Notas iniciais
Chegando ao Rio Alexandre, Murilo, Delgado e Pedro chegam ao Rio de Janeiro e procuram encontrar seus amigos e outras coisas.

Capitulo 2

16 de setembro de 1713 proximidades do Rio de Janeiro, alguns quilômetros ao norte no litoral, os quatro tripulantes se juntam no convés para se preparar para aportar.

Delgado: vamos Pedro e Murilo recolham as velas agora.

Alexandre: Delgado cuide do navio enquanto estou a procurar os outros.

Pedro: acompanho tu.

Alexandre: não, Murilo virá comigo pois precisamos falar com seus pais.

A escuna aportou perto bem no raso, Murilo e Alexandre desceram em terra a começaram a ir para o Rio de Janeiro enquanto Delgado e Pedro ficavam na escuna.

Murilo: és preciso?

Alexandre: sim, teu pai é um investigador ele pode ajudar.

Murilo: talvez mas ele não gostará de saber que tomamos uma escuna.

Alexandre: sei disso mais que opção temos, digo eu, Pedro e o Lucas Delgado nenhuma mais você pode escolher ficar com seus pai aqui, mas o Teixeira pode atacar seus pais de alguma maneira, lembre-se que enganamos ele dizendo que tu eras órfão.

Murilo: entendo, vou dizer que se trata de uma visita e que pegarei uns pertences.

Alexandre : queres que te acompanhe.

Murilo: não, procuras pelos outros que me acerto com meus pais.

Alexandre e Murilo apos uma hora chegam ao Rio de Janeiro.

Alexandre: tão grande como Salvador, pedi a João que ficassem no maior armazém do porto vou seguir junto ao litoral procurando por eles.

Murilo: sim, nossa como estas a ferver o tempo e tu com esse sobretudo preto vai passar mal.

Alexandre: não reparei no calor este sobretudo é de tecido leve e arejado não sinto calor, fazemos o seguinte tu vais até seus pais e eu os outros voltas aqui e esperas o outro.

Murilo: Sim tentarei ser rápido.

Alexandre: e não se esqueças do mapa, até mais tarde.

Murilo: até mais tarde.

Murilo seguiu para dentro da cidade e Alexandre começou a seguir pelo litoral.

Murilo: onde ficava mesmo... ah na rua Lima, pai mãe espero que estejam de bom humor.

após 20 minutos caminhando Murilo chega a casa de seus pais, Murilo caminha até a porta e bate.

Daniel: já estou indo.

Daniel, pai de Murilo, abre a porta e fica extremamente feliz em ver Murilo, Daniel era um homem baixo cerca de um metro e sessenta de altura usava muletas e um óculos de vidro, Murilo abraça seu pai.

Daniel: como foste tua viagem para o Salvador?

Murilo: bem aprazíveis encontrei amigos de verdade lá que partiremos o quanto, aqui viemos buscar umas pessoas e eu alguns pertences e o mais importante para visita-los e pedir a bênção da mãe.

Daniel: onde ele ancorou seu barco? deve ser no mínimo uma fragata de pequeno porte ou um grande brigue.

Murilo: ....ahh sim, porem ele não pode ancorar aqui deixou mais rio acima para evitar ladrões.

Daniel: sim, pode entrar seus seu dormitório esta do jeito que deixaste.

Murilo: a mãe estas aqui?

Daniel: foi a Venda logo voltas.

Murilo: certo vou para o dormitório tem algumas coisas que pegarei.

Murilo sobe as escadas e vai ao seu antigo dormitório ele entra e encontra tudo como havia deixado dois anos antes quando viajou para o Salvador, seus livros e desenhos estavam no mesmo lugar , Murilo se dirigiu a um baú que estava no canto do quarto dele tirou uma mapa mundo feito em 1710 dobrou e colocou sobre a cama.

pegou também seu presente de 18 anos uma pintura uma dele com seus pais, pegou também três livros de sua coleção de livros médicos e um livro de alimentação a pedido de Alexandre, reunindo os itens em uma bolsa Murilo olhou novamente para seu quarto e pode sentir que levaria muito tempo para velo novamente, ele se despediu de Daniel e se dirigiu para a saída quando outra pessoa abriu a porta.

