Poison
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Tive problemas com minha internet e alem disso o Hipnos ainda demorou pra me enviar de volta. Como sou educado vou nem dizer o que acho que ele ficou fazendo com o capitulo uma semana. Bom, ele vez grande parte desse capitulo e nos conversamos bastante sobre o que vai acontecer futuramente.
Espero que aproveitem o capitulo e que desculpem a minha demora.
Uruha e Aoi passaram a tarde tentando manter o contato físico apenas em masturbação, o que Aoi achou muito complicado com Uruha já sem as roupas encima de seu corpo, roçando o membro molhado sobre o seu.
-Uruha, não é melhor agente parar enquanto dá? – Aoi disse o olhando.
–Não, só mais um pouco. Eu estou quase. –Uruha disse fechando os olhos movendo o corpo sobre o de Aoi. De fato já havia um tempo que estavam assim e Aoi também que não demoraria muito até chegar a seu ápice.
–hum... –Aoi resmungou e puxou Uruha pra junto de seus lábios o beijando de forma lenta e carinhosa, sentindo o gozo de Uruha lhe melar o membro fazendo ele mesmo chegar a seu limite também gozando. Uruha larga o corpo sobre o dele já bem cansado, se aconchegando sobre seu peito.
–Viu? Não doeu. –Uruha disse o olhando, mantinha os lábios entre abertos ainda ofegando, seu corpo suado estava quente e o suor fazia seu corpo se grudar ao dele de uma forma que poderia ser desconfortável se não apreciasse tanto a sensação de ter seu corpo grudado ao dele.
–Não doeu, mas a vontade de te ter doeu sim, e ainda não passou.
–Se ficar aqui hoje eu sacio sua vontade quando eu voltar do trabalho. –Uruha disse deixando suas mãos envolverem o rosto de Aoi.
–Aqui? Seria meio estranho ficar aqui enquanto trabalha. – Aoi disse e Uruha fez bico desviando o olhar de forma pensativa.
–Então vem comigo? Não vai demorar, vou só me apresentar e voltar pra casa. Eu não preciso ficar lá, meu trabalho é tirar a roupa só uma vez por noite.
–Eu não sei, fico sem jeito. –Aoi disse corado e então Uruha se levantou de seu corpo.
-Vai ser divertido, vamos? Assim pode me ver tirar a roupa. –Uruha estava a sua frente o olhando e sem roupa alguma.
–Isso eu já vi, e não sei se percebeu, mas tá sem roupa agora mesmo.
–Mas é diferente. Mas se não quer dormir comigo hoje tudo bem, fica pra próxima. – Uruha deu um suspiro fingindo estar magoado.
–Tá bom, eu vou. –Aoi disse se sentando, mas logo Uruha o puxou com força o fazendo se levantar e chocar seu corpo contra o dele.
–Eba! Não vou ter que dormir sozinho hoje. –Uruha disse feliz o abraçando. –Mas nada de olhar pros outros caras.
–Eca, eu não vou olhar. Não gosto de caras. – Aoi disse franzindo o cenho.
–E o que eu sou?- Uruha disse o soltando e cruzando os braços.
–Você é diferente, só correria o risco de eu olhar pra outro homem que não fosse você se por acaso você tivesse um clone.
– Então quer dizer que você me trairia com meu clone?-Uruha erguia uma das sobrancelhas o olhando de forma analítica.
–Não é isso, eu olharia pra ele. E não por que eu ia querer ele, mas curioso por ser seu clone. –Aoi disse nervoso fazendo Uruha dar uma rizada.
–Seu bobo, eu estava brincando. –Uruha voltou a juntar seu corpo ao dele passando seus braços envolta de seu pescoço. Aoi o abraçou pela cintura o olhando. –Vamos tomar banho?
–Claro agente precisa mesmo de um banho.
–Espera ai. –Uruha disse correndo e logo voltando com uma vassoura. –Vamos?
–Vai levar uma vassoura para o banho? É um fetiche ou coisa assim? –Aoi olhava da vassoura pra Uruha.
–Não. –Uruha disse e então deu uma gargalhada. –É que tem que bater no chuveiro pra agua ficar quente, e não posso bater com a mão se não dá choque. Vamos?
–Claro! Não estou com nenhum medo do seu chuveiro ou de você com a vassoura. –Aoi disse em tom irônico, indo pra perto de Uruha como se tivesse medo da vassoura. Uruha o conduziu até o banheiro, como ambos já estavam sem roupas Uruha ligou o chuveiro e lhe bateu a vassoura fazendo a agua que no inicio saia fria passar a sair quente.
Logo a noite chegou, eles tomaram banho e conversaram sobre coisas aleatórias, como a forma como Uruha lidava com o trabalho, o que fariam na banda e o que comeriam antes de Aoi o levar ao trabalho.
