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1 Capítulo 1 - Prólogo


Notas iniciais
Aloohaaaaaaa! Oii gente xD Eu tive essa ideia e PRECISEI postar depois de assistir alguns filmes que envolviam o casal Stasha ♥ Espero muuuiitoooo que gostem!

Boa Leitura 8)

Enjooooyyy

''Sentindo o meu caminho em meio à escuridão, guiado pela batida de um coração. Não sei dizer onde a jornada vai acabar, mas sei onde começar''

Avicci — Wake Me Up

Base da HYDRA –Dietzenbach, Alemanha – 03h58min A.M.

P.O.V Capitão América

- Tony, eu cuido desses – afirma Natasha pelo comunicador. A ruiva atira em dois inimigos na região do tórax e derruba o outro com um chute no peito – A barra ta limpa. Cuidem da entrada

- Entendido – responde Thor, saindo da mata e revelando suas posições junto com o Gavião Arqueiro, rumo à entrada da base da HYDRA, que estava sob forte vigilância.

Um combate intenso começou. O Homem de Ferro se defendia e atacava como conseguia com a sua armadura, enquanto Natasha travava uma batalha contra quatro agentes. Hulk tentava quebrar a porta principal para entrarmos, enquanto Clint e Thor lhe davam cobertura.

Percebendo a dificuldade da agente Romanoff, corri para ajudá-la. No exato momento em que foi lançada uma bala contra a Viúva Negra, me joguei em cima dela derrubando nós dois. Caí por cima de Natasha, com os nossos rostos em uma distância considerada extremamente curta. O tempo pareceu parar e tudo ao nosso redor se movia de forma mais lenta, estava preso naqueles olhos. Depois de uns sete segundos, me afastei um pouco e utilizei meu escudo para nos protegermos. Ela apenas utilizou seu sarcasmo:

- Está melhorando, Capitão – deu uma risadinha e se levantou rapidamente, encarando os agentes e ficando protegida pelo meu escudo. Ouvi o seu grito – VAI!

Nesse momento, me virei e lancei o escudo atingindo dois inimigos, enquanto Natasha havia atirado na região próxima ao ombro de um e aplicava uma chave de braço em outro. Nos levantamos e seguimos em direção a Thor, Clint e Hulk, que tinham conseguido abrir a porta principal. Tony abria passagem para mim e Romanoff. Tínhamos que ser rápidos, mais agentes estavam chegando para impedir-nos. Continuamos correndo o mais rápido possível, atravessando o mar de corpos feridos e mortos que se espalhavam pelo chão. Eu estava com o escudo em minhas costas e Natasha estava a minha frente, correndo, até que eu vi ela.

Paralisei no mesmo momento em que a vi. A mulher que eu amei durante toda a minha vida estava ali, atirando contra nós. Peggy Carter. Tudo havia parado. Os sons dos tiros saíam abafados e lentos, tudo estava devagar. Eu percebia que Romanoff gritava e tentava me puxar, mas eu não conseguia me mover.

Como era possível depois de tantos anos, ela estar a 14 metros de distância de mim, linda como sempre, agora muito mais sagaz e esbelta. Pelos meus cálculos se ela não estivesse morta, estaria muito velha, prestes a morrer. E foi então que nossos olhares se cruzaram. Ela deu um sorriso cínico e atirou. Senti meu braço esquerdo amortecer, mas não consegui gritar. Despertei do meu transe com Natasha gritando:

- ELE ESTÁ FERIDO! STEVE, OLHA PRA MIM – Ela puxou delicadamente o meu rosto e fez eu olhar naqueles olhos verdes. O que consegui ouvir após isso foi uma explosão. Imediatamente me joguei no chão levando Natasha comigo, a protegendo em meu escudo – Você está bem? Ficou parado no meio de fogo cruzado por três minutos! Você podia ter morrido!

