Piratas do Ouro Português
10 Capitulo X
05 de Dezembro de 1713,Ilha Cocamar, o Pretoriano, Kalien e o Vila Haro se preparam para zarpar.
Alexandre e Pedro conversam no cais enquanto as tripulações preparam os navios para a viagem.
Alexandre: que bom que chegou em Cocamar Pedro.
Pedro: sim e você andou ocupado.
Alexandre: sim, já te contei o nosso plano e tudo mas oque andou fazendo Daniel me disse que veio aqui algumas vezes mais não deixou deixava muita coisa, primeiro trouxe algumas pessoas e a vó e o vô mas depois disso oque fez.
Pedro: segui seu conselho de lutar conforme as forças e fraquezas do Vila, nos primeiros dias estabeleci ordem e elegi meus oficiais durante uma semana roubamos avios mercadores pequenos e por incrível que pareças sem matar ou disparar um tiro eu capturei e saquei 9 escunas de comércio mas era infrutífero como o açúcar perdeu o valor não vende muito aqui antes de trazer o vô e a Vó lutamos com dois brigues e roubamos armas e suprimentos .
Alexandre: acho que foi mais ou menos nesse tempo que eu estava em salvador.
Pedro: sei... quando descobri que os avós estavam em Olinda decidi ir até lá e traze-los para cá quando nossos pais se distanciaram deles foi triste.
Alexandre: como foi contar para eles sobre, oque aconteceu com nossos pais para eles?
Pedro: Triste e difícil mas parece que o vô tem superado bem, mas vó ... ela não mostra mas quando esta sozinha ela chora e reza para Deus trazer seu filho de volta e bem.
Alexandre: ahh.. Para os pais a pior coisa é morres depois dos filhos e para os filhos a pior coisa é viver sem os pais.
Pedro: mas nesse meio mês que esteve fora e dei sorte grande , estávamos perto da cidade de Santos quando uma tempestade nos atingiu , de repente surgiu da direção do porto uma fragata menos ainda que a Kalien 24 canhões de cada lado coisa assim , estava em pedaços pude ouvir a fortaleza de santos disparar seus canhões terríveis nela conversei com a tripulação e decidimos que tentaríamos tomar a fragata.
Alexandre: e deixar o Vila como a proteção de Cocamar, sim seria inteligente.
Pedro: isso, quando nos aproximamos da fragata havia poucos sobreviventes eram mendigos e pobres na maioria acho que eles tentaram roubar a fragata mais não conseguiram...quando inspecionamos a carga havia apenas três baús pequenos mas trancados eu atirei duas vezes na tranca mas não abriu mandei levarem para a Vila quando estava pare comanda a fragata surgiu um galeão gigante disparou seus morteiros navais na fragata, sabia que a fragata não fugiria mas o Vila sim deixei a fragata para traz não sem antes ficar com isso...
Pedro regue a camisa e no abdômen havia uma cicatriz muito nova a pele ainda estava vermelha era circular.
Pedro : um estilhaço me acertou, fiquei mal durante quase toda a viagem para cá.
Alexandre: tu não se recuperas rápido como eu.
Nathalia que estava na amurada do Pretoriano.
Nathalia: venham logo esta tudo pronto em todos os navios.
Alexandre Pedro embarcam e seus navios.
Alexandre: Zarpar, meia vela.
O Pretoriano começa a se mover, Kalien e o Vila Haro seguindo.
Nathalia: saímos do rio estamos no mar, a toda vela.
Alexandre manobra em direção ao sul.
Alexandre: parece que o Pedro melhorou o humor não mais marrento como era.
Nathalia: pelo menos isso: estamos prontos os sobreviventes da tripulação da Kalien estão mais calmos e nos estamos com a tripulação completa e arrumar o Navio foi rápido.
Alexandre: sorte para variar.
Os Três navios navegaram até o ponto onde iriam emboscar as embarcações que trariam um grande tesouro.
Alexandre fiquem a postos Eve disse que passariam aqui por volta das duas da tarde.
Murilo desce do mastro e caminha até o timão.
Murilo: deixei outro no meu lugar... quando eles chegarem oque faremos?
Alexandre: não sei pelo que Eve disse pode ser desde um Galeão a uma frota gigante então vamos avaliar a situação.
Nathalia: desta vez devemos ser mais rápidos na recarga levou muito tempo na luta contra Kalien recarregaram muito devagar.
João: calma isso melhoraremos com o tempo.
Alexandre: mesmo assim possuímos ainda canhões pequenos de 12 e 18 libras com projeteis de 7 quilos e os canhões de Kalien são de 32 libras com munição com dobro do peso, com certeza precisamos trocar essas armas, Delgado quando vencermos precisaremos verificar se os canhões dos inimigos forem melhores trocaremos.
