13 de Outubro de 1713, Recife. o Vingança dos Mortos esta aportado e recarregando seus suprimentos e munição.

Alexandre: tudo pronto delgado?

Delgado: sim, falta apenas completar a tripulação pa.

Alexandre: ouvi rumores que levarão trabalhadores escravos muitos quase duzentos para o Rio de Janeiro para depois levar para Vila Rica onde começaram a minerar ouro, naquele brigue ele irá a partir amanhã de manhã e eu tenho um plano para tomá-lo.

Alexandre aponta para um brigue muito grande 15 canhões cada lado dois mastros.

Delgado: tua expressão diz que teu plano é diabólico.

Alexandre: João, vem aqui!.

João caminha até eles.

Alexandre: escuta os dois o meu plano maravilhoso tomar aquele brigue...

Alexandre termina de explicar o plano a eles e volta ao Vingança dos Mortos.

João: vamos.

João e Delgado procuram pelo capitão do brigue.

Delgado: os marujos aprendem bem tuas técnicas.

João: sim, eu aprendi quando meu pai me mandou primeiro para madre em uma academia de luta de sabres e depois em Londres clube de esgrima.

Delgado: ali esta ai o capitão do brigue.

Delgado e João se aproximam do capitão e seus homens, que estão conversando em uma mesa de um bar.

Delgado: uma garrafa de rum.

Delgado pega a bebida senta-se com João perto o suficiente para que o capitão do brigue os ouvissem.

Delgado abre a garrafa e serve um copo a João.

Delgado: então ele atacou novamente?

Delgado toma um gole do rum.

João: sim tens atacado muitos brigues nesta região, és o quarto navio que atacam pa.

João toma um gole.

Delgado: os Marinheiros do rei já estão os caçando nestas áreas.

os dois tomam um gole do rum.

João: tomara que peguem ele, agora é melhor ir o capitão deve estar esperando.

ambos terminam de tomar o rum de seus copos, Delgado paga o rum e ambos voltam ao Vingança dos Mortos.

Alexandre que esperava eles para partir.

Alexandre tudo pronto plantaram a semente do medo neles.

Delgado: sim tudo certo.

Alexandre: ótimo, preparam para partir a todo pano para Salvador.

O Vingança dos Mortos zarpa de Recife.

Alexandre desce a enfermaria, para limpar sua ferida.

Naomí: como esta ?

Alexandre: já não doí.

Naomí: logo cicatrizará, Delgado me contou que tu irás atacar um brigue com um plano maluco.

Naomí começa a limpar a ferida do tiro que Alexandre levou em seu ultimo plano.

Alexandre: antes de ser um gênio deve ser maluco eu acho, ele te contou?

Naomí: não mais estas com a cara de quem vai aprontar muito.

Alexandre: sim.

Naomí termina de limpar.

Alexandre: olha percebi que melhorou muito, no oficio de cuidar de feridas.

Naomí: aqueles teus livros foram bons mais preciso de mais, aprendi muito lendo mas algumas coisas, não haviam neles precisarei de mais livros para saber melhor como cuidar das coisas.

Alexandre: tenho aqui o começo.

Alexandre entrega um livro a Naomí.

Naomí: como conseguiu livros deste tipo são raros aqui.

Alexandre: sabe tenho meus jeitos de conseguir isso.

Naomí: tudo bem mas tomas cuidado esta fragata esta longe de ter condições de combates reais.

Alexandre: acalma-te tenho um plano temos agora 38 tripulantes mais os oficiais que são eu, Delgado, João, Murilo, Nathalia, Tainá e Miguel que substituiu o Pedro como cozinheiro.

Naomí: e quanto tempo vai levar para termos mais pessoas aqui para conversar.

Alexandre: tenho a sensação que encontrarás umas amigas para conversar.

Delgado aparece na porta.

Delgado: Alexandre, chegamos.

Alexandre subiu ao convés e verificou a posição, era entre a costa e o mar.

Alexandre: item as velas e soltem a ancora.

Alexandre manobra a fragata para se policio mar.

Alexandre explica seu plano para o resto da tripulação no jantar.


!4 de outubro de 1713, toda tripulação do Vingança dos mortos se prepara para realizar o plano do capitão para tomar um brigue.

Alexandre: carreguem todos os canhões a noroeste, mas puxem os canhões e fechem as escotilhas.

