Piratas do Ouro Português
3 Capitulo III
Notas iniciais
22 de Setembro de 1713, Litoral colonial Brasileiro,
nesta manhã a tripulação do Vila Haro reunia-se na cozinha para o desjejum da manhã, enquanto Delgado terminava seu turno e se preparava para dormir.
Nathalia: então pelo visto temos os oficiais mais quem cozinhará.
Alexandre que ainda mancava um pouco, responde.
Alexandre: eu não queria acordar todos para dizer que cozinha e quem limpa mas digo agora.
Pedro: lá vem o mandão.
Tainá: cala a boca Pedro tu fala isto mais nunca conseguiria manda.
Nathalia: nossa então quem faz oque?
Alexandre: como conheço todos aqui vou ser bem direto sei que não gosta de fazer oque, Pedro serás o cozinheiro Naomí por não lutar será a medica alias...
Alexandre pega três livros e entrega a Naomí.
Naomí: obrigada coo consegui isso são caros devem ter custado pelo menos setenta contos.
Alexandre: setenta contos....(sussurro) miserável.... Então na limpeza todos nós isso me inclui vamos manter esta escuna limpa, no convés os grumetes limparão esses são, Pedro, Nathalia, Tainá, Murilo, Daniel, mantenham a cabine de dormitório limpo, eu cuido da cabine do capitão, antes que eu me esqueça toma Pedro este livro de aprendiz de cozinha, agora para de reclamar até parece que eu o trato mal.
PEIN, PEIN, PEIN.
Tainá: todos para o convés.
Alexandre: Naomí para a cabine de enfermaria.
Naomí: sim.
Agora todos no convés com expressão de Delgado que dormia.
Alexandre foi ao lado do timão, Nathalia controlava o timão, Alexandre pegou sua luneta, era um peque no brigue no ligeira mente maior que o Vila Haro, Bandeira ... da frota de comércio de Teixeira e estava armado com três canhões de cada lado e dois na popa.
Alexandre: Pedro, João e Tainá aos canhões Nathalia, Murilo e Daniel se preparem para o combate vamos acabar com este brigue dos Teixeira.
Todos assumiram seus posto, os canhões estavam carregados, Alexandre Agora no Timão, manobrava em direção do brigue de comerciantes de Teixeira.
O Vila Haro se aproximava a toda velocidade do brigue quando estavam próximos.
Alexandre: Murilo e Tainá recolham as velas se quiserem e não for de muito risco se joguem no brigue inimigo.
em um tempo incrível as velas foram recolhidas a tempo de ficarem pare lados do brigue, o capitão olhou para eles e seu rosto foi tomado de pavor começou a gritar ordens, mas era tarde.
Alexandre: Fogo!!!
João: Fogo!!!.
Os canhões rugiram.
BUM,BUM,BUM.
O três disparos acertaram o Brigue o primeiro acertou o casco próximo a água o segundo destruiu o timão matando o capitão e seu auxiliar o terceiro acertou a linha de canhões do brigue inutilizando-os e matando cinco marujos que tentavam carregar os canhões.
Alexandre: estão fracos, João Daniel protejam o Vila Haro, o resto Abordem o Brigue.
todos brandearam e atiraram costas para puxar o brigue ao Vila Haro, então o invadiram.
no brigue o caos se formou, os marinheiro sacaram armas procurando se proteger, a tripulação estava em pânico pelo ataque surpresa e a perda do capitão.
Alexandre sacou sua pistola e disparou o primeiro tripulante.
POU.
Nathalia com uma fúria selvagem não deu chance do tripulante de sequer sacar sua espada pegou sua espada e enfiou até o punho na garganta do homem virou-se e tirando o pistola da sua primeira vitima atirou no segundo, POU. Murilo usou uma corda e caiu junto de sua espada no peito de um marujo atravessando e matando ele, um outro sacou sua pistola e atirou em Murilo, POU, mas errou Tainá usou seu sabre para arrancar a mão do homem e quando caiu em agonia ela chutou com muita força suas partes intimas a ponto que ele desmaiou de dor, Daniel pulou no convés chutou um marujo no peito cortou sua garganta com seu sabre. Os tripulantes do Vila Haro manchavam de sangue o convés do brigue, até que Alexandre disparou em um ultimo oficial que morreu e os outros tripulantes se renderam.
Prendendo os últimos nove os tripulantes do brigue no convés, Alexandre se reúne com seus tripulantes para discutir.
Alexandre: ótimo todos lutaram bem, João suas lições se mostraram muito boas, agora peguem tudo no porão de carga que for de valor.
Nathalia: e os homens.