Nathalia: mas na carta dizia que este era o navio mais poderoso atlântico sul.
Alexandre: sim , na lista havia dito mas como Teixeira estava se livrando de dois navios antigos que já possuíam canhões de 32 libras ele pediu que colocassem canhões leves aqui para cerem usados em brigues quando trocassem esses canhões pelos melhores.
Delgado: que pena que pegamos ele antes da troca.
Homem: navios a vista.
Alexandre pega sua luneta para observar
Alexandre: hum... é um manwar muito antigo com isso podemos lutar... espera junto dele há três corveta é um acréscimo para equilibrar.
(um Galeão é o maior navio de guerra do sec. XVII e XVIII possuía
Pedro do Vila Haro Grita: Se capturarmos aquele galeão será meu.
Alexandre: apenas por cima da minha cova.
Pedro: porque?
Alexandre: não sabes manejar um navio deste porte Pedro te arrumaremos uma corveta, esta bom?
Pedro: ..... sim , mas escolherei o próximo alvo.
Eve: parem de lenga lenga e vamos ao combate.
Alexandre: o Pretoriano cuida do Galeão cuidem das corvetas e Pedro escolha uma delas para sí quero colocar logo o Vila haro em Coca Mar não aguento mais que ele fique em suas mãos eu só emprestei ele.
Nathalia: porque isso?
Alexandre: o primeiro navio a gente nunca esquece oras.
Delgado se aproximam.
Alexandre: vamos ser diretos abordar ele sem muitos disparos pois do contrario ele irá nos afundar tenho certeza que em poder de fogo ele nos supera em muito, iremos direto ao seu lado e dispararemos uma carga completa de munição de estilhaços a queima roupa para matar a tripulação e então embarcaremos.
João: fique pronto Delgado irá ficar no timão e tu embarcas.
Alexandre: valeu sei que meu aniversario esta perto mais isso não conta como presente.
João: droga...
Nathalia: todos a seus postos atiradores de prontidão e equipe de embarque fique pronta para fazer seus trabalho.
Murilo: as vezes passa pela minha cabeça como nós um bando de jovens de 16 a 21 anos pode ser tão coordenada quanto navios militares.
Alexandre: deixa disso se fossemos coordenados como eles precisaríamos de chá ou Shery...hahahahahaha, sério foco na missão.
O Pretoriano avança em direção do galeão que apenas muda de direção mais para longe da costa.
Alexandre: ótimo ele tentará desviar para nosso preparem os canhões a boreste munição tipo três.
Carlos: todos munição tipo três .
Nathalia : atiradores esperem estarmos lado a lado para disparar, mirem nos atiradores inimigos em seguida abordem o inimigos com armas corpo a corpo.
A tripulação do Pretoriano corre para se preparar a para a batalha, O Vila Haro muda de direção quebrando as ondas em direção da corveta com de maior porte.
Alexandre : Nathalia, o Pedro já escolheu sua presa...
TUM,TUM,TUM.
Disparos de morteiros acetam pouco a frente da proa do Pretoriano.
João: se protejam, A batalha começou façam valer a suas vidas.
O Pretoriano se aproxima a menos 20 metros do galeão, O Vila haro vira e dispara na proa do navio .
Nathalia disparem os canhões da proa!!!
Os seis canhões da proa disparam no galeão que tentava manobrar para disparar no Vila Haro, apenas duas dos seis disparos acertaram o navio um acertou a figura da proa arrancando destruindo a imagem de uma águia, a segunda acertou a bombordo do convés matando três atiradores que corriam para seus postos.
Alexandre : puxem todas as velas .
Nathalia: abram fogo:
Todos os canhões do Pretoriano disparam a 10 metros de distancia do casco do galeão sua salva mortal de estilhaços, matando instantaneamente os homens que estavam a postos nos canhões, os Marujos do Pretoriano lançam os ganchos e começam a puxar go galeão.
Enquanto isso Kalien disparou seus canhões contra duas corvetas e fez jus ao que Eve disse sobre poder lutar de igual para igual com o Pretoriano disparos eram capazes de atravessar os cascos das corvetas saindo do outro lado e caindo no mar o Vila Haro fez uso de uma das melhorias que Pedro adquiriu, investiu contra a corveta escolhida acertando seu casco com a proa reforçada do Vila Haro seus membros embarcando na corveta em um combate mortal. Os combatentes do Vila Haro se mostravam muito habilidosos contra os homens da corveta.
Alexandre: abordar!!!
Os atiradores do Pretoriano dispararam nos homens no Galeão e pularam no convés do galeão.
