Notas iniciais
Yoooooooo minnaaaaaaaaaa o/ Tudo bem com vocês? Faz um tempinho que não posto um cap, fiz o possível para escrever este aqui com todo o carinho que vocês merecem ^^. Bom, aproveitei o fim das provas para postá-lo, mas esta alegria dura pouco pois semana que vêm elas vão começar outra vez u_u. Pois é, minha escola é ligeira nesse aspecto. Antes de mais nada, darei aqui uma informação valiosa sobre o capítulo: ele contem HENTAAAIII!! Isso ae, galera!! HENTAI!!! Cenas de sexo explícito para maiores de dezoito anos. Minhas recomendações são as mesmas que dei no hentai anterior: Se você tem de 18 anos para cima e gosta do conteúdo, já está liberado para ler, se você não gosta, sugiro que pule o capítulo. Mas se você é menor de dezoito anos e tem interesse em ler... Por favor, não contem a seus pais!!! Agradecimentos: Gablychan, PunkRock, Tali Miniwa, Ravenna Morgan, UmaDoceteLouca, Marcela Abadeer, cookiecute, Fernando Zelros, Anne Hyuga, bakarayo, Alexia Vasconcellos, Ly, natsumi1406, Shirayukki, Kagome chan, Clove Mason, Raquel, FernandadDias, Drikalokinha19, Rebecka di Ângelo, Lele Di Angelo Sabaku Potter, Konata Izumi, We Love Animes, Anne Grigori, Lily, HikariBibii, Gabi Poller, Danyela haruno, Manikta, MarcyVamp, Priscila Vicentim, Nicole Saraiva, Devilluke Phantomhive, AnaLuluFann, Tiffany Stevens, Hatsune, meu amores pervertidosss, espero que gostem do capítulo :3. Kissusssss ♥♥♥ Sei que muitos já devem ter pulado as notas iniciais pra ler o tão esperado hentai (seus danadinhos hehehe ¬u¬), então vou parar de falar por aqui :P Boa leitura!!

Eu estava ofegante e com o coração bombeando rapidamente o sangue quente para todas as regiões de meu corpo, o que fazia sentir-me mais morna ainda. Estava um tanto acostumada a este negócio que queimava dentro de mim quando estava perto desordeiro. Já se tornara até mesmo habitual.

Meu instinto de hesitar qualquer tentativa de Butch de elevar os beijos a algo mais intenso tinha sumido. Deixei levar. Deixei levar como se fosse algo simples. Deixei levar como se fosse algo passageiro. Deixei levar como o vento que sopra nas manhãs de outono. Simplesmente deixei levar, aproveitando cada toque do moreno como se esta fosse a última vez que ele me tocaria assim. E não havia nada melhor do que seus toques que me levavam à loucura. Butch, em si, me levava à loucura em seus atos mais simples.

No princípio moreno não fora ousado e nem profundo, ao que parece, ele limitou-se no a um pequeno e breve roçar de lábios, o suficiente para me deixar sem reação alguma. Após uma troca de “elogios”, se submeteu a um ato mais ousado, me levando até a sua cama, deixando bem claro quais eram as suas intenções.

O som da chuva caindo do lado de fora fazia tudo ficar mais sereno, mais profundo, mais intenso. Era como se aquelas gotas batendo na janela, até deixando o ar mais frio, esquentasse nossas almas, e a cor cinza pintada pelo céu nublado, nos fizesse ter certeza de que aquilo era a coisa certa a se fazer.

Nossas línguas ansiavam por espaço da boca um do outro em movimentos jamais sentidos, a lembrança vaga vinha apenas daquela noite chuvosa depois do show do Iron Maiden, onde eu, com toda a minha “paciência”, me submeti a nos levar de volta para Townsville sem a ajuda de um GPS, e em consequência do destino acabamos tendo que parar em um motel longe de qualquer civilização, ação resultante de minha primeira vez dormindo com um homem. Em minha opinião, a única com verdadeiros sentimentos maiores do que o próprio desejo, que teria na vida além da que estava por vir.

Agora, os sentimentos daquela noite estavam de volta para invadir-me e persuadir-lhe a fazer loucuras as quais jamais pensaria estar fazendo em momento algum.

O escuro e o silêncio da casa do moreno parecia ser propício para que tudo se consumasse ali e agora, cheguei até mesmo a cogitar a possibilidade de o ambiente ter sido propositalmente alterado.

Mas quer saber?... Isso não importa. Eu preciso tê-lo novamente... Tocá-lo novamente... Senti-lo em mim novamente...

