Notas iniciais
Com um relativo atraso, aqui está para vocês, o meu presente de Natal. A ideia nasceu muito de repente, e com esse clima natalino todo, eu me vi envolta com essa ideia e tive que escrever. Espero que gostem do que eu escrevi e que gostem do presente. Bem, obrigada sempre por todas as reviews, recomendações, quem favorita a história, quem a acompanha, e agora tem o contador de acessos, e eu fico cada vez feliz quando cresce o número de acessos nela. Muito obrigada por tudo. Espero que seu natal tenha sido bom (o meu, e ainda agora, está sendo tomar remédios e remédios pra garganta; o bom que já estou quase sem dor), e um ano novo maravilhoso, onde seus sonhos se realizem, e que tenham muita saúde, e boas vibrações pro ano que está se aproximando cada vez mais rápido. Mirella Vieira

Os pequenos flocos de neve salpicavam levemente a janela do casal que dormia calmamente no quarto da mansão. As duas mulheres estavam adormecidas abraças uma a outra, ao mesmo tempo em que todo o amor que existia entre as duas se fundia numa mesma alma. O amor verdadeiro presente naquele quarto mostrava que a felicidade não era impossível de ser conquistada. E dia a dia ambas as mulheres aprendiam uma com a outra a amar. Por muito tempo amaram da forma errada e passaram uma vida inteira tendo que encarar as consequências de escolhas inadequadas. Aos poucos elas foram aprendendo que o amor era mais do que capaz de criar felicidade. Que somente através dele que encontrariam a felicidade com que tanto sonharam. A imagem que as duas mulheres formavam dava a aparência delas estarem dentro de um globo de neve. Onde tudo era mágico e perfeito. Muitos dizem que para um momento se tornar perfeito precisa de uma trilha sonora. Mas, sabe que essas pessoas estavam enganadas. Regina e Emma não precisavam de uma música que fossem só delas para tornar aquela cena menos emocionante. Podia também ser uma cena banal, mas não para aquele casal, que mesmo em seu sono deixava transparecer a alegria de estarem juntas. Os pequenos raios solares começaram a adentrar o cômodo da casa e os primeiros olhos a despertarem naquela fria manhã de Natal foram os intensos olhos castanhos de Regina.

O dia mal havia começado, mas como sempre Regina era a primeira a já estar desperta em sua enorme cama quando sentiu os firmes braços de Emma ao redor de seu corpo. Um sorriso imediatamente brotou em seu rosto. Emma era a única que conseguia resgatar sempre o melhor que existia em seu coração. Ter a loira ao seu lado todos os dias de manhã ao se levantar não tinha preço. A forma protetora com que os braços de Emma a firmavam a enchia de uma felicidade que não tinha preço. Regina por tantos anos optara por uma vida solitária, mas a loira aparecera de repente e lhe mostrara que uma vida ao lado de quem se ama era o melhor que poderia acontecer a elas. Regina se acostumara com toda proteção que Emma lhe proporcionava, tanto que ela já tinha se acostumado a dormir todos os dias tendo a companhia da loira ao seu lado. Regina não precisava nem dizer em palavras que gostava da forma que se sentia protegida ao lado de sua esposa, afinal o brilho de seus olhos diziam mais do que as infinitas palavras que ela poderia pensar em falar para descrever o quão feliz e segura ela se sentia ao lado de Emma. A morena procurou não mover nenhum músculo com receio de acordar sua esposa dorminhoca. Queria ficar ali ao lado dela e aproveitar seu Natal nos mínimos detalhes.

