Piratas do Ouro Português
6 Capitulo VI
07 de outubro de 1713, Atlântico Sul próximo ao recife a escuna Vila Haro ancorada próximo a algumas rochas grandes que escondiam a escuna no escuro da noite.
Alexandre: Delgado cuide do navio enquanto eu e Natália estamos fora.
Delgado: tem certeza que ele está vulnerável?
Alexandre: Eles estão só com tripulação para as velas até chegar em recife e Teixeira lotar o navio com seus mercenário, Nathalia se prepare agora seremos a mão da morte.
Nathalia: eu sou a foice.
Alexandre: a morte mata com a mão a foice é simbólica... esquece vamos logo eles chegarão logo, apaguem a luz do Vila Haro.
após cinco minutos escuta-se um barulho na água a chegado do alvo, Alexandre e Natália terminam seus preparativos carregando varias facas e dois sabres sem usar qualquer arma de fogo eles também embebedaram o cada um seus sabres e duas facas em um veneno especial que matava em segundos, feito por Naomí com ingredientes secretos.
Naomí: venham aqui.
Naomi entrega a Alexandre e Nathalia um ramo de folhas, eles mascam e engolem.
Alexandre: urrr... que ruim.
Naomí: é o antidoto para o caso de acabarem se cortando com as laminas com meu veneno.
Pedro: nossa é tão forte oque tem ?
Naomí: tudo oque posso dizer é que um dos ingredientes são tua comida, haha.
Todos riem um pouco.
Pedro: haha se é assim todos não se importaram de comer apenas meia porção no café da manhã.
Pedro desceu para baixo.
Alexandre: deixe-o, agora vamos Nathalia ou perderemos nossa janela.
Os dois pulam no mar e nadam até um certo ponto no oceano, os dois se mantêm flutuando e esperando sua presa, aproxima-se então uma grande embarcação, uma fragata de linha com duas linhas de calões de cada lado seis na proa, três mastros.
Alexandre: cochicha se prepara.
a fragata passa a três metros deles, os dois se aproximam e se agarraram ao relevo da madeira e se penduram no navio e olha para trás de já estavam começando se afastar do Vila Haro, mas a escuna a uma distancia segura começa a seguir a fragata.
Alexandre: Nathalia a partir daqui estamos em silencio apenas mate sinalize e siga em frente.
Nathalia: sim.
Nathalia :sinaliza para subir eles sobem ao convés, Havia apenas um cinco marujos um no timão dois a direita do mastro principal e outros dois a esquerda.
Alexandre se antecipou a trás do marujo no timão colocando sua mão sobre a boca do marujo e cortando sua garganta, um dos movimentos que praticou com Nathalia durantes os últimos quatro dias, Alexandre baixou o homem já morto.
Nathalia e Alexandre se posicionara perto dos outros marujos, Nathalia deu o sinal ambos agiram juntos de cada lado, Alexandre pulou com seus sabres acertou os dois marujos os dois caíram no chão do outro lado ao mesmo tempo em seguida atravessando o ombro dos dois para segurar suas quedas, Nathalia se aproximou o máximo possível assim que viu Alexandre pular assobiou baixo quando os dois marujos se viraram Nathalia esticou suas adagas e enfiou na garganta dos dois homens as soltou deixando em suas gargantas e segurando para que não fizessem barulho ao cair.
Alexandre sinalizou para descer para baixo do convés.
No corredor não havia ninguém, então eles prosseguiram para a cabine da tripulação.
Quando estavam próximo a entrada a cortina abriu e saiu um homem, sem dar tempo de sequer percebê-los Nathalia esfaqueia o homem nas costas e em seguida corta sua garganta pelas costas.
Os dois adentram na cabine da tripulação havia um enorme espaço para duas vezes o numero de pessoas ali pelas contas todos os tripulantes estavam ali.
Começa a chacina.
Nathalia e Alexandre seguem matando todos na cabine que estavam dormindo, os poucos que ameaçaram acordar e descobrir o ocorrido logo encontrava uma faca em sua garganta atirada por um dos dois assassinos, que ali, faziam o trabalho da morte. Pouco mais de dez minutos depois, todos ali haviam morrido a maioria teve um fim rápido enquanto dormia, de um sono profundo a reais profundezas da escuridão que todo ser vivo esta fadado a conhecer, a morte.
Ouve-se os sinos de alerta tocarem e alguns passos corridos para o convés, os oficiais do navio que avistaram os corpos dos marujos no convés.
Nathalia e Alexandre caminham calmamente por entre os corpos de suas vitimas até a entrada da cabine, de lá vão para a escada do convés e encontram oito oficiais confusos e Gritando o nome de seus marujos para que venham ajudar, os nomes cujos os donos estão mortos.