Por mais que nossos lábios dançassem suavemente um em outro, sentindo o calor do toque de suas mãos em minha nuca, e as minhas em suas costas largas, estava tudo mais difícil sem ajuda fatores externos, o nervosismo parecia ter se multiplicado monstruosamente a ponto de fazer-me relutar em meus atos por certo momento.

E ali se fez o beijo separado pela falta de ar, com os rostos ainda em uma distancia milimétrica, pude sentir sua respiração quente roçar em minha pele, enquanto tinha minha mente invadida por todos os tipos de pensamentos prós e contras. A filosofia do “Deixar levar” tinha sumido naquele instante.

Eu queria prosseguir, queria continuar pensando no “deixe levar, aproveite o momento”, mas não sabia como, agora eu havia lembrado que ainda era uma completa inexperiente naquele assunto.

— Parece tudo mais verdadeiro, de repente... – Butch sussurrou, fazendo-me arfar ainda mais.

— Eu não sei aonde isso vai dar... – Sussurro também. Fito seus olhos verdes-escuros, seu olhar era profundo, parecia querer devorar-me naquele momento. –... Butch, eu... – Parecia me perder mais em palavras toda vez que tentava pronunciar. – É diferente agora... Não sei se consigo...

Do modo mais surpreendente possível, o moreno fez-se a mais serena das criaturas e suavemente deixou sua voz ecoar por meus ouvidos atentos.

— Relaxe. Vai dar tudo certo... – Faz uma breve pausa, me olhando da forma mais serena possível. Aquilo esquentava a minha alma. – Não vou te deixar escapar desta vez.

Aquilo pareceu ter esvaziado minha mente. O silencio completo em minha mente era provocado por aqueles olhos verdes-escuros me encarando de uma pequena distancia, sendo quebrado apenas pela sensação do toque de suas mãos em minha camisa verde de botões, abrindo vagarosamente, botão por botão, sem desviar seu olhar de meu rosto corado e ofegante.

Aquele simples movimento de tirar minha primeira peça de roupa havia feito-se especial, me deixando apenas com a camisa branca sem mangas que estava por baixo da que foi retirada. Butch, por sua vez, já estava sem camisa quando eu cheguei. Ele era o tipo de pessoa com que eu gosto de conversar, gosto de admirar seus traços, e tocar sua pele suavemente, indo devagar em cada detalhe, em cada toque.

Mesmo que não fosse sua culpa ter nascido com uma pele tão perfeita, alva, doce e macia ao toque, que por sua vez exalava a fragrância natural mais atrativa possível, a junção de aquilo tudo me levava ao delírio. Fitei seu pescoço moreno e bronzeado por um tempo, tocando aquela parte da pele macia que me convidava a provar. Sendo assim, ergui minha cabeça até lá, dando um beijo e um chupão em seguida, aquilo o fez suspirar mais alto que o necessário.

Com a leveza e suavidade com que jamais tocara alguém antes, deixo meus pequenos e afinados dedos escorregarem por seu peitoral, apreciando cada momento daquele toque, aproveitando cada segundo daquela sensação única proporcionada pelo ato. Enquanto o moreno, concentrado em meu corpo, desliza a ponta de minha camisa branca para cima enquanto beija meu pescoço suavemente, dando algumas lambidas e mordidas de leve. Eu não havia percebido o quanto eu sentia saudade disso...

Entrelaçando as mãos por minha cintura, ele é surpreendido por minhas mãos o parando quando a camisa já havia ultrapassado o sutiã, segurando-o, como se ainda não tivesse certeza do que fazer, de qual caminho seguir, o do orgulho ou de me entregar ao que talvez fosse o primeiro amor verdadeiro.

Recebendo certa ajuda por parte do rapaz, ele me levanta um pouco, me ajudando vagarosamente a tirar a camisa branca de meu corpo, antes bem passada, agora toda amassada pelo tempo. Logo meu sutiã estava exposto a ele pela segunda vez, o mesmo não tirava os olhos de meus seios, afinal, ele continua sendo um pervertido. Houve uma pausa a partir dali, causado pelo silêncio do contato de nossos olhos, como se ali estivesse se iniciando mais uma das consequências de nossas escolhas. E que escolhas.

Reatando a fricção entre nossos corpos, o moreno ousa capturar a pele da curvatura de meu pescoço com os lábios novamente, dessa vez, de forma doce e ao mesmo tempo tentadora, percorrendo ali seu caminho, degustando cada centímetro de minha pele sensível, que alertava arrepios a cada beijo que ele dava ali. Era como se aquele momento pedisse que o tempo parasse, junto com nossas mentes extasiadas, apagadas, longe de qualquer pensamento, concentrados apenas na sincronia daquele contato tentador.