Tania: Daniel voltei.... Murilo nossa meu Deus se soubesse teria preparado um doce ou alguma coisa.

Tania usava um vestido leve de peça única de cor azul claro tem cabelos pretos um pouco grisalhos.

Murilo: mãe!!

Murilo abraça Tania.

Murilo: mamãe preciso de uma coisa que só você pode dar.

Tania: depende oque?

Murilo: mão preciso da sua benção, vou viajar de barco e pediram para que eu te pedisse sua benção.

Tania: você tem minha benção eu espero que volte e traga uma lembrancinha para mim.

Murilo: obrigado mãe espero voltar quanto antes.

Murilo saiu e começou a voltar para o local de encontro quando chegou Alexandre estava lá com mais cinco pessoas.

Alexandre: fiquem calmos deu tudo certo até agora ele vai chegar em pou..... olha ele ali.

Alexandre corre até Murilo.

Alexandre: vamos logo não tenho certeza mas acho que vi dois homes do Teixeira me seguindo e os despistei antes de encontra-los vamos embora logo.

João: Kell* Rápido temos que ir.

(Kell apelido de Alexandre muito usado por seus amigos e família, Pedro chame ele de Alexandre quando Murilo esta perto).

João tinha 18 anos era alto com um metro e oitenta de altura pele branca cabelos loiros cacheados bem curto, Daniel era o amigo de Pedro tinha 15 anos, ele era negro com cabelos pretos curtos crespos tinha cerca de um metro e sessenta e oito antes do incidente Pedro comprou a liberdade de Daniel e pediu para ele ser apenas amigo dele desde então eles são melhores amigos, Nathalia tinha 18 anos a mais baixa dentre eles com um metro e sessenta pele clara e cabelos castanhos até um pouco abaixo do ombro vestindo um vestido leve de peça única amarelo, Tainá irmã mais nova de Nathalia mas um pouco mais alta que Nathalia com as feições um pouco mais flácidas e corpo mais robusto usava um vestido igual vermelho, Naomi a Irmã de Alexandre e Pedro era um pouco mais alta que Nathalia tinha a pele bem clara e o cabelo longo até o meio da costa.

Nathalia: escutem se eu tiver que ficar com esse vestido muito mais tempo Kell eu te mato.

Alexandre: acalma-te assim que... droga rápido me sigam eles me encontraram.

Dois homens vestido com uniformes de guardas armados com espadas apontam para eles e começam a ir na direção do grupo.

Alexandre Murilo leve eles para a escuna eles estão atrás de mim vou atraí-los seja rápido.

Murilo: sim, tome cuidado os guardas podem pensar que tu es o mal e ajudar eles.

Homem: PEGUEM O ASSASSINO !!!

Murilo: agora eles pensaram vai corre eu os levo para a escuna.

Murilo guia os outros para a mata em direção de onde a escuna esta.

Alexandre espera o suficiente para que os dois homem o alcance para perseguidor, Alexandre corre para a mata pouco mais dentro em direção contraria a escuna os dois homem o perseguem quase na mesma velocidade Alexandre usa as folhagems da mata para engana-los e se afasta o suficiente para ter tempo de subir em uma arvore e se esconder nela, enquanto os dois homens se aproximam para procura-lo.

Homem: o chefe acertou eles vieram para o Rio, lembre-se temos que pega-lo vivo o chefe quer ter o prazer de mata-lo Afonso.

Afonso: Henrique temo que o perdemos o chefe não gostara, oque este sujeito fizeste para o chefe quere tua cabeça assim.

Henrique: o chefe tomou a propriedade dos pais deste sujeito e matou seus pais então ele matou o filho do chefe incendiou o maior engenho do chefe com uma recompensa dessas me surpreenda que nenhum civil o tenha pego 1000 contos.

Alexandre saca sua pistola e mira com precisão na Henrique.

POU!!!