–Agente come e então te levo lá. É só mostrar o caminho. –Aoi disse pegando as chaves do carro que havia deixado sobre um dos moveis da sala.
–Que emocionante, hoje tenho motorista. – Uruha disse pegando o sobretudo e o colocando e como sempre estava de short. Aoi sorriu com o comentário e o acompanhou até a porta. Antes de levar Uruha ao trabalho eles passaram em uma lanchonete comeram e seguiram direto para o trabalho de Uruha.
–Isso é estranho. –Aoi disse ao parar o carro em frente ao bar de streeper, olhando Uruha se ajeitar pra sair do carro.
–O que é estranho? –Uruha disse parecendo bastante distraído com o laço de seu sobretudo.
–Eu entrar em um lugar desses. –Aoi disse corado observando algumas pessoas que agiam de forma suspeita entrar no local. Havia alguns carros parados ali, e o lugar parecia bastante movimentado apesar de ser um bar de streeper.
–Eu entro aqui todo dia. –Uruha disse e então fez uma pausa. –Quer dizer, um dia sim um dia não. É um bar misto, uma noite homens e na outra, mulheres. –Uruha disse e Aoi ficou ainda mais vermelho. Uruha achava natural, via as pessoas entrarem normalmente no local e ele mesmo nunca se incomodou com o fato de ter que trabalhar ali, mas Aoi sentia bastante vergonha, não podia negar que gostou quando Uruha tirou as roupas pra ele quando se conheceram, mas era diferente, teria mais pessoas, mais pessoas o vendo ali e mais pessoas olhando seu namorado tirar as roupas.
–É que nunca fui a um lugar assim, nem como hétero. – Aoi disse baixinho por acreditar que dizer aqui seria como assumir que agora fosse gay.
–É só fingir que é um bar normal, e quando eu estiver sem roupa é só esquecer que tem outras pessoas. –Uruha disse em tom compreensivo.
–Tá bem, vamos nessa.
–Vamos, você pela frente e eu por traz. –Uruha sorriu e deu uma piscada para Aoi antes de sair do carro. Aoi saiu logo em seguida se despediu de Uruha e então respirou fundo antes de caminhar até a porta do bar. Na porta havia um segurança alto com expressão ameaçadora o que fez Aoi logo querer fugir. Percebendo seu nervosismo o segurança o olhou por sobre os óculos escuros que usava mesmo sendo noite.
–É a primeira vez?- O homem disse fazendo Aoi criar coragem pra chegar mais perto.
–É sim... Em toda minha vida. –Aoi disse tirando a identidade do bolço e a entregando ao segurança enquanto olhava em volta como se estivesse fazendo algo extremamente errado.
–É normal ficar assim, mas depois que entrar vai passar. – O segurança olhou da identidade para ele e então o devolveu o documento. –Lá a luz é baixa, ninguém vai te ver direito, além disso vão estar bem distraídos com nossos funcionários.
–Obrigado.
–Divirta-se. – O segurança disse o abrindo espaço pra que entre.
–O-obrigado. –Aoi disse corado e então entrou, o lugar era mesmo com pouca iluminação exceto pelo palco, e algumas pilastras onde alguns caras estavam dançando usando apenas cueca. Aoi tentou não olhar muito envolta e então caminhou em direção ao bar e se sentou em um dos bancos apoiando a testa na bancada.
–Onde o Uruha me fez amarrar meu burrinho. –Aoi resmungou com desanimo e então foi cutucado pelo barman.
–Vai beber alguma coisa senhor. – O sujeito o perguntou.
–vodca pura e sem gelo. – Aoi pediu e logo foi servido.
–É a primeira vez? – O barman disse pegando o dinheiro deixado por Aoi sobre a bancada.
–É sim, e pelo visto tá estampado na minha cara.
–É que parece constrangido. – O barman disse servindo o sujeito ao lado. – É estranho que tenha vindo sozinho sendo a primeira vez. Seus amigos não sabem?
–Eles sab... O que?
–Eles sabem que é? –O barman simplificou a pergunta pra que Aoi pudesse entender.
–Eu não sou, eu vim aqui por quê... por quê... –Aoi disse tentando encontrar uma forma de explicar. –Meu namorado trabalha aqui. –Ele disse rápido com esperança de que o outro não ouvisse. O segurança o olhou parecendo confuso, mas então sorriu como se de repente tivesse entendido o que ele quis dizer.
–Ainda não acostumou. –O barman disse baixinho rindo e então o olhou espantado. –Oh não! Não veio cassar confusão né?
–Não, sem chance. É mais fácil eu afundar a cabeça no chão que fazer algo assim. Eu vim ver ele... Tirar a roupa e depois levar ele pra casa.