Fecho os olhos e solto o ar de forma a deixar escapar alguns gemidos abafados, palavras desconexas, algumas vezes até mesmo o próprio nome do moreno saía das minhas cordas vocais de modo involuntário. Ali ele realizara o quanto deixar-se ser controlada podia ser bom.

Agora o objetivo de seus lábios finos e habilidosos se tornara meu peito, o que estranhamente não me fez hesitar, muito pelo contrário. Antes que o próprio Butch tomasse essa atitude, me submeto a tirar meu próprio sutiã, deixando expostos meus seios. Ele se surpreendeu com o meu ato, provavelmente deve até achar que eu fiquei maluca, mas não me importei com isso. Queria apenas que ele prosseguisse com seus instintos e mostrasse quais eram suas intenções.

Ele puxa meu corpo para perto de si, segurando minhas coxas até a suas para que eu sentasse em seu colo, juntei mais nossos corpos com as pernas entrelaçadas em suas costas. Iniciamos ali uma série de beijos desesperados, nossas bocas estavam sedentas uma pela outra, de tal forma que nunca esteve em tão perfeita sincronia. O moreno desliza as mãos por minha cintura, sobe um pouco e aperta meus seios com cuidado, me fazendo soltar um gemido. Ah, merda... Aquela sensação está voltando.

Cortando o contato com os seios, abaixa as mãos até minha cintura novamente, deslizando até as coxas, onde dá mais um aperto. Aquilo me estimulava em todos os sentidos. Em resposta a seu ato, dou-lhe uma mordida leve na orelha, seu lugar mais sensível, fazendo ele se contorcer um pouco. Hehe, provocar esse cara é divertido. Em seguida, lhe dou um leve arranhão na nuca, ele rosna em resposta, como se algo nele tivesse acordado.

— Ha... – Geme ele. Ele pega na minha nuca, aproximando nossos rostos e me beijando. Sinto sua língua rapidamente adentrar à minha boca e roçar na minha. Agarro os cabelos da sua nuca, e ele aperta ainda mais seu corpo contra o meu.

Puxa meu lábio inferior com os dentes e os chupa em seguida, me fazendo revirar os olhos de prazer. Ele beija bem demais...

Ele aperta minha bunda por cima da calça jeans, e eu solto um gemido. Prenso meus seios contra seu peito, e ele intensifica ainda mais o beijo, mandando arrepios para meu corpo. Aperto as pernas na tentativa de conter a contração na minha intimidade, que sinto pulsando de excitação.

Sinto sua ereção me cutucar, o que quase me dá um ataque de nervosismo.

— Butch... Não fique tão duro, seu idiota. – Murmuro entre o beijo. Ele dá uma mordida no meu pescoço.

— Não posso evitar... – Responde, me beijando profundamente.

Enrola sua língua na minha, e eu quase perco a força nas pernas. Sua mãos continuam a deslizar por minha pele de modo cauteloso e tentador. Sinto Butch me deitar novamente em seu travesseiro, de modo que ficasse por cima de mim, assim como fez naquela noite no motel.

Puxo sua cabeça para baixo, mordendo seu lábio inferior e buscando sua língua. Ambos sorríamos maliciosamente um para o outro, coisa que não costumávamos fazer. Aperto ainda mais sua cintura com as pernas, o puxando para mais perto. Ele rosna novamente. Que posição é essa!? E eu estou quase nua! De onde vem essa coragem? Ah, se bem que eu não consigo pensar direito, mesmo...

Seus dedos habilidosos pousam no botão de minha calça, desabotoando-o com a maior facilidade do mundo. Antes que eu desse conta, ele já estava puxando minha calça para baixo enquanto me beijava pela extensão da barriga. Eu estava completamente entregue. Tirando a penúltima peça de roupa, ele volta a meu rosto, mordendo meu lábio inferior. Outro beijo profundo fora iniciado.

Suas mãos apalpam minhas coxas, e sobem pela barriga. Seu simples toque quase me faz arquear as costas de prazer. Subindo mais um pouco, pousa uma das mãos sobre um dos seios. Meu rosto fica quente de vergonha, mas o prazer é muito maior. Apalpa um pouco, e eu arranho sua nuca com as unhas, fazendo um enorme esforço para não gritar.

