi puxado pela cintura por Aoi que o arrastou até o box.
-Não se preocupe você continua lindo. –Aoi o segurou contra a parede enquanto deixava a agua escorrer por seus corpos.
-E você fica muito bem molhado. –Uruha disse acariciando o rosto de Aoi, o beijando em seguida. Aoi pressionou seu corpo contra o dele, sentindo sua pele molhada e escorregadia roçar contra a dele enquanto segurava uma das coxas de Uruha, a levantando até sua cintura, podendo assim roçar seu quadril ao dele com mais força. Uruha gemeu baixinho contra os lábios de Aoi forçando o membro já rígido contra o dele lhe arrancando também alguns gemidos.
-Você é muito gostoso. –Uruha ofegou baixinho se virando de costas para Aoi e se apoiando na parede enquanto empinava o bumbum, o roçando contra o membro rígido de Aoi.
-Você é mais. – Aoi disse segurando o bumbum de Uruha com ambas as mãos o apertando com vontade, enquanto roçava o membro rígido entre suas nádegas.
-Então me come. – Aoi não pensou duas vezes, não via a hora de estar completamente no interior de Uruha então o penetrou de uma só vez, colocando seu membro por inteiro fazendo Uruha gemer mais forte e se segurar a parede lisa e fria. – Mais... –Uruha se moveu com força contra o corpo de Aoi, fazendo seu membro penetra-lo com mais força, enquanto Aoi passava a mover-se mais rápido e mais forte tendo que segurar Uruha com firmeza pela cintura para ele não dar de cara com a parede.
-E a... –Aoi disse movendo seu quadril fortemente contra o bumbum de Uruha, lhe dando estocadas mais fundas o fazendo gemer ainda mais alto. – Camisinha?
-Esquece ela. –Uruha levou as mãos para traz do corpo, passando as unhas sobre as coxas de Aoi. – Não tenho nada contagioso.
-Também não. –Aoi disse logo chegando a seu limite e o preenchendo com seu gozo. Uruha chegou a seu limite logo em seguida, encostando se cansado contra a parede.
-Agora o banho de verdade? –Uruha sorriu o olhando, Aoi não sabia por que e nem como uma pessoa que havia acabado de conhecer o fazia sentir tantas coisas diferentes, ele sentia coisas que nunca havia sentido antes, tanto que se o mandasse explicar ele não conseguiria.
-Claro. –Aoi logo pegou a esponja, esfregando-a nas costas de Uruha, que logo em seguida lhe tomou a esponja e fez o mesmo. Eles não demoraram muito no banho e foram comer.
-Tem certeza que não quer uma roupa minha emprestada?- Aoi disse enquanto comia um pedaço de bolo e tomava seu café. –Deve tá sentindo frio só com o meu roupão.
-Eu estou bem assim.
-Então... –Antes de começar o que ia dizer Aoi ficou completamente corado, fazendo Uruha dar uma rizada baixa e discreta. Uma rizada da qual Aoi já havia se acostumado.
-Então?
-Não tem mesmo nada pra fazer hoje? Quer dizer, é que podia passar a tarde aqui e como não vou bebe hoje posso te levar de noite.
-Não tenho, é minha folga. Mas só fico se realmente não for incomodar.
-Não vai, e você pode tocar pra mim.
-O que? –Uruha disse surpreso, colocando maldade no que Aoi havia dito.
-Tocar guitarra. – Aoi disse sentindo como se seu rosto estivesse em chamas. Uruha se levantou da cadeira onde estava e se sentou no colo de Aoi, o olhando fixamente nos olhos.
-Claro que toco. – Ele disse e então deu um breve beijo nos lábios de Aoi.
-Vamos voltar pra cama? Quero dormir mais um pouquinho.
-Vamos, ainda é cedo. –Uruha se levantou estendendo a mão pra Aoi que a segurou e não a largou até que ambos estivessem no quarto. Aoi se deitou trazendo Uruha pra sobre seu corpo, o acolhendo carinhosamente enquanto ele se aninhava em seus braços. Eles dormiram e o tempo passou voando.
-Y UUUU!! –Aoi foi acordado com a porta de seu quarto se abrindo e algo pulando sobre ele.
-Ittai!! –Aoi disse assustado acordando. –O que faz aqui Ruki?