Alexandre: eles são os sanguinários que Teixeira paga deles nada vai restar.
Alexandre sacou seu sabre caminhou até os homens presos e disse.
Alexandre: Rezem a Deus por seus pecados.
Os homens começaram a gritar por suas vidas, Alexandre começou a matá-los um por um até todos estivessem mortos.
Alexandre: que Deus ouças vossas ultimas preces e descansem no mar.
Alexandre se virou para seus tripulantes e disse.
Alexandre: estes homens, foram pagos para matar e fazer muitas outras atrocidades com boas pessoas não duvidem de que se nossos lugares estivessem invertidos eles fariam o mesmo, más somos melhores que eles daremos um descaço digno de qual em merecem, agora rápido vasculhem o brigue.
Todos começaram a vasculhar o brigue, mas Alexandre foi para a cabine do capitão.
João acompanhou Nathalia na vasculha das cabines enquanto os outros levavam os itens do armazém para o convés.
João: oque você achou da primeira luta.
Nathalia: que estes malditos eram tão arrogantes que entraram em pânico e nem lutaram.
João: Teixeira paga caro por assassinos e bandidos mais nem os ensina a lutar no mar por isso ganhamos.
João abre um baú nele encontra... roupas sujas.
João: errr.. santo fedor das botas de Alexandre.
Nathalia : abre um baú nele encontra... alguns livros.
Nathalia : eres podem nos interessar vou separar este baú
João abre o ultimo baú nele encontra... rum.
João: isto tomo para mim agora.
João: toma uma garrafa de rum.
Nathalia: oa, vais ficar bêbado.
João: isto tá misturado com água que terrível.
Enquanto isso, Pedro, Tainá e Murilo vasculham o porão de cargas.
Pedro: nossas vocês foram excelentes, no combate.
Murilo: cai-se me joguei fora da luta hahaha.
Daniel: fizemos oque João nos ensinou.
Pedro: Tainá tua foste cruel com aquele homem.
Tainá: acalma-te eu sento que ele precisava ser punido antes de morrer e desculpe pelo que falei antes, mas tudo que Alexandre estas fazendo foi com a intenção de nos ajudar e tu criticas sempre.
Murilo: todos concordamos que Alexandre não é o melhor capitão talvez Delgado ou João se dariam melhor, mas esta com certeza é a melhor escolha pois até agora ele não mostrou egoísmo foi igualitário com todos sem ser muito autoritária mesmo que as vezes seja um pouco mandão e isso faz dele a melhor escolha.
Pedro: sei disso, má é um pouco ruim viver a sombra dele, vou suportar isso por enquanto...
João entra na cabine.
João: seu estupido tudo que quer é gloria e desbancar teu irmão procuras um objetivo melhor.
João tenta dar um tapa no Pedro, mas tropeça e caí de cara no chão, e desmaia.
Nathalia entra cabine.
Nathalia: por Deus, ele bebeu rum.
Tainá: Pedro e Murilo vos levais ele para cima eu e Nathalia terminamos de levar os itens.
Pedro: mais que droga.
Alexandre e Daniel procura por mapa na cabine do capitão.
Alexandre : acha que fui.... cruel ao matar aqueles homens?
Daniel: não, deste a eles um fim rápido e sem torturas e ainda não vai desonrar teus corpos, mesmo que mate mil vidas ainda pode dar um fim digno ao corpo sendo respeitoso como foi não parece ser cruéis.
Alexandre encontra um baú e encontra nele... uma mapa da Brasil colônia.
Daniel achou uma arca dentro dela havia... nove esculturas de santos.
Alexandre: Guarde estas esculturas não é coincidência eu ter matado aqueles nove homens e ter nove esculturas aqui.
Daniel: sim.
Alexandre encontrou também o cofre do brigue nele havia 400 contos. em uma arca havia uma carta de navegação escrita pelo próprio Teixeira.
Apos todos se encontrarem no convés do brigue, Alexandre começou a conferir a carga junto com a lista.
Lista de carga do Manoel.
quantidade, item, quantidade por caixa(peso total da carga)
10 barris de rum(300L).
3 caixas de sabres, 15 sabres/c(30 kg).
2 caixas de baionetas, 5 baionetas/c (30kg).
3 caixas de munição de mosquete, 500 balas/c (10kg).
4 caixas de munição de canhão, 20bolas/c (200kg).
10 barris de pólvora, 30kg/c (300) .
3 caixa de roupas regulares, 20peças/c (15kg).
1 caixa de redes de pesca, uma rede/c(20kg).
5 caixas de tabaco, 30kg/c(150kg).
8 barris de água,30kg/c(240kg).