Se fosse um daqueles dias normais, Regina se levantaria e daria início a mais um dia atribulado e cheio de responsabilidades a se cumprir. Mas, ela nunca deixaria de cuidar de sua família. Enquanto deixava sua esposa adormecida na cama, a morena descia as escadas da mansão e começaria a preparar o café da manhã de sua família. Ela sempre o fazia com um sorriso enorme em seu rosto. Emma parecia uma criança quando se tratava da hora do café da manhã. Era incrível a semelhança entre os gostos alimentares de Emma e Henry. Não dava para negar que a loira era mãe de Henry. Chocolate quente com canela acompanhado de biscoitos amanteigados. Depois de deixar o café da manhã preparado era a hora de acordá-los. Cada dia Regina tinha que ter uma técnica diferente para tirá-los da cama. Emma se escondia embaixo das cobertas e não queria se levantar. Se Regina dissesse para alguém que a xerife da cidade se comportava feito criança para acordar ninguém acreditaria nela. Henry ia pelo mesmo caminho e já seguia os passos de Emma.

Mas, como era dia de Natal, Regina não tinha hora para acordar. E o melhor disso era continuar deitada e desfrutando do calor do corpo de Emma por mais tempo. Fechou seus olhos e viu-se embalada novamente pelo sono que se apoderou de seu corpo. Quando despertou algumas horas mais tarde, Regina levantou-se cuidadosamente da cama onde deixou uma Emma Swan dormindo adoravelmente. Não queria despertar sua esposa dorminhoca e por algum tempo ela ficou perdida na imagem de sua esposa adormecida. Ela parecia brilhar a medida que a luz do sol entrava no quarto. De vez em quando em seu sono, Emma deixava um lindo sorriso invadir o seu rosto. O que fez Regina chegar à conclusão de que ela estaria tendo um belo sonho.

A morena saiu do quarto sem fazer algum barulho sequer e fez seu caminho em direção à cozinha onde preparou com todo carinho do mundo um belo café da manhã de Natal para Emma e Henry. Na mesa que ela arrumou dedicadamente tinha direito a tudo o que eles mais gostavam de comer. Regina vivia criticando os péssimos gostos alimentares de Emma, mas como era dia de Natal, ela resolveu preparar alguns dos pratos preferidos de seu filho e esposa. Depois que terminou de aprontar todos os detalhes do café da manhã, Regina seguiu para a sala com um chá fumegante e sentou-se enrolada numa manta.

Regina estava só na sala de sua casa pensando sobre como sua vida tinha mudado em tão pouco tempo. Havia passado por tantos natais solitários, que se ela pudesse ela desejaria passar uma borracha em sua cabeça, para que de alguma forma pudesse apagar todas aquelas lembranças de uma época que havia apenas a solidão em sua vida. Montava todos os anos uma árvore de Natal para que ninguém pudesse ver. Músicas natalinas que mais pareciam ser adagas enfiadas com toda força em seu coração e uma ceia que ficava entalada em sua garganta porque seu apetite desaparecia em cada uma de suas ceias sem companhia. Andava pelas ruas solitárias de Storybrooke cobertas de um branco que contrastava com a escuridão de seu coração. Não havia um dia que ela não pensasse em quem ela era. Parecia um castigo. E via todas da cidade amaldiçoados sempre fazendo o mesmo trajeto, num constante déjà vu que aos poucos enlouquecia a cabeça de Regina.