-Sua chave ficou comigo, vim devolver e ver como rola as coisas do casamento. Vejo que já deu um jeito de não ficar sozinho ein. –Ruki sorriu com malicia apontando Uruha que por incrível que pareça ainda não havia acordado.
-Você é um atrevido sabia? Minha mãe veio aqui hoje e me contou que minha noiva tinha preferido casar com um velho rico do que comigo. De qualquer forma esse casamento não era pra acontecer. –Aoi disse baixinho tentando não acordar Uruha.
-Aah! Então foi isso. Então já vou, antes que eu atrapalhe alguma coisa. –Ruki disse se levantando de cima de Aoi.
-Não, espera.
-O que? – Ruki chegou mais perto, pois Aoi ainda sussurrava.
-Ele, sabe tocar. Você podia ficar aqui pra ouvi-lo tocar?
-Posso sim, mas o Reita também tá aqui.
-Melhor ainda, poupa trabalho de marcar um teste. Podiam chamar o Kai também. –Aoi disse e então Uruha se virou para o lado dele voltando a se aninhar junto ao corpo dele deixando um suspiro lhe escapar dos lábios enquanto ameaçava abrir os olhos.
-Quem... –Uruha resmungou e antes que pudesse dizer qualquer coisa Ruki chegou meu perto.
-Bom dia senhor coxas! –Ruki disse alto dando um bom susto em Uruha.
-Caramba! –Uruha disse dando um pulo da cama. – Sua casa não tem porta não?
-Até tem, mas esse gnomo estava com uma das chaves. –Aoi disse levando um tapa em seguida.
-Seu cabeção. –Ruki disse beliscando Aoi. –E ai, dormiu bem senhor coxas? Tá tão acostumado a ficar pelado que não se preocupa em se cobrir ou não percebeu que estava sem roupas?
-Um pouco dos dois. –Uruha disse colocando a camisa de Aoi que estava jogada no chão.
-Bom, enquanto vocês dão um jeito nas coisas aqui vou lá chamar o Kai com o Reita. –Ruki disse saindo do quarto esquecendo-se novamente de entregar as chaves a Aoi.
-Ele é birutinha. –Uruha disse voltando a se sentar na cama.
-E folgado. Eles vão chamar o Kai pra te ouvir tocar, vai ser como se fosse seu teste pra banda.
-Que bom, então não é melhor agente arrumar isso aqui?
-Eu arrumo, você pode tocar só pra mim enquanto isso?
-Posso, mas cadê sua guitarra?
-Vou buscar.
-Vou colocar minhas roupas. –Uruha disse e então Aoi saiu do quarto, logo em seguida Aoi estava de volta com a guitarra semi acústica.
-Essa é uma das minhas filhas. –Aoi disse levando a guitarra até Uruha que terminava de colocar suas meias.
-Ela é linda, se eu não tivesse interessado no pai eu pediria a mão dela em casamento. –Uruha riu estendendo as mãos pra pegar a guitarra.
-Você tá? –Aoi disse corado colocando a guitarra nas mãos de Uruha.
-Claro que estou, eu não transo com as pessoas só por prazer. – Uruha disse pegando a guitarra a colocando junto a seu corpo, passando os dedos por suas cordas. –A que tenho também é dessa marca.
-Eu gosto, gosto também da K-Yairi. Bom, agora que a conheceu melhor pode começar enquanto eu arrumo isso aqui. –Aoi disse pegando suas roupas que estavam no chão. Uruha subiu encima da cama e então começou a tocar. Aoi parou o que estava fazendo o olhando, como se não bastasse ser apenas bom de cama Uruha também tocava bem, Aoi se sentia hipnotizado observando enquanto Uruha fazia de sua cama um palco improvisado.
-O que foi, tem alguma coisa errada? –Uruha disse sem jeito percebendo Aoi ali parado o olhando.
-Não, só acho que já estou sentindo ciúmes, acho que vai me trocar por ela. – Aoi disse chegando mais perto, sorrindo alegremente.
-Eu não vou, você tem atributos que guitarra nenhuma tem. –Uruha disse colocando a guitarra na cama chegando mais perto dele.
-Tenho é? –Aoi disse o pegando no colo enquanto Uruha envolvia sua cintura com as pernas. – É estranho, mas sinto como se já o conhecesse.