O Vingança dos mortos aguarda paciente por seu alvo.

Murilo: sabes o porque de Vingança dos mortos Nathalia?

Nathalia: não isto es coisa do "terrível Kell" ha ha, podia ser algo pior como Carl ou Sheldon.

Murilo: hahaha ele tem uma capacidade de pensar em combate boa mais coisas pequenas como nomes é algo difícil para ele.

Alexandre: o nome deste navio representa a vingança das pessoas que o Teixeira matou.

Alexandre avança em direção de Murilo e Natália, com expressão de ódio em seu rosto.

Alexandre: E esta vingança não será parada por qualquer outra coisa, nem ninguém pode parar.

Alexandre se aproxima dos dois sacou seu sabre e sua pistola, apontou a pistola para Murilo e colocou a ponta do sabre no peito de Nathalia.

Alexandre: e eu pessoalmente vou matar todos os amigos e família de Teixeira antes de matá-lo.

Alexandre der repente... abre um sorriso, abaixa e guarda suas armas, Nathalia e Murilo saem do choque.

Alexandre: como fui, enganei vos hahaha estou praticando para quando o alvo chegar.

Nathalia: teu miserável, fiquei arrepiada na nuca achei que tinhas enlouquecido.

Murilo: amigo tu me assustaste teu ódio pareceu ferver de tal maneira que se alguém aparecesse tu matarias e dançaria em cima do corpo.

Alexandre: atuei um pouco mais este sim é o significado do nome essa será a vingança dos mortos que Teixeira matou sobre ele.

Nathalia: vamos acabar com o Teixeira.

Alexandre segue para a cabine do capitão.

Alexandre: em pouco tempo o brigue vai chegar.

Na cabine do capitão Alexandre repousa antes de começar o plano.

Alexandre lê um pouco de seu livro sobre táticas náuticas, pesou será que Pedro conseguindo viver bem com o Vila Haro? Pedro podia ser uma boa pessoas mas é muito jovem tem apenas 16 anos, Alexandre começava a se preocupar pois temia que os outros homens podiam se rebelar contra Pedro por ser muito novo, por fim Alexandre consegue adormecer.

Tainá se encontra com Murilo no posto de vigia.

Tainá: parece que todos ficaram abaixo do convés se perceberem isso podemos ser facilmente dominados.

Murilo: não mesmo se não der certo vencemos.

Tainá: não sei mesmo Alexandre não parece seguro.

Murilo: é mais fácil que entrar em uma fragata armados apenas de facas e dois sabres e matar mas de 90 pessoas.

Tainá: hahaha mas ainda sim teremos que... estão aqui.

Tainá e Murilo descem do mastro e avisam que o brigue se aproxima, todos vão para suas posições e Alexandre Sobe ao convés vestindo uma roupa de capitão português e Nathalia prende o cabelo e coloca um chapéu Tainá faz o mesmo.

Alexandre: Todos em seus postos vamos começar, delgado avisem para todos ficarem prontos para o sinal.

Delgado: Sim.

O brigue se aproxima agora podendo ver seus tripulantes.

Alexandre: Tainá, Tu fizeste oque mandei?

Tainá: sim já troquei.

Alexandre: ótimo de o sinal para o Brigue.

Tainá pega uma bandeira e sinaliza para o brigue se alinhar ao Vingança dos Mortos

O brigue se aproxima e para ficando lado a lado.

Capitão do brigue vai a amurada e grita.

Capitão: Algum problema?

Alexandre: Sou o Capitão Manoel, tenho que revistar teu navio.

Capitão: por que não ha nada demais.

Alexandre: estamos a procura de um pirada que estas atacar navios nesta rota, se denomina de Kell, mão da Morte ouviste falar?

Capitão: sim este maldito atacou vários brigues mas ele não estas aqui.

Alexandre: ora homem em nome do bom Rei obedeça temos que verificar se ele estas ai em tua embarcação.

Capitão: não te preocupes ele não estas, se me deixas prossigo com minha viagem.

Alexandre: parado se tu não cooperar vamos tomá-lo como hostil.

Capitão: e faras oque tua fragata nem armada estas.

Alexandre da o sinal a delgado, quarenta e cinco escotilhas se abrem delas as bocas dos canhões mirando no brigue.

Alexandre: estávamos esperando enganar o tal pirata, mas tu esta claramente contra nosso bom rei, se tu não cooperar vamos abrir fogo contra teu brigue assim poderemos ter certeza que o Kell não estas ai.