( o Galeão era antigo e consideravelmente pequeno para a classe tendo cerca de 52 canhões da cada lado, o Pretoriano sendo do maior porte da classe fragata seus conveses se diferenciavam por meio metro sendo o Pretoriano um maior que o rival)
Alexandre, pulou no convés, junto dele Nathalia, Tainá, Murilo, e Carlos.
Carlos chamou a maioria dos homens para a batalha no convés, pulou no Galeão e atacou um atirador, com seu sabre cortou a perna dele e talhou um corte em sua garganta matando, quando um segundo veio em sua direção puxou das mão do morto o mosquete segurando pelo cano usou como porrete para acertar a cabeça do seu agressor e jogo o mosquete de um pouco alto para pegar na empunhadura usando uma mão disparou a queima roupa no homem que agora jazia morto.
Tainá invadiu o navio com sede de sangue um homem jogou uma faca que fincou em sua coxa mas ela continuou caminhando até ele no seu caminho apareceram dois marujos que a atacaram, Tainá desviou dos golpes e com seu machado cortou fora a perna direita do primeiro enquanto o outro ia atacar recebeu um tiro no peito , Carlos o acertara com sua pistola, Tainá sacou sua pistola e atirou no homem que jogara a faca nela mas errou o alvo e acertou a panturrilha de Alexandre que urrou de dor.
Alexandre: MALDIÇÃO !!!!, EU NÃO SOU ALVO DE TREINO!!!
Alexandre embainhou seu sabre sacou suas duas pistolas e fez quatro disparos( as pistolas de Alexandre tem dois canos era raro ter essas pistolas de cano duplo) acertando e matando quatro inimigos.
Alexandre: com esses são doze.
Alexandre é atacado por um marujo com um machado, Alexandre segura no cabo do machado ginga com o golpe retirando a arma do oponente e completa o giro cortando o peito do homem.
Alexandre: treze.
Nathalia, lança três facas acertando com precisão mortal seus alvos que caem mortos.
Nathalia: ainda nisso estou em dezenove.
Alexandre: estou em nhe nhe nhe.
Nathalia joga uma faca em Alexandre, que se abaixa a faca acerta um marujo ao longe que lutava com outro homem do Pretoriano.
Alexandre: acalma-te e lutas com os certos.
Nathalia: vinte.
Alexandre: vamos ver.
Vários marujos do galeão começavam a dever das velas, Alexandre pega uma baioneta( um mosquete com faca encaixada na ponta) e lança como se fosse um dardo no homem descendo.
Alexandre: será que estava carregado? Ahh matei conta né.
Murilo que lutava com quatro homens de uma vez com seu sabre e sua machadinha, lança a machadinha em um acertando na cabeça trocando golpes com os outros três, eis que um saca a pistola e mira nele Murilo rapidamente puxa um individuo que estava atrás dele para levar o tiro, pou, acertou o braço esquerdo.
Alexandre, que levou o tiro, atravessa o atirador com seu sabre tirando usa para talhar um corte profundo em seu peito.
Alexandre: sabe Murilo quando se usa alguém como escudo humano, SE VERIFICA SE NÃO É SEU ALIADO!!!!
Murilo: foi mal... foi instinto.
Alexandre: desse jeito vou morrer aqui.
Alexandre junto de Murilo e Nathalia caminha na direção do timão onde o Almirante e os oficiais lutavam, ao se aproximar a ambas as tripulações abriram espaço para os lideres lutarem.
Alexandre: nunca tive o prazer de matar um Almirante.
Almirante: vamos ver se consegue rapaz.
Alexandre começa o ataque mas o Almirante defende e contra ataca os dois trocam golpes tentando abrir uma brecha na defesa do outro, Alexandre afasta um pouco.
Alexandre: tu és bom( e não levou dois tiros).
Almirante: demais para tu.
O Almirante saca sua pistola de ouro, mas Alexandre já estava dentro de sua defesa uma brecha que o almirante deu enquanto saca a arma , Alexandre tenta um golpe no peito mas o almirante para o golpe.
Almirante : como disse sou demais para tu.
Alexandre: demais idiota e fraco.
Alexandre saca uma faca se sua manga e crava na costela do Almirante que oscila em seguida Alexandre desarma o Almirante e crava a espada em seu peito.
Alexandre olha para a tripulação o galeão.
Alexandre: rendam-se ou preparem ... para lutar e lutar.
Nathalia: é isso aí.
Carlos: rendam-se.
A tripulação aos poucos começa a baixar as armas e se rende.
Alexandre observa o combates dos outros navios. Kalien havia destruído todos os canhões das outras duas corvetas que se renderam, seus disparos que atravessaram elas não atingiram o casco para não afunda-las, o Vila Haro estava quase perdendo combate quando a Kalien chegou para ajudar, Sarah , Ana e Evelin pularam no convés e ajudaram a tripulação do Vila Haro Sarah usava granadas, podia-se ouvir Pedro gritar com ela.