- Eu estou bem. Dê cobertura a Stark, enquanto eu entro e pego a arma – fui me levantando e a auxiliei a se levantar. Gentilmente segurou minha mão e se levantou

- Você está louco? Não pode entrar sozinho! É suicida! – ela gesticulava enquanto corríamos

- Não. Thor e os outros precisam de ajuda. Eu entro lá. É uma ordem, Natasha – eu precisava entrar lá e descobrir se realmente era Peggy ou se eu realmente estou ficando louco, o gelo deve ter afetado meu cérebro.

- Desde quando me dá ordens, Capitão? – perguntou impaciente. EU já estava impaciente pata ter que ouvi-la

- Desde agora – a segurei pela cintura e a joguei em um dos carros da S.H.I.E.L.D. que passavam ao nosso lado indo em direção aos outros para ajudá-los

Corri o mais rápido que pude sem olhar para trás onde eu teria certeza que um par de olhos com raiva estariam me olhando. Desviei das investidas dos inimigos e me protegi dos tiros. Entrei correndo; enquanto passava pela porta principal, só consegui ler da boca do Clint: Toma cuidado. Continuei correndo, parando apenas para lutar contra os guardas que tentavam me impedir de avançar. Eu estava numa adrenalina, nunca fiquei assim.

O último guarda que derrubei foi o que restava para poder entrar no laboratório. Peguei o armamento, mas tinha mais um obstáculo que me impedia de sair: Peggy. Ela veio caminhando em minha direção:

- Procurando por algo, Steve? – perguntou ela com um sorriso

- Peggy! Lembra de mim? Senti muito sua falta – eu havia largado o escudo e fui em direção a ela, com a intenção de um abraço. Ela correspondeu e logo tratou de responder

- Claro que lembro! Não sabe a falta que me fez também! – ela me apertava forte

- O que está fazendo aqui? Como está assim? Você não deveria estar com essa aparência – perguntei confuso

- Não gostou, Capitão? – sussurrou a última palavra de forma sedutora em meu ouvido, fazendo meus músculos tencionarem. Percebendo minha tensão, ela continuou – Senti tanto sua falta...

Meu comunicador vibrava com todos pedindo sobre minha situação e posição atual, mas eu não queria interromper o momento que finalmente tinha com a mulher que eu amava e sempre amei.

- Peggy... Eu pensei que nunca mais nos veríamos! Não sabe a tristeza que me causou... – eu segurava as lágrimas, impedindo-as de cair

- Mas agora eu estou aqui e irei te ajudar a sair, vem cá – ela me puxou lentamente, roçando nossos lábios – Me entregue a arma, Steve. Eu lhe ajudarei...

Entreguei a arma a ela, cego de amor, não imaginando a burrice que havia cometido. Após ter a arma em suas mãos, Peggy me empurrou, me fazendo cair e apontando um revólver em minha direção:

- Peggy... O que está fazendo? – perguntei sem entender

- Tolinho... Achou mesmo que iria entrar assim na H.Y.D.R.A., roubar nossa mais preciosa arma e sair daqui comigo em seus braços? – ela soltou uma risada irônica, me encarando

- Mas por quê? O que eu te fiz? – continuava sem entender. Me levantei, com o escudo em minhas mãos, pronto para qualquer reação

- Você me abandonou! Não voltou como prometeu que voltaria! E matou meu grande amor durante a guerra! Quer mais algum motivo? – ela gritava e me olhava com desprezo

- Mas Peggy... Eu não sabia! Eu precisava salvar aquelas pessoas! Por que se juntou a H.Y.D.R.A.? – continuava não entendendo

- Porque aqui eles me ofereceram poder! Coisa que nunca consegui ao seu lado – ela sorria irônica

- Anda Peggy, me devolva a arma, não quero te machucar – eu torcia muito pra não ter que lutar com ela, porque não conseguiria

- Acha mesmo que vou te devolver? Vem buscar – ela estava me ameaçando

- Peggy, eu não quero e não tenho coragem de te machucar – agora as lágrimas já caíam. Stark me incomodava pelo comunicador e resolvi jogá-lo longe

- MAS TEVE CORAGEM DE MATAR ELE! – ela investiu contra mim

Eu não conseguia revidar, ela é a mulher que sempre amei. Só sentia os socos que levava e o sangue escorrendo do meu rosto. Eu não tinha coragem de revidar, estava caído no chão com as costas levemente apoiadas na parede, enquanto ela estava por cima de mim me socando.