A outra mão vai descendo pela barriga. Pousa-a na parte de dentro da minha coxa, perto da virilha. Me separo de sua boca, buscando um pouco de ar. Levanta meu queixo e dá um chupão forte em meu pescoço.

— B-Butch... – Seguro sua cabeça com as mãos, mas não consigo fazer quase nada. – Desse jeito... Eu vou ficar marcada, seu burro... – Falo, arfando.

— E eu quero que fique. – Diz com a maior cara de pau possível. – Você é minha. Só minha.

— Ei! E quem disse... – Estava prestes a soltar uma reclamação daquelas, mas ele toca na minha intimidade com os dedos, e eu cerro os dentes para não gemer muito alto.

— Nossa... Você está muito molhada... – Murmura. Facilmente, desliza dois dedos dentro de mim, e com o polegar, roça meu clitóris. Eu estava quase surtando por dentro.

— Bu... Tch! – Gemo alto, sem me importar se alguém ouviria. Ele tampa minha boca com a mão, e faz movimentos de entrada de saída com os dedos dentro de mim. – Ah...

— Você gosta disso? – Pergunta. Olho para seu rosto, que parece sincero em sua palavras.

Apenas assinto, e ele intensifica os movimentos. Uma onda de prazer percorre meu corpo, causando espasmos de arrepios intensos. Quando estou quase lá, ele tira, me beijando com muito desejo. Sinto sua ereção em minha intimidade, e solto outro gemido. Percebo que eu estava em desvantagem pois ele ainda não havia sequer tirado suas calças.

— Butch... Tira a calça? – Peço. Eles assente e abaixa a roupa, ficando só de cueca. Não tenho tempo para admirar nada, pois ele tampa minha boca com seus lábios quentes.

Continua esfregando sua ereção no meio das minhas pernas, e eu solto um gemido alto.

— Mmm... – Gemo, no meio do beijo.

Em um surto de coragem, desço minha mão esquerda por seu tórax, tocando o cós de sua cueca. Desço um pouco mais e todo seu membro sobre a cueca.

— Você não precisa se forçar a isso, Bc... – Murmura, com o rosto um pouco vermelho. Aperto-o sobre a cueca, e ele geme. Uau. Está muito duro! Isso deve até doer!!

Abaixo sua cueca, que cai em seus pés. Solto um risinho irônico. Ele estranha.

— Quem está em desvantagem agora, hãn? – Pergunto, brincando com a situação.

— Cala a boca. – Ele ri junto comigo, segurando meu rosto para que continuasse com os beijos.

Juntando coragem, olho para baixo, tendo pela primeira vez a visão de seu membro exposto. Aquilo, por mais estranho que isso soe, não foi desconfortável de se admirar, afinal, é só mais uma parte do corpo dele. Coloco a mão em cima, fazendo movimentos. Ele me beija mais, enrolando a língua na minha.

Desce beijos por meu pescoço enquanto o agrado “lá embaixo”. Se curva para frente, e sua boca se fecha em meu seio direito. Seus quadris se esfregam em mim, e eu me sinto muito, muito quente. Sua mão direita apalpa o outro seio, e seu polegar esfrega o bico, enquanto a boca faz os mesmo movimentos no outro, só que chupadas e algumas mordidas fracas.

— Aaah! – Gemo, rebolando contra seu quadril. Seu cheiro fica cada vez mais forte, me deixando maluca.

Solta meus peitos, abraçando minha cintura e colocando o rosto entre eles. Sobe beijos até meu ombro. Ao me envolver naquilo, acabo soltando seu membro, mas ele parece ter gostado de meu ato improvisado, pois me retribuiu com o melhor que tinha para oferecer.

Chega bem perto de meu rosto, como se fosse me beijar, mas desvia e sinto sua língua fazer um carinho no lóbulo da minha orelha esquerda. Dá um mordida leve na parte de cima.

— Ah... Que bom... – Murmuro, segurando seus cabelos.

Ele chega para trás, descendo beijos por minha barriga, até o umbigo. Chegando mais para trás ainda, dobra um pouco minha perna, deixando beijos do pé até o meio da coxa. Merda... Ele vai fazer aquilo de novo!

Retira minha calcinha fina com cuidado, deslizando-a por minhas pernas até que ambos estivéssemos nus.

Passa a língua até minha virilha, e eu tampo a boca com as duas mãos para não gritar. Fecho os olhos com força. Põe minhas pernas em seus ombros, ficando com o rosto bem ali. Que coisa vergonhosa!!