Capitão: oras meu bom homem não és para tanto pode fazer tua verificação.

Alexandre: eu mesmo e meus homens faremos a verificação e algo me diz que tu estas escondendo algo.

Alexandre, Delgado, João, Miguel e Murilo vão ao brigue.

Alexandre: sabes ... este brigue estas muito bem defendido, estão em alerta.

Capitão: sim , em Recife ouvimos boato do tal homem.

Alexandre: estucas vamos verificar tudo desde a cabine do capitão até as cargas, e em nome de Deus de do bom Rei assim que certificarmos que não ha perigo aqui. ha quantos marujos e oficiais aqui ?


Capitão : veremos as cabines e em seguida as cargas.

o Capitão é acompanhado de dois oficias guia os Alexandre e os outros para dentro do brigue.

Alexandre: quantos homens estão aqui.

eles chegam nas cabines onde ha vários marujos arrumando caixas.

Capitão: Apenas os marujos e sete oficias no total 48 marujos... apenas nós aqui.

Alguém: SOCORRO!!!.

Alexandre: que foi isso ?

O capitão saca sua espada.

Capitão nada que a marinha portuguesa precise saber.

Alexandre: AS ARMAS !!!

Alexandre, Delgado, João, Miguel e Murilo sacam suas armas, mas estavam cercados por vinte marujos mais os quatro oficiais e o capitão.

Alexandre: renda-te derrota é inevitável, mesmo que me mete se tentar fugir meus homens mandarão este brigue para o fundo do mar.

Capitão: maldito cão português, estas aqui para estorci nosso navio.

Alexandre: abaixas tuas armas terei que prendê-los.

Capitão a baixa sua espada.

Capitão: não há opção, podem levar oque quiserem se for poupar a mim e a tripulação.

Alexandre: esta certo reúna todos no convés, agora.

após cinco minutos todos os tripulantes do brigue se reuniram no convés.

Alexandre: eu juro que assim que terminarmos soltaremos todos e não iremos ferir nenhum de vocês mas para a segurança da minha tripulação vou prendê-los aqui para não interferirem.

Os marujos começaram a protestar.

Capitão: obedeçam nossa situação e terrível, se cooperarmos talvez não nos matem.

a tripulação do Vingança dos Mortos prendeu a do brigue e começou a vasculhar coisas pela cabine.

Alexandre junto com Murilo se direcionaram para o porão de carga.

Alexandre: e aqui esta nosso premio.

Homem: por favor nos ajude nos acusaram de crimes que não fizemos, de roubo e de não pagar devida a um homem que nem conhecemos.

Alexandre: sim e foram condenados a trabalho escravo.

Homem: por favor não diga que esta aqui para nos levar para esse trabalho terrível.

Alexandre: qual teu nome ?

Diogo: meu nome é Diogo, por favor todos aqui eram livres e agora fomos vitima de um maldito.

Alexandre: não te preocupes, sou Alexandre Oliveira capitão do Vil.... do Vingança dos mortos, e estou aqui para soltá-los em troca de se juntarem a minha tripulação também fui vitima deste homem e estou em busca de vingança.

Diogo: obrigado, muito obrigado.

todos dentro das prisões do brigue começaram a gritar, Alexandre, O Libertador.

Murilo: para aqueles que não tem vontade de lutar temos um lugar seguro onde podem começar uma nova vida.

Diogo: muito obrigado, ficarei feliz em ajudar contra este homem terrível.

Alexandre e Murilo soltam os prisioneiros e fazem uma contagem 147 homens e 59 mulheres 17 crianças com mais de 12 anos e 34 crianças com menos de 12 anos.

Alexandre: imagine todos trabalhando até a morte em minas duvido que receberiam ao menos comida.

Murilo: realmente salvaste eles.

Alexandre: sabe eu gostei bem mais de Alexandre, O Libertador que Kell, Mão da Morte.

Murilo: amigo um conselho não vá colocando nomes nas coisas muitas vezes o povo te chamará de outra coisa.

Alexandre: sabes tem razão acho que também seria justo todos nos decidirmos também o nome da nossa fragata, que pensas?

Murilo: isso, sim é uma boa ideia pois tu comandas bem mas para nomear es o pior.