Alexandre acerta Henrique no peito ele cai no chão, Alexandre pula da arvore e saca se sabre, Afonso saca sua espada.

Afonso: então o assassino mostra a face tu vai morrer tolo pela mão do chefe.

Alexandre : diga ao Teixeira que vou não vou parar até todos os seus engenhos estiverem queimados e ele morto.

Alexandre ataca com um golpe pela direita, mas Afonso para o golpe e tenta contra atacar Alexandre desvia e se afasta.

Afonso: não é treinado garoto só sobreviveu por sorte contra mim não tem chance.

Alexandre: então tente me capturar vovô.

Alexandre ataca pela direita Afonso para o golpe contra ataca, Alexandre desvia o golpe com a espada então talha um corte na coxa do oponente, Afonso recua e saca sua pistola.

Afonso: eu tenho bala e tu não tens se renda.

Alexandre solta o sabre sorrateiramente pega sua faca presa em seu cinto Alexandre finge surpresa olhando para trás de Afonso, este olha para trás para ver oque se trata Alexandre joga faca por extinto Afonso Atira.

POU!!!

Alexandre cai de joelhos foi atingido, sente uma dor abrasadora em sua coxa direita Afonso acertou o tiro antes da faca acertar entre os olhos morrer.

Alexandre: droga... miserável.

Henrique : cof cof nunca me pagaram bem o suficiente nem para alimentar minha família cof cof.

Alexandre: meu pai teve apenas o sonho de ganhar o suficiente para morar em Portugal e um português filho de uma puto o mata acho que o mundo não é susto.

Henrique: não me deve nada mais entregue sesta carta a minha família... eles.... el... Recife ..... cof Recife procu...Lurdes....cof.

Alexandre Vá em paz que Deus te guie.

Alexandre não ousou olhar na carta o homem, mas verificou seus bolsos e encontrou quinze contos e no de Afonso vinte e cinco contos Alexandre rasgou um pedaço da roupa da Afonso e amarrou sua coxa para estancar o ferimento.

Alexandre: e estes pensando que sou sortudo o segundo dia do traje e tem um furo ha ha. melhor eu ir não tarda aos guardas chegarem.

Alexandre Mancou até onde a escuna estava lá encontrou delgado gritando com Murilo.

Delgado: seu abestado mesmo eu sei que os homens de Teixeira são sanguinários ele pode morrer.

Alexandre: aqueles filhotes não podem comigo os dois maricas parem de fofocar a me ajudem a embarcar temos que ir ao recife vender este açúcar antes que o preço caia mais.

Murilo: Alexandre ... nossa levou um tiro vamos com isso.

Alexandre : pegou oque pedi?

Murilo: sim mas deixe isso para mais tarde precisas se tratar.

Os três sobem a escuna e encontram os outros já com trajes diferentes.

João agora vestido igual a Alexandre com diferença que seu sobretudo parecia apenas um casaco e a cor era azul escura, Nathalia estava com botas longas, jaqueta violeta justa camisa branca com detalhes dourados chapéu de couro com abas dobradas para cima calça justas cinza escuro, Taina usava uma bandana azul claro jaqueta sem mangas marrons calças pretas largas usava um sapato de fivela, Naomí usava um vestido mais elegante de tuas peças um a camisa com um leve decote quadrado era de seda cor rosa bem leve sua saia era longa até os tornozelos mas leve e com espaço para correr, Daniel vestia-se exatamente igual a Pedro.

Alexandre: nossa já se mudaram demorei muito....aí cuidado Murilo tu não és doutor.

Murilo: espera no livro que peguei tem como resolver estas situações.

Murilo pega o livro de sua bolça e começa a folheá-lo

Alexandre: antes que me esqueça aqui.

Alexandre estende para Murilo cem contos, os quarenta que pegara dos dois homens e sessenta seus(achados na cabine do capitão).

Alexandre: isso paga os livros.

Murilo: sim, mas vamos tratar sua perna antes, aqui diz para retirara a bala, queimar a ferida e costurar.

Pedro: João e delgado levem ele para a enfermaria e Naomi acompanhe o Murilo pode precisar de ajuda.