2 sacos de especiarias,10kg/c(20kg).
5 fardos de milho,30kg/c (150kg).
8 fardos de cana, 30kg/c(240kg).
10 sacos de açúcar, 30kg/c(300kg)
9 caixas de carne suína, 20kg/c(180kg)
Alexandre: tudo confere e parece que este brigue não estava de longe cheio parece que estão espalhando seus lucros para não perderem muito.
João: cala a boca até... hic parece que eles fariam isso.
Pedro: ele estas bêbado.
Alexandre: digno do mestre de armas.... vai dormir seu tolo.
João desce para a cabine da tripulação do Vila Haro aos tropeços.
Alexandre: podem por enquanto levar as especiarias e a munição para o Vila Haro vou calcular se cabe todo o resto.
Alexandre começa a calcular o peso da carga e descobre que sou saque teve um total de 2185kg mais de duas tonelada.
Alexandre: nossa duas toneladas de produtos... acho que até Teixeira deve ficar irritado com isso.
Alexandre: João... ah é ele não esta aqui.... Murilo quanto a escuna suporta ?
Murilo: o delgado disse uma tonelada.
Alexandre: não, como isso ele devia estar enganado.
Alexandre corre para a cabine do capitão do Vila Haro.
Alexandre: aqui os moldes do Vila Haro, os italianos sabem como fazer navio, vamos ver, estaleiro de montagem Campio...Campietros, hahahahahaha esses italianos tem nomes engraçados, ah aqui o Renato Fleury(rabisca e escreve Vila Haro), possui una tonelada e 230 quilo por nossos esforços io pedidos de Manoel Teixeira ela tene la capacidade di carregar 50 toneladas, ainda bem que italiano é bem perto de português.
Alexandre foi ao convés principal.
Alexandre: Daniel pegues as bocas de fogo do brigue coloques montadas aqui, tens cinco coloca duas de cada lado e uma na proa.
Daniel: sim.
Alexandre foi ao porão do Vila Haro, de onde começou a coordenar e organizar onde ficava as cargas, passaram 2 horas e as cargas estavam nos devidos lugares.
todos se reuniram no refeitório, desta vez Naomí fez o almoço e serviu um belo cozido de batatas e carne bovina.
Alexandre: esvaziamos o brigue mais ele ainda flutua oque querem fazer.
Pedro: vamos seguir um ele para uma ilha que haja espaço para construir um esconderijo nosso na selva disfarçadamente e com todo o vento lançamos ela há terra e quando encalhar usamos sua madeira para a construção.
Nathalia: uma boa ideia, parabéns Pedro.
Alexandre: sim, vamos seguir a ideia de Pedro a acredito que sei onde podemos ir uma ilha grande o suficiente para isso, más deserta.
todos almoçaram, e subiram ao convés.
Alexandre: João e Tainá carreguem todos os canhões para o caso de um perigo e depois ajudem nas velas, Pedro e Daniel prendam cordas a proa do brigue e a nossa popa depois subam nas velas, Nathalia me ajude e Murilo fique de vigia.
Daniel e Pedro amarraram as cordas em 5 minutos, enquanto Alexandre e Nathalia empilhavam todos os corpos em um bote vinte dois marujos, oficiais e capitão mortos, Alexandre fez uma prece e soltou o bote no mar.
Alexandre: que Deus os guie ao céu a paz.
Alexandre se posicionou no timão.
Alexandre: tudo nas ordens?
Pedro: sim.
Alexandre: a todo pano com sorte chegaremos hoje a tarde.
Após seis horas de viagem a toda velocidade que se pode ter carregando o brigue, o Vila Haro chegou a seu destino.
Alexandre: ilha Cocamar Vulgo ilha das Gaivotas.
João como sabes que este é o lugar?
Alexandre: um mapa da cabine do capitão do brigue, desamarrem o brigue viremos para a ilha prendam o timão e usem todas as velas dele.
Após quarenta minutos o brigue foi lançado contra a ilha.
Alexandre: muito bem soltem ancora nosso dia acabou vamos descansar, amanha construímos nosso esconderijo.
todos menos Alexandre desceram para o dormitório e Delgado subiu.
Delgado: nossa vos tu e aqueles estão em farrapos oque ocorreu?
Alexandre contou como foi o dia a delgado.
Alexandre apenas vigie fique de olho em tudo, deixe Nathalia descansar cinco horas e o acorde para revezar amanha precisaremos de tu.
Delgado: tudo bem podes descansar.
Alexandre seguiu para a cabine do capitão.
mais uma noite e o Vila Haro repousa na margem da Ilha Cocamar local de seu futuro esconderijo e base.
Fale com o autor