— Você é tão linda... – Murmura. Sua língua encosta em minha intimidade, lambendo-a sem dó. Mordo meu dedo, tentando conter gritos. Chupa minha intimidade, e eu contorço meu corpo. Fecho minhas pernas, apertando seu rosto. Sinto minha intimidade se contorcer ainda mais quando sua língua me penetra.

Tiro as mãos do rosto, pousando-as em seu cabelo. Não consigo fechar minha boca, porém ele parece bem controlado. Passa os dente naquela região, e aí... Eu gozo. O segundo orgasmo de minha vida, trazendo consigo uma sensação diferente da última vez. Nem sei dizer qual foi o melhor.

Em um breve pensamento e num surto de coragem, inverto as posições, ficando por cima dele. Agora eu estava sendo a misteriosa da vez, fazendo-o tirar suas conclusões do que eu pretendia fazer. Lhe dei beijos do pescoço até seu umbigo, arrastando a boca até lá em movimentos lentos. Ele suspirava, rosnava e soltava alguns gemidos, ainda sem entender o motivo de tudo aquilo.

Dou de cara com seu membro mais uma vez, só que agora, mais perto. De certa forma, agora aquilo estava começando a ficar vergonhoso demais até para ele. Fico alguns segundos sem dizer ou fazer nada, apenas tomo coragem para realizar o que pretendia naquele momento.

— O que vai fazer?... – Pergunta curioso, pondo a mão em meu ombro.

O olho nos olhos profundamente e suspiro, tomo a atenção para seu membro mais uma vez, o segurando com uma força moderada, fazendo-o gemer. Ele fez eu me sentir bem... Agora é a minha vez de retribuí-lo, mesmo que esta seja a coisa mais vergonhosa do mundo.

Seguro com mais força, apertando-o. Ele fecha os olhos com força. Movo as mãos, fazendo movimentos. Nunca em minha vida me imaginei masturbando uma pessoa. Mas... Eu faço tudo por esse garoto de qualquer maneira.

— Haa... – Geme, rouco. Põe sua mão sobre a minha, e eu aperto seu membro. Altero um pouco o ritmo, fazendo um pouco mais rápido e depois lentamente novamente. – Você é boa nisso...

— Obrigada... Eu acho... – Respondo, com vergonha.

Ele se senta junto comigo enquanto eu intensifico os movimentos. Quando sinto que ele está quase em seu limite, paro, queria que deixasse o melhor para o final. Pega meus cabelos, trazendo meu rosto para milímetros do seu. Sua língua encosta em meus lábios, que eu entreabro, dando passagem.

Quando estou sem ar, começo a beijar seu pescoço, passando por seu peito e barriga, fico de cara com seu membro mais uma vez, consciente do que estava prestes a fazer. Ele também parecia ter percebido.

— Por que você quer fazer isso? – Pergunta, olhando para baixo. Eu olho para cima, e nosso contato visual é inevitável.

— Por quê...? — pergunto. Ele assente. Ah, eu sabia que ele iria hesitar se eu o fizesse.— Porque eu te amo, Butch.

Encosto a boca na glande. Vamos lá, Buttercup. Essa é a primeira que você vai ter que fazer isso. É só pensar que ele está se sentindo bem. Ponho a língua para fora, fechando os olhos e segurando o membro com a mão direita.

Deslizo minha língua por toda extensão, e ele suspira fortemente. Abro a boca, dando espaço para colocar o membro mais para dentro. Inclino a cabeça um pouco para frente, e sinto-o batendo nos limites da minha boca. Merda. Não tem mais espaço.

Tiro seu membro da minha boca, colocando-o de volta. Começo a chupá-lo com força, e ele geme um pouco mais alto. Roço os dentes, e ele infiltra os dedos em meu cabelo, forçando minha cabeça para frente e mexendo os quadris. Nossa! Ele nunca ficou desse jeito antes! E isso é tão... Sem vergonha!

— Haa... Buttercup... – Murmura, olhando para mim. – Sei que não é o momento pra isso... Mas estou tendo uma visão completamente erótica agora...

Retiro seu membro de minha boca, achando aquilo um tanto irônico, tanto a ponto de me fazer rir até num momento como aqueles.

— Você é um tarado incorrigível. – Digo, ambos rimos da situação.

Butch olha no fundo de meus olhos, segura meu rosto com as duas mãos e um sorriso sereno no rosto, analisando cada detalhe de mim. Suspira.

— Você é perfeita... – Diz, me pegando de surpresa, fazendo-me corar mais do que já estava. Seu olhar pleno não mudava nem por um segundo. –... Como pude não ver em tanto tempo...