–Se é assim devia ir para o palco, logo vão começar lá. –O barman disse apontando o palco onde uma drag queen chamava o nome do streeper que ia apresentar.
–Poison? –Aoi disse pensativo. –Já ouvi esse nome... Ah! É ele! – Ele disse fazendo o barman e os outros o olhar de forma estranha e então correu.
Com certa dificuldade alcançou a frente e se sentou, não havia nenhuma mulher no local, apenas homens, e alguns pareciam bastante empolgados enquanto ouviam as características de Uruha como, sua altura, peso e espessura de suas coxas. Logo as luzes do palco se apagaram e uma luz iluminou uma parte ao fundo do mesmo de onde Uruha saiu, a musica que começou era a mesma da qual ele havia dançado pra ele na noite que se conheceram, Uruha estava sério e usava outra roupa, mas ainda o mesmo esquema de short e sobretudo. Aoi o olhava com atenção e então Uruha se virou de costas deixando o sobretudo deslizar por seu corpo e cair ao chão, em seguida acompanhou o ritmo da musica e caminhou mais pra frente do palco avistando Aoi dando um sorriso discreto, Aoi retribuiu ao sorriso e o acompanhou com os olhos enquanto ele caminhava pelo palco e desabotoava sua camisa passando a mão sobre seu peito e deslizando pela barriga parando a mão no meio das pernas quando fez expressão de “menino levado” e acariciou discretamente o volume que tinha ali. Aoi engoliu em seco e então observou os outros que assistiam como estivessem sendo hipnotizados pelos movimentos de Uruha.
Uruha então voltou pra perto de onde Aoi estava e se ajoelhou ali em frente abrindo devagar o zíper de seu short olhando fixamente pra Aoi enquanto deixava a mostra suas roupas íntimas. Sem tirar o short voltou a se levantar e então puxou a liga que prendia suas meias a seu short a fazendo voltar contra sua coxa a deixando vermelhinha, em seguida Uruha as tirou e então se abaixou de costas enquanto tirava o short empinando o bumbum para todos que assistiam.
–Ele costuma tirar tudo? –Um dos caras sussurrou ao lado de Aoi pra outro sujeito que logo respondeu.
–Costuma sim, esse ai tira tudo mesmo. – O outro sujeito disse chamando a atenção de Aoi para a conversa deles por um tempo e então quando voltou os olhos para o palco Uruha já estava completamente nu apenas com as meias sete oitavos andando de quatro no palco enquanto os outros caras o jogava dinheiro ou colocava em sua meia. Eles só o tocava ali e quando tentavam toca-lo em outra parte Uruha dava lhe um tapa na mão e sorria. Uruha voltou a ir até Aoi, se virou de costas, se abaixou empinando o bumbum despido quase o encostando junto ao rosto de Aoi que sentiu uma vontade imensa de toca-lo, a vontade o fazia levantar a mão ameaçando a tocar o bumbum de Uruha, no entanto foi o cara a seu lado que o desferiu um forte tapa no bumbum. Antes que pudesse ficar bravo um dos seguranças que vigiava as extremidades do palco foi até o sujeito o levando embora dali, Uruha saia do palco esfregando o bumbum emburrado.
Logo Uruha e Aoi se encontraram no carro, Uruha ainda parecia bastante incomodado com o tapa que havia levado.
–Eu odeio isso. –Uruha disse com raiva.
–Por que não sai do emprego, você pode arrumar outro.
–Não dá, não posso ganhar menos do que ganho, lá eles pagam bem. E mesmo assim as vezes fico sem pagar a conta de telefone.
– Por que não vem morar comigo? Você vai poder mudar o emprego, agente pode dividir a despesa e vai sobrar dinheiro pra cuidar da sua mãe. –Aoi disse enquanto dirigia de volta para a casa de Uruha.
–Eu não sei, é muito cedo não acha? –Uruha disse o olhando com duvida.
–Não acho, tem gente que divide quarto com pessoas que nem conhece só pra dividir aluguel. –Aoi argumentou, queria mesmo que Uruha deixasse o emprego, queria que ele tivesse uma vida melhor e queria ajuda-lo a conseguir isso. –Além disso, assim vai ficar mais fácil fazer as reuniões da banda.
–Acho melhor eu achar outro emprego primeiro, ai eu vou morar com você. –Uruha sorriu fazendo Aoi sorrir também, durante o resto do caminho permaneceram calados, Aoi não sabia se os planos continuavam os mesmos ou se Uruha tinha perdido a vontade.