Um movimento brusco da cabeça de Regina a fez voltar à realidade. Regina constantemente se perdia em seus pensamentos, onde uma mísera memória desencadeava várias outras e quando ela dava por si já estava imersa em seu conturbado passado. Seus natais ganharam um brilho a mais quando ela adotou Henry. Havia conhecido Owen e uma vontade súbita de ser mãe nasceu em seu coração. Vieram com isso inúmeras tentativas de engravidar, porém não obteve sucesso algum em suas tentativas. Ela sentia que isso era punição por conta de seu passado, pois não tinha nenhum problema médico que a impedisse de engravidar. Ela apenas não conseguia. Assim que teve seu bebê em seus braços pela primeira vez, a morena sentiu como se seu coração tivesse sido em partes preenchido. Ainda tinha muitos bloqueios, mas sentia que seu filho era o começo de seu final feliz. Ainda se recordava do primeiro natal de seu bebê como se fosse ontem. Era a primeira vez que ela tinha alguém com quem passar aquela data. Fez questão em arrumar uma linda árvore de Natal para Henry, mesmo que ele ainda fosse pequeno demais para entender o que acontecia ao seu redor, Regina encheu a árvore de Natal com presentes para seu filho. E Regina se enchia de felicidade ao ver o sorriso genuíno de Henry ao ver toda a decoração da casa. Ele tentava com suas pequenas mãozinhas tentar agarrar os enfeites da árvore de Natal, fascinado com todo o brilho presente na casa. Regina se lembrou de segurar seu filho bem próximo ao seu peito enquanto desejou Feliz Natal para seu bebê. Uma única lágrima escorreu por seu rosto, afinal era a primeira vez que ela falava essas palavras em voz alta. Henry balbuciou alguns sons que não tinham sentido nenhum, mas para Regina era seu filho conversando com ela. Demonstrando uma sensibilidade rara para uma criança pequena, Henry de uma forma desajeitada passou sua pequena mãozinha pelo rosto de Regina e secou a lágrima que ainda escorria.

Era mais um dia de Natal, e tudo esse ano era novo para Regina. Nesse ano não havia motivos para chorar, muito pelo contrário, um sorriso não sumia de seu posto, pois esse seria o primeiro Natal que passaria ao lado de Henry e Emma como família. Tinha decidido com a esposa por uma ceia simples, apenas para eles três. A ceia não poderia ter sido melhor. Tudo fora registrado por Henry e sua câmera fotográfica sempre em mãos. O garoto dizia com um sorriso em seu rosto que queria captar sua família em todos os momentos do Natal. Que momentos felizes tinham que ser lembrados para sempre. Eles cearam e ficaram conversando na sala disfrutando de um ambiente acolhedor vindo da lareira enquanto olhavam a árvore de Natal que estava lotada de presentes. Henry queria saber antes da hora quais eram seus presentes, mas Regina disse que ele teria que esperar até o dia seguinte, pois não tinha graça fazer uma troca de presentes antes do Natal. Regina olhou para o rosto de seu filho enquanto ele fazia uma carinha de cachorrinho pidão, mas aquele olhar não comoveu Regina e ela disse entre risos que ele teria que esperar. Nada tirava dela aquela paz do coração de estar reunida com sua família.

Quando Regina se dera conta o chá de sua mão já estava gelado. Ela colocou a xícara em cima de uma mesinha que tinha na sala e foi em direção à janela e ficou olhando a neve que caía do lado de fora. Um sorriso brotou em seu rosto. Nesse natal ela tinha mais motivos para sorrir. A suntuosa casa estava arrumada para mais um Natal. E a enorme árvore de Natal deixava a casa com um ar mais feliz, o que não teria acontecido há alguns anos.

– Hora de abrir meus presentes. – disse Henry abraçando a sua mãe enquanto ela retribuiu o gesto. – Agora pode? Você disse que tinha que esperar que o dia amanhecesse e o céu está mais lindo essa manhã, apesar da neve que cai.

– Mas, teremos que esperar Emma acordar. Ou você não quer esperar sua mãe para ela ver sua reação quando abrir os presentes que ela te deu? – perguntou Regina passando suas mãos pelos cabelos de Henry.

– Ela dorme muito. E eu estou tão ansioso para ver tudo o que está nessas embalagens. E eu também quero entregar os presentes que eu comprei para vocês duas. – falou Henry com um enorme entusiasmo.

– Presentes? – perguntou a morena com sua voz já embargando. – Por isso então que você pediu aumento de sua mesada esse mês? Para comprar presente de Natal para suas mães? – questionou a morena deixando lágrimas escorrer pelo rosto. – Então precisamos acordar Emma. Eu quero ver meu presente de Natal. – falou Regina deixando transparecer uma felicidade genuína em seu rosto. Henry nunca havia a enxergado dessa maneira, mas ele sabia que era adorável descobrir mais sobre a mãe que ele nunca tinha feito de esforço para conhecer.