Com o coração palpitando com suas palavras, me levanto e beijo-o, agarrando seus cabelos. Ele aperta minha bunda com força, fazendo-me gemer alto. Seus dedos entram em minha intimidade, completamente molhada pelo último toque que ele me dera.

— B-Butch... – Sussurro em seu ouvido no meio de um gemido. – Por favor... Senão vou gozar de novo...

Ele me faz sentar em seu colo novamente e adentra a língua na minha boca. Segura seu pênis e direciona para o lugar certo.

Com a mão direita ele posiciona o membro em mim, entrando bem devagar. Sinto-me preenchida, e agarro seu corpo, me contraindo fortemente. Suspiro, sentindo seu cheiro em minhas narinas. Travo meus pés às suas costas mais uma vez.

— Você é... Muito apertada... – Murmura, mais para si mesmo do que para mim.

— Ah... E isso é bom? – Pergunto, gemendo um pouco.

— Mais do que bom. É excelente. – Responde, e sai quase todo de dentro de mim, entrando com força em seguida. Solto um grito de prazer, sentindo minhas paredes íntimas levarem um susto. Caralho! Assim eu vou enlouquecer!

Ele faz de novo, seus quadris batendo com força em mim. Arranho sua pele com as unhas e arqueio as costas com o prazer que me atinge a cada estocada.

Sua boca cobre um dos meus seios, e eu seguro seus cabelos, quase arrancando alguns fios. Ele solta gemidos roucos, que me excitam mais ainda. Sobe por meu pescoço, passando sua língua no caminho. Encosta sua bochecha na minha, prendendo o lóbulo da minha orelha nos dentes.

Seu pescoço branco está completamente à mostra. Dou uma mordida e um chupão forte, gemendo por suas investidas terem ficado mais rápidas e fortes. Entra e sai cada vez mais rápido, e sinto que estou perto. Seguro seu pescoço com uma força moderada.

Ele altera ritmos entre as investidas, e eu me pego ansiando por mais e mais.

— Mais rápido... – Peço.

— Como quiser, minha princesa. – Murmura, e fica cada vez mais rápido. Eu quase grito de prazer, e sinto algo quente e molhado no meu rosto. Merda! Eu estou chorando outra vez! Por que isso sempre acontece? Mas ele é muito bom!

— Butch... Estou quase! – Aviso. Ele faz ainda mais forte.

— Venha, Buttercup. – Murmura, estocando mais rápido. Eu gozo, tendo, sem sombra de dúvidas, o terceiro e melhor orgasmo da minha vida.

Com mais algumas estocadas, Butch sai inteiro de dentro de mim e goza na própria mão, assim como fez da última vez. Eu sábia muito bem porque ele fazia aquilo: Para evitar uma pequena “surpresinha” que poderíamos receber em nove meses.

Minha respiração está toda desregulada. Respiro com dificuldade. Ainda abraçados, ambos desabamos sobre a cama. Eu fiquei de barriga para cima, e ele, deitado sobre seu corpo, o rosto ficou escondido na curva de meu pescoço. A exaustão e a satisfação me impediam de reclamar do peso dele sobre mim. Sentir o calor da pele de Butch contra a minha era tudo o que mais queria naquele momento único. Em completo silêncio, quebrado apenas pelas nossas respirações ofegantes, ficamos por alguns minutos trocando carícias preguiçosas. Eu o acariciava em suas costas largas e suadas com as pontas dos dedos, enquanto ele beijava me carinhosamente meu pescoço, meu rosto. Toda aquela delicadeza vinda dele contribuía para que tudo ficasse ainda mais perfeito.

A pequena brisa fria da chuva batia contra nossos corpos nus e praticamente em chamas. Afinal, não tem como não ficar quente depois do que fizemos. Um sorriso irônico brota em meu rosto, irrelevante em onde as coisas começaram, e onde vieram parar. Tudo o que vivemos até agora fora da forma mais irônica possível.

Solto um risinho involuntário.

Definitivamente... Somos o casal mais estranho e pervertido que já vi.

— Eu tô exausto. – Comenta, quebrando um pouco o silêncio. – Como se sente?

— Bem... – Respondo, com a voz um pouco rouca. – Muito bem...

O silêncio volta a reinar enquanto a troca de carícias continuava. O friozinho, a cor acinzentada que tomou o quarto, o silêncio confortante, a troca de carícias deliciosa e a exaustão se uniram, gerando um sono maior do que eu. Meus olhos foram fechando aos poucos, enquanto eu aproveitava aquele momento perfeito a cada segundo.

