03 de outubro de 1713, mar Atlântico sul. um brigue grande desbrava as ondas a caminho do Recife, e a tripulação do Vila Haro se prepara para o combate que virá.

Alexandre: preparem todos os canhões, colham as celas secundarias, se preparam para o combate.

Os tripulantes do Brigue se preparam para um possível combate.

Alexandre usa sua luneta para observar o brigue.

Alexandre: estão carregando seus canhões se preparam esta luta vai ser mais difícil que a ultima.

as embarcações começam a ficar lado a lado seus tripulantes gritam xingamentos uns para os outros.

Delgado estamos quase lado a lado, mirem no convés tentem não acertar o casco.

as embarcações ficam lado a lado.

Alexandre: Fogo !!!!

os canhões disparam, o Vila Haro descarrega seus quatro canhões sobre o convés do brigue que dispara seus três canhões sobre o Vila Haro, dois acertam o Vila haro um na proa fazendo um buraco no convés o outro acertou o casco criando um buraco 80 cm acima da água, no brigue três disparos acertaram o convés, um acertou o mastro fazendo-o cair outro acertou um dos canhões matando os dois marujos que dispararam o outro acertou o casco na popa atravessando o barco a bala caiu do outro lado no mar.

Alexandre: a pólvora que pegamos é muito poderosa.

Nathalia e Pedro disparam seu rifles, acertam o marujo que carregava um dos canhões.

Alexandre: disparem de novo, Murilo estão no alcance jogue, jogue agora.

Murilo encima no posto de vigia pega um dos três barris de 1kg de pólvora e joga na direção do timão do navio quando acerta o chão do convés o barril explode lançando estilhaços em todas as direções acertando e matando todos perto do timão o capitão e mais quatro marujos.

Alexandre manobra e aproxima o Vila Haro do Brigue.

Alexandre: Murilo e Delgado protejam o Vila Haro, os outros embarque o Brigue.

Pedro pula no convés, mas dois marujos vem a seu encontro ele ataca o marujo mas, bloqueia, pou pou, os dois marujos caem, Murilo e delgado os mataram com disparos de rifles, Pedro ataca um marujo que vinha na sua direção devia de seu golpe e golpeia na perna, o marujo cai e Pedro o mata cortando sua garganta com a espada.

Nathalia atira uma adaga em um marujo acerta seu peito e cai morto, um marujo no mastro pula na direção de Nathalia, pou, Alexandre acerta ele com um tiro e em seguida troca golpes com dois marujos Alexandre bloqueia um golpe do primeiro marujo, desvia do ataque do segundo do segundo golpeia seu braço gira para direita soca a cara do segundo atravessa ele com sua espada saca sua pistola e dispara no terceiro que corria para acertar João pelas costas usa o corpo do segundo marujo para defender o golpe do primeiro marujo, Alexandre arranca sua espada do corpo do segundo marujo e corta a mão que carregava a espada do primeiro marujo e então talha um grande corte na diagonal no peito do marujo.

João atacou três marujos que protegiam o timão o primeiro bloqueia João mas ele usa sua espada para segurar a lamina do marujo e perfura sua barriga com a outra e virando na direção do segundo golpeia com um ataque no braço, chuta seu peito e antes que se levantasse atravessa suas costa com sua espada e bloqueia o golpe do terceiro e com um golpe extremamente forte acertando o lado direito da sua cintura e parte o marujo em dois tirando seu sabre esquerdo da costa do outro atravessa o peito do homem cortado ao meio e joga a parte de cima do homem ao mar guarda seu sabre direito pega pelo tornozelo da parte de baixo e joga ao mar.

João: eu não limparia aquilo.

Tainá atira em um marujo que carregava um grande machado, POU, antes que ele caia toma seu machado.

Tainá: grata vou ficar com isto.

ela ataca um marujo com um golpe de cima para baixo, ele tenta bloquear mas a lamina do machado acerta seu ombro abrindo uma ferida.

Marujo: piedade, por favor.

Tainá: huhuhu, que nome incrível para se dar para ele, piedade, muito obrigado.

Tainá chuta o marujo que cai sentado, então ela com um corte de cima para baixo atravessa do ombro ao umbigo do homem.

os últimos cinco marujos se rendem.

Alexandre: prendam-nos, Nathalia e Pedro comigo vamos ao ver se a carga é oque esperávamos.

Os três descem abaixo do convés e vão no porão de cargas havia muitas cargas e no fundo havia uma cela com barras de ferro dentro havia vinte homens e três mulheres de meia idade.

Alexandre: oque temos aqui escravos.

Homem: seu porco miserável se saiu daqui te mato e mato o homem que fez que armou para mim.

Alexandre: tirando a primeira parte eu gostei, mas me diga oque aconteceu como a maioria aqui é branca ou morena não são escravos devem ser presos, mas porque me digam?

Homem: seu imundo oque, quer tirar sarro de todos aqui?

Alexandre: olha tu surdos ouviste os canhões e não sou da tripulação deste navio, sou o capitão Alexandre Oliveira capitão do Vila Haro, soube que aqui foram presos por um maldito chamado Teixeira e resolvi ajudar.

Todos na cela começaram a falar, xingar Teixeira e explicar suas historias.

Nathalia: calma, vamos libertar todos mas antes precisamos saber quem tem a real coragem de se juntar a nossa tripulação e ir lutar contra Teixeira.

Todos brandiram: eu!!

Homem: ele matou minha filha, vou matá-lo.

Alexandre: desculpa eu já vou fazer isso mas te deixo chutar o corpo, pode até dançar encima.

Homem: me contento com isso.

Alexandre: afastem-se.

Alexandre saca sua pistola e atira na fechadura.