– Não precisa ir me acordar. Eu já estou aqui. – entrou Emma na sala com seus cabelos dourados levemente caindo por seu rosto enquanto dava uma bocejada. – Bom dia meu amor. – disse dando um selinho em Regina. – Bom dia garoto.

– Emma, você sabia que Henry comprou presentes de Natal para nós duas? – perguntou a morena com um sorriso adorável.

– Digamos que eu já sabia. – disse a loira com um sorriso travesso em seu rosto. – Eu o ajudei com o presente. Ele queria te dar um presente especial.

– Tudo bem. Mas, antes precisamos tomar café da manhã de Natal. – falou Regina, mas a morena mudou de ideia quando viu os olhares ansiosos de Henry e Emma que vieram em sua direção. – Bem, o café pode esperar um pouco. Vamos abrir os presentes.

A troca de presentes fora muito especial. Eles se reuniram em torno da árvore e começaram a distribuição de presentes. Regina não se aguentava mais de tanta ansiedade para saber o que iria ganhar de seu filho. Parecia voltar a sua infância, em especial ao Natal que ganhara Rocinante de seu pai. Lembra-se de deixar lágrimas de felicidade rolar por seu rosto. Fora desperta de seu pequeno devaneio por Henry abraçando-lhe em sua cintura.

– Mãe, eu adorei. Muito obrigada. Como sabiam que o que eu queria ganhar de Natal? – disse Henry com a embalagem de seu vídeo game novo em suas mãos.

– Digamos que um passarinho me contou o que eu pequeno príncipe queria de Natal. – disse Regina dando uma leve piscadela para Henry. O menino já tinha ido pros próximos presentes e abria cada um com um entusiasmo que fazia Regina a mulher mais feliz do mundo.

– Emma... Eu amei os jogos para o vídeo game novo. – em suas mãos tinham os mais novos jogos e o garoto tinha um sorriso enorme em seu rosto quando deu um abraço em suas mães. Cada uma de um lado. Essa era a forma preferida dele de dar e receber carinho de Emma e Regina. – Agora é a vez dos meus presentes. – Henry fora até a arvore para pegar duas embalagens de presentes. Primeiro é o da Emma. – fora até sua mãe e lhe entregara o presente.

Emma abrira o pacote o rasgando em poucos segundos. Realmente Emma parecia ser uma criança. Pensou Regina quando dera uma deliciosa risada. Emma tirara uma embalagem contendo uma boneca de porcelana quando as lágrimas tomaram conta de seu rosto. – Henry, como você sabia que meu maior sonho na infância era ganhar uma boneca deste mesmo jeito? – questionou a loira com a voz embargada.

– Digamos que eu sentia que você era uma menina que tinha sonho de ter uma boneca de porcelana. – olhou Henry para sua mãe e viu pelo seu olhar que mais uma vez a loira percebera que ele falava uma mentira. – Bem, eu meio que perguntei para minha mãe algo que você sempre teve o sonho de ter.

– E eu nem me dei conta que era para ele lhe dar presente de Natal. – respondeu Regina dando um beijo em Emma.

– Agora é a minha mãe. – disse Henry entregando o presente de Regina. A morena tentou no início abrir a embalagem calmamente, mas depois ela não aguentara de ansiedade e rasgara a embalagem da mesma maneira que Emma. Em suas mãos tinha um grande livro que se assemelhava ao Once Upon a Time, mas assim que abrira suas primeiras páginas percebeu que seu filho montara um álbum com imagens da família desde que ele era criança até às ultimas fotos que ele tinha tirado na semana anterior.

– Henry... Eu não sei nem o que dizer. – Regina não conseguiu controlar suas lágrimas ao ver todo carinho que seu filho teve com ela. E a cada página que ela via um enorme sorriso embalado pelo choro tomavam conta da sala.