Quando ambos estávamos quase no mundo dos sonhos, com os olhos fechados, sinto Butch se aproximar vagarosamente de minha orelha, deu um beijo carinhoso no lóbulo, depois sussurrou algo um tanto fora do comum para ele.

E foi isso o que me chamou mais a atenção.

— Obrigado... – Esta palavra abriu as portas para que eu dormisse. Antes que apagasse por completo, pude ouvir uma última frase.

Não sei se foi um devaneio. Não sei se foi parte de um sonho. Só sei que eu daria tudo para ouvir aquilo de novo.

— Eu te amo... Super-Poderosa...

*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

Tudo estava escuro quando abri os olhos, ainda tentei focar a imagem do quarto após acordar do que parece ter sido um dos melhores sonhos de minha vida. Um sonho em que tudo estava em paz, tranquilidade. Um sonho em que eu pude me ver com Butch sem problemas familiares, brigas constantes entre nós dois, e uma série de mensagens anônimas enviadas por meu ex-namorado. Bem que eu gostaria de viver esse sonho, mas tive que voltar para a realidade numa questão de curto tempo.

Pude finalmente focar minha visão, enxergando os traços do quarto escuro, tendo uma noção melhor do ambiente. Minhas roupas jogadas no chão, e o garoto deitado em cima de mim denunciavam o que havia acontecido ali. Me lembrando aos poucos, fui corando rapidamente. Então... Nós fizemos...

A porta do quarto estava fechada, mas dava para ver que o lado de fora estava iluminado, sinal de que não éramos mais os únicos da casa. Primeiramente, não me importei com tal fato. Estava mais preocupada com o tempo.

Olho para o lado, tendo a visão do relógio que ficava em cima da cabeceira ao lado da cama. Nele apontavam 23:42 horas, o que me fez entrar em desespero logo de cara. Merda, merda, merda!! O Professor já deve estar arrancando os cabelos a essa hora!! Cuidadosamente, impedindo ao máximo possível que ele acordasse, o retiro de cima de mim, colocando-o a meu lado e o cobrindo com o cobertor. Me levanto da cama devagar, me espreguiçando em seguida, pego minha roupa espalhada na cama e no chão, me vestindo de volta.

As lembranças de tudo o que fizemos fazia minha cabeça girar, aquilo de certa forma era uma sensação boa e confortante, até desabrochava alguns sorrisinhos alegres no rosto sem perceber.

Quando já estou toda vestida, vou em direção a porta sem olhar para trás. Se eu olhar... Não vou conseguir mais sair.

— Buttercup... – Ouço. Aquilo foi o suficiente para eu não resistir e olhar para trás.

Butch ainda estava com os olhos fechados, tateando a cama querendo achar o meu corpo. Algo em mim parecia gritar para que eu voltasse para a cama e continuasse ali, abraçada com ele. Mas se eu o fizesse, não sairia de novo e a confusão com o Professor seria maior ainda. Argh! Porque o Professor tinha que ser tão super-protetor?! Se eu não voltar pra casa, é capaz dele chamar o FBI pra ir me procurar.

Seguido de um suspiro, caminho até a cama novamente, me agachando até ele lentamente, seguro em seu rosto, alisando-o, colocando seu cabelo para atrás da orelha.

— Eu estou aqui, meu amor. – Respondo a seu chamado. Lhe dou um beijo carinhoso na bochecha, posso vê-lo liberar um sorriso. Suspiro mais uma vez. – Mas... Mas eu preciso ir agora.

— Não vai não. – Pede, ainda de olhos fechados. Ele deve estar exausto. — Fica aqui comigo... Dorme comigo essa noite.

Por mais que seu pedido fosse tentador, tive que recusar.

— Eu não posso, Butch. Meu pai deve estar aos prantos me esperando, e...

— Se é assim... – Ele me interrompe. Posso vê-lo abrir os olhos e se sentar um pouco na cama, olha profundamente em meus olhos, fazendo meus batimentos cardíacos acelerarem. – Posso pedir um último beijo?

Eu assinto me viro, inclinando-me em direção à ele. Nos beijamos calmamente e amorosamente. Com o tempo, estou percebendo que nossos beijos estão bem mais profundos do que antes. Depois de um tempo trocando carícias, conseguimos separar nossos lábios, dando enfim a despedida adequada. Indo em direção a porta, sou interrompida por sua voz mais uma vez.