Alexandre: dou liberdade a todos, se não tiverem interesse em lutar tem minha palavra que levaremos até Porto Seguro e os deixaremos lá, mas aqueles que desejam lutar peço sua lealdade e suas forças para derrotar os Teixeira e os teus aliado.

Homem: sou Miguel da costa ofereço minha lealdade e força em troca de minha vingança.

Alexandre o cumprimenta Miguel.

Alexandre: além de sua vingança também dividiremos os tesouros que tomarmos das mão de Teixeira.

todos sobem ao convés, os tripulantes do Vila Haro já tinham colocado os corpos dos mortos no bote do brigue.

Alexandre: bom trabalho tenho aqui os novos membro da tripulação do Vila Haro, este é Lucas Delgado o imediato ele cuidará que todos comam suas porções e me ajuda a cuidar da gerencias do Vila Haro, este é João Henrique Martineto Rocha o mestre de armas ele que ensinaras os novatos a lutarem e esta é Nathalia a minha contramestre e segunda no comando, não se enganem um terço da tripulação deste brigue morreu por suas adagas.

Miguel: é uma honra participar desta tripulação.

Alexandre: temos que ser rápido este brigue era esperado a uma hora para chegar ao Recife e provavelmente os portugueses mandarão um navio a sua procura, precisamos pegar toda a carga do brigue assim que terminarem de passar a carga do brigue para o Vila Haro vão receber comida água e roupas novas... vamos suas recompensas os aguardam.

Os novos marujos do Vila Haro começam a trabalhar.

Alexandre se reúne com Natália, Delgado e João.

João: e aquela historia de não ter braço direito?

Alexandre: esqueça Nathalia sempre será minha maior companheira de aventuras, oque acham desta nova força ao Vila Haro.

Nathalia: fico feliz de poder matar a seu lado, mas eles podem se rebelar não podem.

Alexandre: andei lendo sabe e descobri que quando um homem ou mulher tem algo porque lutar desde vingança ou ambição ele se aliará a sua melhor oportunidade, e mantê-los na linha vai ser fácil pois tudo que precisam é de comida água e de receber seu ganho, qualquer um gosta de ver seu suor recompensado.

Delgado: e eu serei o melhor amigo deles?

Alexandre: não, es louco em qualquer navio o maior amigo da tripulação são os cozinheiros, afinal quem não quer comer bem e comer um pouco mais?

João: presumo que eles logo serão tão nossos amigos quanto nos aqui.

Alexandre: para ser mais sincero todos eles perderam algo e iam para trabalhos escravos e nós os salvamos para eles somos grandes amigos e agora apenas precisamos nos conhecer e tratá-los bem, Tainá.

Tainá: sim.

Alexandre: vá ao porão e pegue a caixa de roupas regulares, Pedro Prepare algo para nossos novos amigos.

Pedro: sim.

Tainá: vou já.

Alexandre: sabe, Nathalia aquele teu conselho me abriu os olhos se vamos derrotar Teixeira será necessário mais que apenas nós oito, vamos precisar mais que apenas uma escuna também.

Delgado: Teixeira é um grande tubarão e estamos pegando peixes pequenos, não é?

Alexandre: sim, quando...enganou meus pais ele os convidou a sua mansão na praia de uma vila a Vila de são Carlo era um porto considerável mente grande e quando chegamos havia uma frota com enormes galeões e como chamam os ingleses de Manwar, e fragatas muito grandes cada um com mais de 50 canhões monstros dos mares monstros reais.



Esta frota que teremos que derrotar uma hora ou outra e como o Delgado disse estamos pegando peixes pequenos, mas a dois meses atrás nunca me imaginaria capaz de matar e agora já matei muitos que se meteram no meu caminho e tomei dois brigues maiores que a minha escuna, então sim acho que este tubarão uma hora ou outra vai morrer e será por minhas mãos, mas até lá teremos que nos fortalecer infelizmente este brigue ficou sem mastro e não temos como consertar isto vamos apenas limpá-lo, oque me lembra. Ei Miguel pegue os cinco canhões deste brigue o posicione junto aos outros na escuna, João ajude-o a colocar e veja onde melhor ficaram.

João: sim, vamos Miguel.

Miguel: será que é realmente lucrativo este emprego.

João: nosso ultimo saque valeu mais de cinco mil contos, sim é lucrativo... para nós.

Nathalia: Alexandre quantos canhões nossa escuna pode suportar.

Alexandre: muito mais, agora ajude Pedro ele vai precisar.

Alexandre foi a cabine do capitão lá encontrou outra arca com imagens de santos iguais aos que deixou na mansão.

Alexandre: isto esta começado a me assustar, acho é um recado de Deus para não me esquecer do que fiz, vogar estes e quantos mais aparecerem é minha punição.

Alexandre encontrou o cofre do Brigue carregado com 700 contos, o bolso da tripulação provavelmente, encontrou outra carta assisada por... Antônio Márquez antigo chefe de Delgado, Alexandre guardou sem abri-la, procurou por mais algo de valor e encontrou encima da mesa uma segunda carta para Teixeira de um estaleiro em Lisboa.

Carta.

senhor Teixeira.

Está pronta a Fragata de linha que o senhor pediu que construísse a mais rápida do Atlântico sul, com três mastros treze velas quarenta e cinco canhões de cada lado, seis na proa oito na popa podendo ter mais de 300 tripulantes tem 65 metros de comprimento pode carregar 100 toneladas de carga.

com esta fragata tu terás a maior frota do Atlântico sul, Além do nosso bem Rei Dom João V.

Alexandre abre um sorriso malicioso no rosto.

Alexandre: isso muda tudo...