-Eu também. –Uruha disse encostando sua testa junto a dele, o olhando nos olhos.
-Então já tá assim? –Ruki disse da porta do quarto assustando os dois, fazendo Aoi se desequilibrar e cair junto com Uruha no chão.
-Você de novo baixinho? – Uruha disse em meio a uma rizada.
-Eu de novo, tá todo mundo esperando na sala. Inclusive sua mãe Aoi. Ela veio ver se se alimentou direito. –Ruki disse cobrindo os lábios dando uma risadinha.
-Até minha mãe. –Aoi disse surpreso enquanto se levantava com a ajuda de Uruha.
-Estranho, ela esteve aqui... e como fez com ele? –Ruki disse pensativo apontando Uruha.
-Eu a ouvi entrando... –Uruha fez uma pausa ficando corado. –Já tinha acordado e estava olhando ele dormir. E então eu escondi.
-Tá explicado! Então vamos. –Ruki disse logo saindo do quarto, Aoi foi em seguida levando a guitarra e Uruha foi atrás dele.
Na sala, Kai estava conversando com a mãe de Aoi sobre comida, Reita estava sentado em um dos sofás sozinho até Ruki ir se sentar ao lado dele.
— Takashima Kouyou, como você cresceu! –A mãe de Aoi disse se levantando do sofá, indo até Uruha que ergueu uma das sobrancelhas a olhando sem entender.
-Quê? Como?
-Que bom que fizeram as pazes, lembro que quando eram pequenos Aoi chegou em casa chorando por que tinha brigado com você, nunca fiquei sabendo o que aconteceu. Só sei que depois disso não se falaram mais e logo em seguida nós mudamos.
-Eu não me lembro disso mãe. –Aoi disse olhando Uruha. –E ele chama Uruha, deve tá confundindo.
-Não, esse é meu nome mesmo. Uruha é só apelido. –Uruha o olhou por um longo tempo como se tentasse lembrar. – Também não me lembro. Como consegue se lembrar de mim? –Uruha disse olhando a mãe de Aoi tentando se lembrar dela também.
-Seus olhos e boca continuam os mesmos. – Ela disse e voltou a se sentar.
-Que emocionante, parece coisa de dorama. –Ruki disse fingindo enxugar lagrimas.
-Ai você coloca o pato dormir no tempero. –Kai disse do nada e todos o olharam.
-O que foi? É receita de ensopado de pato... Eu chamo de “ensopato”.
-Tá, maluquices a parte acho melhor agente ouvi-lo tocar logo. –Ruki disse se deitando no sofá colocando a cabeça no colo de Reita.
-E eu também já vou indo. Foi bom te ver de novo Kouyou, dê lembranças a sua mãe por mim. –A mãe de Aoi disse. –Vê se come Yuu, tá muito magro. E não deixa seus amigos com fome não. –Ela apertou as bochechas de Aoi e então foi embora.
-Ela é legal. – Kai disse rindo.
-Você tá muito magro Yuu. –Ruki disse imitando a mãe de Aoi.
-Não deixa seus amigos com fome também não. –Reita disse fazendo o mesmo que Ruki.
-Tá! Já podem parar! –Aoi disse bravo embora nem estivesse bravo de verdade. –Agora vamos ouvir o Uruha tocar.
-Vai lá coxas. –Ruki disse o incentivando, recebendo um cutucão de Reita.
-Para de olhar as coxas dele.
-Você também tá olhando, seu ciumento. –Ruki disse se defendendo.
-Taaa! Espera até estarem a sós pra brigar. Agora começa Uruha. –Aoi disse, ainda não conseguia ter lembrança alguma sobre Uruha em sua infância, por mais que o olhasse a única coisa que sentia era que o conhecia, não tinha lembranças dos dois brincando muito menos da briga que tiveram quando criança.
-Eu vou tocar uma que compus, então vai ser só melodia por que sou péssimo com letras e não sei cantar. – Uruha disse e então todos prestaram atenção nele, como se analisassem cada nota, riff, hammer on, pull off, deixando a melodia tomar conta de seus pensamentos.
-Então, o que acharam? –Aoi disse após Uruha terminar de tocar.
Notas finais
Muitas águas vão passar por esse moinho.
Te espero no proximo capitulo. ;*
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