— Espera. Antes que eu me esqueça... – Ele começa, me fazendo olhar para trás. Posso vê-lo com os olhos fechados novamente e um sorriso no rosto. – Você não me deve mais nada.

— Como? – Pergunto, confusa.

— Aquele dinheiro que você está me devendo. Aquele que prometeu me dar se eu te ajudasse a escapar daqueles caras em Las Vegas. – Diz, me fazendo lembrar. Nossa, já tinha até me esquecido dessa dívida.— Não precisa pagar nada. Afinal... Eu não preciso mais dele. E além do mais, você é a minha namorada.

Sua última frase quase me fez dar um pulo de surpresa.

— Eu sou a sua o que? – Pergunto, curiosa, e um tanto corada. – Nós... Somos namorados?

— Acho que sim... Não somos?

Solto um risinho irônico, voltando a olhar para o meu caminho.

— Vou pensar no seu caso.

Saio do quarto sem olhar para trás, fechando a porta em seguida. Suspiro.

Caminho pelo corredor da casa, as luzes do corredor estavam acesas enquanto as da sala estavam desligadas, porém ninguém circulava. Me deparo com Brick dormindo no sofá com a televisão ligada, ao lado dele estavam seis latas de cerveja usadas, e o mesmo fedia como nunca. Será que esses meninos não tomam banho?

Cubro o corpo do ruivo com um cobertor que estava ali perto e desligo a televisão para que ele ficasse mais confortável ao dormir. Não vi sinal de Boomer pela casa, mas nem dei muita atenção a isso. Finalmente pude sair dali e ir em direção de minha própria casa.

Voou pelo céu escuro da cidade de Townsville, já era quase meia noite, e o louco tempo do verão, de repente, esquentou como se aquela cidade fosse um forno. Chegando lá, percebo que as luzes estavam todas acesas, algo não muito comum de se ver numa hora dessas. Oh merda, o Professor já deve ter arrancado todo o cabelo.

Juntando minha coragem, pouso no chão e abro a porta de casa sem hesitar. Sou recebida com um dos abraços mais apertados que já recebera.

— BUTTERCUP, GRAÇAS A DEUS VOCÊ ESTÁ BEM! ESTAVA TÃO PREOCUPADO, PENSEI QUE TIVESSE SIDO ROUBADA, SEQUESTRADA, ASSASSINADA! OH, MEU DEUS, QUE BOM TE TER DE VOLTA!! – O Professor fazia o maior escândalo em meus braços, apertando-me com mais força a cada vírgula. Peço por ar e ele me solta um pouco, segurando em meu ombro enquanto analisa se estou machucada em alguma parte do corpo. – Faz ideia de que horas são, mocinha?! Eu liguei para a casa da Amy, e a mãe dela disse que você não estava lá. Você não atendia o celular, então comecei a pensar coisas terríveis, e...

— Calma, Professor. – O tranquilizo, segurando em seu rosto. – Eu tô bem. Afinal, eu cheguei, não cheguei?

Ele suspira aliviado, colocando a mão no próprio peito. Depois põe um olhar mais sério no rosto, como se estivesse pronto para dar uma reclamação.

— Afinal, por onde você esteve até tão tarde, hein?!

Depois de tudo o que havia acontecido, não seria capaz de mentir. Eu estava cansada de mentir o tempo todo. O Professor tinha o direito de saber por onde eu me metera. Respiro fundo, criando coragem.

— Eu... Estava com Butch.

Ele me encara meio torto, confuso.

— Butch? Quem é Butch?

Faço uma breve pausa, fazendo essa mesma pergunta para mim mesma. Um sorrisinho involuntário brota em meu rosto, assim como coro sem hesitação.

— Meu namorado... Eu acho...

Continua...

Notas finais
Entãããããããooooo... Ficou um desastre como eu penso que ficou? Deixem seus comentários, critiquem ou elogiem da forma que quiserem ^^. Espero que tenham gostado desse capítulo, e me perdoem a demora para postá-lo u.u Não tenho prévia para quando sairá o próximo pois ainda tenho que organizar mais o que acontecerá daqui para frente, pois a fic já está encaminhando para a reta final. Sim meu amores, PWF está quase em seu fim T^T... Mas não se preocupem!! Me esforçarei para que os próximos capítulos valham por mil, afinal, ainda descobriremos e aprenderemos muitas coisas com esses personagens tão queridos. Alegrias e ao mesmo tempo decepções tomarão conta da fic a partir de agora. Bom, o que eu posso dizer agora é... Até o capítulo 22 o/ Kissus ♥