–Vem? –Uruha disse saindo do carro assim que chegaram e então correu pra dentro. Aoi o olhou e então teve que fazer o mesmo, saiu do carro e correu pra dentro. Ao chegar lá encontrou as roupas de Uruha pelo caminho fazendo uma trilha até seu quarto onde Uruha estava deitado a cama completamente sem roupa. –Não me queria? Vem me ter amor. –Uruha dizia enquanto abria as pernas devagar, Aoi o olhou e então começou a tirar as roupas, ficando também completamente nu, queria poder sentir o corpo de Uruha ao seu, queria senti-lo por dentro, ouvi-lo gemer novamente, queria sentir seu gozo preencher o interior dele e em seguida dormir com ele em seus braços.
Uruha abriu mais as pernas o chamando com a mão, Aoi logo se juntou a ele e se encaixou entre suas coxas fartas as apertando com vontade deixando que seu membro entrasse em contato com o dele. Uruha deixou um gemido manhoso lhe escapar os lábios de proposito e moveu seu corpo contra o de Aoi, roçando devagar seu membro ao dele.
–Me come Yuu, entra em mim de uma vez e me come. –Uruha disse se inclinando mordendo de leve os lábios de Aoi. Aoi sorriu ao ter os lábios mordidos e então passou a roçar a glande entre as bandas do bumbum de Uruha, o fazendo gemer de forma manhosa novamente. –Não espera, entra, enfia tudo de uma só vez.
–Não vai doer? –Aoi disse parando de roçar a glande nele, o olhando.
–Eu quero que doa. Faz com força. –Uruha o olhou fixamente nos olhos enquanto mordia os próprios lábios e então afastou Aoi de seu corpo e se virou encostando o peito contra a cama inclinando o bumbum para Aoi enquanto rebolava.
–Tem certeza? –Aoi disse com certo medo, não queria machuca-lo.
–Anda! Me come. –Uruha disse impaciente entre os dentes. Alguma coisa em Aoi o fazia deseja-lo mais do que qualquer coisa, desde quando o conheceu sempre que estava junto a ele sentia algo estranho, o coração batia mais rápido, sentia um frio na barriga e além disso, desde que teve o primeiro contato físico com Aoi tudo o que queria era poder sentir aquelas mãos quentes lhe tocar cada parte de seu corpo.
–Já vou. –Aoi segurou seu membro contra a entradinha dele enquanto se masturbava fazendo o membro ficar mais rígido para então o penetra-lo de uma só vez, colocando o membro mais fundo possível no interior do loiro que gemeu alto empinando ainda mais o bumbum. Aoi pode sentir o interior quente e apertado de Uruha se contrair contra seu membro.
–Isso, me fode Yuu. –Uruha gemeu e então moveu seu corpo pra frente e em seguida pra traz, batendo seu bumbum contra o quadril de Aoi, fazendo o membro do mesmo entrar mais fundo, o fazendo dar um gemido junto a ele. – Me deixa ardido Yuu. –Uruha disse gemendo manhoso e então Aoi o segurou pelo quadril com força, deixando as marcas de seus dedos sobre a pele clara e macia de Uruha e começou a mover seu quadril em um vai e vem rápido e com força, deixando o quadril se chocar fortemente contra o bumbum de Uruha o deixando vermelhinho. Uruha gemia mais alto ainda de forma manhosa, seus gemidos ecoavam pela casa que quase não possuía mobília abafando os barulhos do ranger da cama e do quadril de Aoi se chocando contra seu bumbum.
–Yuu, bate na minha bunda, Me bate. –Uruha pedia entre os gemidos sentindo as estocadas fortes de Aoi o alargando aos poucos, deixando sua entradinha ardida pegar fogo. Aoi logo o obedeceu, ele parecia diferente e de uma hora pra outra passou a chama-lo de Yuu, no entanto estava ainda mais gostoso do que nunca, seus gemidos, a contração em seu interior quente, a forma como movia seu corpo contra o dele a cada estocada intensificando ainda mais a força imposta por ele, tudo nele parecia mais intenso.
–Gostoso. – Aoi disse segurando o bumbum de Uruha afastando suas nádegas podendo assim observar com mais nitidez a entradinha de Uruha lhe devorar o membro.
–Isso... me come com força com essa pica grossa. –Uruha falava entre gemidos sentindo o membro de Aoi o penetrar com mais força a cada estocada, indo cada vez mais fundo.
Não demorou muito até que Aoi o preenchesse com seu gozo o fazendo gemer longamente e gozar também. Exausto Uruha deixou seu corpo desmoronar na cama de bruços, Aoi deitou sobre ele o abraçando, dando leves beijos em seu pescoço. Logo ambos caíram no sono, ainda despidos e Aoi ainda no interior de Uruha.
Notas finais
Obrigado por lerem!! Até o próximo!
Ps: Obrigado pela recomendação bigodes, não somos arqui-inimigos somos arqui-rivais. Inimigos não podem ser amigos ♥
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