Pedro Não exploda meu navio novo!
Sarah: é só um pouco.
Logo a batalha havia acabado todos os quatro navios jaziam sobre o poder de Alexandre e seus companheiros.
Alexandre que voltou ao Pretoriano.
Alexandre: delgado reúna todos os prisioneiros e interrogue todos não buscando algo mas para saber porque estão trabalhando aqueles agressivos e com aparência assassina mate mas aqueles honestos que fazem para pagar a vida ofereça uma proposta de se juntar a nos, verifique oque há em cada navio, vou para a cabine da Naomí acho que vou....
Alexandre caí de cara no chão.
Delgado: ahh filhão não vai dizer que desmaiou se nem levou nada só foram dois tiros levante-te.
Delgado cutuca Alexandre com suas botas.
Alexandre: valeu pela ajuda.
Alexandre se levanta e cambaleia para a enfermaria.
Delgado: hum esse ai achando que vai me enganar com esse truque só para não ter que ir a enfermaria, Murilo, Tainá....
Algumas horas depois Alexandre volta ao convés com braço esquerdo e perna esquerda enfaixados.
Nathalia: estas melhor?, Delgado já separou os que se uniram a nós vamos prender todos eles nos porão desse galeão e explodi-lo Evelin disse que o espirito daquele Almirante irá ficar preso nesse Navio te amaldiçoando e que para acalmado devemos afundar esse navio...
Alexandre: acalma-te ainda estou cansado.
Delgado e só ficou descansando.
Alexandre: Além de mim quantos outros levaram tiros e sobreviveram?
João: Três estão desmaiados agora na enfermaria ainda sendo tratados.
Alexandre: viram então não reclamem pois estou melhor que eles.
Delgado: então tá... você apagou por três horas, Naomí e Evelin já verificaram os feridos, já sabemos oque tinha em cada navio e oque vamos pegar.
Alexandre: primeiro quero saber oque tinha em cada navio.
Delgado: no galeão havia o tesouro 57 mil contos de reis, e a maioria de seus canhões 98 era como esperado de 32 libras cerca de 85 deles, mas os outros das corvetas temos que estavam totalmente equipadas com canhões de 32 libras temos 229 canhões.
Nathalia: espera os canhões daquelas corvetas ainda funcionam?
Delgado: sim, Kalien havia apenas acertado perto... além disso para destruir essas coisas é necessário explodir seu cano.
Alexandre: ótimo transformaremos nossos navios em fortalezas flutuantes, acredito que podemos por canhões no convés assim teremos três linhas de canhões, se e Kalien o Vila Haro e .... o Pedro batizou a corveta dele?
Delgado: sim, Catherine.
Alexandre: hum... interessante as outras duas corvetas estão inutilizadas para qualquer outra coisa?
Delgado: sim apesar dos canhões sobreviverem elas estão o pó.
Alexandre: então seguiremos com o plano de manter o vila em Cocamar, troquem os canhão e mantem os novos no convés do Pretoriano, os que sobrarem nadem que façam o mesmo na Kalien e na Catherine.
Delgado: sim, também encontramos muito armamentos como espadas e mosquetes e munição, e na corveta que Pedro tomou estava carregada de com varias caixas com barras de ferro ótimas para produção, Teixeira estava para aprontar algo.
Nathalia e Alexandre vão a cabine do capitão do Pretoriano.
Alexandre: Nathalia, preciso de sua opinião com certeza o Pretoriano se tronará muito mais feroz e bla bla, mas será que teremos pessoal para manter essas armas em funcionamento?
Nathalia: sim após as perguntas de Delgado pode-se perceber que apenas os oficiais eram marginais e assassinos que Teixeira paga, os outros apenas marinheiros que dão a vida no mar a maioria solteiro sem família os que tem família sua família mora aqui na colônia.
Alexandre: acredito que faria bem trazer a família deles para Cocamar, mudando de assunto 57 mil contos de reis isso é muito ouro, podemos entregar dois terços para Daniel em Cocamar e o resto usar para contratar esses homens por seis meses .
Nathalia: é uma boa ideia mas acho que três já é bom odiaria pagar alguém por seis meses e ela morrer em dois e já ter gasto tudo, continuando você não deixa-ra mais Pedro sozinho.
Alexandre: ele sabe manter a moral do seus homens alta mas é um péssimo estrategista acho que ele ficara feliz em lutar algumas batalhas comigo e com e Evelin.
Nathalia: tivemos sucesso, vamos aproveitar a vitória e ir a Cocamar, dar novas noticias a Daniel e os outros.
Alexandre: sim, vamos para Cocamar.
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