Todos encaram o Pedro, com o rosto quase aos risos Nathalia diz.

Nathalia: façam isso, Pedro não nos leve a mal mas tu es o mais novo nenhuma autoridade parte de tu.

Alexandre: espera, Pedro não se irrites .... olha enquanto estamos em baixo ensines Daniel, Tainá e Nathalia a manejar a escuna, conto com tu.

João e Delgado carregam o Alexandre para a enfermaria Murilo e Naomi atrás. Pedro vira para Daniel, Nathalia e Tainá.

Pedro: então garotas ora de ser marujos vou ensinar a vos tudo que Delgado me ensinou.

Daniel e as garotas aprenderam rápido os comandos de Pedro logo sabiam bem que corda desamarrar e qual amarrar. Para as duas Pedro não tinha nenhum desconforto para ele Nathalia sempre foi aventureira quando pequenos ele e Alexandre exploravam perto de casa e tinha varias aventuras, Tainá era uma típica Maria Homem se dava bem com os garotos e sempre fazia coisas que mostrassem como as mulheres eram tão capazes como os homens e Daniel já estava acostumado a estes tipos de trabalhos.

Logo no anoitecer Alexandre foi deixado descansando na cabine do Capitão, as garotas dormiam, João, Delgado, Murilo e Pedro ficaram no convés.

Murilo: esse Alexandre..

João: Kell.

Murilo: ...Kell porque ele lutou invés de só fugir.

Pedro: ele é assim logo de manhã eu aposto 5 contos que ele acordará todos e mandará que naveguemos.

Delgado: feito.

João: porque ele é o capitão?

Murilo: ele dentre nós aqui é o menor tirando o Pedro, mas é astuto venceu os assassinos de Teixeira, matou seu filho e pôs fogo em seu engenho, eu digo que ele tem mérito.

João: além de que esta é a vingança dele e sua Pedro.

Pedro: sim ,mas esta nas mão dele ele viu nossos pais morrerem e lá jurou vingança.

Delgado: então esta decidido antes eu queria ser o capitão mas não posso faze-lo vou ser seu braço direito.

João: esperas tu o braço direito eu o conheço desde a infância tu foste apenas um amigo passageiro.

Alexandre : olha, olha as donzelas brigando, já disse a ti Murilo para parar de provoca-los escutem não tenho braço direito ou esquerdo... esperem vos querem apenas o segundo comando quanta ganancia te digo que não haverás privilégio se obtivermos algo valioso serás dividido em partes iguais a todos, Delgado tu es o meu imediato me auxiliarás no gerenciamento e reparos da escuna, João serás o mestre de armas como já pertenceu a escola militar sabes lutar nos ensine Murilo tu serás o vigia, Pedro o grumete e cozinheiro, agora que sabem seus deveres param de papo quero dormir.

Delgado : certo más antes.. pequem ele.

Alexandre: oque ?... não para traz.

delgado e João pegaram Alexandre e carregaram ele até a amurada amarraram uma corda em sua cintura.

Alexandre: seus traidores eu digo que tudo será igual e vos me traem.

Murilo: cala-te bebê vamos batizar nossa escuna e capitão.

eles entregam uma garrafa de vinho a Alexandre e jogam ele da parte de trás da escuna e fica pendurado.

Delgado: acerte a garrafa e batize seu navio.

Alexandre: SEUS ABESTADOS....

Pedro: que nome feio escolhes outro.

Alexandre: VILA HARO!!!

Alexandre joga a garrafa na escuna, a garrafa se quebra no casco então começam a puxar Alexandre.

Alexandre: seus miseráveis por sorte minha ferida não abriu, já que és assim vos arrancarão aquela placa com o velho nome do Vila Haro e trocarão por uma nova muito bem feita, se eu não gostar os três irão ficar com meio almoço, como punição por insubordinação, boa noite.

Murilo: cara sem graça em?

João : alguém sabe talhar em madeira?

Pedro: por sorte eu sei.

Quando terminaram a nova Placa foram dormir deixando apenas Delgado de vigia durante a noite.