Alexandre quebrando o silencio de qual vinham mantendo até agora anuncia ao capitão e aos oficiais.
Alexandre: de teus homens apenas restam estes ao teu lado.
Capitão: que es tu, teu patife, oque faz aqui diga e terás uma morte rápida.
Alexandre lembrando de teu apelido de infância, e de que lendas causam mais terror que espadas e armas decide criar tua lenda naquele momento.
Alexandre : Eu sou Kell, a mão da morte e esta é minha parceira Nathalia, a foice da morte, matamos todos os teus tripulantes e agora mataremos vos.
Capitão: teu... demônio.
Alexandre: não capitão eu já disse sou apenas a mão da morte e por onde eu passar trarei morte aos meus inimigos.
Nathalia joga quatro facas com uma mira incrível acertando três facas na cabeça e uma na garganta de suas quatro vitimas, todos caindo mortos.
Nathalia: capitão, eu estou muito tentada a matá-los.
Alexandre: acalma-te, acredito que o capitão aqui já tomou sua decisão e iras embora.
o capitão es afasta um pouco, então saca sua pistola mira em Alexandre e dispara.
POU.
O disparo acerta Alexandre, no peito oito centímetros acima do mamilo, Alexandre porem não ai no chão ele avança em direção do capitão, com sangue escorrendo de sua ferida.
Alexandre: tu estas certo que erro eu estava para cometer.
Alexandre enfia sua adaga embaixo do queixo do capitão, a lâmina atravessou sua boca e seu cérebro, Alexandre retira a lamina e o corpo do capitão cai no chão do convés imóvel.
Alexandre: um bom capitão defende teu navio até a morte, vocês três, irão pegar aquele bote e ir até o Teixeira contar oque fizemos aqui, oque Kell, a mão da morte e Nathalia a foice da morte fizeram neste navio e dirão a ele que apenas começamos e diga que o Gran Teixeira agora se denomina, Vingança dos mortos e ele destruirá tudo que ele presa Agora vão.
os últimos três sobreviventes de mais de 90 marinheiros daquela noite apressam-se em pegar um bote para fugir com suas vidas.
Quando os três dessem ao mar com o bote Alexandre caí ao chão segurando a ferida.
Alexandre: de o sinal.
Nathalia corre e coloca fogo dentro de um baú, então o Vila Haro se aproxima fica lado a lado do Gran Teixeira.
Nathalia: Naomí, Rápido aqui!!
Naomí vem correndo na direção de Alexandre.
Naomí: até agora o único que se feriste foste tu teu louco, oque fizeste?
Alexandre: criei uma Lenda a lenda do terrível Kell, a mão da morte e sua parceira a Nathalia, Foice da morte.
Pedro: meio pacas em.
Alexandre: Pedro Agora sou o Capitão do Vingança dos Mortos, e tu es o capitão do Vila Haro cuidas dele.
Pedro: sério, João e delgado seriam melhores.
Alexandre : mas tu precisas mais que eles disso sei que tu queres sair da minha sombra e esta é tua oportunidade, cuida do Vila Haro e sejas bom capitão saiba as freguesas e forças da tua embarcação, sempre serás bem vindo em Cocamar.
Naomí tira a bala do peito de Alexandre.
Naomí: descansas teve uma grande vitória hoje e o mais importante obteve um navio de alto nível sem disparar um único tiro, com certeza vais virar uma lenda e ...
Naomí puxa a pele de Alexandre para dar o ultimo ponto.
Alexandre: AUUU!!!
Naomí: lendas não podem morrer facilmente tomas mais cuidado na pro cima.
Duas horas depois o Vingança dos mortos esta limpo da chacina que ocorreu nele, Pedro escolhe quatro dos 32 marujos de Alexandre, que não são oficiais e parte para sua própria aventura com o Vila Haro, Alexandre pega do Vila Haro suprimentos e seus pertences da cabine do capitão, agora tem uma cabine muito maior.
Alexandre: senhores, na primeira carta de navegação que encontrai havia sobre um brigue que havia cerca de 90 prisioneiros de dividas e sabemos como é fácil contrair dividas com homens como Teixeira aqui, acredito que serias ótimo salvá-los de se tornaram escravos, talvez devamos tomar também um navio negreiro afinal eles também eram homens livres como nós antes de serem capturados e mandados trabalhar para Teixeira e seus cães que acham?
Todos os presentes brandiam para ajudar os outros.
Alexandre: João, delgado Vamos lotar esta fragata.
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