Alexandre: sabes peço desculpa por antes sobre o nome mas quando passo em Teixeira meu sangue ferve.

Alexandre chuta uma caixa quebrando e revelando o objeto dentro, uma escultura de um santo com cerca de 40 centímetros.

Alexandre: finalmente compreendi a mensagem de Deus.

Alexandre pega a escultura.

Alexandre: sempre que faço algo contra o Teixeira encontro estas figuras, acredita-se um aviso para não ficar presos a essa vingança que seja para viver bem minha vida.

Murilo: e essa vida de fora das leis que vivemos é ótima.

Alexandre: sim por exemplo podemos viver em Cocamar.

Murilo: bora temos que fazer muitas coisas.

Alexandre: primeiro vamos ver delgado.

Alexandre e Murilo se encontram com Delgado que estava no convés do Vingança dos Mortos.

Alexandre: Lucas vamos para Cocamar agora deixemos um pouco de comida para os marujos do brigue.

Delgado: havia também em algumas caixas com chá e espadas.

Alexandre: ótimo, Tainá solte eles e venha rápido.

Tainá corta a corda do pulso do capitão e volta a fragata.

Alexandre: a todo pano para Salvador.

após se afastarem do Brigue Alexandre manda mudarem o curso para Cocamar.

Algumas horas depois os Oficiais do Vingança dos Mortos se reúnem na cabine do capitão, estavam Alexandre, Nathalia, Tainá, Naomí, Delgado, João, Murilo e Diogo, Miguel, Rafael e Carlos .

Alexandre: Reuni todos aqui para fazer alguns anuncio, Primeiro Diogo que libertamos agora será nosso armeiro, já que antes de estar aqui foi ferreiro e fez varias armas para algumas guarnições.

Ouve aplausos para Diogo.

Diogo era tinha 1,78 m pele clara, cabelo curto castanho escuro olhos verdes claros.

Diogo: muito obrigado, fico feliz em estar aqui e amanhã começarei a reparar espadas e machados.

Alexandre: Ótimo, e também Rafael que também libertamos agora e será nosso Mestre de Artilharia noroeste.

Mais aplausos

Rafael tinha 1,75 m, pele clara, cabelo liso médio castanho claro, olhos castanhos.

Rafael: manterei todos os canhões a noroeste sempre prontos para o combate.

Alexandre: e Carlos outro salvo e agora o mestre de artilharia bombordo, temos dois oficiais pois será mais fácil coordenar os canhões assim e sei bem que os ingleses e espanholes fazem assim.

Carlos tinha 1,73 m, pele clara, cabelo preto liso médio, olhos castanho claro.

Mais aplausos.

Carlos: manterei tudo em ordem, tens minha palavra.

Alexandre: me veio a mente que o nome Vingança dos mortos não se adequa ao que esta fragata representa, pensei que junto a Nathalia e ao Murilo outros dois nomes Libertador e Pretoriano.

Miguel: Pretoriano?

João: eram os guardas de elite do império romano, protegiam o Imperador e as famílias importantes de Roma.

Alexandre: e protegerá todas as pessoas que vivem aqui pois somos família, foi oque Nathalia disse, e Murilo disse que libertará as pessoas que são oprimidas nestes mares, eu escolhi o atual nome quando estava com os nervos a flor da pele assim como meu apelido bobo, se desejam mudar agora é a hora e eu já me decidi que me chamarei de Alexandre, o Libertador pois até agora mais libertei que matei.

Murilo: vamos votar!.

Alexandre: eu já me decidi, prefiro Pretoriano se não vão confundir com meu apelido.

Murilo: Libertador.

Nathalia: Pretoriano.

Carlos: Pretoriano.

Diogo: Libertador.

Rafael: Libertador.

Delgado: Pretoriano.

Tainá: Pretoriano.

Naomí: Pretoriano.

João: Libertador.

Miguel: Libertador.

Alexandre: será pretoriano então.

agora meus oficiais, precisamos acomodar as mulheres e crianças que não trabalharam e também treinar os novos marujos para manobrar as velas, disparar os canhões e a combate corpo a corpo, temos muito a fazer e não tenho duvidas que todos os novos marujos tem muito potencial e tenho em mente um novo alvo.

Murilo: Alexandre você esta com aquela expressão de que tem um plano muito bom em mente.

Alexandre: sim.

O Pretoriano corta o mar em direção a Ilha Cocamar.