Playing with love
13 O encontro
Notas iniciais
Estamos em um restaurante muito bom, confortável e chique, bem cara de Dean mesmo. O lugar era realmente perfeito para um encontro. Escolhemos uma mesa no fundo pra conversarmos melhor. A mesa é redonda, com toalhas brancas e guardanapos enrolados ao lado de talheres de prata pura. Dean puxa a cadeira pra que eu sente, logo em seguida ele senta do meu lado. Ele está mesmo levando esse encontro a sério. Ele está com um sorriso nos lábios, aquele sorriso que me deixa louca, que me faz querer tirar a roupa inteira e me jogar pra cima dele.
– Nem acredito que você me deu flores. — Mudo o rumo dos meus pensamentos, porque estou ficando quente.
– Pedi dicas á alguém sobre o que fazer num encontro e me disseram que eu ganharia pontos se levasse flores. — Ele tem um sorriso convencido nos lábios . — A pessoa estava certa? -
– Com certeza você ganhou pontos por isso. — Dou risada, mas nada muito escandaloso.
– Então.. o que gosta de fazer? -
– O que?- Falo rindo.
– Ora, estamos em um encontro, as pessoas costumam falar disso. — Ele fala como se fosse óbvio. Eu paro de rir.
– Então tá... eu gosto muito de desenhar, costumava desenhar na adolescência , era um hobby, Gosto de trabalhar, apesar de ter um chefe babaca. — Lanço um olhar divertido pra ele.- Gosto de romances literários... coisas comuns — Dou de ombros.
– Você não tem nada de comum, é o que te diferencia das pessoas, você é original e eu gosto disso. — Ele pisca pra mim. O garçom chega estragando nosso momento, fazemos nossos pedidos, ele pede licença e diz que já volta com nossos pratos.
– E você Dean? Do que gosta? — Minha vez.
– De muitas coisas. -
– Não pode responder assim. -
– Porque não? — Ele fala sorrindo.
– É muito vago. Eu te contei do que gosto agora você tem que me dizer também. Tem que ser um jogo limpo. — Ergo uma sobrancelha.
– Okay. A coisa que eu mais gosto é de fazer sexo. — Quase cuspo o vinho que estava tomando. Ele olha pra mim sugestivamente e eu coro dos pés a cabeça, ele dá uma risadinha gostosa e continua. — Gosto de velejar e também gosto de trabalhar, apesar de ter uma secretária insuportável. — Rimos juntos. — Entre outras coisas.
– Só isso? não vai me contar mais? -
– Você também não me deu muita coisa Srt° Parker. — Agora é a vez dele erguer uma das sobrancelhas.
– O que mais quer saber? pergunte qualquer coisa. -
– Qualquer coisa? — Ele me pergunta como se pra ter certeza de pudesse realmente perguntar qualquer coisa.
– Sim, qualquer coisa. -
– Qual a história com a sua família? -
– Qualquer coisa menos isso. — Digo séria pra ele.
– Então promete que um dia você vai me contar.
– Um dia, quem sabe. — Dou um sorrisinho pra ele.
– Tá bom. Me conta quais eram seus sonhos quando criança. -
Dou uma risinha. — Você é a primeira pessoa pra quem vou contar, então não ria.
– Prometo. — Ele cruza os dedos
– Quando eu era criança queria ter super poderes. -
– Isso é o sonho de qualquer criança, eu também queria ter super poderes. Queria explodir a cabeça das pessoas só com o poder da mente. -
– Que tipo de criança você era? Seus pais te levavam no psiquiatra? Nenhuma criança quer explodir a cabeça de outra pessoa. -
Ele começa a rir sem parar.
– Eu não era uma criança comum. -
– Quando eu era criança eu pensava que podia mudar a cor dos sinais dos Semáforos com a mente, que um dia eu saberia flutuar e fazer chover, que o sol nascia só pra me ver acordar e que um dia eu poderia pegar o arco-iris e prender em uma garrafa. -
– Você era uma criança bem ingênua. — Ele fala rindo.
– E você uma criança psicopata. -
O garçom chega com nossas comidas. Comemos e conversamos mais um pouco.