- Peggy... – sussurrei tão baixo que creio que apenas eu escutei. Se ela não parasse, ficaria inconsciente – Para!

- Larga ele! – gritou Romanoff, correndo em nossa direção. Fiquei surpreso ao vê-la e agradeci mentalmente por ter chegado.

Agora as duas batalhavam de maneira intensa; Peggy tinha uma leve vantagem. Me senti culpado por não conseguir ajudar Natasha, mas eu estava tão confuso, tudo girava e a dor em meu corpo estava se tornando insuportável. Resolvi criar forças e me levantar ao ver Natasha no chão, perdendo a luta. Ela estava nesse estado por minha culpa. Levantei-me e a protegi, empurrando Peggy para trás e segurando Romanoff em meu colo. Peggy investiu contra mim, mas a derrubei novamente no chão e saí correndo o mais rápido que pude com Natasha em meus braços e o escudo em minhas costas. Ela me apertava, temendo que eu fosse soltá-la. Estávamos quase saindo, quando Romanoff sussurra:

- Tony mandou dizer que está nos esperando no jato – ela se aconchega mais no meu peito, já derrotada e ferida. No seu rosto havia sangue seco, principalmente em seus lábios e nariz.

- Entendido – continuei correndo, tirando forças de algum lugar desconhecido de mim, talvez da mulher que estava em meus braços.

Em menos de cinco minutos cheguei à nave. Todos estavam nos esperando sentados e ansiosos por nós:

- Não perde tempo, Capitão – comentou Tony com um sorriso malicioso nos lábios. Ignorei o comentário

- Ela está muito ferida, vamos logo – sentei em uma das cabines do jatinho com a agente em meus braços. Ela dormia tranquilamente, quando chamaram todos para se reunir na ‘’sala’’ da aeronave.

- Nat... Estão nos chamando – falei, remexendo ela um pouco do meu colo.

- Ta – não esperava outra resposta da ruiva, que sempre foi fria com todos. Ela se levantou rapidamente, fazendo uma cara de dor

- Cuidado, você ta bem machucada – me levantei também

- Já estive em situações piores – ela saiu andando, indo para o local combinado

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- E então, picolé... Cadê a arma? – Stark perguntou. Fiquei tenso, imaginando a reação deles quando contasse

- Eu... – respirei fundo tentando continuar. Não podia falar de Peggy

- Desembucha! – exclamou Thor

- Eu falhei – percebi as expressões de espanto e confusão de todos

- Como assim, falhou? – pediu Clint

- Eu não consegui. Quer dizer, eu consegui entrar, pegar a arma, mas depois não consegui sair. Como podem ver pelo meu estado físico, eu tentei, só que não consegui – mentir não é uma coisa que o Capitão América faria, porém foi necessário

- O Capitão tem razão. Fui tentar auxiliá-lo, mas os agentes nos cercaram e só conseguimos sair – Natasha confirmou a mentira. Não sei o motivo de ela ter mentido também, então apenas agradecerei mais tarde

- Por que fugiram? Deveriam ter concluído a missão! Perdemos vinte e dois agentes nessa ‘’brincadeirinha’’ de hoje! – Stark reclamava irritado. Banner apenas assistia a tudo calado, mas era perceptível sua decepção

- Por que se não fugíssemos nós iríamos morrer! Eu fui baleado, minha cara ta esfarrapada, não sinto minha perna direita e você ta aí reclamando! Eu falhei! Já admiti, agora vamos voltar para a torre e decidir o que iremos fazer – concluí, encerrando aquela discussão. Todos permaneceram em silêncio até o momento em que chegamos

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Torre dos Vingadores — Manhattan, Nova York, Estados Unidos – 16h46min P.M.