– Essa foi a minha singela forma de te dizer que eu sempre te amei, mesmo quando eu dizia o contrário. Eu te amo mãe.

– Henry, eu te amo tanto. – puxou seu filho para um abraço apertado e Emma acompanhava tudo com um sorriso em seu rosto. – Emma, minha vez de te dar um presente. – Regina foi até a árvore e pegou o seu presente. Emma mais uma vez rasgou a embalagem e não se conteve de felicidade quando viu uma jaqueta nova de couro vermelho em suas mãos. – Eu não sei o que você vê nessa jaqueta, mas você precisava de uma nova.

– Regina, eu amei demais o meu presente. Eu também tenho um para você. – disse Emma entregando uma pequena embalagem para Regina, que a abriu na mesma hora.

– Emma, você está grávida? – perguntou a morena confusa ao ver o pequeno par de sapatinhos de bebês que estava em sua mão.

– Não, eu não estou grávida. Isso é apenas um desejo que eu tenho de aumentar a nossa família. – falou com um sorriso em seu rosto.

– Emma, você sabe que eu não posso. – disse deprimida ainda segurando os sapatinhos. – É o que eu mais desejo, mas eu não posso.

– Eu sei, mas nós ainda podemos ter nossa família de outras formas. Podemos adotar. Pense nessa possibilidade.

– Eu prometo que irei pensar. – Regina comentou enquanto mais uma vez beijava Emma. – Eu quero Emma. Quero aumentar nossa família.

***

– Eu quero Emma. Quero aumentar nossa família. – murmurou Regina em seu sono acordando Emma que dormia ao seu lado na cama de hospital. Regina tinha um belo sorriso no rosto. Era mais que isso. Parecia que a morena brilhava enquanto dormia. A frase então que ela disse encheu Emma de felicidade.

– O que será que ela quis dizer que quer aumentar a família? Será que ela está se referindo a mim? – se questionou mentalmente enquanto Regina dormindo ainda a abraçou mais forte.

– Emma! Henry! Vamos, nós ainda temos o café da manhã. – comentou a morena com seus olhos ainda cerrados. – Eu sei que vocês amam uma comida sem nutrientes, mas como hoje é dia de Natal eu fiz para a minha família.

– Ela deve estar sonhando. – Emma chegou à conclusão. E ela estava mais feliz ainda quando ela se deu conta de que ela fazia parte dessa família que Regina tinha e queria aumentar. Algo em seu coração se aqueceu. A menina finalmente teria seu maior sonho realizado. Ela teria uma família. – Regina... Regina... – ela sacudiu a morena em seu sono para tentar acordá-la e os belos olhos castanhos se abriram e deu um sorriso genuíno em direção da loira.

– Gostou do café da manhã? – a morena perguntou ainda não se dando conta de que estava sonhando. Só quando ela se situou e viu onde estava que foi perceber que tudo tinha sido um sonho. – Eu sonhei com você. Foi um sonho tão lindo. Eu, você e Henry; nós estávamos comemorando o Natal. Houve uma troca de presentes. A árvore tão linda e lotada de presentes. E a casa estava com um brilho que há muito tempo não tinha. Eu me senti feliz ao fazer parte de uma família com você. – Regina emocionada se aconchegou ainda mais no conforto que Emma lhe oferecia. – Emma, eu te amo tanto. – disse sonolenta enquanto mais uma vez adormecia nos braços de Emma.

– Eu também te amo Regina. – sussurrou Emma enquanto deu um beijo na cabeça de Regina e voltou a dormir com a imagem de família perfeita que Regina lhe disse.

Notas finais
Gostaram do presente?? Que acharam do Natal dos sonhos da Regina??? Obrigada novamente para todos que me acompanham, e já lancei alguma coisa aí que logo se fará presente nessa fic. Algum palpite???