– Nunca pensei que fosse tão agradável sair com você. -
– Eu não sou um monstro tão ruim assim. -
– é, você não é o super cretino que eu imaginei. -
– Me achava um cretino? — Ele coloca a mão na boca e faz cara de falsa indignação .
– Ainda acho. — falo divertida.
– E você não é a megera insuportável que eu achei que fosse. -
– Aunt, magoou. -
Conversamos sobre mais algumas coisa, terminamos de comer e agora estamos na sobremesa. Peço bolo de chocolate, porque amo chocolate e ele pede um de morango. Ele pega um pedaço do meu e eu um do dele e assim sucessivamente.
– Se queria comer o de chocolate porque não pediu? -
– O seu tá mais gostoso. e além do mais você também tá comendo o meu. -
– É questão de igualdade, se você come o meu eu sou obrigada a comer o seu. — Rimos e assim a noite foi indo.
Dean está me levando de volta pra casa e nunca tivemos tantos assuntos como agora.
– Quer subir? — Pergunto pra ele. Estou nervosa porque acho que sei o que vem agora.
–Achei que não me convidaria. — E dá aquele sorrisinho malicioso de que eu tanto gosto. Entramos no prédio e entramos no elevador. começo a me abanar porque o ar está realmente muito quente. Ou sou só eu?
– Tá quente né?! — Falo sem graça. E a resposta dele é um beijo. me encurrala na parede, segura meus braços acima da cabeça e me beija loucamente, eu retribuo o beijo na mesma medida. Ele desce as mão pela minha cintura, aperta minha bunda e levanta uma das minhas pernas, fazendo-a com que fique do lado de sua cintura. Eu agarro seus cabelos, passo a mão em seu tórax e me esfrego em sua ereção fazendo- o gemer. Tudo isso sem nunca parar de nos beijar. O elevador abre em nosso andar, que graças a Deus está vazio. Saímos rindo, pego minha chave na bolsa e vejo a porta do apartamento que fica em frente ao meu entre — aberta. abro a minha e antes que eu possa fechar Dean me agarra como no elevador. Me pega no colo e fecha a porta com os pés. Volta a me beijar, vai descendo pelo meu pescoço e acaricia meus seios.
Me joga no sofá e deita sobre mim arrancando meu vestido. Ele literalmente rasga a parte de cima do meu vestido e começa a beijar meu pescoço vai descendo as mãos para os meu seios e tira meu sutiã preto rendado e suga meu seio esquerdo com volúpia. Gemidos enlouquecidos saem da minha boca. Tento tirar suas roupas e me atrapalho um pouco, minhas mãos estão tremendo.
– Você é tão viciante. — Ele fala chupando o meu outo seio. — Tão gostosa e doce. — Ele mordisca meu mamilo, me fazendo arquear as costas.
Termina de tirar meu vestido e começa uma tortura me beijando inteira menos a parte que eu mais desejo. Inclino meu quadril querendo ter alguma fricção com seu membro. Finalmente consigo retirar seu paletó, sua camisa, e sua calça, ele está apenas de boxe vermelha. Também o torturo com beijos e mordidinhas por todo seu corpo, passo minha mão sobre seu membro ainda dentro da cueca. Ele geme, um gemido sensual e afrodisíaco.
Depois de mais alguns beijos e mordidas estamos completamente nus, ele esfrega seu enorme e grosso pênis na minha entrada e me penetra devagar. Como ele é muito grande ainda sinto um pouco de dor que logo é substituído por uma sensação incrível de prazer.
– Você é tão apertada. — murmura entre gemidos. — Eu gosto.
– Mais rápido Dean. — Passo minhas unhas por suas costas marcando-a.
– Seu pedido é uma ordem. — Ele começa a estocar mais rápido e mais forte fazendo com que todo seu membro se encaixe perfeitamente dentro de mim atingindo meu ponto G. sinto os indicios de um orgasmo vindo e grito quando atinjo o ápice do prazer, ele me acompanha e goza dentro de mim, posso sentir os jatos.
Ele descansa seu rosto na curvatura do meu pescoço suado. E inspira meu cheiro. Ficamos ali por alguns minutos, sussurrando palavras confusas de se entender, e logo começamos tudo outra vez.
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