P.O.V Natasha Romanoff

Chegamos à torre, todos extremamente exaustos. Segui direto pro meu quarto, tomei um banho e logo fui para a sala onde nos reuníamos para discutir missões, elaborar projetos e onde dávamos nossas festas. Com certeza passaria na enfermaria depois. Achei estranho a reação de Steve hoje em não revidar, talvez por ela ser uma mulher. Encontrei todos na sala menos Clint, que não demorou a chegar:

- O que faremos agora? – pediu Bruce, se manifestando pela primeira vez em relação ao assunto

- Esperaremos obter mais informações e atacaremos novamente, dessa vez mandando alguém capacitado para o local – provocou Tony

- Hey, cala a boca, Stark! Eu já admiti que falhei, quer que eu faça o que? – Steve não demorou a responder

Uma discussão começou, fazendo com que todos se levantassem de seus respectivos lugares onde estavam sentados no sofá. Todos trocavam acusações, até que a porta do elevador se abriu revelando um Fury furioso:

- CHEGA! PARECEM CRIANÇAS DO BERÇÁRIO! – exclamou irritado. Todos estavam paralisados, Clint segurava Tony pela camisa com um dos punhos levantados pronto para dar um soco no Stark. Banner sentou de volta no sofá e Steve ficou estático – Capitão Rogers, quero que me acompanhe. Temos assuntos a tratar.

- Sim, senhor – Steve saiu em direção a Fury com a cabeça abaixada. Ele ainda estava com o uniforme, mas sem o capacete e com o escudo em algum lugar.

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Eu estava em meu quarto novamente separando algumas roupas que eu havia levado para a missão, quando escuto uma batida na porta. Eu estava de uniforme, então largo rapidamente o que estava fazendo e caminho em direção ao local dos ruídos. Quando abro tenho uma surpresa:

- Steve? – pergunto olhando com espanto para o homem em minha frente. Ele parecia abatido, cansado

- Érr... Natasha, o Fury quer conversar com você – ele passava as mãos em seus cabelos

- Ok, já estou indo – eu ia fechar a porta, quando ele a segurou

- Não. Tem que ser agora, é urgente – ele me encarava

-Ok. Vamos? – pedi, imaginando que ele também iria

- Você vai sozinha. Ele já tratou o que precisava comigo – nunca o tinha visto tão frio, duro com as palavras

- Está bem, Rogers — eu também sabia brincar

Continua...

Notas finais
E então? Mereço comentários? Espero muuuiitooo que tenham gostado! Só postarei novamente na quarta, pois amanhã tenho aula o dia todo. Podem me pedir qualquer coisa, inclusive sobre minha vida pessoal se quiserem, responderei com muito carinho ♥

Aí segue os links para quem não conseguiu acessar:

http://s294.photobucket.com/user/ReleaseFromMisery/media/tumblr_lrjdfvvQKS1r1n6hqo1_500.gif.html - Olhada Peggy

http://24.media.tumblr.com/tumblr_lbofs1jWGZ1qegmsko1_500.jpg - Pós-luta com Peggy

http://veja4.abrilm.com.br/assets/images/2013/8/166576/economia-transporte-aviao-emirates-jato-20130807-11-size-598.jpg?1375923633 – Cabines jatinho

http://residenciais.org/wp-content/uploads/2013/06/motor_Airbus_foto_opt-585x388.jpeg - Sala aeronave

https://uploads.socialspirit.com.br/proxy.jpg?t=aHR0cDovLzI1Lm1lZGlhLnR1bWJsci5jb20vdHVtYmxyX200MnQ5dVZiVTUxcnA2bHlsbzFfNTAwLmpwZw==&s=020ea48266c6c352e08ffa3180ded567 – Colo jato

https://uploads.socialspirit.com.br/proxy.jpg?t=aHR0cDovL21lZGlhLnZpcmJjZG4uY29tL2Nkbl9pbWFnZXMvcmVzaXplXzEwMjR4MTM2NS83Ny85ZDhjMWExNThiMjFjN2MzLW1heV9zaGllbGQuanBn&s=050eb773d86fd78d930548c99a8aa9b2 - Uniforme

Mutchos Beijos, Sa ♥